Categoria UNICAMP

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar

É com profundo pesar que informamos o falecimento do Sr. Raimundo Nonato de Oliveira (Aposentado CT/Unicamp), pai do companheiro Paulo Roberto de Oliveira (IFCH), dia 29/03. O sepultamento ocorreu na mesma data no Cemitério Parque Nossa Senhora da Conceição (Amarais).

O STU lamenta o ocorrido e presta solidariedade aos familiares e amigos do companheiro Raimundo.

porFernanda de Freitas

Plantão Jurídico na FOP

Nesta quinta-feira (5) acontece o plantão Jurídico do STU em Piracicaba. Será das 9 às 12h na FOP (Av. Limeira, 901, Areião, piracicaba – Sala Seminário da Odonto Pediatria).

Para obter informações ou marcar atendimento ligue para os ramais 17694 ou 17412 e fale com Zé Prettu ou procure o Mauro na FOP.

Também é possível agendar pelo e-mail: [email protected].

 

porFernanda de Freitas

Nota de Falecimento

É com profundo pesar que informamos o falecimento do companheiro Doniseti Rodrigues da Silva (Aposentado), no sábado (24).

O STU lamenta profundamente o ocorrido e presta sua solidariedade aos familiares e amigos do companheiro.

porFernanda de Freitas

Nota de Falecimento

É com profundo pesar que informamos o falecimento do companheiro Joaquim Vieira Ambar. O velório começa às 19h desta segunda (26) e o sepultamento será amanhã às 9h, no Cemitério Parque das Aléias.
Joaquim foi diretor da Assuc e do STU e esteve à frente de várias lutas em defesa dos direitos trabalhistas e sociais.
O STU lamenta profundamente o ocorrido e presta sua solidariedade aos familiares e amigos desse valoroso companheiro.
O Cemitério Parque das Aléias fica na Alameda dos Flamboyants, s/n – Bairro das Palmeiras, Campinas/SP.

porFernanda de Freitas

Em defesa do Patrimônio Cultural – AEL Calourada 2018

O Arquivo Edgard Leuenroth/IFCH/Unicamp (AEL), em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Sociologia do IFCH, está organizando mais uma vez sua calourada! Esse ano o tema escolhido foi a Defesa do Patrimônio Cultural.

A Universidade Pública é historicamente um polo de resistência aos retrocessos sociais, e no momento em que volta-se a polêmica sobre o destombamento no Brasil, o AEL quer promover o debate de como e porquê defender nosso Patrimônio Cultural, junto à comunidade.

As mesas tratarão do processo histórico envolvendo a institucionalização dos tombamentos no Brasil e o papel da Universidade, de como o tombamento de patrimônio material e imaterial auxilia na proteção de uma identidade cultural e dos embates de uma cidade cada vez mais refém da especulação imobiliária. Mariléa de Almeida trará o debate sobre o tombamento dos Quilombos, o Grupo Teatro Oficina discutirá a luta na defesa do Teatro e contra o destombamento de seu entorno, Marília de Andrade trará a perspectiva da herança e guarda de um acervo universal (Oswald de Andrade), Antonio Arantes e Paula Vermeesch falarão da Universidade e das diversas instâncias e espaços de luta de preservação patrimonial.

O evento será dia 14 de março (quarta feira), a partir das 14h30, no auditório 1 do IFCH. Durante o evento acontecerá a exposição Antropofagia em Cena – Memória e Acervo do Teatro Oficina, em homenagem aos 60 anos do Teatro Oficina, cujo acervo documental está depositado no Arquivo.

 
porFernanda de Freitas

Campanha de Sindicalização do STU tem primeira ação no HC

Nesta quinta-feira (8), a partir das 12h, no portão F1 do HC (na tenda do sindicato) o STU promove a “1ª Sorvetada de Sindicalização”.

A intenção é dialogar com todos os trabalhadores da Área da Saúde para conscientizar e mostrar a importância de estarmos unidos neste momento tão difícil para o nosso país. Essa ação descontraída servirá também para conquistar novos associados e estimular os atuais sócios a trazerem mais colegas para a entidade. Os sorvetes de massa da tradicional Sorveteria Sergel serão vendidos por: R$ 3 (uma bola) e R$ 5 (duas bolas).

Com o fim do imposto sindical é preciso ampliar a representatividade do STU na categoria e equilibrar as finanças aumentando o quadro de sócios.

A Sorvetada de Sindicalização integra a Campanha de Sindicalização aprovada pela diretoria em 2017 e referendada na Assembleia Geral de 25/01.

Estamos enfrentando um grave cenário de desmonte dos serviços públicos com cortes de investimentos e ataques aos nossos direitos – por meio da aprovação da Lei da Terceirização e da Reforma Trabalhista. Temos ainda o avanço no Congresso Nacional de medidas antipopulares como a Reforma da Previdência. O fortalecimento do STU é indispensável para organizar nossa luta e resistência contra os retrocessos em curso e para superar os entraves nas negociações com a reitoria.

A valorização da categoria se traduz na busca por condições dignas de trabalho e de vida, mas para isso é preciso estarmos unidos e garantir o financiamento das nossas ações coletivas. Como forma de incentivo, a campanha irá presentear os funcionários da Unicamp que indicarem mais colegas para filiação.

Vista a camisa em defesa dos seus direitos e da sua entidade representativa, filie-se ao STU!

porFernanda de Freitas

Em entrevista ao jornal Metro reitor usa discurso batido da falta de verba

Nesta terça-feira (9) o jornal Metro entrevistou o reitor Marcelo Knobel sobre os planos para a Unicamp este ano. Knobel explicou que prepara a criação de um fundo para acolher doações de ex-alunos e entidades e a implantação de uma rádio pública, como a da USP.

O STU tem acompanhado a evolução do orçamento da universidade e já demonstrou que é possível destinar verba para reajuste de salário e de benefícios para os funcionários. Medida ignorada pelo último Consu que aprovou o orçamento para este ano, mas não incluiu recursos para valorização de funcionários.. 

Se realmente está faltando dinheiro nos cofres, o que não parece ser verdade, o reitor deveria cobrar do governador Alckmin os recursos devidos à Unicamp, ao invés de tirar somente dos nossos bolsos ou criar projetos mirabolantes. 

Confira abaixo a matéria na íntegra.

 

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porFernanda de Freitas

Cesit da Unicamp lança dossiê analisando a Reforma Trabalhista

O Cesit (Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho) da Unicamp lançou um dossiê com análises da recente reforma trabalhista, em vigor no país desde novembro. O documento busca analisar as principais propostas de alteração da legislação trabalhista e discutir argumentos que a justificam.

O dossiê está dividido em duas partes. A primeira problematiza os argumentos que embasam o Projeto Lei 6.787/2016, agora PLC 38/17, que promove a revisão de mais de uma centena de itens da CLT. Cumpre notar que vários dos argumentos que subsidiam tanto a versão original, de autoria do Executivo, quanto o texto substitutivo, de autoria do relator, o deputado Rogério Marinho (PSDB/RN), podem ser encontrados nas formulações de entidades patronais como, por exemplo, nos textos da CNI (101 Propostas para Modernização Trabalhista, 2012; Agenda Legislativa da Indústria, 2014; Caminhos da Modernização Trabalhista, 2016) e da CNA (Proposta da Bancada de Empregadores, 2016; Balanço 2016 e Perspectivas 2017). Essas formulações foram em boa parte incorporadas pelo programa lançado pelo PMDB em 2015 Uma Ponte para o Futuro e pelas emendas apresentadas ao PL 6.787/2016 na Câmara dos Deputados, em grande maioria acolhidas pelo relator. Afinal, o que as organizações patronais pretendem com a reforma? Quais os interesses por trás da defesa de cada uma das medidas contempladas no referido projeto e em propostas correlatas atualmente em tramitação no Parlamento brasileiro? Qual o papel das demais instituições públicas nacionais, como é o caso do Supremo Tribunal Federal, STF, na aprovação das alterações pretendidas? Essas perguntas se impõem pois, como se tem presenciado, a disputa política contemporânea não envolve apenas o Executivo e o Legislativo. O Judiciário tem tido uma atuação fundamental na definição do jogo político.

A segunda parte detalhará cada uma das medidas propostas ou encampadas pelo Governo Temer e que estão atualmente presentes na agenda política. Essas medidas podem ser divididas nos seguintes aspectos:

1. Formas de contratação mais precárias e atípicas

2. Flexibilização da jornada de trabalho

3. Rebaixamento da remuneração

4. Alteração das normas de saúde e segurança do trabalho

5. Fragilização sindical e mudanças na negociação coletiva

6. Limitação do acesso à Justiça do Trabalho e limitação do poder da Justiça do Trabalho

Baixe aqui o Dossiê Completo

 

Fonte: Cesit/Unicamp

porFernanda de Freitas

Recesso Fim de Ano 2017

O STU estará fechado para o recesso de fim de ano a partir do dia 21 de dezembro/17 (quinta-feira), às 12h. As atividades serão retomadas no dia 2 de janeiro/18 (terça-feira), às 8h30.

Em 2018 seguiremos firmes nas lutas dentro e fora da Unicamp enfrentando os patrões, o governo Temer e quem mais se colocar a favor da retirada de direitos da classe trabalhadora.

A diretoria do STU aproveita para desejar um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de realizações e disposição de luta!

 

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral aprova revisão financeira do STU

Hoje à tarde (13) a Assembleia Geral Ordinária que discutiu os recursos necessários para a conclusão da sede e os respectivos aditivos contratuais aprovou a proposta da diretoria que consiste no financiamento dos valores devidos às empresas Sicaro Engenharia e Eco Containers, além do pedido de empréstimo junto à Adunicamp. Confira no documento abaixo a questão financeira da sede.

Também foram aprovadas algumas medidas para a diretoria do STU, sendo elas: 

  • Elaboração de um plano de contenção de despesas do sindicato, que não envolva demissão de funcionários da entidade em decorrência do comprometimento financeiro com a sede;
  • Promoção de cortes nos contratos de prestadores de serviços;
  • Elaboração de um plano de cobrança de dívidas para os funcionários que estão devendo os descontos de greve (CS 2011 e CS 2016), desde que a cobrança não precarize as condições de vida do associado;
  • Criação de campanha de sindicalização;
  • Realização de eventos para arrecadar recursos. 

Esses indicativos têm como objetivo buscar o equilíbrio financeiro da entidade, tendo em vista que 2018 promete ser um ano de muita luta e resistência contra os ataques aos nossos direitos. Sem contar que, com a reforma trabalhista a contribuição sindical se tornou opcional, o que vai impactar fortemente as finanças do sindicato. Daí a necessidade de fortalecermos nossa luta e aumentar o números de associados. 

 

Assembleia Orçamentária Extraordinária

Os associados indicaram a convocação de nova Assembleia Orçamentária Extraordinária a ser realizada em janeiro próximo.

O objetivo é avaliar as ações tomadas nesta assembleia e apontar novas medidas dependendo da reação das finanças do sindicato.

Na ocasião, o STU deverá apresentar um estudo detalhado da origem do erro que causou a dívida no decorrer da construção da sede. 

Em março acontece outra assembleia orçamentária, sendo esta prevista pelo Estatuto do STU. A intenção é analisar a situação financeira da entidade e construir um plano de previsão orçamentária para o restante do ano.  

 

Luta contra a Reforma da Previdência

Considerando a urgência da luta contra a Reforma da Previdência, apesar dessa discussão não constar na pauta da assembleia orçamentária, a assembleia aprovou que, caso haja convocação de Greve Geral pelas Centrais Sindicais e o governo Temer coloque a medida em votação, o STU deve encampar o indicativo de paralisação seguindo orientação das entidades nacionais e da Fasubra. 

É possível que a reforma seja votada ainda este ano, desta forma precisamos seguir mobilizados e discutindo nossas ações dentro e fora da Unicamp de forma a fortalecer a unidade junto às demais categorias da cidade. 

 

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porFernanda de Freitas

Hoje (12) o Consu vota a proposta orçamentária de 2018

Trabalhadores não podem continuar sem reajuste

Hoje (12) tem reunião do Conselho Universitário. A reitoria está reapresentando a proposta de reajuste do bandejão, retirada de pauta no Consu passado.

Foi a mobilização de estudantes e funcionários que garantiu a retirada de pauta. Naquela reunião além da retirada de pauta do aumento do bandejão a reitoria aprovou com voto de minerva do reitor o corte linear de 30% das gratificações. Na mesma reunião a reitoria criou um GT para analisar redução de despesas, tendo como parâmetro mínimo a economia de R$ 25 milhões.

Relatório do Grupo de Trabalho
O Consu também recebeu um relatório do GT que analisou os gastos e as receitas da universidade, com objetivo de propor redução de despesas. Foram apresentadas um conjunto de propostas que foram analisadas no GT e ordenadas de acordo com critérios administrativos, jurídicos e econômicos. Parte dessas propostas foram encaminhadas pela comunidade. No relatório consta os itens que foram consenso e os que não tem consenso nos participantes da reunião.
É preciso ficar atentos. Não podemos aceitar proposta que signifiquem retroceder em nossas conquistas.

Orçamento
O STU tem denunciado que a proposta orçamentária abaixo da previsão da Secretaria da Fazenda tenciona a política de cortes. Na proposta orçamentária a diferença entre a proposta da Secretaria da Fazenda e da Aeplan está contingenciada.

O STU defende que esse recurso e demais recursos economizados componha um Fundo para reajuste salarial. A negociação salarial é prerrogativa das entidades com o Cruesp, por isso repudiamos a deliberação que subordina ao Consu a decisão sobre o reajuste, mas é preciso ter uma sinalização da reitoria que vai tratar com seriedade a discussão com os trabalhadores.

Vamos acompanhar e pressionar os representantes para garantir nossos direitos e conquistas.

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral Ordinária vai discutir revisão orçamentária do STU

A diretoria do STU convoca todos os seus associados para a Assembleia Geral Ordinária dia 13 de dezembro (quarta-feira), no Pavilhão Básico (PB-14), às 12h, em primeira convocação, havendo quórum, ou às 12h30 em segunda convocação, com qualquer número de trabalhadores.
A pauta da discussão será:
1) Discussão e aprovação da revisão orçamentária para conclusão da sede e aditivos contratuais.
É fundamental sua participação, compareça!
O edital de chamada da assembleia será publicado também em jornal de grande circulação em Campinas e região.

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral decide manter paralisação de 5/12

A assembleia dos Trabalhadores da Unicamp de hoje (4) decidiu manter a paralisação amanhã para protestar contra a Reforma da Previdência e cobrar a inclusão na pauta de revisão orçamentária o reajuste salarial.

A categoria repudiou a suspensão da Greve Nacional, pelas centrais sindicais, e por entender a importância da mobilização aprovou um calendário de lutas para amanhã. 

Confira abaixo a programação aprovada pela categoria para o dia de mobilização. 

 

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral aprova paralisação na Greve Nacional e luta por reajuste salarial

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp aprovou participação na Greve Nacional, 5 de dezembro, convocada pelas centrais sindicais contra a Reforma da Previdência. O objetivo é nos incorporarmos à agenda de luta organizada pelos movimentos sociais e sindicais da cidade, que denunciam os ataques à classe trabalhadora.

Para isso, de hoje em diante, faremos ações de agitação na Unicamp para discutir nossa incorporação na luta e garantirmos a construção de uma forte paralisação. E as unidades que tiverem condições de mobilização devem se reunir para organizar nosso movimento.

Além de participar do ato conjunto que acontecerá na tarde do dia 5, a categoria propôs levar aos organizadores da Greve Nacional da cidade a realização de uma manifestação pela manhã no centro de Campinas, caso haja paralisação dos condutores. Mas se nossa proposta não for aprovada pelos movimentos, faremos uma mobilização interna com manifestações de convencimento da categoria pela manhã cedo com intenção de recepcionar os trabalhadores conscientizando sobre a importância da paralisação e luta contra as reformas. E ainda um debate sobre a questão orçamentária da Unicamp e os impactos da Reforma da Previdência na vida dos funcionários celetistas e estatutários.

Vale destacar que hoje à tarde (30) está prevista reunião das centrais e movimentos sociais e sindicais para fechar a agenda de luta de Campinas. Ela será norteadora das nossas atividades dentro e fora da Unicamp.

 

Incorporação da discussão orçamentária

Do ponto de vista do orçamento, a assembleia reafirmou que o STU cobre negociação com o reitor em relação à proposta do sindicato apresentada à reitoria no começo de outubro. Reivindicamos que a cada trimestre de aumento da arrecadação do ICMS 25% dos valores seriam revertidos para a melhoria salarial, dos valores dos benefícios ou da carreira.

Foi aprovado exigir que no orçamento deste ano se tenha uma proposta de reajuste fixada pelo Consu, com base na deliberação do conselho de que a negociação de salário será referendada pelo órgão. Além de cobrar que essa discussão seja incorporada na reunião da CAD (Câmara de Administração) que será realizada na próxima terça-feira (5). Para pressionar por essa discussão a categoria realizará manifestação na CAD.

Ficou decidida a construção de um documento que estabeleça uma análise orçamentária que justifique a necessidade de reajuste diante da defasagem salarial. O documento será amplamente divulgado e apresentado à CAD.

 

PROGRAMAÇÃO APROVADA PELA ASSEMBLEIA

  • 6h – Mobilização de convencimento da categoria (caso não haja ato pela manhã na cidade) – na Unicamp.
  • 10h – Palestra sobre questão orçamentária da Unicamp e impactos da Reforma da Previdência (caso não haja ato pela manhã na cidade) – na Unicamp.
  • 14h – Manifestação na CAD cobrando incorporação de proposta de reajuste salarial no orçamento da Universidade – na Unicamp.
  • 17h – Ato Conjunto da Greve Nacional – Largo do Rosário, Centro de Campinas.

 

É importante que cada trabalhador discuta a organização dessa luta na sua unidade para garantir uma forte paralisação dentro e fora da Unicamp. E para construir nossa paralisação e fomentar a incorporação da discussão orçamentária, a assembleia indicou que o CR (Conselho de Representantes) se reúna e auxilie na mobilização das unidades.

 

porFernanda de Freitas

Entidades sindicais fazem defesa do serviço público e criticam medidas do governo

Entidades sindicais fizeram uma defesa do serviço público, durante a audiência promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) na tarde desta segunda-feira (20). Os participantes da audiência apontaram o serviço público como essencial para a sociedade brasileira, principalmente para os mais pobres, e criticaram as medidas do governo Temer.

O diretor de Formação Sindical da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), Francelino das Chagas Junior, criticou o congelamento de gastos públicos por 20 anos, estabelecido pela EC 95/2017. Ele disse que o desmanche da máquina pública pelo governo pode fazer o Brasil retroceder a níveis sociais comparáveis a países da África. Francelino Júnior ainda criticou o perdão a grandes devedores previdenciários e a renúncia fiscal promovida pelo governo em um momento de crise.

O coordenador de Finanças da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe), Gerardo Alves Lima Filho, afirmou que medidas como o congelamento de gastos, a revisão de acordos, a retirada de direitos e a promoção de planos de demissão ajudam a desmanchar o serviço público. Assim, argumentou, há “uma ruptura constitucional”, pois a Constituição de 1988 traz a meta de “um estado de bem-estar social” para o país.

Para o diretor jurídico da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), Marcelo Azevedo, o maior prejudicado pelo enfraquecimento do serviço público é a sociedade. Na mesma linha, o coordenador geral do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), Williamis da Silva Vieira, declarou que o desmanche do serviço público é um ataque ao povo — que precisa de escolas e hospitais públicos.

MP 805

Os debatedores foram unânimes em criticar a Medida Provisória (MP) 805/2017, que amplia de 11% para 14% a contribuição previdenciária de servidores federais e adia aumentos de salário de 2018 para 2019. Em alguns casos, o aumento previsto foi cancelado pela MP.

O presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), Floriano Martins de Sá Neto, criticou a intenção da medida provisória. Ele lamentou o fato de o governo “atacar os servidores públicos, pois é como um patrão atacar seus próprios funcionários” e disse que a população vai sofrer com o desmanche do serviço público. Segundo Floriano Neto, a responsabilidade do servidor público é muito grande, pois é quem tem atende as camadas mais pobres da sociedade.

— Todo serviço público precisa de um servidor para que a população seja atendida — afirmou.

De acordo com o coordenador-geral da Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras (Fasubra) Sindical, Gibran Ramos Jordão, a ofensiva do governo contra o servidor público é lamentável. Ele criticou os cortes orçamentários em várias áreas do serviço público e reiterou que o desmanche do serviço público não é um ataque somente ao servidor público, mas é contra toda a população, que precisa desse tipo de serviço. Jordão também disse que a MP 805 abre um precedente perigoso, que é a possibilidade de o governo não cumprir os acordos assumidos com o servidor.

Privilégios

Para o presidente da União Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle (Unacon), Rudiney Marques, os direitos do servidor público não podem ser confundidos com privilégios. Ele disse que o verdadeiro privilégio é o perdão conseguido por grandes devedores da Previdência e da Fazenda. Marques também criticou o congelamento dos gastos públicos por 20 anos, que seria “o maior ataque da história do Brasil ao serviço público”.

— O momento é dramático. É importante lembrar que a população mais pobre depende dos serviços públicos — disse o presidente da Unacon.

O vice-presidente da Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), Flávio Alves da Silva, também negou que os servidores públicos tenham privilégios. Ele lembrou que o servidor “não tem integralidade nem paridade nas aposentadorias e nem FGTS” e cobrou a taxação de grandes fortunas e uma alíquota maior para a exploração mineral. Gibram Jordão, da Fasubra, também lamentou a publicidade do governo, em defesa da reforma da previdência, que apresenta os direitos do servidor como “privilégios”.

— Se o governo quisesse acabar com privilégio, acabaria com os lucros exagerados dos grandes bancos e taxaria as grandes fortunas — declarou Jordão.

Mobilização

A realização da audiência foi uma sugestão do senador Paulo Paim (PT-RS), que dirigiu o debate e pediu a mobilização dos trabalhadores contra a reforma previdenciária. A presidente da CDH, senadora Regina Sousa (PT-PI), também participou da audiência. Para a senadora, o eleitor precisa acompanhar a atuação dos parlamentares, principalmente em relação aos projetos que tomam direitos do trabalhador. Ele ainda cobrou ânimo por parte dos servidores públicos.

— Temos sentido os trabalhadores muito desanimados. O pacote é de maldades mesmo, mas precisamos animar. Se a gente não reagir, vai vir mais – alertou a senadora.

A audiência ainda teve a participação de representantes do Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Fundações Públicas Federais de Geografia e Estatística, do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, da Sindireceita e do Movimento Nacional dos Servidores Públicos Aposentados e Pensionistas (Instituto Mosap).

 

Fonte: Agência Senado

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Manifesto em defesa da Cotas

Baixe aqui Manifesto em defesa da Cotas. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Manifesto-Cotas_revLUCIANA17-11-2017.pdf”]

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Consu mantém arrocho contra trabalhadores e ataque ao princípio da autonomia

Por 40 votos contrários às categorias profissionais o Conselho Universitário extraordinário convocado por força da mobilização de 26 conselheiros manteve as deliberações de corte nas gratificações (A-23) e submissão das negociações salariais no âmbito do Cruesp ao Consu (A-20). As deliberações foram mantidas com voto pela revogação de 28 conselheiros. Um novo duro ataque ao estímulo profissional e à condição de vida dos trabalhadores, especialmente os que têm menores salários.

A reitoria que se elegeu prometendo manter a excelência na Unicamp critica ainda em artigo publicado ontem no jornal ‘Correio Popular’ e no portal da Universidade a expansão do quadro funcional. “Houve na Unicamp um crescimento exagerado na folha de pagamento, não só pela contratação de mais de 500 docentes e 700 funcionários durante os últimos quatro anos, mas também por outras ações que resultaram em gastos adicionais (processo da isonomia do piso com a USP, 30 horas na área de saúde, aumento de cargos gratificados)”, afirmam Knobel e Teresa Atvars.

Nada mais falso. A Unicamp cresceu mais de 50% nos últimos 25 anos e a atual reitoria reclama de contratações que mal repuseram o quadro profissional de 20 anos atrás. A retomada da isonomia com a USP não foi efetivada integralmente – e ao que parece essa gestão pretende jogá-la na lata do lixo. A reposição das 30 horas para parte da categoria na área da saúde não foi mais que o reconhecimento da superexploração em níveis que comprometiam a saúde e segurança dos trabalhadores, e mesmo assim a Universidade está longe de atender à demanda por pessoal necessária para o patamar de atendimentos hoje realizados, o que impulsiona o assédio moral.

O STU seguirá lutando contra as manobras que empurram a conta da crise somente para as costas dos trabalhadores enquanto a administração não abre a boca para cobrar do governo do Estado que repasse o que deve à Unicamp.

 

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Seminário sobre a greve geral de 1917

Está disponível na página do Arquivo Edgar Leuenroth o vídeo do seminário “Greve Geral de 1917 – Centenário da Greve Geral e o Arquivo Edgard Leuenroth”. O evento contou com a parceria do STU e a presença dos professores Cristiano Tambascia (diretor do AEL), Álvaro Bianchi (ex-diretor), Teresa Atvars (coordenadora geral da Unicamp) e Humberto Innarelli (diretor de serviços do Arquivo). Confira o vídeo neste link https://www.youtube.com/watch?v=7FwCqyGm3o8

porFernanda de Freitas

Eleição da Cipa 2018: lista de candidatos

A Eleição para os membros da Cipa Unicamp (gestão 2018) acontece no período de 17 a 19 de outubro de 2017.

Confira abaixo os candidatos que concorrem ao pleito. Vote em um candidato de qualquer unidade, que você considere que esteja comprometido com a luta por melhores condições de trabalho, saúde e segurança. 

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/10/LISTA-DE-INSCRITOS-A3.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Compre o Bingo Beneficente em prol da nova sede do STU

A diretoria do STU realizará um Bingo Beneficente no dia 11 de novembro (sábado), a partir das 14h, para arrecadação de fundos para a construção da nova sede do sindicato.

O evento será realizado no Clube Machadinho (Rua Cerqueira, 66 – Vila Industrial).

Os prêmios serão um forno de Microondas, um celular e uma de TV de 32”.

As cartelas já estão a venda na secretaria do STU pelo valor de R$ 15. Entre em contato com o STU e compre sua cartela (ramais: 17694 | 17147 | 17412)