Categoria Não-classificado

porFernanda de Freitas

Boletim STU 056/2018

Boletim do STU 056/2018, de 12 de Julho de 2018

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Fórum das Seis aprova moção cobrando reabertura de negociação

Fórum das Seis entidades aprova Moção de Apoio cobrando “Pela reabertura das negociações da reitoria da Unicamp com o Sindicato dos Trabalhadores”.

porFernanda de Freitas

Sintusp aprova moção de apoio à greve

Diretoria do Sintusp aprova Moção de Solidariedade à nossa greve.

 

 

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

SinTUFABC enviou nota de repúdio à Reitoria da Unicamp

O Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais do ABC – SinTUFABC enviou nota de repúdio à Reitoria da Unicamp, diante de atitude antidemocrática e desrespeitosa com os trabalhadores da Unicamp, que se encontram em greve há mais de 40 dias, um direito legítimo e constitucional.
Contra o corte de salários dos Trabalhadores da Unicamp!
Pelo direito de greve!
porFernanda de Freitas

Boletim STU 050/2018

Boletim do STU 050/2018, de 3 de Julho de 2018

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Clipping: ‘Precisei ser impopular’, diz Knobel em seu 1º ano

Em entrevista ao jornal Correio Popular, em 07 de maio, o reitor Knobel disse que teve que “puxar o freio de mão” em relação a gastos  por causa da “crise financeira” da Universidade. E assumiu que adotou medidas impopulares em sua gestão. Só faltou dizer que sua postura foi pautada por decisões políticas que favoreceram e, muito, aqueles que estão no teto salarial da Unicamp, já que tiveram seus salários aumentados em 3,5%, enquanto a maior parcela de servidores amarga falta de reposição da inflação há anos.
Confira a reportagem completa abaixo.
Promover mudanças têm preços. Muitas vezes, as conquistas de um lado vêm acompanhadas por pressões do outro. Antes mesmo de completar seu primeiro ano à frente da reitoria da Unicamp, no mês passado, Marcelo Knobel já sentiu na pele o peso de estar no comando da administração de uma das mais importantes universidades do Brasil. Com 49 anos, nascido em Buenos Aires, na Argentina, e bacharel em Física, o doutor em ciências é o 12º na linha de sucessão de Zeferino Vaz, fundador e primeiro reitor da universidade. Em entrevista ao Correio Popular, Knobel traça um balanço de seus primeiros 12 meses de gestão, lembra as medidas impopulares tomadas para tentar reduzir o déficit no orçamento e traça as perspectivas futuras para as áreas de ensino, inovação e pesquisa que circundam a Unicamp.
Correio Popular – Seu primeiro ano como reitor da Unicamp foi marcado pela tomada de decisões difíceis, como o aumento do valor da refeição no bandejão de R$ 2 para R$ 3, a não concessão de prêmios em pecúnia do ano passado e a paralisação de abertura de concursos públicos para novos docentes e pesquisadores. Que balanço faz deste início de trabalho na administração?
Marcelo Knobel – Tivemos aprendizados, mas não tivemos muito tempo. Foi preciso puxar o freio de mão em relação a gastos e fizemos algumas mudanças muito rapidamente, muitas delas fortes e até impopulares dentro da comunidade. Mas o importante é que conseguimos uma recuperação considerável da economia da universidade. Ainda não atingimos o equilíbrio financeiro, mas estamos no caminho. Revisamos contratos, processos, suspendemos novas contratações e agora com a recuperação da economia buscaremos consolidar as ações que traçamos mesmo com recursos limitados e acredito que alcançaremos as mudanças estruturais que necessitamos.
Acredita que algumas das medidas impopulares que tomou possam ter desgastado seu trabalho ainda no primeiro ano de gestão?
A Unicamp necessitava buscar um equilíbrio a todo custo. O bandejão, por exemplo, não tinha um reajuste há 20 anos e a universidade vinha subsidiando um valor considerável que não tinha mais como sustentar nos dias de hoje. A redução linear de 30% no valor das gratificações. dentro da universidade também teve bastante repercussão. Muitas vezes temos que olhar para a perspectiva completa e fazer aquilo que é preciso, e não o que gostaria de fazer.
Foi um ano de cortes de despesas e reajuste de tarifas, mas foi possível também implementar coisas novas?
Não deixamos de fazer coisas novas. Criamos a Instituto de Estudos Avançados (IdEA), criamos a da Cátedra Sérgio Vieira de Mello de Refugiados e já demos início à discussão de reforma curricular. Ideias como um todo aqui na universidade não faltam, mas elas têm um custo que nem sempre permitem que sejam implementadas pela situação delicada que vivemos. Estamos passando por um trabalho de formiguinha, de recuperação. Não é fácil trabalhar no sentido de conter gastos e ao mesmo tempo buscar mais recursos.
Quando completou seis meses na função de reitor, o senhor afirmou que a crise financeira vivida pela Unicamp é dramática. Acredita que a situação continua caótica?
Caótica não, mas dramática sim. Estamos trabalhando com perspectiva de déficit na casa dos R$ 280 milhões neste ano, que ainda passará por revisão orçamentária, mas é um déficit imenso. Não podemos dizer que a situação é tranquila.
A Unicamp fechou o ano passado com déficit de R$ 209 milhões, valor abaixo dos R$ 290 milhões que eram projetados para o período. Apesar das contas no vermelho, são números a serem comemorados?
Quando se está no regime de déficit, qualquer redução tem que ser comemorada, e nós fizemos um trabalho muito forte na universidade para reduzi-lo. Tivemos uma pequena melhoria da economia, não significativa, mas toda universidade fez um sacrificio para reduzir. No âmbito geral, é um cenário bem difícil. Basta ver que na Unesp tiveram dificuldade para pagar o 13º salário dos funcionários e a USP chegou ao seu limite com um plano de demissão voluntária.
A Unicamp aparece como a melhor da América Latina em 2017 segundo um dos principais rankings internacionais de universidades, o THE (Times Higher Education). Tão difícil como alcançar este posto, é se manter nele. O que tem sido feito e investido para que a Unicamp mantenha este status?
Os rankings refletem um pouco a força das universidades, não só a Unicamp, mas USP e Unesp que também foram muito bem representadas e mostram a força do ensino superior do Estado de São Paulo. Temos buscado sempre aprimorar a infraestrutura de pesquisa e feito um esforço para internacionalizar cada vez mais a universidade em suas pesquisas e experiências para os nossos professores.
Fonte: Correio Popular (Imagem: Cedoc)
porFernanda de Freitas

Nota de Pesar

A diretoria do STU lamenta informar o falecimento, na madrugada desta terça-feira (3), do Sr. Paulo Francisco Filho, pai da nossa funcionária Rosane Maria Francisco dos Santos.

O velório está ocorrendo no Cemitério Parque das Flores com sepultamento previsto para às 15h. O cemitério fica na Av. Dep. Luís Eduardo Magalhães, 1505 – Jardim Sao Judas Tadeu, Campinas/SP.

Prestamos nossa solidariedade aos familiares e amigos do Sr. Paulo desejando que ele descanse em paz!

 

porFernanda de Freitas

STU entrou com ação no ano passado para questionar corte de GR

No dia 7 de dezembro o STU entrou com ação e pedido de liminar na Justiça para garantir aos trabalhadores celetista e estatutário o direito de continuar recebendo as gratificações pagas pela Universidade.

O Consu (Conselho Universitário), de 26 de setembro, aprovou o corte linear de 30% nos valores de todas as gratificações não incorporadas. E desde que essa proposta foi aprovada o sindicato tem defendido sua revogação pela necessidade de assegurar a remuneração dos funcionários.

O STU aproveitou também para solicitar à DGRH a listagem de funcionários que sofreram cortes em seus vencimentos, mas o documento foi negado pela Universidade. A intenção é de se antecipar a um possível pedido da Justiça de ter acesso aos nomes e valores e também atestar o volume de funcionários com redução salarial.

O STU tem lutado para que propostas que retiram direitos ou avançam ainda mais sobre o ganho salarial dos trabalhadores não passem na Unicamp, mas é preciso nos mantermos unidos na defesa dos nossos direitos.

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar: companheiro Paulo Henrique (PH)

Companheiro Paulo Henrique, presente!

É com imensa dor e tristeza que a FASUBRA Sindical informa o falecimento do companheiro Paulo Henrique Rodrigues dos Santos, conhecido como PH aos 61 anos, nesta manhã, 04.

Natural de Araguari-MG, Santos deixa familiares e amigos.

Lotado na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) em Minas Gerais, o trabalhador técnico-administrativo em educação militou por 28 anos no Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições Federais de Ensino Superior de Uberlândia (SINTET-UFU). Também militou pela Central Única dos Trabalhadores (CUT).

PH foi coordenador geral da FASUBRA Sindical durante quatro gestões, de 2002 a 2004, de 2004 a 2006, de 2009 a 2011 e de 2012 a 2014 e coordenador Jurídico na gestão de 2006 a 2008. Lutou em defesa de melhores condições de vida, de salário, de trabalho e em especial por uma universidade pública, gratuita e autônoma.

Paulo Henrique participou ativamente do processo de construção do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE), no âmbito das instituições federais de ensino vinculadas ao Ministério da Educação, (Lei 11.091/05).

A FASUBRA Sindical vem a público manifestar total solidariedade à família e amigos.

Companheiro Paulo Henrique, presente!

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

Obs.: A diretoria do STU lamenta o falecimento e se solidariza com familiares e amigos do companheiro PH.

porFernanda de Freitas

Campanha de Solidariedade: Cooperativa Bom Sucesso

Em setembro, a Cooperativa Bom Sucesso, ex-incubada pelo ITCP Unicamp, pegou fogo.

As catadoras e os catadores que lá trabalham estão em uma situação bem difícil, por isso, os estudantes da Unicamp de vários cursos tem auxiliado no processo de recuperação da Bom Sucesso. Eles ajudaram a limpar o local após o incêndio e cobrir uma área para que os cooperados não parassem de trabalhar. Também conseguiram um pouco de material para fazer um toldo, projetaram o novo galpão em módulos e criaram uma campanha de crownfunding no site Kickante para arrecadar recursos para a cooperativa.

O STU em solidariedade aos companheiros aproveita para divulgar a a campanha em prol da Cooperativa Bom Sucesso, que pode ser acessada em https://www.kickante.com.br/campanhas/reconstrucao-da-cooperativa-bom-sucesso.
Os cooperados também estão recebendo doações de alimentos não perecível que devem ser entregues na FEC.

Quem puder pode ajudar a Cooperativa Bom Sucesso na reconstrução do barracão será de grande importância para muitas famílias que tiram seu sustento da reciclagem de materiais. 

A Cooperativa Bom Sucesso esta localizada na Rua Engenheiro Geraldo Calcanolo, nº 06, Vila Réggio (contato: (19) 99802-0374, dona Cecília).

 

 

Fórum Lixo&Cidadania RMC

O Fórum Lixo&Cidadania RMC, constituído em 2003, busca promover ações de inclusão socioeconômica e ambiental dos catadores de materiais recicláveis e reutilizáveis, cooperados e/ou autônomos, nos municípios da Região Metropolitana de Campinas. Sua secretária executiva esta locado no laboratório FLUX/FEC/Unicamp, parceiro e integrante do Fórum Lixo & Cidadania.

porFernanda de Freitas

Boletim do STU 061/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 5 de dezembro de 2017.

 

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poradmin

Seminário sobre a greve geral de 1917

Está disponível na página do Arquivo Edgar Leuenroth o vídeo do seminário “Greve Geral de 1917 – Centenário da Greve Geral e o Arquivo Edgard Leuenroth”. O evento contou com a parceria do STU e a presença dos professores Cristiano Tambascia (diretor do AEL), Álvaro Bianchi (ex-diretor), Teresa Atvars (coordenadora geral da Unicamp) e Humberto Innarelli (diretor de serviços do Arquivo). Confira o vídeo neste link https://www.youtube.com/watch?v=7FwCqyGm3o8

porFernanda de Freitas

Moção de Repúdio a membros do CONSU que votaram contra o interesse dos trabalhadores

A Assembleia Geral, realizada no dia 4/10, aprovou a elaboração de uma Moção de Repúdio a Silvana Migliaccio (GGBS) e Ronaldo dos Santos (HC), representantes dos funcionários técnico-administrativos no Conselho Universitário, que votaram contra o posicionamento da categoria em relação ao pacote de medidas de ajustes propostos pela reitoria da Unicamp.

A decisão dos dois conselheiros de seguir o voto da reitoria  feriu a decisão e interesses dos trabalhadores que o elegeram.

Confira abaixo o documento na íntegra.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/10/mocao-repudio-votacao-Consu.pdf” language=”pt_BR”]

 

 

porFernanda de Freitas

Moção de Apoio aos Trabalhadores da Unilever (Vinhedo/SP)

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp, realizada dia 4 de outubro, aprovou por unanimidade a Moção de Apoio aos trabalhadores da Unilever em Vinhedo/SP que lutam contra a reestruturação produtiva da empresa que acarreta na demissão de funcionários e na terceirização da produção.

Confira abaixo o documento na íntegra. 

 

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porFernanda de Freitas

Comissão Eleitoral divulga Mapa das Urnas

A Comissão Eleitoral divulgou nesta quarta-feira (23), o mapa das urnas da eleição para a diretoria do STU (gestão 2017-2020) que começa na próxima terça-feira (29) e vai até a quinta-feira (31).

Na Área da Saúde as votações acontecem nos dias 29, 30 e 31 de agosto. Sendo dia 29/08 (terça-feira), das 15 às 21h; dia 30/08 (quarta-feira), das 7 às 20h e 31/08 (quinta-feira), das 7 às 20h.

Nas demais unidades dos campi de Campinas, Paulínia, Limeira e Piracicaba a eleição será nos dias 30 e 31/08, das 8h30 às 17h.

Na sexta-feira (1º de setembro) começa a contagem dos votos no ginásio da Unicamp. Lembrando que só podem votar os sindicalizados até 30/05/2017, que estejam em dia com suas obrigações sindicais e não possuam impedimentos estatutários, nos termos do Artigo 6º, alíneas “a, b, e” do Estatuto.

No quadro abaixo o eleitor pode consultar os locais de coleta de votos das urnas. Caso você não tenha certeza do seu local de votação, entre em contato com o STU para verificar (Tel.: 3521-7412 / 3521-7147 / 3289-4242).

Saiba mais sobre a eleição do STU, clique aqui.

 

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porFernanda de Freitas

Aposentados da Unicamp comemoram Festa Julina

A tradicional Festa Julina dos Aposentados da Unicamp comemorou mais uma edição, na tarde desta sexta-feira (7). Este ano o encontro aconteceu no CIS Guanabara.

Mesmo sob forte frio, a festa foi regada a muita animação, brincadeiras, danças e músicas caipiras. Além de quitutes como cachorro quente, pé de moleque, doce de abobora, pipoca, quentão e vinho quente, entre outros pratos típicos.

A atração especial ficou por conta do bingo com produtos diferenciados como utensílios domésticos, artesanato, artigos de decoração, bijuterias, cestas básicas, entre outras surpresas.

Além dos aposentados e da diretoria do STU, a festa reuniu trabalhadores da ativa que aproveitaram o momento para reencontrar os antigos colegas de trabalho.

A festa foi encerrada com muita alegria e o compromisso de que no ano que vem a festa será mantida.

A coordenação de aposentados do STU, organizadora do encontro, avaliou que o evento foi um sucesso no que diz respeito a oferecer um momento de lazer e confraternização. E promete manter um calendário de atividades de entretenimento que proporcione a integração dos trabalhadores aposentados com os que ainda estão na ativa a fim de fortalecer os laços de amizade e solidariedade.

 

Fotos: Elisa Tonin

poradmin

Boletim do Fórum das Seis – 03/07/17

Baixe aqui Boletim do do Fórum das Seis de 03 de julho de 2017. [gviewer file=”
https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Boletim-do-Forum-3-7-2017.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Festa Julina dos Aposentados

O Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU convida toda a categoria para a sua tradicional Festa Julina, que será realizada no próxima sexta-feira (7), no CIS Guanabara (Rua Mário Siqueira,829, Botafogo, Campinas), a partir das 14h.

poradmin

50 anos da fundação da Assuc

No próxima quinta-feira (6) terá início a exposição que marca a comemoração dos 50 anos da fundação da Assuc, organização que deu origem ao STU. A exposição vai até 31 de julho.
Como parte das comemorações será lançado o livro “A história de luta dos trabalhadores da Unicamp”, às 12 horas no auditório da DGA

 

Livro resgata a memória da Assuc

O livro “A História de Luta dos Trabalhadores da Unicamp”, escrito por Glória Lopes e Rodrigo Paixão, está à venda na sede do STU por R$ 25.

Ao longo das 400 páginas do livro os autores contam a história da luta e da organização dos trabalhadores da Unicamp. E o tema desse livro caminha ao lado da história da própria universidade, que no ano passado comemorou 50 anos de fundação.

O atual STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp) surgiu pouco depois da Unicamp, como Assuc (Associação dos Servidores da Unicamp) e toda essa trajetória para a construção do sindicato está retratada na obra.

O ambicioso projeto da direção da entidade resgatou e organizou testemunhos, documentos e imagens que possibilitaram a edição dessa obra, que reconstitui a organização sindical dos trabalhadores da Unicamp. Inédito no âmbito acadêmico, o livro auxiliará no processo de difusão de informações para um grande contingente de pesquisadores, os quais contavam com escassa documentação disponível. Essa obra é parte integrante do projeto Unicamp Ano 50, registrando o papel dos trabalhadores e de sua entidade de classe na construção desta que é uma das universidades de maior destaque do Brasil e do mundo.

A publicação apresenta uma história rica em detalhes com depoimentos importantes que constroem a trajetória dessa entidade pioneira na organização dos funcionários públicos.

Vale a pena a leitura! Adquira logo seu exemplar na Secretaria do sindicato porque a edição é limitada.

 

Sobre os autores

Glória Aparecida Pereira Lopes é jornalista na imprensa sindical. Como roteirista, ganhou o Grand Prix da Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) e o Prêmio Estímulo à Cidadania, na categoria Vídeo, ambos no XXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, da Intercom, com o documentário A arte de incluir. Fez parte do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp e, atualmente, trabalha no Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e região. 

Rodrigo Paixão é cientista político, especialista em gestão pública, vereador e professor. Trabalha também com assessoria e consultoria para entidades governamentais e não governamentais e atua como comentarista político de rádio e televisão.

 

Livro resgata a memória da Assuc

O livro “A História de Luta dos Trabalhadores da Unicamp”, escrito por Glória Lopes e Rodrigo Paixão, está à venda na sede do STU por R$ 25.

Ao longo das 400 páginas do livro os autores contam a história da luta e da organização dos trabalhadores da Unicamp. E o tema desse livro caminha ao lado da história da própria universidade, que no ano passado comemorou 50 anos de fundação.

O atual STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp) surgiu pouco depois da Unicamp, como Assuc (Associação dos Servidores da Unicamp) e toda essa trajetória para a construção do sindicato está retratada na obra.

O ambicioso projeto da direção da entidade resgatou e organizou testemunhos, documentos e imagens que possibilitaram a edição dessa obra, que reconstitui a organização sindical dos trabalhadores da Unicamp. Inédito no âmbito acadêmico, o livro auxiliará no processo de difusão de informações para um grande contingente de pesquisadores, os quais contavam com escassa documentação disponível. Essa obra é parte integrante do projeto Unicamp Ano 50, registrando o papel dos trabalhadores e de sua entidade de classe na construção desta que é uma das universidades de maior destaque do Brasil e do mundo.

A publicação apresenta uma história rica em detalhes com depoimentos importantes que constroem a trajetória dessa entidade pioneira na organização dos funcionários públicos.

Vale a pena a leitura! Adquira logo seu exemplar na Secretaria do sindicato porque a edição é limitada.

 

Sobre os autores

Glória Aparecida Pereira Lopes é jornalista na imprensa sindical. Como roteirista, ganhou o Grand Prix da Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) e o Prêmio Estímulo à Cidadania, na categoria Vídeo, ambos no XXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, da Intercom, com o documentário A arte de incluir. Fez parte do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp e, atualmente, trabalha no Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e região. 

Rodrigo Paixão é cientista político, especialista em gestão pública, vereador e professor. Trabalha também com assessoria e consultoria para entidades governamentais e não governamentais e atua como comentarista político de rádio e televisão.

porFernanda de Freitas

Assembleia, hoje (4), às 12h, no PB-14, elege delegados à plenária da Fasubra

Hoje (4), às 12h, no Pavilhão Básico (sala PB-14), será realizada nossa assembleia geral. 

O objetivo da atividade é eleger a delegação da Unicamp à Plenária Nacional
Estatutária daFasubra, que será realizada nos dias 8 e 9/7, em Brasília.

Na plenária da Fasubra, além dos informes nacionais e das entidades de base, será realizada a análise de conjuntura e discussão do plano de lutas. Também será aprovado o regimento do congresso da Fasubra, que acontece de 26 de novembro a 1º de dezembro.

Compareça!