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porFernanda de Freitas

Plenária Organizativa da Greve Geral na Unicamp

Amanhã (28), às 12 horas no Ciclo Básico (CB), acontece uma plenária dos trabalhadores da Unicamp para discutir a preparação da Greve Geral. A plenária foi aprovada na Assembleia Geral realizada ontem (27) à tarde.

O dia 30 de junho está sendo convocado como um dia de greve, paralisações e mobilizações organizado pelas centrais sindicais e movimentos sociais contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos sociais e da aposentadoria.

A diretoria do STU reafirma a convocação de toda a categoria para que participe das atividades de construção da luta contra a tentativa de retirar direitos e acabar com a aposentadoria.

Em todo o país cresce o número de categorias que estão aprovando a adesão à greve e a luta contra as reformas do governo ilegítimo de Temer.

O governo já sofreu uma derrota na Comissão de Assuntos Sociais do Senado na semana passada, quando o relatório do senador Paulo Paim (PT-RS), que prevê a rejeição do projeto de Temer, foi aprovado.

A mobilização dos trabalhadores e da juventude em todo o país pode derrotar de vez a tentativa do governo de retirar as conquistas históricas dos trabalhadores e enterrar o governo golpista.

A hora é de luta e mobilização!

Fora Temer! Diretas Já!

 

 

porFernanda de Freitas

Informe sobre a primeira reunião de negociação com a reitoria da Unicamp

STU realizou na manhã desta terça-feira (20) um ato em frente à reitoria contra o reajuste de ZERO% e o encerramento das negociações do Cruesp com o Fórum das Seis.

Diretores do sindicato e alguns trabalhadores se reuniram com a vice-reitora, Teresa Dib Zambon Atvars e a Chefe de Gabinete Adjunto, Shirlei Maria Recco Pimentel, para discutir a Pauta de Reivindicações Específicas da categoria.

Na conversa foram tratadas as seguintes questões: reajustes de salário e do vale alimentação, isonomia, mudança de regime, corte de ponto daqueles que aderiram à Greve Geral (28/04), entre outras demandas frutos de acordos firmados com a categoria pela gestão anterior.

Confira no vídeo o resumo da reunião e o balanço dos diretores Kiko, Toninho e Marcílio.

 

 

 

 

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Boletim do STU 025/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 7 de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim_025_2017.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Trabalhadores rejeitam reajuste ZERO% e aprovam indicativo do Fórum das Seis

Na Assembleia Geral realizada ontem (6) a categoria foi unânime em rejeitar a proposta de ZERO% de reajuste apresenta pela segunda vez pelo Cruesp.

Sabemos essa proposta não condiz com o cenário econômico que apontou em abril passado o crescimento na arrecadação de ICMS de 9,40%. Dentro desse contexto que se mostra favorável é possível manter em perspectiva a discussão das questões econômicas. Mas na contramão do que esperávamos, o Cruesp encerrou de forma unilateral as negociações.

A categoria repudiou a postura dos reitores e indica ao Fórum das Seis que cobre o agendamento de nova reunião para manter o diálogo e avançar na negociação.

A assembleia referendou todos os indicativos do Fórum das Seis, entre eles, o de apontar o “SOS Universidade” como forma de lutar em defesa das nossas condições salariais e de trabalho e também somar forças para buscar o financiamento adequado das universidades. Além disso, pressionar os deputados estaduais pela aprovação das propostas de emendas à LDO-2018 (Lei de Diretrizes Orçamentárias) como forma de garantir mais recursos e referendar o compromisso de garantir mais verbas por ocasião da expansão universitária.

 

Intensificar as mobilizações

Na assembleia foram colocados pelos trabalhadores pontos importantes pelos quais a categoria justifica que a mobilização contra o reajuste deve ser intensificada, principalmente, com realizações de reuniões de unidades para discutir e apontar estratégias de mobilização e também avaliar de que forma a categoria vai aderir ao calendário de mobilização nacional apontado pelas Centrais Sindicais, contra os ataques e tentativas de retiradas de direitos em curso no país.

O STU já está agendando reuniões e os trabalhadores podem ligar para Secretaria para agendar também.

A categoria apontou ainda a necessidade de ações que desmontem o discurso dos reitores frente à população. Para isso, foi indicada a elaboração de um artigo que apresente o contexto da crise nas universidades – estrangulamento do orçamento por falta de financiamento adequado, precarização das relações de trabalho, arrocho salarial, demissões etc. – a ser publicado em jornais de grande circulação. A intenção é apresentar à sociedade o modelo de gestão imposto pelo governo Alckmin que tem resultado na política de sucateamento do serviço público, que consequentemente também afeta a prestação do serviço oferecido pela Universidade. O artigo seja publicado pelo STU.

 

Grupos de Trabalho

Foi indicada a criação de duas comissões, uma responsável pela discussão financeira e técnica (índices, orçamentos, acompanhamento do ICMS etc.) e outra que proponha ações de mobilizações para intensificar e dar visibilidade à nossa luta.

Uma nova assembleia está marcada para o dia 13 de junho, para deliberação das propostas discutidas nas unidades.

 

 

 

porFernanda de Freitas

STU realiza bingo beneficente para a construção da sede

O STU vai realizar um bingo beneficente no dia 7 de junho, das 11 às 14h, na Praça da Paz. A arrecadação do evento será destinada à construção da sede do Sindicato.

Entre os prêmios estão artigos de decoração, artesanato, utensílios de cozinha, cesta básica, tablet e outros itens. O evento contará também com a venda de churrasquinho e refrigerante, cuja renda também será revertida para a sede.

A cartela do bingo custará entre R$ 3 e R$ 10 e estará à venda na sede na Secretaria do STU a partir da próxima segunda-feira (29).

O evento será mais uma ação da campanha de arrecadação de fundos para construção da sede própria, que está sendo erguida ao lado da ADunicamp. Esse projeto é um sonho antigo da categoria e a atual diretoria está comprometida com essa construção que oferecerá mais conforto e segurança aos trabalhadores, além de um espaço especial para a realização de assembleias, reuniões e plenárias.

Compre sua cartela e contribua com a realização desse sonho!

poradmin

Reforma da Previdência: para servidores, texto aprovado em comissão é pior que o original

Tema foi discutido nesta quinta-feira em audiência pública da Comissão de Legislação Participativa

Representantes de servidores públicos avaliam que o relatório da reforma da Previdência aprovado em comissão especial (PEC 287/16) cria condições mais duras para o funcionalismo do que a proposta original do governo, principalmente para quem ingressou na administração pública antes de 2003. Os sindicatos vão lutar para que a mudança seja derrotada em Plenário. O tema foi discutido, nesta quinta-feira (4), em audiência pública da Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados.

Para os futuros servidores, o texto aprovado fixa idades mínimas de aposentadoria de 62 anos para a mulher e 65 anos para o homem. O tempo mínimo de contribuição será de 25 anos. Já os atuais servidores serão submetidos a regras de transição conforme a data de ingresso no setor público. Antes de ir a Plenário, a comissão especial votará na próxima terça-feira (9) os destaques apresentados à matéria.

“Essa reforma vai na linha da retirada de direitos para então fazer a redução de despesas. O Estado deveria estar atrás de mecanismos para melhorar a receita, diminuir isenções e anistias, ser mais efetivo na cobrança da dívida ativa”, criticou o vice-presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), Floriano Martins.

Marcelo Barroso, do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário, promete questionar a reforma na Justiça. Ele lembrou que já foram feitas outras mudanças nas regras de aposentadoria dos servidores. “As reformas que vieram nas emendas 20, de 1998; 41, de 2003; e 47, de 2005, principalmente, já deram uma guinada para que o deficit [da Previdência] seja reduzido.”

Governo x oposição
Apesar da aprovação do texto-base do relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) pela comissão especial, parlamentares contrários à reforma acreditam que é possível derrotar ou alterar a proposta no Plenário da Câmara. “A reforma da Previdência tem o repúdio da esmagadora maioria da população brasileira. E o parlamentar tem de prestar contas à sociedade”, declarou Erika Kokay (PT-DF).

Deputados favoráveis à reforma não participaram da audiência pública. Eles consideram que os representantes dos servidores públicos defendem privilégios. “Aposentadorias precoces são o grande problema do buraco da Previdência pública. O Tesouro Nacional tira da saúde, da educação, da segurança pública para pagar dois milhões de aposentados do setor público – aposentadorias legais, mas injustas porque acontecem em torno dos 50 anos”, argumentou Darcísio Perondi (PMDB-RS), vice-líder do governo.

Regras
A proposta de reforma da Previdência aprovada na comissão especial prevê regras diferentes de acordo com a data de entrada no serviço público.

Quem entrou depois da criação dos fundos de previdência complementar, em 2012, vai seguir as regras dos trabalhadores do setor privado para o cálculo da aposentadoria: 70% da média das contribuições desde 1994, mais um percentual por ano que contribuir acima do mínimo de 25. O teto é o mesmo do INSS, e o reajuste vai ser feito pela inflação. A idade mínima será de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres, com regra de transição começando com 60 anos para eles e 55 anos para elas – que já são a idade mínima para aposentadoria dos servidores públicos.

Os que ingressaram na administração pública antes da reforma de 2003 têm duas opções. Pela regra atual, podem se aposentar com 60 anos se forem homens e 55 se forem mulheres, recebendo o valor do último salário – a chamada integralidade – com reajuste igual ao de quem está na ativa – a chamada paridade. Com a nova reforma, para garantir a integralidade e a paridade, terão de trabalhar até os 65 anos, se forem homens, ou 62, se forem mulheres.  Se preferirem se aposentar antes, com a idade prevista nas regras de transição, o valor da aposentadoria vai ser igual a 100% da média das contribuições desde 1994. Como essas contribuições são de 11% do total do salário, superando o teto do INSS, o valor da aposentadoria também poderá ficar acima do teto.

Já quem entrou no serviço público depois de 2003 e antes de 2012 passa a receber 70% da média das contribuições desde 1994, mais um percentual por ano que contribuir acima do mínimo de 25. O valor da aposentadoria ainda poderá ser superior ao teto do regime geral. O reajuste ocorrerá pela inflação.

Fonte: Agência Câmara Notícias

porFernanda de Freitas

Centrais sindicais convocam os trabalhadores a continuar e ampliar mobilização contra retirada de direitos

Ontem à tarde (4) as centrais sindicais se reuniram para avaliar as mobilizações de abril que resultou na construção de uma forte Greve Geral, avaliada como positiva pelos sindicalistas por contar com a adesão de centenas de movimentos sociais, sindicais e estudantis, além de entidades da sociedade civil como a CNBB, a OAB, o Ministério Público do Trabalho, associações de magistrados e advogados trabalhistas e a população em geral.

Participaram do encontro representantes da CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), CSP Conlutas (Central Sindical e Popular, CTB (Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil), CUT (Central Única dos Trabalhares), Força Sindical,  Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores) e a UGT (União Geral dos Trabalhadores).

Os sindicalistas elaboraram um documento onde reafirmam sua disposição de luta em defesa dos direitos e definiram um calendário para continuidade e ampliação das mobilizações. A agenda de lutas prevê a ida à Brasília de 8 a 12 de maio para pressionar os deputados e senadores e também atividades em suas bases eleitorais para que votem contra a retirada de direitos e de 15 a 19 de maio a ocupação de Brasília e, se preciso, a construção de um movimento ainda mais forte que a Greve Geral.

Confira abaixo a nota conjunta e clique aqui para assistir ao vídeo no Facebook da reunião das centrais sindicais.

 

 

São Paulo, 04 de maio de 2017

 

NOTA DAS CENTRAIS SINDICAIS

CONTINUAR E AMPLIAR A MOBILIZAÇÃO CONTRA A RETIRADA DE DIREITOS!

 

 

As Centrais Sindicais, reunidas na tarde desta quinta feira, avaliaram a Greve Geral do dia 28 de abril como a maior mobilização da classe trabalhadora brasileira. Os trabalhadores demonstraram sua disposição em combater o desmonte da Previdência social, dos Direitos trabalhistas e das Organizações sindicais de trabalhadores. 

A forte paralisação teve adesão nas fábricas, escolas, órgãos públicos, bancos, transportes urbanos, portos e outros setores da economia e teve o apoio de entidades da sociedade civil como a CNBB, a OAB, o Ministério Público do Trabalho, associações de magistrados e advogados trabalhistas, além do enorme apoio e simpatia da população, desde as grandes capitais até pequenas cidades do interior.

As Centrais Sindicais também reafirmaram sua disposição de luta em defesa dos direitos e definiram um calendário para continuidade e ampliação das mobilizações.

 

CALENDÁRIO DE LUTA

08 a 12 de maio de 2017

▪ Comitiva permanente de dirigentes sindicais no Congresso Nacional para pressionar os deputados e senadores e também atividades em suas bases eleitorais para que votem contra a retirada de direitos;

▪ Atividades na base sindicais e nas ruas para continuar e aprofundar o debate com os trabalhadores e a população, sobre os efeitos negativos para a toda sociedade e para o desenvolvimento econômico e social brasileiro.

 

Do dia 15 ao dia 19 de maio:

▪ Ocupa Brasília: conclamamos toda a sociedade brasileira, as diversas categorias de trabalhadores do campo e da cidade, os movimentos sociais e de cultura, a ocuparem Brasília para reiterar que a população brasileira é frontalmente contra a aprovação da Reforma da previdência, da Reforma Trabalhista e de toda e qualquer retirada de direitos;

▪ Marcha para Brasília: em conjunto com as organizações sindicais e sociais de todo o país, realizar uma grande manifestação em Brasília contra a retirada de direitos.

 

Se isso ainda não bastar, as Centrais Sindicais assumem o compromisso de organizar um movimento ainda mais forte do que foi o 28 de abril.

Por fim, as Centrais Sindicais aqui reunidas convocam todos os Sindicatos de trabalhadores do Brasil para mobilizarem suas categorias para esse calendário de lutas.

 

CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil

CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros

CSP Conlutas – Central Sindical e Popular

CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil

CUT – Central Única dos Trabalhares

Força Sindical

Intersindical – Central da Classe Trabalhadora

NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores

UGT – União Geral dos Trabalhadores

 

poradmin

Apesar da reprovação popular, reforma da Previdência avança na Câmara dos Deputados

Na noite dessa quarta-feira (4), foi votado na comissão especial da Câmara dos Deputados o texto-base da reforma da Previdência (PEC 287/2016). Por 23 votos a 14, a comissão aprovou a matéria com as alterações realizadas a partir do relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). 

A proposta que terá que ser votada duas vezes em plenário e receber no mínimo 308 votos para ir ao Senado estabelece nova idade mínima para as mulheres que se aposentarem dentro do regime geral (62 anos) e reduz de 49 para 40 anos o tempo de contribuição exigido para obter aposentadoria integral. No entanto, mantém os 65 anos mínimos para os homens, o tempo mínimo de contribuição – que dará acesso a 70% do valor da aposentadoria (25 anos). O “pedágio” para aqueles que enfrentarão a transição também caiu de 50% para 30%.

De maneira geral a reforma ainda penaliza a classe trabalhadora, em especial as mulheres. As servidoras públicas ainda deverão permanecer mais tempo em serviço para se aposentaram recebendo valores mais próximos do salário da ativa e as professoras de educação básica, em específico, também tiveram aumento significativo na idade mínima, de 55 anos para 60 anos.

Agora, a comissão especial deve votar 10 destaques pendentes apresentados pela bancada na última sessão, antes da matéria ser apreciada em plenário. Segundo o presidente da comissão, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), os trabalhos devem ser retomados na próxima terça-feira (9).

O STU permanecerá acompanhando o andamento do projeto, pois acredita ser possível barrar seu avanço na votação final. A força da Greve Geral já resultou na não tramitação da reforma Trabalhista (agora PLC 38/2017) em regime de urgência no Senado, então a união e persistência dos trabalhadores vai impedir a concretização do desmonte da Previdência.

Fonte: Com informações da Agência Brasil.

porFernanda de Freitas

O povo nas ruas deu o seu recado: a nossa luta não vai parar!

Greve Geral: a luta não vai parar se não cessarem os ataques aos nossos direitos (Foto: Pedro Amatuzzi)

 

Na última sexta-feira, 28 de Abril, milhões de pessoas cruzaram os braços no Brasil na Greve Geral contra a proposta de retirada de direitos do governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB). Fizemos a maior Greve Geral da história do país!

A terceirização, as reformas da Previdência e Trabalhista são ataques duríssimos aos direitos historicamente conquistados pela classe trabalhadora e a resposta precisava estar à altura desse retrocesso.

Em Campinas paramos ruas, rodovias, empresas públicas e privadas, fábricas, lojas, bancos e as garagens de ônibus do transporte público e alguns de fretamento também. E numa demonstração de unidade na luta os condutores mantiveram a paralisação o dia inteiro. A Associação dos Advogados Trabalhistas de Campinas também encampou a luta realizando atos em frente ao Tribunal Regional do Trabalho 15ª Região e ao Fórum Trabalhista de Campinas.

As ruas do Centro de Campinas ficaram vazias já que muitas categorias de trabalhadores decidiram aderir à paralisação. Na Unicamp e em Barão Geraldo não foi diferente! Paramos a Universidade e tomamos as ruas do distrito para denunciar que Temer quer destruir nossos direitos.

Diversos movimentos populares e militantes, convocados pelo Fórum das Centrais Sindicais e as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, saíram de diversos pontos da cidade para se concentrarem no Largo do Rosário, onde ocorreram dois atos – de manhã e à tarde. Ambos reuniram milhares de manifestantes que em passeata percorreram as ruas do entorno para bradar aos quatro ventos que não vão arredar o pé da luta em defesa da aposentadoria e os direitos trabalhistas.

A última pesquisa Datafolha demonstra que sete em cada dez brasileiros são contra a reforma da Previdência e 58% dos trabalhadores acreditam que perderão direitos com a Reforma Trabalhista, aprovada na Câmara dos Deputados no final de abril. Somado a isso, outro levantamento do mesmo instituto indica que 61% avaliam a gestão de Temer como ruim ou péssima e 23% a consideram regular.

Isso demonstra o quanto o governo ilegítimo de Temer tem feito uma gestão antidemocrática que não contempla os anseios da população. Por conta da grande reprovação, ele tem se aproveitado da mídia para difundir informações mentirosas sobre as reformas para confundir os cidadãos e também tem acenado com pequenas mudanças que não melhoram em nada suas propostas antipopulistas. Não podemos nos enganar, as Reformas da Previdência e Trabalhista representam uma grave ameaça aos direitos dos trabalhadores.

E uma coisa é certa, nossa Jornada de Lutas iniciada em março e, principalmente, a Greve Geral tem pressionado o Planalto e o governo, por isso, precisamos seguir firmes.

O jogo do governo é pesado, mas estamos respondendo à altura. E o governo terá que escutar o clamor população na marra!

 

Dia do Trabalhador teve mais protestos contra as reformas e a terceirização

 1º de Maio: trabalhadores e trabalhadoras na rua fortalecem a resistência (Foto: Beeroth de Souza)

 

Dois dias depois da Greve Geral, no Dia Internacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras aconteceu o “Ato Político de Resistência do 1º de Maio”.

Foi mais um dia de luta e resistência contra o maior ataque aos direitos trabalhistas, previdenciários e sociais já ocorridos na história do Brasil.

A concentração ocorreu no Largo do Pará, depois os manifestantes seguiram em caminhada até o Largo do Rosário e em seguida foram para o Largo da Catedral, onde foi realizado um ato político, após a Missa do Trabalhador realizada na igreja Catedral Metropolitana de Campinas.

Mais uma vez foi lembrado pelas Centrais Sindicais e movimentos sociais que nessa conjuntura de ataques decorrentes do retrocesso político é fundamental mantermos unidade na luta. Isso significa que, enquanto o governo não recuar em suas propostas a nossa luta não vai parar: não às reformas Trabalhista e da Previdência e ao projeto que libera a terceirização!

porFernanda de Freitas

Devido à reunião interna expediente de 19/04 será reduzido

Informamos que na próxima quarta-feira (19) a sede do STU não terá expediente das 8h45 às 11h30. A interrupção temporária e pontual no serviço é devido à reunião interna da entidade.

A diretoria pede desculpas pelo inconveniente e espera contar com a compreensão de tod@s!

poradmin

OAB e entidades divulgam carta aberta sobre a Reforma da Previdência

Brasília – Foi divulgada a carta elaborada pelas entidades da sociedade civil que se reuniram na sede da OAB Nacional, nesta quarta-feira (31), para debater e consolidar um conjunto de propostas à reforma da Previdência Social anunciada pelo governo federal na PEC 287. Participaram, além das comissões de Direito Previdenciário da OAB Nacional e das Seccionais, dezenas de entidades representantes de setores da sociedade civil e também parlamentares.

Clique aqui para ler a Carta ou leia abaixo:

CARTA ABERTA SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

(PEC 287/2016)

As entidades abaixo nominadas, reunidas no Conselho Federal da OAB em 31 de janeiro de 2017, manifestam preocupação com relação ao texto da proposta de Reforma da Previdência (PEC 287/2016), tendo em vista que ela está fundamentada em premissas equivocadas e contem inúmeros abusos contra os direitos sociais.

A PEC 287/2016 tem sido apresentada pelo governo sob discurso de catástrofe financeira e “déficit”, que não existem, evidenciando-se grave descumprimento aos artigos 194 e 195 da Constituição Federal, que insere a Previdência no sistema de Seguridade Social, juntamente com as áreas da Saúde e Assistência Social, sistema que tem sido, ao longo dos anos, altamente superavitário em dezenas de bilhões de reais. 

O superávit da Seguridade Social tem sido tão elevado que anualmente são desvinculados recursos por meio do mecanismo da DRU (Desvinculação de Receitas da União), majorada para 30% em 2016. Tais recursos são retirados da Seguridade Social e destinados para outros fins, especialmente para o pagamento de juros da dívida pública, que nunca foi auditada, como manda a Constituição.

Diante disso, antes de pressionar pela aprovação da PEC 287/2016, utilizando-se de onerosa campanha de mídia para levar informações questionáveis à população, exigimos que o Governo Federal divulgue com ampla transparência as receitas da Seguridade Social, computando todas as fontes de financiamento previstas no artigo 195 da Constituição Federal, mostrando ainda o impacto anual da DRU, as renúncias fiscais que têm sido concedidas, a desoneração da folha de salários e os créditos tributários previdenciários que não estão sendo cobrados. 

A proposta de reforma apresentada pelo governo desfigura o sistema da previdência social conquistado ao longo dos anos e dificulta o acesso a aposentadoria e demais benefícios à população brasileira que contribuiu durante toda a sua vida.

Dentre os abusos previstos na PEC 287/2016 destacamos os seguintes:

1)      Exigência de idade mínima para aposentadoria a partir dos 65 (sessenta e cinco) anos para homens e mulheres; 

2)       49 (quarenta e nove) anos de tempo de contribuição para ter acesso à aposentadoria integral; 

3)      Redução do valor geral das aposentadorias;

4)      Precarização da aposentadoria do trabalhador rural;  

5)      Pensão por morte e benefícios assistenciais em valor abaixo de um salário mínimo;

6)      Exclui as regras de transição vigentes;

7)      Impede a cumulação de aposentadoria e pensão por morte;

8)      Elevação da idade para o recebimento do benefício assistencial (LOAS) para 70 anos de idade;

9)      Regras inalcançáveis para a aposentadoria dos trabalhadores expostos a agentes insalubres;

10) Fim da aposentadoria dos professores.

Além disso, a reforma da previdência prejudicará diretamente a economia dos municípios, uma vez que a grande maioria sobrevive dos benefícios da previdência social, que superam o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Diante disso, exigimos a suspensão da tramitação da PEC 287/2016 no Congresso Nacional até que se discuta democraticamente com a sociedade, de forma ampla, mediante a realização de audiências públicas que possibilitem a análise de estudos econômicos, atuariais e demográficos completos, a fim de que se dê a devida transparência aos dados da Seguridade Social. 

É necessário garantir a participação da sociedade no sentido de construir alternativas que venham melhorar o sistema de Seguridade Social e ampliar a sua abrangência, impedindo o retrocesso de direitos sociais.

Brasília, 31 de janeiro de 2017.

Conselho Federal da OAB – CFOAB

Comissão da Previdência Social (CPS) da OAB/RJ

Comissão da Previdência Social -OAB/RJ

Comissão de Direito de Seguridade Social – OAB/PE

Comissão de Direito Previdenciário – OAB/ES

Comissão de Direito Previdenciário – OAB/MG

Comissão de Direito Previdenciário – OAB/PR

Comissão de Direito Previdencário – OAB/PI

Comissão de Direito Previdenciário – OAB/SP

Comissão de Direito Previdenciário da OAB/MS

Comissão de Direito Previdenciário da OAB/MT

Comissão de Direito Previdenciário e Assistência Social OAB/CE

Comissão de Direito Previdenciário e Securitário – OAB/GO

Comissão de Direito Previdenciário OAB/ MA

Comissão de Direito Previdenciário OAB/ PB

Comissão de Direito Previdenciário-OAB/SC

Comissão de Estudos e Atuação Previdenciária OA/AL

Comissão de Previdência Complementar (CPC) da OAB/RJ

Comissão de Previdência Complementar- OAB/DF

Comissão de Seguridade Social – OAB/DF

Comissão Especial de Direito Previdenciário – OAB/BA

Comissão Especial de Previdência Social da OAB/RS

Assessoria de Comunicação – ASCOM

Associação Brasileira de Advogados

Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas – Abrat

Associação de Aposentados, Pensionistas e Idosos da Previdência Social do Distrito Federal e Entorno

Associação Nacional dos Aposentados, Deficientes, Idosos, Pensionistas e dos Segurados da Previdência Social;

Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais;

Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal. 

Associação dos Advogados Previdenciaristas do Estado do Ceará 

Associação dos Agentes de Trânsito do Brasil

Associação dos Auditores e Fiscais da Receita Estadual do Ceará 

Associação dos Auditores-Fiscais Tributários do Município de São Paulo

Associação dos Economiários Aposentados do DF

Associação dos estivadores Aposentados e Pensionistas do Estado do Espirito Santo

Associação dos Fiscais de Tributos Estaduais de Mato Grosso

Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo

Associação dos Oficiais da Polícia Militar do DF

Associação dos Serventuários do Fórum da Capital e Grande Florianópolis

Associação dos Servidores Aposentados e Pensionistas da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo 

Associação dos Servidores da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro

Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados

Associação dos Servidores do Tribunal de contas do Município de São Paulo

Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo

Associação dos Técnicos de Fiscalização Federal Agropecuária do Estado da Bahia

Associação dos Técnicos Especializados em Gestão Tributária da Secretaria da Fazenda do Amazonas

Associação Nacional de Entidades Representativas de Militares e Bombeiros

Associação Nacional dos Advogados Públicos Federais – ANAFE

Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil 

Associação Nacional dos Gestores Públicos Federais 

Associação Nacional dos Magistrado da Justiça do Trabalho

Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do DF

Associação Nacional dos Procuradores e Advogados Públicos Federais – ANPPREV

Associação Nacional dos Servidores Efetivos das Agências Reguladores Federais

Atens UFRN Seção Sindical

Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil

Central Geral dos Trabalhadores do Brasil

Coletivo Nacional de Advogados de Servidores Públicos – CNASP

Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas

Confederação dos Servidores Públicos do Brasil CSPB

Confederação dos Servidores Públicos Municipais

Confederação Nacional das Carreias e Atividades Típicas de Estado

Confederação Nacional dos Servidores Públicos

Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres 

Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria – CNTI 

Congresso Nacional Afro-Brasileiro

Conselho das Associações de Aposentados, Pensionistas e Sindicatos do Estado do Espírito Santo

Conselho Federal de Economia – COFECON

Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Norte

Coordenadoria Nacional da Auditoria Cidadã

do Ministério Público da União no Distrito Federal

Faculdade de Tecnologia Jardim

Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais

Federação Brasileira dos Sindicatos nas Carreiras da Administração Tributária da União, dos Estados e do DF

Federação das Entidades dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo

Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil

Federação de Trabalhadores Aposentados e Pensionistas do RS – Fetapergs.

Federação dos Radialistas

Federação dos Servidores Municipais de São Paulo

Federação Dos Sindicatos Dos Servidores Público Do Estado De São Paulo

Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado do Piauí

Federação dos Trabalhadores Aposentados e Pensionistas do RS

Federação dos Trabalhadores em Transporte Rodoviários no Estado de Minas Gerais

Federação Nacional das Entidades dos Servidores dos Tribunais de Contas do Brasil

Federação Nacional de Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social

Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital – FENAFISCO

Federação Nacional dos Auditores e Fiscais de Tributos Municipais

Federação Nacional dos Médicos

Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais

Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados

Federação Nacional dos Servidores dos Legislativos e Tribunais de Contas Municipais

Federação Nacional dos Servidores dos Ministérios Públicos Estaduais 

Federação Nacional dos Servidores dos Órgãos Públicos Federais de Fiscalização, Investigação, Regulação e Controle – FENAFIRC

Federação Nacional dos Servidores dos Poderes Legislativos Federal, Estaduais e do Distrito Federal

Federação Nacional dos Sindicatos dos Servidores dos Órgãos Públicos Federais de Fiscalização, Investigação, Regulação e Controle

Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso

Fórum das Associações Representativas dos Policiais e dos Bombeiros Militares do Distrito Federal

Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado

Frente Cearense em Defesa da Seguridade Social

Frente Mineira Popular em Defesa da Previdência Social

Fundação ANFIP de Estudos da Seguridade Social e Trabalho 

Grupo de Estudos Previdenciários

Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário

Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário – IBDP

Instituto Brasiliense de Direito Previdenciário – Ibdprev

Instituto de Estudos Previdenciários 

Instituto Defesa Coletiva

Instituto dos Advogados Previdenciários de São Paulo – IAPE

Instituto Goiano de Direito Previdenciário

Movimento Nacional dos Servidores Públicos Aposentados e Pensionistas

Movimento dos Servidores Públicos Aposentados – MOSAP

Movimento dos Servidores Públicos Aposentados e Pensionistas

Nova Central Sindical de Trabalhadores

Núcleo de Pesquisa em Seguridade Social

Publica Central do Servidor

Sinasefe – Seção Sindical Natal

Sindicado dos Trabalhadores da Fiocruz

Sindicato da Indústria da Panificação e Confeitaria do Oeste do Estado do Paraná

Sindicato do Técnicos da Fazenda Estadual de São Paulo

Sindicato dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo 

Sindicato dos Bancários – Dourados Região/MS

Sindicato dos Engenheiros do Distrito Federal- Senge/DF

Sindicato dos Fazendários do Amazonas

Sindicato dos Fazendários do Município do Recife

Sindicato dos Fazendários do Paraná

Sindicato dos Fiscais de Tributos Estaduais de Mato Grosso

Sindicato dos Funcionários do Poder Legislativo de Campinas

Sindicato dos Funcionários Públicos de Carapicuíba 

Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Itapecerica da Serra

Sindicato dos Guincheiros Removedores de Veículos do Estado de São Paulo 

Sindicato dos Médicos do DF

Sindicato dos Médicos do Distrito Federal – Sindmedico-DF

Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no estado do Rio de Janeiro

Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais  

Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe

Sindicato dos Servidores da Câmara Municipal de Porto Alegre

Sindicato dos Servidores da Câmara Municipal do Estado do Espírito Santo

Sindicato dos Servidores da Câmara Municipal e do Tribunal de Contas do Município de São Paulo

Sindicato dos Servidores da Justiça de 2ª Instância do Estado de Minas Gerais

Sindicato dos Servidores da Tributação, Fiscalização e Arrecadação do Estado de Minas Gerais 

Sindicato dos Servidores do Detran-DF

Sindicato dos Servidores do Fisco Estadual do Pará

Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Rio Grande do Sul 

Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo do Estado de Rondônia 

Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e Tribunal de Contas da União

Sindicato dos Servidores Estaduais do Meio Ambiente

Sindicato dos Servidores Fazendários do Município de Fortaleza

Sindicato dos Servidores Municipais de Barueri 

Sindicato dos Servidores Públicos do Meio Ambiente no Estado de Minas Gerais 

Sindicato dos Servidores Públicos do Poder Legislativo do Interior de São Paulo 

Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Americana

Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Itaquaquecetuba

Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Monte Alegre/PA

Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Santana de Parnaíba

Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Sorriso 

Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Suzano

Sindicato dos Técnicos de Fisco do Estado do Amazonas

Sindicato dos Técnicos Tributários da Receita Estadual do Rio Grande do Sul

Sindicato dos Técnicos Tributários de Rondônia

Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz

Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário e

Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Estado de Minas Gerais

Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência do Serviço Público Federal no Estado de Santa Catarina

Sindicato dos Trabalhadores em Serviços Públicos de Osasco e Região

Sindicato dos Trabalhadores Federais em Previdência, Saúde e Trabalho do RN

Sindicato dos Trabalhadores nas Instituições Federais de Ensino

Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Município de Parnamirim 

Sindicato dos trabalhadores técnico-administrativos em educação

Sindicato e Associação dos Auditores-Fiscais Tributários do Município de São Paulo 

Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle 

Sindicato Nacional dos Analistas-Tributarios da Receita Federal do Brasil

Sindicato Nacional dos Auditores e Técnicos Federais de Finanças e Controle

Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho – SINAIT

Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil

Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários

Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central

Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional

Sindicato Nacional dos Servidores do Ipea

Sindicato Nacional dos Servidores do MPU e do CNMP

Sindicato Nacional dos Servidores do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal

Sindicato Nacional dos Servidores do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal- SINPECPF

Sindicato Nacional dos Servidores Federais Autárquicos nos Entes de Formulação, Promoção e Fiscalização da Política da Moeda e do Crédito-Sinal

Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica – Sinasefe

Sindicato Nacional dos Técnicos de Nível Superior das IFES

União dos Auditores Federais de Controle Externo

Conselho Federal de Serviço Social

Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho

Associação Brasileira de Advogados Públicos

Conselho Federal de Farmácia

Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho

Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia

Fonte: OAB Nacional

poradmin

Material da anticandidatura dirigida aos técnico-administrativos da Unicamp

Baixe aqui o Panfleto da Anticandidatura. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/03/anticandidatura_panfleto1.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral elegerá delegados para Plenária da Fasubra

O STU convida todos para Assembleia Geral amanhã (9), às 12h, no Ciclo Básico.
A assembleia elegerá os delegados para Plenária Nacional Estatutária da Fasubra, que acontece de 17 a 19 de março em Brasília.
Durante a plenária haverá um espaço na programação para fazer o debate sobre a organização dos trabalhadores das Universidades Estaduais e Municipais filiadas à federação.

E a atual conjuntura exige o fortalecimento e unificação da categoria, por isso, todos à assembleia!

 

poradmin

Boletim Especial 8 de março

Baixe aqui o Boletim Especial 8 de março. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Boletim-Mulheres-2017_versaofinal.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Inscrições Abertas: aposentados farão passeio para Caraguatatuba

Pensando nas férias e na diversificação dos espaços de lazer para seus associados, o STU fechou parceria com o Sindicato Nacional dos Aposentados para utilização da Colônia de Férias em Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo.

A colônia irá atender os associados do STU, aposentados e trabalhadores da ativa, que buscam um bom local para desfrutar as férias ou passar alguns dias de descanso com a família.

Dando o pontapé inicial para “inaugurar a parceria”, a Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU decidiu organizar uma excursão para desfrutar da Colônia de Férias em Caraguatatuba.

O passeio acontece nos dias 17, 18 e 19 de março e o pacote inclui transporte e hospedagem com pensão completa. A colônia fica no bairro Porto Novo em Caraguatatuba/SP e os apartamentos têm capacidade para quatro pessoas (distribuídas em uma cama de casal e uma beliche). O ponto de encontro para a saída da excursão será no Largo do Pará no dia 16/03, às 23h55.

Investimentos

  • Criança até 4 anos: não paga (isenta)
  • Criança de 5 a 10 anos: R$ 186
  • Criança a partir de 11 anos: R$ 281
  • Adultos: R$ 281,00

Reserve sua vaga até dia 1º de março, com a opção de parcelar em três vezes (março, abril, maio/17). Já a reserva feita entre os dias 2 e 16/03 poderá ser paga, no máximo, em duas vezes (abril e maio/17).

Para mais informações ou reserva entre em contato com a Secretaria do STU (3521-7694 / 3521-7147 / 3521-7412).

Venha desfrutar de momentos de lazer e diversão, relaxar e curtir as belas praias do litoral norte! Programe-se e faça já sua reserva!

 

porFernanda de Freitas

Debate: O momento político atual e os desafios da classe trabalhadora

Na próxima sexta-feira (10), das 8h30 às 18h, acontece o Ciclo de Debates “O momento político atual e os desafios da classe trabalhadora”.

A iniciativa visa lançar um olhar crítico sobre a conjuntura atual, a reforma trabalhista e o novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação, além de discutir formas de enfrentamento ao machismo.

O encontro acontece no Euro Suit Hotel em Campinas. Confira abaixo a programação completa:

  • 8h30 – Abertura
  • 9h – Tema 1: Análise da conjuntura atual: entender para avançar (Thiago Barison – Advogado dos Metroviários de SP)
  • 10h30 Café
  • 11h – Tema 2: Reforma trabalhista e seus impactos para a classe trabalhadora (Prof. Dr. Sávio Cavalcante – Departamento de Sociologia – IFCH – Unicamp)
  • 12h30 – Intervalo
  • 14h – Tema 3: O novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação e a privatização do conhecimento (Prof. Dr. Rogério Bezerra da Silva – GAPI – Unicamp)
  • 15h30 – Café
  • 16h – Tema 4: Machismo, feminismo e as lutas sociais hoje (Dra. Daniela Mussi (Pós-doutoranda pela USP)
  • 17h30 – Proposições e considerações finais
  • 18h – Encerramento

 

poradmin

Direito à moradia

Moradores da ocupação Mandela, localizada no Jardim Capivari em Campinas (SP), foram às ruas na última quinta-feira (26) para protestar pelo direito à moradia, depois da ameaça de reintegração de posse.

O STU se solidariza com a luta em defesa do direito a moradia digna. Enquanto morar for um privilégio, ocupar é um direito!

Fonte: Boletim STU 004/2017

poradmin

Frente Pró-Cotas da Unicamp realiza nova reunião

A Frente Pró-Cotas da Unicamp realiza hoje a sua VII reunião ampliada. A atividade será realizada às 19 horas, no Teatro de Arena da Unicamp, e terá como pauta as audiências públicas promovidas pela Unicamp sobre Cotas Raciais.

Fonte: Boletim STU 004/2017

poradmin

Movimentos voltam às ruas contra o aumento da tarifa de R$ 4,50

Movimentos sociais, estudantis e sindicais voltam às ruas na próxima quarta-feira (8) para protestar contra o reajuste da tarifa de transporte em Campinas.

A manifestação será realizada às 17 horas, no Largo do Rosário, e vai reivindicar a revogação imediata do aumento das passagens e da cobrança de integrações e mais transparência nas contas do setor.

O STU se soma a essa luta contra o aumento abusivo da tarifa e que joga nas costas dos trabalhadores e estudantes as contas de um serviço de péssima qualidade com a segunda tarifa mais cara do país.

Fonte: Boletim STU 004/2017

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar

A diretoria do STU lamenta informar o falecimento, na noite de ontem (1º), do Sr. Edmur Souza, avô da nossa funcionária Thais Souza.

O velório ocorre no Cemitério Municipal de Jaguariúna com sepultamento previsto para as 10h desta quinta-feira (2).

Prestamos nossa solidariedade aos familiares e amigos do Sr. Edmur desejando que ele descanse em paz!

O Cemitério Municipal de Jaguariúna fica na Av. Av dos Ipês, 2242, em Jaguariúna/SP.