Categoria Luta Salarial

porFernanda de Freitas

STU amplia participação na defesa da saúde pública em Campinas

O diretor do STU, Sérgio Paiollo, foi eleito para integrar o Conselho Fiscal do Conselho Municipal de Saúde de Campinas.

Enfermeiro do HC da Unicamp e suplente do Conselho Municipal de Saúde pelo segmento Movimento Sindical, Sérgio passa a participar também do espaço responsável pelo acompanhamento e fiscalização dos recursos destinados à saúde municipal.

A eleição é uma importante conquista para o STU e amplia nossa participação nas discussões sobre saúde pública na cidade.
Estar nesse espaço significa acompanhar de perto como os recursos do Fundo Municipal de Saúde são utilizados e contribuir para que sejam aplicados na melhoria dos serviços oferecidos à população.

Essa atuação também dialoga diretamente com a luta do STU contra a Autarquização do Complexo Hospitalar da Unicamp. Enquanto a reitoria aponta dificuldades de financiamento como justificativa para buscar alternativas de gestão dos hospitais, defendemos que a Universidade cobre os recursos que tem direito, inclusive os repasses do SUS Paulista, e garanta financiamento público adequado para manter serviços de qualidade.

A presença de Sérgio no Conselho Fiscal coloca o STU em um espaço importante de acompanhamento das políticas e dos recursos da saúde pública de Campinas. É mais uma frente para defender o SUS e os serviços públicos de saúde.

Parabéns, Sérgio, por mais essa tarefa e pela disposição permanente de lutar em defesa da saúde pública, dentro e fora do HC.

📷 Companheiro Sérgio ao lado da diretora Eva, que também integra o Conselho Municipal de Saúde pelo segmento Trabalhadores Estaduais de Saúde.

porFernanda de Freitas

Quinta-feira (06/08), é dia de PARALISAÇÃO na Unicamp!

O STU está convocando toda categoria para um grande ATO/VIGÍLIA COM PARALISAÇÃO, amanhã quinta-feira (06/08), em frente à reitoria, às 9h.

A categoria decidiu, na última assembleia (03/07), que em todas as reuniões de negociações com a reitoria haverá PARALISAÇÃO!

Programação:

6h30: Distribuição de Boletim

9h: Café com ATO na frente da reitoria
– Informes gerais e atualizações sobre o acordo de fim de greve
-Esclarecimento de dúvidas sobre as conquistas da greve
-Calendário de reuniões de negociação da Pauta Específica
-Realidade dos trabalhadores em cada Unidade

14h: Reunião com a Reitoria

Agora é hora de nos mobilizarmos para apoiar a comissão do STU e representantes da base que estarão nesta reunião lutando pelo nosso acordo de fim de greve e pela Pauta Específica.

Nessa quinta-feira (06/08), às 9h, VAMOS TODOS PRA FRENTE DA REITORIA!

porFernanda de Freitas

Novo estatuto do STU contempla os desafios de gestão da entidade e de ações político-sindicais

Depois de uma longa discussão e análise detalhada do documento, a assembleia aprovou, ontem (29), as alterações estatutárias propostas pelos coletivos e os grupos de trabalhos no XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, realizado em abril.

Entre os principais destaques estão a ampliação de 30% para 50% de mulheres na composição das chapas concorrentes à diretoria do STU.

Também foi aprovada a indicação de perda de mandato na diretoria caso o dirigente seja indicado politicamente a assumir cargos na reitoria, cargos de chefias e/ou de confiança, com cunho político.  Isso exclui a possibilidade de cargos baseados em eleição ou eletivo.

Também está previsto no novo estatuto o afastamento preventivo do dirigente sindical acusado de qualquer tipo de assédio, através da instauração de uma comissão.

Para o aprimoramento das ações sindicais, a posse como diretor ou diretora do STU será condicionada à apresentação do certificado de até 75% de participação no curso de formação, a ser ofertado em cada início de gestão. O curso de formação deverá abordar temas como racismo, lgbtfobia, machismo, capacitismo, assédio moral e sexual, entre outros.

Para melhorar a atuação sindical, foi reduzido de 17 para 11 o número de coordenações responsáveis por acolher e encaminhar demandas específicas da entidade, como a pauta de mulheres, aposentados etc.

Por fim, caiu de seis para pelo menos dois meses, o prazo de sindicalização para qualquer associado da entidade poder se candidatar às eleições sindicais, desde que esteja em dia com as suas obrigações sindicais.

Essas alterações estatutárias são extremamente necessárias para responder aos novos desafios enfrentados pela categoria, no que diz respeito às ações político-sindicais e à gestão da entidade.

O documento completo estará disponível em nossos canais de comunicação após as adequações jurídicas necessárias, conforme acordado na assembleia e exigências cartoriais.

O novo estatuto passa a valer após o registro em cartório.

A assembleia contou com o acompanhamento do nosso assessor jurídico, advogado Ricardo Sobral.

A assembleia foi transmitida em nosso Facebook, para assistir acesse facebook.com/stu.unicamp

porStéphane Powaczuk

Pauta Específica de Reivindicações 2024

CLIQUE AQUI para conferir a nossa Pauta Específica de Reivindicações 2024 que foi protocolada pela diretoria do STU na reitoria, em 11/06/2024.

Estamos cobrando retorno da reitoria para iniciarmos as negociações, confira aqui a última notícia que publicamos no site sobre o ofício enviado ao Tom Zé solicitando agendamento urgente de uma reunião.

poradmin

Cruesp se recusa a negociar pauta salarial

O Cruesp está irredutível em relação à nossa pauta salarial e insiste em não retomar a mesa de negociação com o Fórum das Seis.

Desde a entrega da Pauta Conjunta, ocorrida em 19/04, foi realizada apenas uma reunião para discutir a questão salarial. De lá pra cá, os reitores insistem nesta postura intransigente e prejudicial à categoria.

Apesar dos reitores afirmarem, no ofício enviado ao Fórum em 10/06, de que a decisão institucional foi “baseada em informações técnicas que preserva o poder aquisitivo dos salários e, ao mesmo tempo, mantém a segurança e o respeito fiscal para a execução orçamentária das três universidades”, sabemos que isso não é verdade.

Essa medida cruel do Cruesp, de conceder 5% de reajuste, não preserva o nosso poder aquisitivo, e pior, aprofunda as perdas financeiras das categorias que já acumulam 20 salários a menos desde maio/2012.

O curioso disso tudo é a justificativa “falsiane” usada pelos reitores: “considerando a inexistência de fato novo apto a ensejar a alteração da proposta apresentada ao Fórum das Seis, o CRUESP entende não haver razões para retomar o processo que levou à decisão institucional adotada”.

O fato novo existe sim: a arrecadação do ICMS está crescendo, isso significa que o dinheiro continua entrando nos cofres das universidades, mas os reitores continuam guardando tudo na cara dura. Estamos cansados/as de saber que dinheiro tem!

Os reitores não estão “nem aí” para nós porque na cabeça deles 5% de reajuste é mais do que suficiente. Só que eles ignoram as nossas perdas salariais se arrastando por mais de 12 anos, que superam os 5% recebidos em maio/2024.

Não resta alternativa a não ser ampliar a mobilização – com reuniões de unidades, paralisações, assembleias e tudo mais que for preciso – para organizar e fortalecer o nosso movimento. Precisamos pressionar esses reitores para que revejam essa decisão descabida.

E se eles se recusarem a retomar as negociações, vamos cumprir com o indicativo do Fórum das Seis e a nossa decisão de assembleia: o segundo semestre letivo não vai começar! É greve neles!

porFernanda de Freitas

Para ampliarmos nossas conquistas, temos que pressionar o reitor

Mesmo com o reajuste de 10,51% depositado nesta semana e o vale refeição conquistado e prestes a sair, a nossa data-base ainda está aberta. E a culpa é do Tom Zé, que sequer deu sinal de abrir negociação com o STU.

Sendo assim, nossa única alternativa é seguir reivindicando a isonomia com a USP, pois nossa última assembleia decidiu manter a mobilização pela Pauta Específica cobrando do reitor negociação imediata.

Isso significa lutar por auxílio saúde de R$ 165 a R$ 900 para titulares e dependentes (ativos/as e aposentados/as), elevação do piso médio para R$ 4.923,45 e superior para R$ 9.257,99, diminuição do desconto no vale refeição para R$ 1 e extensão deste benefício para os/as aposentados/as.

Sem contar a urgência no pagamento do abono salarial, referentes a abril e maio, no valor de R$ 5 mil para servidores/as (ativos/as e aposentados/as).

Não invalidamos a conquista do reajuste e do vale refeição, mas é um absurdo constatar que a Unicamp possui uma montanha de dinheiro em caixa, resultado do arrocho salarial imposto a nós por mais de uma década e o reitor continua inerte, guardando essa verba que é fruto do nosso trabalho duro.

Condições de trabalho só pioram

No último Consu (Conselho Universitário), o pró-reitor Fernando Sarti, responsável pela PRDU, indicou que a reposição de docentes segue a todo vapor. Enquanto isso, nem sinal de repor as vagas de funcionários/as técnicos/as.

A única coisa que sabemos é que existe um projeto, mas não temos ideia de quais unidades serão beneficiadas e nem quantas vagas serão repostas.

Tudo que diz respeito às nossas demandas é tratado com descaso porque para a reitoria somos apenas números, ou melhor, custos numa tabela.

A incapacidade de valorizar os/as funcionários/as e também recompor um quadro já deficitário há anos compromete diretamente o tripé fundamental de ensino, pesquisa e extensão.

E essa valorização só virá com muita pressão em cima do reitor. Por isso, a nossa assembleia, de 13/06, às 12h, no STU, vai tratar da mobilização pela pauta interna.

Chega de esperar a boa vontade do Tom Zé em atender nossas demandas legítimas por melhores condições de trabalho e remuneração justa. Vamos pra cima dele!

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral | Dia 13/06, 12h, no STU, vamos discutir os rumos do nosso movimento

Reitor não debate demandas da categoria, mas toca Ponto Eletrônico com rapidez!

Na Área da Saúde a discussão do Ponto Eletrônico está avançando e a gente precisa se preparar para esse embate.

Na assembleia de terça-feira (13), às 12h, no STU, discutiremos quais medidas vamos tomar diante do avanço dessa arbitrariedade em nos monitorar, especialmente no HC (Hospital de Clínicas).

Depois da assinatura do TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), a reitoria tem tocado com muita urgência essa implementação, ao contrário das negociações das nossas demandas.
Tom Zé, não vamos abrir mão da ISONOMIA com a USP, e queremos o pagamento do nosso abono. Chega de ficar sentado em cima do nosso dinheiro! Já estamos na metade do ano e até agora não fomos recebidos pela reitoria.

É o mínimo frente ao esforço da nossa categoria em manter a Unicamp como referência na América Latina!

O HC está instaurando um grupo de trabalho que vai discutir o ponto e levar as propostas internas para os GTs definidos pela reitoria. E nós, trabalhadores/as, vamos debater na assembleia que ações vamos realizar diante dessa notícia.

Pauta Específica

As nossas assembleias já se posicionaram contra o ponto, seguindo inclusive a nossa Pauta Específica que rejeita essa proposta de fiscalização do nosso trabalho. Além do que, não é justo que apenas uma categoria seja vigiada.

O controle de ponto é um dos itens que está na nossa pauta, e para além dessa discussão, existem outras demandas importantes que precisam ser debatidas, e o reitor se finge de morto, ignorando qualquer contato do STU.

As demandas da nossa Pauta Específica também serão pautas da assembleia.

Terça que vem (13), 12h, na sede do STU, nossa assembleia vai decidir os rumos da nossa mobilização. Participe!

porFernanda de Freitas

Tom Zé está incomodado com a nossa mobilização

A Paralisação com Ato, aprovada em assembleia e realizada quarta passada (12), foi importante no enfrentamento à postura intransigente do reitor Tom Zé.

No ato, os/as trabalhadores/as formaram uma comissão que foi até o evento onde o reitor estava: porque se ele não vem dialogar, nós vamos até ele buscar negociação.

Na abertura do evento, os/as manifestantes levantaram seus cartazes escritos “Hoje é Dia de Paralisação”.

A intervenção do Magnífico Reitor se posicionando contra a manifestação e, novamente, se recusando a agendar reunião sob a justificativa de que deveríamos procurar o chefe de gabinete da reitoria, causou indignação na categoria.

Tom Zé atacou o movimento sugerindo que somos uma minoria antidemocrática: “…Democracia significa, antes de tudo, ser capaz de construir maiorias e consensos. As pessoas deveriam estar preocupadas com isso: qual é a capacidade efetiva de construir maiorias e consensos? E não só realizar atividades que representam movimentos legítimos, mas que não são capazes de construir maiorias e consensos”.

Por conta da fala desrespeitosa do reitor os/as manifestantes solicitaram espaço para intervenção em nome dos/as trabalhadores/as presentes no ato.

O que ele ignora é que o protesto foi aprovado em assembleia, a mais importante instância deliberativa da categoria, depois do congresso estatutário.

Curioso é que até o Instituto Rouanet convidado pelo evento e representado pela diretoria executiva, Adriana Rouanet, filha de Sérgio Paulo Rouanet, inspiração para a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, reconheceu a legitimidade democrática do nosso movimento. Em post publicado nas redes sociais eles registram que as nossas repre-sentantes usaram “seu direito democrático à liberdade de expressão”.

O ato foi a expressão de uma categoria descontente com as posturas antidemocrática e evasiva do reitor que se recusa a negociar.

Ao contrário do que prega o reitor, nosso protesto não quer desmoraliza-lo perante a comunidade acadêmica, tão pouco manchar a imagem da Unicamp ,como a reitoria diz.

Queremos diálogo democrático

Queremos e merecemos tratamento digno e valorização pelos serviços prestados à Universidade. Por isso, cobramos 26% de reajuste, pagamento de abono, vale refeição justo, auxílio saúde, elevação dos pisos médio e superior e isonomia.

Não para falir a Unicamp, mas para repor perdas salariais acumuladas desde maio/2012.
Nossa paralisação foi para cobrar a nossa pauta e expressar descontentamento com a política de arrocho salarial. Mas pelo visto conseguimos incomodar o reitor Tom Zé!

Uma pena que o desconforto dele não é igual ao que sentimos em nossos bolsos, mas sinaliza que estamos no rumo certo.

Apesar da contrariedade do reitor, a paralisação foi positiva e a mesa diretora do evento se colocou a disposição do sindicato para aprofundar o debate sobre a Universidade que queremos construir.

Por que cobramos 26% de forma única?

Em assembleia realizada dia 30/03, aprovamos o índice de 26% de reajuste em parcela única, diferente do Fórum das Seis que propõe o pagamento de uma parcela em maio e outra no 2º semestre.

Nossa categoria defendeu que é urgente a reposição da inflação que corrói assustadoramente os nossos salários.

Cruesp agenda reunião

Terça-feira (11), o Fórum das Seis protocolou a Pauta Unificada de Reivindicações 2023, acesse no nosso site.

Dias depois, o Cruesp agendou reunião da equipe técnica da área financeira com o Fórum, para 12/05. E dia 18/05 deve ocorrer a primeira negociação entre o Fórum e o Cruesp.

Precisamos seguir mobilizados para que neste dia haja negociação de fato com apresentação de proposta salarial da parte dos reitores.

porFernanda de Freitas

Discussão sobre implantação do Vale Refeição avança

Quinta-feira passada (13) teve a reunião entre a reitoria e os/as conselheiros/as Consu representantes dos/as funcionários/as, onde foi discutida a minuta dos/as conselheiros/as referente à concessão do Vale Refeição (VR).

A proposta do ofício do sindicato, que converge com a proposta dos/as conselheiros/as PAEPE, descarta os descontos em caso de férias, licenças, faltas, afastamento etc.

Para a reitoria, pagar o VR em licenças desvirtua o objetivo do benefício que é oferecer subsídio para as refeições, podendo “conflitar” com as regras do auxílio alimentação, que é pago mesmo na ausência do/a funcionário/a.

Diferente da proposta da reitoria, de descontar 20% do valor recebido por mês, defendemos o não desconto dos 20% e a proposta dos/as conselheiros/as de pagar R$ 1.00/mês, para seguir a legislação.

A nossa proposta leva em consideração o preocupante comprometimento do orçamento familiar da categoria com a margem de consignado e com o alto custo de vida.

Os/As conselheiros/as reforçaram que a defasagem salarial pesa no bolso da categoria e precisa ser amenizada.

Diante dos argumentos, a reitoria se propôs a analisar uma proposta que pudesse compor as reivindicações dos dois lados para que haja acordo.

Pressão pelo fim dos descontos

O chefe de gabinete da reitoria, Paulo César Montagner, aproveitou para esclarecer que a minuta da reitoria considera as especificidades dos/as profissionais da Saúde e de quem tem gratuidade no bandejão, por exemplo.

O assessor reafirmou que, salvo algum “contratempo”, a reitoria se compromete que o vale seja implantando em 1º de maio próximo.

Reconhecemos que o VR é uma conquista histórica e, apesar do avanço na discussão sobre a mudança na forma de custeio, o STU segue defendendo que o VR seja pago mesmo em licenças e que o custeio seja de R$ 1,00/mês para a categoria.
É a reta final desta negociação e precisamos nos manter mobilizados para barrar qualquer desconto que comprometa o nosso salário.

REItor não quer ser contrariado
O reitor utilizou um longo período da reunião do Consu para expressar o seu descontentamento com o ato realizado pela categoria num evento em ele participava.

O protesto era parte da nossa paralisação ocorrida quinta-feira passada (12).

Vamos seguir organizando manifestações legítimas enquanto a reitoria continuar ignorando se recusando a negociação a nossa Pauta Específica com o STU.

porFernanda de Freitas

Agende urgente reunião na sua unidade

A nossa última Assembleia Geral (30/03) aprovou o índice de reajuste salarial de 26% com pagamento único, conforme proposto pela diretoria do STU.

Também foi aprovada a realização de uma PARALISAÇÃO COM ATO, nesta quarta-feira (12), às 9h, em frente à reitoria da Unicamp.

Nossas reuniões de unidades são fundamentais para a construção do nosso movimento!
Para agendar a reunião na sua unidade, ligue no STU (19) 3521-7412 ou envie um e-mail para [email protected] e solicite o mais breve possível alguém da diretoria do STU na sua unidade.

Para realizarmos uma PARALISAÇÃO COM ATO forte que vai garantir a nossa isonomia e reajuste dos nossos salários precisamos nos mobilizar!

porFernanda de Freitas

Dia 30/03 (quinta-feira), tem assembleia da data-base, às 12h, no STU

Nossa data-base 2023 está chegando e o Fórum das Seis já enviou uma minuta contendo as reivindicações que vão compor a Pauta Unificada de Reivindicações 2023.

Para debater os itens da pauta conjunta será realizada uma Assembleia Geral na próxima quinta-feira (30), às 12n, na sede do STU.

Desde maio/2012 estamos sendo submetidas/os a perdas inflacionárias significativas. Prova disso é que o próprio Cruesp, em negociação com o Fórum das Seis, reconheceu a defasagem salarial e as­sumiu o compromisso de repor nesta data-base os últimos 14 meses (março/2022 a abril/2023).

Partindo desse compromisso, o Fórum das Seis propõe as se­guintes reivindicações:

  • Em 1º/5/2023: 16,18% de reajuste (sendo 7,10% da inflação de 14 meses + 8,48%, que é a metade da diferença que falta para repor o poder de compra de maio/2012).
  • Até final de 2023: 8,48% (a outra metade que falta para repor maio/2012). Além de nova negociação em outubro/2023.

Não basta os reitores reconhecerem a defasagem, é preciso reajustar de fato os nossos salários. Por isso, é extremamente importante que todos compareçam à assembleia para discutir a pauta conjunta e os rumos da nossa mobilização.

A proposta de Pauta Unificada de Reivindicações 2023 está disponível em nosso site [CLIQUE AQUI] para consulta.

Desvalorização só cresce

Mês passado a imprensa divulgou que Campinas foi considerada a 4ª cidade com maior custo de vida do Brasil, segundo ranking do maior banco de dados de custo de vida do mundo, o Numbeo.

Isso significa que, considerando os gastos com alimentação, transporte, lazer e moradia, por exemplo, perdemos apenas para capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Nem precisa dizer que diminuir a diferença dos menores salários em relação aos maiores, ou seja, valorizar os níveis iniciais das carreiras vai amenizar significativamente as nossas condições de vida.

Defesa do SUS e melhores condições de trabalho

Além da reivindicação salarial, a nossa pauta conjunta cobra também melhores condições de trabalho e o acompanhamento dos efeitos da pandemia da Covid-19, com atenção especial para a participação das entidades nos processos decisórios sobre os efeitos pós-Covid.

Nossa pauta prevê também a defesa da autonomia universitária e o fortalecimento do SUS e cobra o aumento de recursos públicos para as instituições, a democratização das instâncias de poder e o fim das terceirizações e privatizações.

Reivindicamos também o acesso e permanência estudantil, o reconhecimento do vínculo entre o Centro Paula Souza e a Unesp e a isonomia e paridade entre o pessoal da ativa e aposentados/as.

Quebra da isonomia

Enquanto o reitor Tom Zé se enrola para licitar e liberar o vale alimentação anunciado no final do ano passado, a USP sai na frente, mais uma vez, pagando abono e desmascarando a falsa justificativa da “falta de recursos” que ronda todo ano a nossa data-base.

Lá o reitor vai pagar um prêmio de R$ 5 mil para todos/as docentes e funcionários/as, em abril; além de gratificação que varia de R$ 27 mil a 30 mil para docentes e de R$ 4,5 mil a R$ 5 mil para funcionários/as, em maio.

Mais do que nunca precisamos botar toda pressão nesta campanha salarial cobrando um plano de re­composição salarial, cuja aplicação se inicie agora em maio, bem como, tratamento isonômico entre as instituições.

Calendário de Discussão

  • Até 4/4: Primeira rodada de assembleias de base;
  • 5/4: Reunião do Fórum das Seis;
  • Entre 10 e 13/4: Se necessário, nova rodada de assembleias;
  • 14/4: Nova reunião do Fórum das Seis e protocolo da Pauta Unifi­cada 2023 junto ao Cruesp.
porFernanda de Freitas

Data-base 2023: Fórum e Cruesp farão reuniões técnicas em 27/1 e 28/2

A pedido do Fórum das Seis, o Conselho de Reitores (Cruesp), atualmente sob a presidência do reitor da Unicamp Antonio José de Almeida Martins (Tom Zé), agendou duas reuniões técnicas entre as partes: nos dias 27/1 e 28/2.

Os técnicos das universidades comprometeram-se a enviar um conjunto de dados solicitados pelo Fórum, antes de cada reunião. Eles se referem às contratações e às aposentadorias (realizadas em 2022 e previstas para 2023), reservas financeiras de cada universidade mês a mês, insuficiência financeira, benefícios etc.

O Fórum considera premente iniciar a discussão sobre o conjunto das perdas salariais – para retornar ao poder aquisitivo de maio/2012, por exemplo, faltam cerca de 21% – a valorização dos níveis iniciais das carreiras, as reivindicações da permanência estudantil e outras.


Comprometimento baixo com salários deu a tônica em 2022

O comprometimento médio acumulado com a folha de pagamento de janeiro a dezembro 2022 ficou em 70,29% nas três universidades: 67,23% na Unesp, 74,31% na Unicamp e 69,95% na USP. Os percentuais estão entre os menores desde a autonomia universitária conquistada em 1989.

O fechamento da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, referente à quota-parte do Estado (75%), sobre a qual incidem os repasses às estaduais paulistas (9,57%), apontou um total de R$ 149,816 bilhões em 2022.

O montante teve um crescimento nominal de 8,28%, comparado com o ano de 2021, e é cerca de R$ 7 bilhões superior à estimativa prevista inicialmente pelo governo do estado e que foi a base dos orçamentos das universidades para 2022 (R$ 142,873 bilhões).

Nos últimos meses do ano passado, a arrecadação foi afetada pela redução das alíquotas do ICMS dos combustíveis (leis complementares federais 192 e 194, de 2022, e emenda constitucional 123/2022).

O Fórum das Seis questionou o governo estadual sobre o ressarcimento às universidades, uma vez que o estado de São Paulo recebeu compensações do governo federal. Não houve resposta. O assunto seguirá na pauta entre Fórum e Cruesp.

porFernanda de Freitas

Pauta Específica traz cobranças urgentes como carreira e correção de benefícios

Quinta-feira passada (6), a diretoria do STU protocolou a Pauta Específica de Reivindicações 2022 e um ofício solicitando o agendamento de uma reunião com a reitoria para iniciar as discussões sobre a pauta.

Na pauta estão elencadas 29 demandas que cobram a garantia de abertura de concursos públicos; correção anual dos benefícios (alimentação / refeição / criança / especial), inclusive do período em que os benefícios foram congelados; cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta que coíbe o assédio moral, teto único para todos (docentes e funcionários), entre outras reivindicações.

Demandas salariais

Sabemos que, mesmo na pandemia, o caixa da Unicamp cresceu à medida que o arrocho salarial e as condições de trabalho só pioraram. Além disso, o reajuste salarial de 20,67%, feito em março passado, não foi capaz de repor a defasagem salarial.

Para minimizar essas perdas e fazer valer o compromisso histórico de isonomia salarial com a USP cobramos o pagamento de auxílio-alimentação no valor de R$ 1.596,94 e vale refeição de R$ 990,00.

A pauta prevê ainda a redução do custo da alimentação no bandejão, pagamento de periculosidade para os estatutários da vigilância e demais setores da segurança e o reajuste anual do auxílio-transporte para os funcionários que residem fora de Campinas.

Tem também a incorporação da contagem do tempo de trabalho, que foi suspensa pela Lei Complementar 173/20 na pandemia e pagamento de 30% da GR no período de nov/2017 a jun/2020.

Lutas históricas

Devido à insatisfação gerada no processo de progressão da carreira cobramos novamente a sua reformulação com discussão feita em comissão paritária (STU e reitoria).

Por conta da especificidade do trabalho nossa pauta incorpora as reivindicações das professoras da DEdIC, dos profissionais da Saúde e dos engenheiros.

Sempre buscando a melhoria das condições de trabalho exigimos o fim das terceirizações e a abertura de discussão sobre o teletrabalho.

Dada a urgência de algumas demandas, esperamos que o reitor não fuja da negociação, como tem feito em relação à Pauta Unificada do Fórum das Seis.

Clique aqui para baixar a íntegra da Pauta Específica de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp – 2022.

porStéphane Powaczuk

CRUESP, cadê a reunião de negociação?

Estamos há quase dois meses esperando que o CRUESP responda aos ofícios encaminhados pelo Fórum das Seis. Fizemos um ato unificado com a USP, e a UNESP, no dia 31 de maio em frente a reitoria da Unicamp, mas as portas foram lacradas para que os trabalhadores não fossem ouvidos, e o Tom Zé, que é o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas teve a coragem de dizer “agenda com a secretária”.

O trabalhador não pode esperar, nossos salários estão defasados, sem reposição da inflação. O comprometimento com a folha de pagamento da Unicamp é o mais baixo dos últimos anos, sabemos que existe verba. Após dois anos de contingenciamento das despesas com a LC 173, os caixas das Universidades engordaram e seguem cheios, enquanto o bolso do trabalhador permanece vazio.

A reitoria não está priorizando nossa pauta, por isso precisamos da sua ajuda para lutarmos juntos pela reposição da inflação!

Essa semana o Fórum das Seis vai se reunir para definir os rumos da nossa campanha salarial data-base 2022. E também já nos convocou para participar do Ato Nacional em defesa da educação e da ciência que vai acontecer dia 09 de junho. Vamos nos mobilizar para denunciar os cortes do governo Bolsonaro à ciência e à educação, que recentemente teve um bloqueio de R$3,3 bilhões da educação, atingindo as universidades e rede de institutos federais. Em breve informaremos sobre o local e horário do ato em Campinas, continue acompanhando as redes sociais do STU.

porStéphane Powaczuk

Vem para o Ato Unificado dia 31/05 você também!

Queremos resposta à nossa PAUTA UNIFICADA já! 20,99% é só recomposição salarial.
Estamos cansados de esperar, e por isso vamos nos mobilizar em frente à reitoria da Unicamp, nesta terça-feira, 31/05, às 11h, para pressionar o Tom Zé, presidente do CRUESP a negociar com o Fórum das Seis! Este Ato Unificado precisa da sua voz, da sua luta e da sua persistência! Todos e todas juntas pela valorização do nosso trabalho!
Confira a seguir um vídeo da diretoria do STU convidando você para o ato unificado:

porStéphane Powaczuk

STU continua na luta para contagem de tempo para todos os trabalhadores

O STU realizou no auditório da Adunicamp uma reunião sobre a suspensão da contagem de tempo para fins adicionais entre o período de maio de 2020 a dezembro de 2021, motivada pela Lei Complementar 173/2020 que suspendeu o direito a todos os servidores públicos. Outra norma debatida foi a Lei Complementar 191/2022, que determinou somente aos funcionários da área da saúde e da segurança pública a contagem do tempo de todo o período, com o pagamento a partir de janeiro de 2022.

A atividade foi em conjunto com o departamento jurídico da Adunicamp. Representando a assessoria jurídica do sindicato esteve a advogada Dra. Lígia Santos de Paula e o Dr. Ricardo Sobral. Eles apresentaram os pontos mais relevantes em relação à questão do corte durante o período da pandemia. Para a coordenação jurídica do STU, é importante entrar com uma ação para garantir os direitos dos trabalhadores, buscando a extensão a toda categoria, ou seja, a totalidade dos servidores técnicos administrativos/as, bem como, de imediato, requerer o pagamento do retroativo desde janeiro de 2022 aos trabalhadores da saúde que já estão contemplados na LC 191/2022.

O espaço também possibilitou que os trabalhadores/as presentes tirassem suas dúvidas. Notou-se que as universidades, a partir da LC 173/20, abriram mão da sua autonomia para aplicarem as medidas de contingência e, a partir desse precedente, deixam de conceder e garantir condições melhores aos trabalhadores.

PARECER JURÍDICO SOBRE A CONTAGEM DE TEMPO

Segundo o advogado Dr. Ricardo Sobral, em razão da publicação da LC 191/2022, os funcionários da área da saúde e da segurança pública tiveram a contagem de tempo garantida por todo o período, entretanto a lei determinou apenas que o pagamento ocorresse a partir de janeiro de 2022, significa dizer que todo em todo o período de maio de 2020 a dezembro de 2021 será computado o Quinquênio, Licença Prêmio e Sexta Parte. E que o recebimento deve ser feito somente na competência de janeiro, com pagamento de fevereiro de 2022.

Dra. Lígia Santos de Paula, e Dr. Ricardo Sobral – Assessoria Jurídica do STU.

Confira o vídeo que o advogado Dr. Ricardo Sobral gravou aos trabalhadores sobre a reunião:

CONTAGEM DE TEMPO PARA OUTRAS ÁREAS

O STU informa aos trabalhadores de outras áreas que está estudando a análise de medidas judiciais para ampliar esse direito, uma vez que trabalhadores que não são especificamente da área da saúde, continuaram trabalhando ainda que remotamente, e não há, portanto, uma razão de diferenciação entre o trabalhador em razão da área que ele está atuando. O departamento jurídico do STU entende que todo trabalhador tem direito à contagem desse tempo para receber os seus adicionais, e que não poderiam ser suprimidos.

PAGAMENTO DOS RETROATIVOS

Aguardaremos que a Unicamp tome as medidas administrativas para implementação deste direito no holerite logo nos próximos meses, e ainda efetue às áreas já reconhecidas LC 191/2022, o pagamento dos retroativos desde a competência de janeiro. O departamento jurídico do STU permanece à disposição da categoria para qualquer esclarecimento e não medirá esforços para fazer com que todo o trabalho realizado durante a pandemia, especificamente essa contagem de tempo, seja reconhecido para todos os fins e nenhum direito seja sonegado ou suprimido.

porStéphane Powaczuk

Nova diretoria do STU se apresenta para reitor e aproveita para retomar reivindicações

A diretoria do STU esteve reunida com o reitor Tom Zé, na tarde do dia 19 de abril, a fim de apresentar a nova gestão que tomou posse no dia 31 de março, e expor algumas reivindicações para este ano.

Antes da reunião, o sindicato enviou um ofício solicitando a discussão da pauta específica.

PAUTAS REIVINDICADAS NA REUNIÃO COM REITOR TOM ZÉ

A direção do STU lembrou a necessidade da discussão da pauta específica e colocou na mesa as seguintes reivindicações: a implementação do vale refeição de R$990,00 igual a USP, a contagem de tempo suspensa pela Lei 173/20 para todos os funcionários, a isonomia da carreira com a USP, a criação de um grupo de discussão que trate sobre a nova carreira com a participação do sindicato, a mudança de regime CLT para estatutário e a discussão com o STU sobre cotas nos concursos públicos. Além disso, foram tratadas a questão do teto salarial diferente entre funcionários e docentes, a tabela das GR´s que foram cortadas, a autonomia universitária, o reajuste trimestral e, por fim, a nova tabela com redução no valor cobrado dos fretados.

A Diretoria do STU, acompanhará a resposta da reitoria com relação a apresentação das reivindicações e também encaminhará uma proposta de agenda de reuniões para discutir os temas mais urgentes que atingem a categoria.

PERSPECTIVAS DA NOVA DIREÇÃO DO STU

Para a direção do STU essa reunião abre uma perspectiva de discussão que poderá avançar no atendimento às demandas dos trabalhadores e trabalhadoras da Unicamp.

A diretoria do STU se reuniu no dia 20 de abril para fazer uma avaliação da reunião com a Reitoria e encaminhar os próximos passos para a campanha salarial.

CONFIRA COMO FICOU A ESCOLHA DA NOVA COORDENAÇÃO 2022/202

porFernanda de Freitas

Pauta Unificada de Reivindicações 2022

Após uma rodada de assembleias de base, nas três universidades, as entidades que compõem o Fórum das Seis reuniram-se em 13/4 e fecharam a Pauta Unificada de Reivindicações da data-base 2022.

Na mesma data o documento foi encaminhado ao Cruesp (Conselho de Reitores) acompanhado de um ofício solicitando reunião para discussão das reivindicações deste ano.

O ofício cobra também uma data para a primeira reunião do GT (Grupo de Trabalho), cuja reativação foi acordada entre as partes na negociação realizada em 17/3. O Cruesp comprometeu-se a agendá-la em breve.

O objetivo do GT é listar os estudos e levantamentos que precisam ser feitos pelas universidades para subsidiar a construção de propostas para um plano de reposição das perdas históricas e para um plano de valorização dos níveis iniciais das carreiras.

Reposição Salarial

De acordo com a nossa pauta de reivindicações, para fecharmos o ciclo de maio/2012 a abril/2022, sem considerar ainda as inflações de abril/2022, falta um reajuste de 19,74%.

Reforçamos que na negociação com o Fórum das Seis, em 7/3/2022, o Cruesp concedeu um reajuste de 20,67%, correspondente a uma parte da inflação medida entre maio/2012 a fevereiro/2022. Essa reposição corresponde à Campanha Salarial 2021.

Confira abaixo íntegra da Pauta Unificada de Reivindicações 2022.

porFernanda de Freitas

Pauta de reivindicações 2022 é aprovada em assembleia

Nesta terça-feira (12), a maioria das/os trabalhadoras/es presentes à Assembleia Geral Virtual aprovou a Pauta Unificada de Reivindicações 2022 proposta pelo Fórum das Seis Entidades.

Foi unanimidade o discurso de fortalecer a luta contra o arrocho salarial, pela valorização do servidor público e contra os desmontes do serviço público.

Nas falas, as trabalhadoras e trabalhadores defenderam a isonomia com a USP e Unesp e a união das categorias para o enfrentamento dos desafios da Campanha Salarial 2022, diante dessa conjuntura nacional difícil que prevê, em outubro, as eleições gerais.

A categoria aprovou encaminhar ao Fórum da Seis a proposta de auxílio nutrição para os aposentados e reforçar a necessidade de defesa do IAMSPE.

Outra deliberação foi o posicionamento da categoria de revogação do Decreto 65.021/2020, que estabelece o aumento dos descontos do SPPREV. A assembleia defendeu que essa contribuição previdenciária extraordinária imposta aos aposentados e pensionistas é abusiva.

A assembleia cobrou o fim do confisco salarial e dos prejuízos impostos pelo governador Doria que insiste em jogar nas costas dos aposentados e dos pensionistas a responsabilidade das contas da Previdência do Estado.

Foi aprovada também a proposta de imediata abertura de contratações por concurso de docentes e funcionários e a retomada segura ao trabalho presencial.

Itens da Pauta Unificada

Neste ano, mais uma vez, cobramos um plano para a recuperação das nossas perdas salariais. E ainda um índice de reajuste de 17,73% para fecharmos o ciclo maio/2012 a abril/2022, sem considerar ainda as inflações de março e abril de 2022. 

Além desse item econômico, reivindicamos o acesso e permanência estudantil/gratuidade ativa, condições de trabalho e estudo, melhores condições nos Hospitais Universitários (HU) e Centros de Saúde, reconhecimento e respeito efetivo do vínculo existente entre o Ceeteps e a Unesp, entre outras propostas.

Essas reivindicações aprovadas para a Campanha Salarial 2022 foram encaminhadas para o Fórum das Seis que planeja entregar a pauta ao Cruesp ainda este mês.

Essa é a primeira assembleia dirigida pela nova diretoria. A assembleia foi coordenada por Elisiene Lobo que, recentemente, assumiu a coordenação geral do STU ao lado de Marli Armelin e José Luís Pio Romera. O encontro virtual contou ainda com a participação do vice-presidente da ADunicamp, Paulo César Centoducatte.

Na oportunidade foi apontada a necessidade de começar a discutir as demandas que vão compor a nossa Pauta Específica 2022, especialmente no que diz respeito as questões dos aposentados, trabalhadores com deficiências invisíveis e o trabalho remoto.

Clicando aqui você confere a proposta de Pauta Unificada que foi discutida nesta Assembleia Virtual.