Categoria Luta Salarial

porStéphane Powaczuk

Programação dos dias 07 e 08 de Paralisação atualizada

De acordo com o que a última Assembleia Geral do STU definiu, dia 07 e 08 de março tem Paralisação das atividades na Unicamp.

Vamos conferir a programação atualizada:

Programação Paralisação dia 07/03:

– 6h30min panfletagem na área da saúde;

– 9h reuniões nas unidades;

– 10h Plenária na área da saúde;

– 14h Plenária presencial e virtual para acompanhar negociação do CRUESP e Fórum das Seis – na Sede do STU (estamos aguardando informações sobre a possibilidade de transmissão da reuião pelo CRUESP).

Programação Paralisação dia 08/03:

– 10h Assembleia Geral Virtual e Presencial para avaliar resultado da negociação CRUESP e Fórum das Seis – Na Praça da Paz.

– 14h30min Caravana do STU rumo ao Ato do Dia Internacional de Luta da Mulher com Concentração no STU.

Nossa categoria precisa se preparar para a mobilização dos dois dias de PARALISAÇÃO! Sem luta não tem conquista! Se você não aguenta mais essa situação, compareça às atividades propostas em assembleia pelo sindicato.

Confira aqui a notícia da Assembleia onde foi aprovada a Paralisação.

porStéphane Powaczuk

Assembleia aprova Paralisação com atividades dias 7 e 8 de Março

A assembleia que aconteceu nesta manhã de quinta-feira, 24, aprovou paralisação nos dias 7 e 8 de março com atividades presenciais e virtuais. Confira a seguir a programação aprovada.

Programação Paralisação dia 07/03:

– 6h30min panfletagem na área da saúde;

– 9h reuniões nas unidades;

– 10h Plenária na área da saúde;

– 14h Plenária presencial e virtual para acompanhar negociação CRUESP

Programação Paralisação dia 08/03:

– 10h Assembleia para avaliar resultado da negociação CRUESP

– 14h atividades do Dia Internacional da Mulher – na Unicamp e na cidade

A assembleia também manteve o indicativo de greve bem como intensificar as reuniões de unidades. Vamos incorporar o indicativo do Fórum das Seis de GREVE a partir do dia 15, caso não tenhamos resposta satisfatória na próxima reunião que vai acontecer dia 07 de março.

Anota na sua agenda e participe das atividades que foram definidas em assembleia. Agora é a hora de nos unirmos e fortalecermos a nossa luta pelos nossos direitos!

Queremos reajuste de 20% já!

Não é aumento, é RECUPERAÇÃO DE PERDAS!

porStéphane Powaczuk

Quinta-feira tem Assembleia Geral Virtual para definir luta por Campanha Salarial!

Com os salários congelados desde maio/2019, o STU está convocando a categoria para participar da Assembleia Geral Virtual que vai acontecer nesta quinta-feira, 24 de fevereiro, às 10h, para debater sobre os próximos passos da nossa Campanha Salarial e sobre a retirada de delegados/as para Plenária Nacional Virtual da Fasubra.

A situação está cada vez mais insustentável, a inflação está chegando na casa dos 10% ao ano. Queremos reposição de perdas, agora é hora de nos unirmos para definirmos as melhores estratégias de luta para o momento.

Se você também quer o reajuste já, participe da assembleia.

Para participar da assembleia CLIQUE AQUI!

Essa assembleia foi remarcada para o dia 24/02 em razão do período de luto que o STU esteve pelo companheiro Marcílio Ventura. Marcílio, Presente!

O que? Assembleia Geral Virtual do STU

Quando? 24/02

Horário? 10h.

Onde? Sala Virtual, CLIQUE AQUI!

porStéphane Powaczuk

Ato em frente a reitoria marca dia de Paralisação dos trabalhadores da Unicamp

Trabalhadores/as protocolaram novo ofício cobrando reunião para debater demandas da categoria.

Dia 10 de fevereiro foi o dia do BASTA para os trabalhadores/as da Unicamp que participaram de uma paralisação e foram pra frente da reitoria pressionar o reitor que segue ignorando os problemas enfrentados pelos trabalhadores.

Essa Paralisação foi só o começo da luta pelos nossos direitos.

A manifestação mandou um recado bem objetivo: se não tiver abertura para discutir a nossa pauta, teremos que endurecer nossas ações durante o Estado de Greve.

Entendendo a importância da unidade nas ações em defesa da vida, o ato contou também com a representação da ADunicamp e o DCE.

Nossa luta é por:

1-Contratação imediata nos hospitais;

2-Reajuste de 20%, a partir de janeiro/22;

3-Pagamento de insalubridade grau máximo para todos da Saúde;

4- Equipamentos de Proteção Individual de qualidade para todos;

5-Cumprimento e transparência dos protocolos de segurança da Universidade;

6-Melhores condições de trabalho para os trabalhadores da Saúde;

7-Retorno ao trabalho remoto.

ASSESSORES DA REITORIA RECEBEM CATEGORIA

Durante a Paralisação, uma Comissão de Trabalhadores – formada por representantes do Conselho de Representantes do STU, diretores sindicais e trabalhadores da base – foi recebida pela Chefe de Gabinete Adjunta, Profa. Dra. Adriana Nunes Ferreira, que ouviu as demandas da categoria.

Aproveitamos para protocolar ofício cobrando, mais uma vez, resposta para as demandas apresentadas e uma reunião urgente para tratar de cada item.

Centenas de trabalhadores da Saúde estão afastados e outros tantos não aguentam mais tanta pressão da jornada de trabalho.

Não dá mais para arriscar nossas vidas e receber zero de reajuste salarial.

TRABALHADORES COBRAM COMPROMISSO E ASSESSOR DA REITORIA GARANTE AGILIZAR INSALUBRIDADE E SALA DE DESCANSO NO CAISM

Ontem à tarde (10), a Comissão de Trabalhadores, desta vez reduzida, se reuniu com o Chefe de Gabinete da Reitoria, Prof. Dr. Paulo Cesar Montagner.

A comissão, formada por representantes do Conselho de Representantes do STU, diretores sindicais e trabalhadores da base, aproveitou para reafirmar as reivindicações salariais e da Área da Saúde.

Durante a reunião o assessor Montagner se comprometeu em encaminhar pessoalmente três frentes importantes para os trabalhadores da Saúde: o pagamento da insalubridade, a sala de descanso no CAISM e as formações técnicas pela Educorp.


REAJUSTE SALARIAL

Os trabalhadores explicaram que o reajuste confirmado pelo governador Doria demonstra que a arrecadação está crescendo, mas a medida não contempla a Unicamp por conta da autonomia financeira que institui que o reitor deve implementar o reajuste que quiser.

Na reunião ficou evidente que a Unicamp tenta confundir a categoria ao anunciar que nossos 20%, partir de janeiro/2022, serão discutidos na data-base 2022, já que Doria anunciou reajuste para os trabalhadores estaduais.

A Comissão de Trabalhadores explicou que esses 20%, a partir de janeiro deste ano, foi reivindicado pelo Fórum das Seis em dezembro do ano passado e diz respeito à Campanha Salarial 2021. Não tem nada a ver com a data-base de 2022 que ainda não foi iniciada.

INSALUBRIDADE GRAU MÁXIMO PARA TODOS

Montagner reconhece o direito ao pagamento e que existe uma situação diferente no HC, que está pagando insalubridade, e no CAISM, onde não foi garantido o direito.

Ele ficou de conversar com os setores responsáveis e se empenhar para que essa questão seja resolvida o mais rápido possível.

SALA DE DESCANSO NO CAISM

O assessor se prontificou a fazer reuniões com os gestores do CAISM e agilizar a implementação de um local de descanso para os trabalhadores.

EDUCORP

Devido aos inúmeros problemas de relacionamento entre chefia e funcionário, os trabalhadores entendem ser necessário que a Unicamp ofereça uma formação para gestores em relação às questões administrativas e técnicas que envolvem o ambiente de trabalho.

O sindicato informou que o COREN (Conselho Regional de Enfermagem) já sinalizou interesse na parceria com a Educorp, quando se reuniu com diretores do STU e CR no final do ano passado.

O professor reconhece que “formar pessoas é a missão da Unicamp” e concordou que a parceria é benéfica e que a demanda precisa ser resolvida rapidamente.

O diálogo o chefe de gabinete foi importante para cobrar pautas que se arrastam há anos na Área da Saúde. A categoria espera que desta vez a reitoria cumpra a sua parte e resolva de uma vez por todas essas questões.

Confira a seguir algumas fotos do dia do BASTA, em 10 de fevereiro:

porStéphane Powaczuk

Seis fatos para você saber o CAOS que se tornou a saúde

  • Reajuste salarial de 20%, a partir de janeiro/22;
  • Pagamento de insalubridade grau máximo para todos da Saúde;
  • Contratação imediata nos hospitais;
  • EPI’sdequalidade para todos;
  • Pagamento integral do transporte fretado;
  • Cumprimento e transparência nos protocolos;
  • Melhoria nas condições de trabalho.

Não dá mais para aguentar o reitor seguir a cartilha do Doria de sucateamento do serviço público e desvalorização do servidor.

A sociedade precisa saber das condições precárias dos hospitais, por isso, nossa última assembleia autorizou a assessoria jurídica do STU apresentar queixa no Ministério Público do Trabalho solicitando intermediação.

No dia 10, data da paralisação, vamos dar um recado certeiro ao Tom Zé: se não houver solução não resta alternativa a não ser uma greve da Área da Saúde.

Estamos exaustos, adoecendo e com salários defasados: chega de enrolação!

Você sabia que na área da saúde temos:

Trabalhadores: 3mil

Afastamento: 561 (Em janeiro/22)

Lotação do pronto-socorro: 150% de capacidade

Enfermagem: 122 afastados

Funcionários concursados afastados: 381

Enfermarias e UTIs: 100% lotadas

Leitos dedicados à covid-19 em Campinas: 460

porStéphane Powaczuk

A sociedade precisa saber o que acontece nos hospitais da Unicamp

Nossa Paralisação com Ato, dia 10/02, vai denunciar também o estrangulamento do serviço e as condições de trabalho desgastantes na Área da Saúde.

O CECOM não dá conta de atender tantos funcionários doentes, mas o reitor Tom Zero mantém a sua postura negacionista ignorando a situação.

A falta de trabalhadoresnos hospitais e a demora na reposição são naturais, o que já não deveria ser. Mas na pandemia aumentou o número de afastamentos por adoecimento reduzindo ainda mais o quadro de funcionários que atendem a população.

A sobrecarga de trabalho na Saúde é visível: aumentou o número de horas extras colocando os funcionários em perigo por conta da exaustão física, mental e emocional a que estão submetidos.

A situação está tão insustentável que os trabalhadores da Saúde pagam pra trabalhar, já que precisam arcar com o custo do fretado e muitas vezes levar EPI’s para o trabalho.

Tanto no HC, quanto no CAISM, faltam isonomia no pagamento de insalubridade, pois alguns funcionários recebem e outros não.

porStéphane Powaczuk

CATEGORIA DECRETA ESTADO DE GREVE

Unificação das Lutas rumo à Greve Sanitária para Unificação das lutas pelos 20%

Dia 10 tem Paralisação com Ato para dar um basta ao descaso e desrespeito do reitor Tom Zé.

A inflação acumulada chegou aos 77,46% e a arrecadação de São Paulo cresceu mais de 80%. Prova de que dinheiro tem!

Não dá mais pra carregar os custos da Universidade nas costas, é nosso direito a reposição inflacionária: 20% já, a partir de janeiro/22.

Nossa última assembleia (27/01) decretou Estado de Greve e a realização de uma Paralisação para cobrar reajuste, retorno ao trabalho remoto e melhores condições para os trabalhadores da Área da Saúde.

Dia 10/02 vamos em frente à reitoria denunciar a postura autoritária e negacionista do reitor Tom Zé.

O Fórum das Seis decidiu que sem negociação efetiva do reajuste, não vamos iniciar o semestre letivo em março e apontou a possibilidade de indicar greve. Mas a nossa assembleia defendeu a antecipação da greve ainda em fevereiro para atrasar o calendário de aulas e forçar os reitores a negociarem os 20%.

Em unidade com a Fasubra vamos integrar as jornadas de luta com mobilizaçõespela valorização do servidor e pressionar o Tom Zero a discutir a pauta dos trabalhadores.

Queremos negociar a pauta salarial e cobrar insalubridade grau máximo, contratações e garantia de fretado integral para os trabalhadores da Área da Saúde.

DIA 10 É DIA DO BASTA!

A Paralisação com Ato, dia 10/02, será híbrida para que todos possam participar. A concentração será às 9h, em frente à reitoria.

Recomendamos que somente os vacinados com a segunda dose e que não estejam com gripe ou Covid-19, sejam sintomas ou comprovação de quadro, participem da mobilização presencial.

Venha se somar a nossa mobilização e vamos lutar juntos pelos nossos direitos.

porStéphane Powaczuk

Cadê nossos 20% de reajuste?

No dia 28 de janeiro aconteceu uma live pelo facebook do STU com os Coordenadores Gerais do sindicato, Antonio Alves Neto, e José Luís Pio Romera, que trouxe mais uma vez à tona a pergunta que os trabalhadores querem saber: quando vamos receber os 20% de reajuste salarial?      

Os reitores têm recurso para ajustar o salário, mas está falando sensibilidade e ação. O cenário é muito ruim, com denúncias de trabalhadores que não conseguem pegar ônibus para trabalhar por causa da situação que estão enfrentando.

Nós sabemos que há condições de dar reajuste e queremos os 20% já! Também foi comentado na live que a última assembleia foi uma das maiores que o STU realizou no último período, buscando a unidade junto com o Fórum das Seis.

A categoria não aguenta mais esse desrespeito que a reitoria está tratando os trabalhadores, principalmente a área da saúde hospitalar, que está na linha de frente ao combate à COVID-19 na Unicamp.

Outra decisão do STU foi realizar uma sucessão de reuniões de unidade que vão começar em breve. O sindicato está constantemente tentando diálogo com a reitoria, mas pela falta de resposta até o momento podemos entender que o negacionismo e o descaso estão pairando pela administração da Unicamp.          

Não há motivo para as reitorias deixarem de dar reajuste salarial, já foi provado e comprovado que a Unicamp arrecadou muito dinheiro durante a pandemia.

Para assistir a live completa clique aqui.

porStéphane Powaczuk

Plenária dos servidores e servidoras federais reforça previsão de Greve Geral em março

As entidades do FONASEFE, do Fonacate, além das Centrais Sindicais, reforçaram nesta quinta-feira (27/01), durante a “Plenária Nacional dos Servidores e Servidoras Federais”, a previsão de Greve Geral a partir do dia 9 de março pelo reajuste emergencial. A campanha salarial conjunta dos trabalhadores e trabalhadoras do serviço público iniciou no último dia 18/01, ocasião em que foram realizados atos e protocolado, no Ministério da Economia, ofício com a reivindicação de recomposição salarial mínima de 19.99% (índice correspondente a inflação dos três anos do governo Bolsonaro).
O coordenador-geral da FASUBRA Sindical Toninho Alves destacou a vitória contra a PEC 32 (Reforma Administrativa). Segundo ele, mesmo que parcial, não se pode esquecer a importância e a força da campanha unificada das entidades realizada até o fim do ano de 2021. “Nós conseguimos encurralar o governo e estamos atentos, caso ele tente colocar na pauta novamente a PEC 32. A FASUBRA, em dezembro, realizou a sua plenária que já tinha deliberado a construção de uma campanha salarial em fevereiro. Entendendo a dinâmica de cada entidade, entendendo a conjuntura que estamos vivendo, é óbvio que temos que caminhar juntos para derrotar esse governo e, por isso, apontamos e construímos esse calendário importantíssimo para a deflagração da greve em março”, afirmou.
A plenária detalhou o calendário definido, sendo que a próxima ação será no dia 2/02 (quarta-feira). Como as entidades não obtiveram resposta à pauta de reivindicação salarial do dia 18/01, novos ofícios foram encaminhados com pedido de audiência aos três Poderes para abertura das negociações. Neste dia, além dos atos em Brasília, estão previstas atividades simbólicas, com faixaços por todo o país nos órgãos e prédios públicos, com o tema “Reposição emergencial para todos e todas: 19,99% já!”.
De 14 a 25 de fevereiro, as entidades promovem a Jornada de Lutas preparativa para a greve unificada, com o seguinte eixo: reajuste emergencial do período Bolsonaro de 19,99%, com as perdas salariais do período dos governos FHC, Lula, Dilma e Temer que somam mais 30%. “Para nós da FASUBRA é fundamental que nós estejamos juntos nessa caminhada, nesse processo de construção e de deflagração de uma greve, se esparrame pelo Brasil todo para responder ao governo que estamos unificados na busca de sua recomposição salarial. Nossa mobilização pode ser o diferencial nesse primeiro momento para engajar outros trabalhadores e trabalhadoras para derrotar Bolsonaro”, enfatizou Toninho.

Plenária na íntegra pela manhã: https://youtu.be/rRmBwXAhLLw

Plenária na íntegra à tarde: https://youtu.be/dec1EXtJRKs

porStéphane Powaczuk

Se não MOBILIZAR, Tom Zé vai ZERAR!

Na próxima sexta-feira, 28, o STU vai realizar uma live, às 13h com o Coordenador Geral da Fasubra e Diretor do STU, Antonio Alves Neto, o Toninho, e o Coordenador Geral do STU José Luis Pio Romera para falar sobre os encaminhamentos da assembleia do STU (em 27/01), Campanha Salarial e a importância da mobilização unificada para arrancar a reposição salarial.

Venha participar online conosco, aproveite para interagir através de perguntas nos comentários e lembre-se de compartilhar a live no seu facebook para que mais pessoas sejam alcançadas e fortaleçam a nossa luta pela vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

O que? Live do STU sobre mobilização para reposição salarial

Quando? Dia 28/01/22

Onde? Pelo Facebook do STU

Que horas? Às 13h

Participe. Faça suas perguntas e compartilhe com seus colegas de trabalho

porStéphane Powaczuk

Porque você precisa participar da assembleia do STU na quinta-feira, 27?

A última reunião de direção do STU, realizada no dia 19 de janeiro, convocou uma assembleia para esta quinta-feira, 27, às 10h, para debater algumas alternativas para a categoria se unir e realizar uma mobilização para campanha salarial e indicativo de greve para fevereiro.

            Confira a seguir porque você precisa participar desta assembleia:

  1. Para decidir o indicativo de Greve a partir do dia 10/02,
  2. Para saber o que o Fórum das Seis definiu sobre a proposta do STU,
  3. Para discutir a organização na área da Saúde,
  4. Para opinar sobre o descaso da reitoria com os trabalhadores mantendo o trabalho presencial,
  5. Para construir um processo de mobilização para as negociações com o CRUESP,
  6. Para aprovar uma Greve Sanitária,
  7. Para definir a participação da jornada de Lutas dos SPFs de 15 a 23 de fevereiro,
  8. Para saber as atualizações do processo da URV,
  9. Para saber os encaminhamentos do CRUESP na luta pela Campanha Salarial,
  10. Para definirmos estratégias para o Reajuste Salarial

A sua participação nesta assembleia é muito importante e decisiva, pois só com a unidade vamos conseguir ter força para conseguirmos lutar pelos nossos direitos. As condições de trabalho na Unicamp estão péssimas, trabalhar só para comer não dá mais! A inflação já corroeu o seu salário defasado há 5 anos!

Para participar da assembleia é só clicar aqui.

porStéphane Powaczuk

Dia Nacional de Luta por Reajuste tem manifestações em Brasília e em outras capitais

A FASUBRA Sindical e entidades de base (SINT-IFESgo e Sintfub) participaram, na manhã da terça-feira (18/01), do ato em frente ao Banco Central, no dia nacional de luta em defesa de reajuste salarial para todas as servidoras e servidores públicos. Trabalhadoras e trabalhadores do FONASEFE (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais) se somaram aos atos do Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado), sendo que centenas de pessoas participaram da manifestação.
“Nós da FASUBRA estamos aqui com os companheiros da nossa base. Isso é a continuidade das mobilizações que fizemos ano passado, onde exitosamente conseguimos construir uma ampla unidade contra a PEC 32. Hoje defendemos um reajuste, pois estamos há cinco anos sem negociação, sem proposta nenhuma e esse governo destruindo os servidores e servidoras. Um governo genocida que não sabe valorizar os trabalhadores do serviço público. Os trabalhadores do serviço público, seja do Legislativo, do Judiciário e do Executivo estão unidos e, com essa unidade, essa força, nós vamos conseguir o reajuste. Estamos juntos nessa trajetória e vamos vencer: trabalhadores unidos, jamais serão vencidos”, destacou o coordenador Jurídico e de Relações do Trabalho João Paulo Ribeiro (JP).

À tarde, centenas de servidoras e servidores protestaram em frente ao Ministério da Economia e protocolaram ofício, com a presença de deputadas e deputados da Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, de reivindicação de reajuste emergencial de 19.99% (índice correspondente a inflação dos três anos do governo Bolsonaro), sem abrir mão das perdas salariais históricas do período dos governos FHC, Lula, Dilma e Temer que somam mais de 30%. Os trabalhadores e trabalhadoras criticaram a política destrutiva de Paulo Guedes e Bolsonaro e lamentaram o aumento apenas para as forças policiais. Além de Brasília, outras cidades como Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Aracaju também registraram manifestações e paralisações.

Veja o ofício na íntegra: https://bit.ly/3FEYOKj

Fotos Banco Central: SINT-IFESgo

Fotos Ministério da Economia: Scarlett Rocha/SINASEFE

Texto: Fasubra

porStéphane Powaczuk

Nesta semana tem reunião técnica entre Fórum das Seis e CRUESP

A última reunião de 2021 entre o Fórum das Seis e o Conselho de Reitores (Cruesp), frustrou as expectativas das categorias das três universidades. Isso porque os reitores não apresentaram nenhuma preposta objetiva para a reposição salarial.

Segundo o Coordenador Geral do STU, José Luis Pio Romera, a arrecadação do ICMS do ano de 2021 teve um crescimento nominal de 26,20%, comparado com o ano de 2020. O valor da cota parte do estado atingiu R$ 138,3 bilhões em 2021 e R$ 109,6 bilhões em 2020.

“A previsão inicial da Secretaria da Fazenda do Estado era arrecadar R$ 118 bilhões e foi superada em R$ 20,3 bilhões, ou seja, a arrecadação de 2021 foi R$ 17,25% maior que a previsão inicial”, diz Pio.

Outro fator levado em consideração neste momento de negociações é que o gasto acumulado com folha é o menor da história, 66,84% na média das três Universidades (65,18% Unesp, 69,25% Unicamp e 66,57% USP).

Nesta quarta-feira (12), vai acontecer uma reunião técnica do Fórum das Seis com o CRUESP. E de acordo com Pio Romera, “levaremos nossa reivindicação de 20% de reajuste a partir de janeiro a ser ratificado numa reunião com os Reitores (CRUESP), que esperamos que aconteça ainda no final deste mês”.

Print da Reunião entre Fórum das Seis e o Cruesp.

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral

Quinta-feira, 9 de dezembro às 10h (virtual)

Nessa assembleia vamos eleger os delegados para a Plenária da Fasubra que acontecerá nos dias 16 e 17 de dezembro.
Iremos reforçar a importância na luta contra a PEC 32 que continua e os desdobramentos mediante a aprovação da PEC 23 pelo governo , a chamada “PEC dos precatórios” impactando na vida dos servidores. Também seguiremos na discussão do desenrolar da nossa campanha salarial que tem a negociação com o Cruesp marcada para 22/12.
A pauta do Fórum reivindica o reajuste de 20% no mês de janeiro , assim como os direitos tais como Licença Prêmio, quinquênios, etc, que tiveram a contagem suspensa em função da Lei 173, sejam retomadas considerando a contagem no início da aplicação da lei.
O link para participar da assembleia:

https://meet.google.com/sre-rdps-yth

porFernanda de Freitas

Reajuste de 20% em janeiro, plano de recomposição de perdas e valorização dos níveis iniciais das carreiras, já!

Índice corresponde à perda inflacionária de maio/19 a dezembro/21. Com inflação a galope e silêncio do Cruesp, Fórum das Seis atualiza reivindicações.

Rodada de assembleias de base até 24/11 deve discutir a atualização da Pauta Unificada deste ano e indicativos de mobilização.

Quando o Fórum das Seis apresentou ao Conselho de Reitores (Cruesp) a Pauta Unificada da data-base 2021, no dia 6 de abril, o reajuste necessário para recompor os salários nas universidades estaduais paulistas ao nível de maio/2012 era de 29,81%. A reivindicação, naquele momento, era de 8% em maio/2021 e um plano, de médio prazo, para reposição das perdas restantes.

Nas duas únicas reuniões entre as partes – nos dias 10/6 e 15/7/2021 – os reitores ancoraram-se em suas interpretações da Lei Complementar (LC) 173 para dizer que, mesmo reconhecendo as perdas e estando cientes da boa situação financeira das instituições, apesar da pandemia, estavam impedidos de mexer nos salários até dezembro/2021. Concordaram apenas em criar um grupo de trabalho (GT) para estudar propostas de recomposição de perdas e, também, de valorização dos níveis iniciais das carreiras. Embora tenha se comprometido a agendar reuniões do GT ainda no mês de julho, o presidente do Cruesp e reitor da USP, Vahan Agopyan, não honrou a palavra empenhada publicamente.

O mínimo que os/as servidores/as docentes e técnico-administrativos/as esperavam era uma real negociação das perdas, ainda que os acertos tivessem início em janeiro/22.

Chegamos a meados de novembro e o fim da vigência da famigerada LC 173 se aproxima. No entanto, o Cruesp segue em silêncio frente às seguidas cobranças do Fórum das Seis. A inflação, entretanto, soa mais estrondosa que nunca.

Inflação galopante e assustadora

Reunidas em 10/11, as entidades que compõem o Fórum das Seis avaliaram os números da inflação que assola o país nos últimos meses. Até abril/21, como dito acima, o índice necessário para recompor o poder de compra dos salários aos níveis de maio/2012 era de 29,81%. A inflação (INPC-IBGE) de maio a outubro de 2021 é de 5,96% e uma estimativa conservadora aponta uma inflação de maio a dezembro de 2021 de 8,52%. Considerando estes valores, a reposição necessária para recuperarmos o poder de compra de maio/2012 sobe para 40,87%.

Em outras palavras: em dezembro de 2021 nosso salário estará valendo 40,87% menos do que valia em maio/2012.

Pauta atualizada: 20% em janeiro e negociação imediata do restante das reivindicações do Fórum das Seis

ÍndiceMaio/19 a dez/21
IPC-FIPE20,35%
IPCA18,38%
INPC19,63%

Considerando a suspensão da data-base de 2020 – pelo Fórum das Seis, devido ao início da pandemia – e a ausência de negociações até este momento na data-base de 2021, e diante da queda brutal do poder aquisitivo das categorias, o Fórum das Seis atualiza a Pauta Unificada 2021 e apresenta ao Cruesp as seguintes reivindicações:

  1. Reposição de 20% em janeiro/2022, quando os efeitos da LC 173 estarão encerrados. Esse índice corresponde à inflação medida entre maio/2019 e dezembro/2021, como mostra o quadro.
  • Negociação imediata tanto da valorização dos níveis iniciais das carreiras, com base nas propostas do Fórum das Seis, quanto de um plano de reposição das perdas restantes, a partir de 2012, com a perspectiva de zerá-las na data-base de 2022, incluindo a atualização da inflação até abril/2022. 

Perdas estimadas de maio/19 a dezembro/21 

BASTA DE ENROLAÇÃO E DE FALTA DE RESPEITO ÀS CATEGORIAS E A COMPROMISSOS ASSUMIDOS!

Universidades têm caixa

A arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), do qual saem os recursos para as universidades (9,57% da quota-parte do estado/QPE), continua superando todas as expectativas. As previsões iniciais da Secretaria da Fazenda do Estado para 2021 – de R$ 118 bilhões – foram superadas com folga e devem chegar ao final do ano em valores superiores a R$ 135 bilhões.

Por conta desse aumento na arrecadação, as universidades receberão, até o final do ano, um valor de mais de R$ 1,6 bilhões além do previsto em seus orçamentos de 2021, aprovados em dezembro de 2020. Ao contrário do alardeado pelo governador João Doria, em entrevista coletiva no dia 20/10, após reunião com os três reitores, as universidades estaduais paulistas não estão recebendo esse montante “a mais” e sim recebendo o que é seu de direito, devido aos 9,57% do ICMS-QPE. Ou seja, não se trata de nenhum “apreço” especial pela ciência ou pelas universidades, mas sim o repasse decorrente do aumento da arrecadação do ICMS.

Comprometimento com salários é o menor da história

Em rota inversa do aumento de recursos para as universidades, os salários dos servidores estão em queda livre. O comprometimento com pessoal (segundo dados da planilha do Cruesp) é o mais baixo da série histórica desde o advento da autonomia universitária (1989): a média das três universidades indica um comprometimento médio acumulado, de janeiro a outubro/2021, de 69,99% (68,16% na Unesp, 68,98% na USP e 71,96% na Unicamp).

Planilha Cruesp de janeiro a outubro/2021: Queda acentuada nos gastos com salários

Situação na Unesp é ainda mais grave

Em maio/2016, a Unesp não honrou o reajuste de 3% concedido pelo Cruesp, implodindo uma política de isonomia de reajustes vigente desde o início das negociações com o Fórum das Seis.

Após sucessivas cobranças, ignoradas pelas gestões anteriores, a atual reitoria da Unesp informa que aplicará os 3% a partir de janeiro de 2022, mas sem pagar os valores retrativos a maio de 2016. No entanto, não é possível esquecer o significativo prejuízo causada pelo calote de maio/2016 até hoje, que corresponde a uma perda em torno de 2,7 salários para cada servidor, de acordo com cálculos da Adunesp e do Sintunesp.

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FÓRUM DAS SEIS INDICA RODADA DE ASSEMBLEIAS DE BASE ATÉ 24/11

Fique atento/a ao chamado da sua entidade. As categorias devem discutir:

  1. A proposta de atualização da Pauta Unificada/2021 e a reivindicação a ser apresentada ao Cruesp: 20% em janeiro/22, negociação da valorização dos níveis iniciais das carreiras e de um plano de reposição do restante das perdas em maio/2022, com a perspectiva de zerá-las na data-base do ano que vem, incluindo a atualização da inflação até abril/2022)
  2. Formas de mobilização e pressão. Em algumas categorias, já há propostas de atos públicos em janeiro.        

No dia 25/11, o Fórum das Seis volta a se reunir para avaliar o resultado das assembleias de base, atualizar a Pauta Unificada e definir os próximos passos.

porFernanda de Freitas

CARTA ABERTA DO FÓRUM DAS SEIS AO CRUESP E ÀS REITORIAS

A comunidade pede respeito e respostas

20/10/2021

O ano de 2021, segundo na pandemia de Covid-19 e seus nefastos efeitos para a sociedade, já entrou em seu trimestre final. O avanço na vacinação, embora ainda aquém do necessário, joga luz nas esperanças de superação desta enorme tragédia social que, a bordo do negacionismo e de políticas genocidas, ceifou a vida de mais de 600 mil pessoas em nosso país e lançou dificuldades e angústias sobre o conjunto da classe trabalhadora, entre elas o crescimento do desemprego, da inflação e da deterioração do poder de compra dos salários.

Aproveitando-se da pandemia, os governos federal e estadual lançaram mão de seguidos ataques contra o funcionalismo público, entre eles a aprovação da Lei Complementar (LC) 173/2020, pelo governo Bolsonaro, e da Lei nº 17.293/2020 (proposta pelo Projeto de Lei 529/2020), pelo governo Doria. Ambos os governos, não contentes, querem ir além em suas propostas de reforma administrativa: o primeiro, com a PEC 32, e o segundo, com o PLC 26.

Neste cenário, o poder aquisitivo do funcionalismo, já corrompido por anos de pouca ou nenhuma reposição inflacionária, minguou rapidamente em 2020 e 2021. Utilizando como justificativas interpretações bastante discutíveis da LC 173, os reitores das universidades estaduais paulistas optaram por abrir mão da autonomia universitária e impor aos/às servidores/as docentes e técnico-administrativos/as um confisco salarial draconiano. O arrocho salarial soma-se à falta de contratações – escassas desde 2014 e congeladas a partir da LC 173/2020 – para agravar as condições de vida e de trabalho dos/as servidores/as.

 Já o caixa das instituições, turbinado por uma surpreendente arrecadação do ICMS, imposto que é base para o repasse dos 9,57% às universidades estaduais paulistas, vai muito bem. A média do comprometimento com folha de pagamento das universidades, em setembro/2021, ficou em 69,99% (68,59% na Unesp, 69,47% na USP e 72,66% na Unicamp), a menor desde o advento da autonomia, em 1989.

Em 2020, sob impacto das incertezas que chegavam com o início da pandemia, o Fórum das Seis suspendeu a data-base. Em 2021, em meio à conjuntura descrita acima, as entidades representativas que compõem o Fórum elaboraram uma pauta de reivindicações e a protocolaram junto aos reitores em 9 de abril. Nas duas únicas reuniões de negociação da data-base deste ano, eles concordaram apenas em criar um grupo de trabalho (GT) para formular alternativas para um plano de recuperação de perdas salariais e um plano de valorização dos níveis iniciais das carreiras. O GT teve somente uma reunião e, apesar do compromisso assumido pelo presidente do Cruesp, durante a negociação de 15/7, de que seria retomado em julho, isso ainda não aconteceu.

Além do agendamento das reuniões do GT Salarial, o Fórum das Seis reivindicou, também, uma reunião para debater um dos pontos da Pauta de Reivindicações 2021, intitulado “Plano  Sanitário e Educacional”, no qual as entidades listam os itens a serem discutidos na construção de um retorno presencial seguro em meio à pandemia. Também não houve retorno a este pleito. Diante do exposto, o Fórum das Seis faz as seguintes perguntas ao Cruesp:

 1) A interpretação política adotada pelas reitorias em relação à LC 173/2020, de que não é possível a concessão de reajuste salarial até dezembro/2021, também as impede de discutir reajustes projetados para 2022 com o Fórum das Seis?

2) USP e Unicamp promoveram progressões e promoções nas carreiras docentes, a serem incorporadas nos salários em 2022. Os reitores não veem contradição nessa postura? Além disso, por que só promover progressões e promoções para algumas poucas pessoas – o que, aparentemente, segundo postura do próprio Cruesp, não seria possível devido à aplicabilidade da LC 173/2021, na medida em que altera a remuneração – e também não reajustar salários para todos/as os/as servidores/as das universidades estaduais paulistas?

3) O Cruesp considera a possibilidade de reedição da LC 173 ou mesmo da criação de nova norma similar pelo governo do estado de São Paulo, que impeça reajustes salariais para os/as servidores/ as públicos/as em 2022? Se sim, quais medidas preventivas estão sendo elaboradas para evitar mais um ataque aos salários dos/as servidores/as?

4) Considerando os bons resultados da arrecadação do ICMS em 2020 e 2021 e as “economias” feitas com o arrocho salarial e a falta de contratações, os reitores não consideram a possibilidade de uma ação do governo do estado para confiscar ou contingenciar as reservas das universidades, a exemplo do que tentou fazer com o PL 529/2020? Caso a resposta seja positiva, quais medidas preventivas estariam sendo consideradas para a proteção do patrimônio das universidades?

5) Qual é a posição do Cruesp sobre o PLC 26/2021 (votada na Alesp) e a PEC 32/2020 (no Congresso Nacional)? Houve alguma ação no sentido de proteger os direitos dos/os servidoras/es docentes e técnico-administrativas/os?

6) Por que as reuniões compromissadas entre Cruesp e Fórum das Seis, entre elas a do GT Salarial, ainda não foram agendadas?

 O Fórum das Seis espera respostas do Cruesp a estas questões, de modo a dissipar a sensação de desrespeito e descaso que transparecem do panorama exposto nesta carta aberta.

São Paulo, 20 de outubro de 2021.


via Fórum das Seis