Categoria Comunicados

porFernanda de Freitas

Moção do Fórum das Seis – 13/08/20

Moção do Fórum das Seis, em repúdio à reportagem veiculada pelo Jornal Nacional em 10/8/2020, que manipula dados para fazer coro aos ataques do governo Bolsonaro aos servidores e aos serviços públicos.

porFernanda de Freitas

Fórum das Seis: “Carta em defesa da Universidade pública, gratuita e de qualidade, em tempo de pandemia”

Conforme aprovado pelas entidades, o Fórum das Seis está subscrevendo a “Carta em defesa da Universidade pública, gratuita e de qualidade, em tempo de pandemia”, assinada por entidades representativas da educação, trabalhadores e estudantes.
O documento transcrito abaixo pode ser assinado individualmente online em http://chng.it/hRjDpBQkvg. 

porFernanda de Freitas

Nota Pública contra a flexibilização gradual do isolamento social em Campinas

O prefeito de Campinas, Jonas Donizete (PSB), completamente na contramão das projeções científicas que atestam um acirramento da crise do COVID-19 para as próximas semanas, anuncia nesta segunda-feira 27/04 a flexibilização gradual do isolamento social com a abertura de parte do comércio e dos serviços, não essenciais, a partir de 4 de maio de 2020.

Esta decisão do prefeito de Campinas necessita de aprovação da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.  O Governador Dória estipulou, com condições, a reabertura gradual das atividades sociais e comerciais de SP a partir de 11 de maio.

Claramente pressionado pelo comércio local que aposta no Dia das Mães para recuperar as vendas abaladas pela pandemia do Coronavírus, Jonas Donizete prefere arriscar vidas a contrariar os interesses econômicos da cidade.

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) manifesta-se contra esta decisão do prefeito de Campinas, pois expõe a população e os trabalhadores do comércio e serviços a riscos evitáveis de contaminação e disseminação do COVID-19 na cidade e região.

Vidas importam!

Confira o Plano de Monitoramento da Pandemia de Covid-19 em Campinas e Flexibilização do Distanciamento Social organizado pelo prefeito.

porFernanda de Freitas

Atendimento ao público suspenso na sede do STU

Comunicamos a toda comunidade a decisão de dispensa dos funcionários do STU em consonância com a medida preventiva de isolamento social, indicada pelos órgãos nacionais e internacionais de saúde.
O objetivo é evitar aglomeração em nossa sede e a possível propagação do Coronavírus (Covid-19) no campus.
Recomendamos que fiquem atentos aos comunicados do STU, divulgados no site e Facebook, e tomem as devidas precauções de higiene e limpeza.
A diretoria funcionará em plantão nesse período e em breve informaremos as formas alternativas para contatar o sindicato.

porRafael Jorge

Nota do STU sobre medidas da administração sobre CORONAVIRÚS – COVID-19

Na quinta-feira (12), a reitoria da Unicamp divulgou nota informando a decisão da Unicamp sobre a suspensão das atividades na universidade que geram aglomerações, incluindo aulas e eventos. Apesar de não ter feito um debate mais amplo com a comunidade para criação um plano com as entidades representativas, a direção do STU considera a decisão corajosa e acertada, principalmente num momento de hesitação e subestimação do problema que vem marcando as ações do governo Dória e Bolsonaro. Tanto foi correta a decisão, que mesmo após fazer críticas, o governo Dória teve que tomar decisões no mesmo teor e a medida também se estendeu para USP e UNESP.

É evidente que após ter inicio na China e se estender por vários países, a contaminação ainda está em curso e vem se amplificando. Lidar com a doença após a epidemia instalada, torna muito mais difícil o seu combate obrigando-nos tratar as consequências e estrangulando os Sistemas de saúde. Por isso a prevenção é o melhor remédio.

Apesar de considerar correta a medida no seu conteúdo, para o STU, é preciso fazer algumas considerações que são muito importantes na prevenção de toda população da Unicamp e que podem e devem influenciar também as políticas para a cidade. Vejamos:

1- Deixar à critério das Unidades de ensino e administrativas a decisão sobre o que deve ou não funcionar nesse período, foi uma medida prudente, mas a reitoria permitiu decisões interpretativas, sem uma clareza técnica, mantendo a continuidade da vulnerabilidade para os trabalhadores devido à decisões que não atendem a medida de redução do contato. É grande a reclamação de trabalhadores que não deveriam compor equipes de contingência e não foram dispensados para continuidade de serviços que não são essenciais ou que poderiam ser realizados de maneira remota;

2- Pela Unicamp circulam cerca de quinze mil trabalhadores, incluindo técnicos administrativos, docentes, pesquisadores, FUNCAMP e demais terceirizados, principalmente os trabalhadores mais pobres utilizam o sistema de transporte público da cidade, que é congestionado e não possui as condições de higiene e limpeza necessárias. Quando se discute aglomeração esses trabalhadores não frequentam, em sua maioria, os espaços de aglomeração ligados aos grandes eventos, mas tem uma enorme chance de se contaminar nesse transporte coletivo;

3- É necessário que se aprofunde a prevenção, reduzindo ao máximo os espaços de aglomeração, incluindo aí os serviços de creche da universidade, mas é também necessário discutir apoio e proteção aos trabalhadores da área de saúde da Unicamp, que, caso a epidemia se alastre, terão papel fundamental para a cidade e para região. Esses trabalhadores precisam atuar com a tranquilidade que suas famílias estarão em segurança e todas as condições de trabalho garantidas para que o risco de contaminação seja o menor possível;

4- Os trabalhadores que se enquadram no grupo de risco devem ser proibidos de compor equipes de contingenciamento presencial para evitar a possibilidade de contaminação com risco de morte.

Diante disso o STU solicita em caráter de urgência reunião com a reitoria para uma discussão sobre as medidas anunciadas, buscando contribuir com uma política de proteção e preservação da vida e da saúde de todos.

poradmin

CRs APRECIAM AS TESES DO XIV CONGRESSO DOS TRABALHADORES DA UNICAMP- 2019.

Em reunião ordinária do CR, Conselho de Representantes do STU, realizada no dia 17/10 representantes de algumas chapas apresentaram suas teses.
Dentro do regulamento as chapas tiveram 15 minutos para suas exposições e depois mais 15 para serem sabatinados.
Temas como fim da proporcionalidade, eleições majoritárias, luta contra os ataques as Universidades, comunicação e fortalecimento sindical foram uma das pautas apresentadas.
As teses estão sendo apresentadas nas reuniões setoriais junto com a eleição dos delegados que representarão as Unidades no congresso.
O XIV Congresso dos Trabalhadores do STU será realizado entre os dias 29 e 30 de Novembro de 2019 na nova sede do STU.

porRafael Jorge

Discurso do STU em Assembleia Universitária

Veja o discurso realizado pela direção do STU na Assembleia Universitária no dia 15 de outubro.

Além de defesa da autonomia universitária, discurso aborda problemas enfrentados pela categoria dos técnicos administrativos e aponta erros das gestões e caminhos para a construção de uma universidade pública, gratuita, inclusiva e socialmente referenciada.

Em nome do STU queremos cumprimentar toda a comunidade presente e saudar essa Assembleia Universitária histórica, reafirmando o nosso compromisso com a universidade pública, gratuita, inclusiva e socialmente referenciada.

A autonomia das universidades paulistas é uma conquista que teve início em um processo de mobilização e greve que culminou com do decreto de 1989.

O STU tem orgulho de participar de todas as lutas que ao longo desses 30 anos de existência da autonomia nos fez mais fortes. Todos os ataques à autonomia foram respondidos à altura. Foi a mobilização das comunidades da USP, Unicamp e UNESP que fez aumentar os recursos orçamentários por duas vezes. Foi a mobilização que barrou os decretos do Serra que feriam de morte a autonomia. 

Quando os acordos não passaram pelo processo de mobilização o resultado é que as universidades tomaram um “passa-moleque” do governador, como aconteceu com Limeira. Até hoje não recebemos os 0,005 a mais na arrecadação.

O STU também se orgulha de ser a primeira entidade do campus a pautar a discussão das cotas raciais e apontar que a política de inclusão, além de ser um instrumento de justiça social, serviria também para fortalecer a universidade pública e a democracia.

Hoje estamos aqui mais uma vez para defender a AUTONOMIA.  Uma política ultra neoliberal e fundamentalista, vitoriosa nas últimas eleições, quer limitar a universidade na sua capacidade de pensar e produzir conhecimento. O desejo deles é amordaçar as universidades para que não sejam instrumentos de liberdade, compromisso social e defesa da soberania do nosso país. 

Esse é o papel que a CPI da ALESP cumpre quando ataca a autonomia da Unicamp, USP e UNESP.

Seguiremos resistindo! Essa assembleia cumpre o papel importante de juntar a comunidade da Unicamp para somar forças contra os ataques. Para sobreviver precisamos ser fortes e estar unidos enquanto comunidade. É preciso também contagiar a USP e UNESP com esse espírito.

Mas precisamos ir além de nós. A Unicamp, assim como a USP e UNESP, é força motora no nosso Estado na produção do conhecimento, da ciência e da tecnologia. São instituições que impulsionam o desenvolvimento intelectual, cultural e econômico da sociedade. Prestam serviços relevantes à sociedade, como no caso da área de saúde da Unicamp. Por isso nosso diálogo com a sociedade tem que ser ampliado.

O STU é uma entidade sindical que defende a universidade pública e os trabalhadores da Unicamp. Tem compromisso com a autonomia e entende que é no ambiente de diálogo e tensão que avançamos. Por isso a autonomia tem que ser fonte de ampliação da democracia.

Nossas lutas permitiram conquistas políticas e econômicas importantes ao longo desses trinta anos de autonomia. 

É necessário reafirmar que uma universidade de qualidade se faz respeitando e reconhecendo o valor de seus trabalhadores, sejam eles técnicos administrativos ou docentes;

Ao longo dos anos de autonomia temos combatido a política de precarização e terceirização do trabalho, reafirmando a defesa do concurso público. A Unicamp foi das instituições públicas a pioneira nos processos de terceirização.  

Temos convicção que esse processo dividiu e enfraqueceu os trabalhadores. Enfraqueceu também a Unicamp que ficou mais elitizada.

Nesse momento há a possibilidade de cerca de 300 trabalhadores da área de alimentação serem demitidos por causa do questionamento do Contrato de Gestão da Fundação com a Unicamp. É preciso lutar para garantir o respeito a esses trabalhadores e seus empregos – que é o instrumento de sustento de suas famílias.

Acabamos, também, de passar por um processo avaliatório com muitos descontentamentos, onde predominou um viés individualista e tecnocrata do processo de trabalho. O STU ao longo de sua história tem apontado que a construção coletiva do trabalho deve pautar os processos de avaliação e de construção da gestão, buscando fortalecer a instituição pública. As sucessivas reitorias apostam no controle de gestão como instrumento de poder e se recusam a colocar o conjunto dos trabalhadores como parte efetiva da construção da universidade. Por isso as nossas carreiras são tratadas como carreira da gestão e não da instituição.

Isso também vale para os espaços de participação na Universidade. Nossa representação é reduzida e não expressa o papel e a importância dos técnicos administrativos e dos estudantes. Lutamos e precisamos da Paridade para que o equilíbrio sirva para fortalecer a democracia e a autonomia, observando inclusive a presença e representação externa.

Temos muitas questões a levantar. São parte da nossa pauta – seguiremos lutando por elas. Mas não vemos nessas lutas e pautas nenhuma contradição com a defesa da Autonomia. A autonomia e a democracia devem caminhar com a defesa da Universidade pública. Ela – a autonomia – não deve ser fonte de privilégios e sim de compromisso social para caminharmos para uma sociedade mais justa.

porRafael Jorge

Nota de repúdio à demissão do trabalhador Sidney Alex da Silva

A direção do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp repudia demissão do trabalhador Sidney Alex da Silva. Funcionário contratado pela Funcamp, trabalha na creche e foi demitido por justa causa sob alegação de insubordinação e indisciplina no dia de hoje (18).  Alex foi protagonista de uma fala na Assembleia Universitária contra a demissão de 330 funcionários terceirizados que pode ocorrer nas próximas semanas. 

O STU interpreta essa demissão como perseguição política com o intuito de desmobilizar e coagir os trabalhadores que queiram participar da luta pela garantia dos seus direitos trabalhistas.

Pontuamos que um espaço democrático universitário não pode tolerar esse tipo de coação e intimidação aos trabalhadores representados na figura do companheiro Sidney e exigimos a sua reintegração.

Para além, repudiamos toda a forma de precarização do trabalho sacramentada no processo de terceirização e cobramos da gestão de Marcelo Knobel que se responsabilize pelo ato de assédio imposto ao trabalhador.

poradmin

Unicamp vota moção em Assembleia Histórica

O documento, dirigido à sociedade, criado coletivamente pela Reitoria, STU, Adunicamp, DCE e APG, fala sobre a defesa da ciência, da educação e da autonomia universitária. Leia na íntegra a Moção aprovada.

MOÇÃO DA UNICAMP À SOCIEDADE

15/10/2019

momento da votação

A comunidade acadêmica da Unicamp manifesta sua indignação diante dos reiterados ataques contra a educação e a ciência perpetrados no Brasil nos últimos meses, e conclama a sociedade a unir-se em defesa da universidade pública gratuita, laica, socialmente referenciada e de qualidade.

Neste momento preocupante da história nacional, caracterizado por uma crise econômica e política sem precedentes, é vital que as universidades públicas reafirmem seu valor e ressaltem a importância da autonomia para o cumprimento de sua missão.

Como se sabe, a missão primordial de universidades como a Unicamp, mantidas com recursos provenientes de impostos, consiste em formar pessoas altamente qualificadas, desenvolver pesquisas de impacto e colocar o conhecimento que produzem à disposição da sociedade por meio de atividades de extensão e assistência.

Ao mesmo tempo, espera-se das universidades públicas que acompanhem as transformações acadêmicas, científicas, tecnológicas, sociais e culturais do mundo contemporâneo, buscando formas de promover a diversidade e a inclusão social em suas comunidades, de ampliar a transparência de seus processos e de atender aos objetivos de desenvolvimento sustentável.

Nada disso é possível sem que se observe o princípio da autonomia, garantido às universidades públicas pelo artigo 207 da Constituição Federal de 1988. Atentar contra a autonomia significa impedi-las de fazer suas próprias escolhas, fundamentais para a criação e manutenção de um ambiente estimulante, desafiador, criativo, dinâmico e, sobretudo, de respeito às pessoas e à diversidade de opiniões.

Os obstáculos que têm sido impostos às universidades públicas – seja por meio de cortes orçamentários diretos, diminuição dos recursos direcionados às agências de fomento ou pressões de natureza econômica, ideológica ou social – colocam em risco a estrutura do sistema nacional de ciência, tecnologia, inovação e ensino, deixando o país sujeito ao retrocesso e ao obscurantismo.

Os argumentos nos quais se baseiam os ataques recentes, fortemente marcados pelo anti-intelectualismo e por um profundo desprezo pelo conhecimento científico, revelam uma visão equivocada da função da educação superior e da ciência. Os recursos de que as universidades públicas necessitam para realizar suas atividades-fim não podem jamais ser encarados como um custo para o Estado, mas sim como um investimento no futuro do país.

No Brasil, assim como em todos os países desenvolvidos, a pesquisa nas universidades é financiada majoritariamente pelo Estado, por meio de suas agências de fomento. Interromper o fluxo de recursos para essas instituições constitui um equívoco que impedirá o país de enfrentar e resolver os grandes desafios sociais e econômicos que se apresentam.

Da mesma forma, as críticas a áreas específicas, como as humanidades e as artes, demonstram uma ignorância absoluta do papel fundamental que a busca por conhecimento exerce no desenvolvimento do pensamento crítico e criativo, bem como na formulação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social, à redução das desigualdades e ao respeito à diversidade.

Diante de tudo isso, cabe à Unicamp unir-se às demais instituições que buscam reagir às investidas contra as universidades públicas e, por conseguinte, ao violento processo de desmonte dos sistemas nacionais de educação superior e de ciência, tecnologia e inovação.

A comunidade acadêmica da Unicamp reafirma, aqui, o seu compromisso com a defesa das liberdades de cátedra e de livre organização associativa e estudantil. É preciso, neste momento, zelar pelo patrimônio inestimável que as universidades públicas representam para o Brasil. Urge uma consistente mobilização para evitar que os frutos de tantos anos de investimento de toda a sociedade sejam colocados em risco por uma política que ignora tanto o passado, quanto o presente, e ainda ameaça o futuro do país. A isso, é preciso reagir!

porFernanda de Freitas

XIV Congresso: Prazo de Entrega do Resumo de Tese

Orientações para entrega do resumo de tese do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

 
porRafael Jorge

Nota de repudio à prisão arbitrária e repressiva dos estudantes e servidores da USP

Nota de repudio à prisão arbitrária e repressiva dos estudantes e servidores da USP

O STU repudia a prisão arbitrária e repressiva dos estudantes e servidores da USP durante a Greve Geral ocorrida na sexta-feira do dia 14 de junho. Arbitrária por não haver indícios ou elementos que apontassem atos imputáveis de crime por parte dos manifestantes e repressiva por coibir o direito de livre manifestação constrangendo e criando terror estatal através da truculência. O direito à liberdade de expressão e livre manifestação é fundamental em uma sociedade democrática e justa. Esse episódio demonstra a truculência e autoritarismo do governo Dória. Não preservar esse direito leva a construção de uma sociedade baseada no medo, de pensamento único, remontando à situações que levaram outras sociedades em direção à um Estado Fascista e, para que isso não ocorra em nosso país, exprimimos nosso repúdio ao fato ocorrido. Em que pese a libertação de parte dos manifestantes na tarde de sábado (15), a reclusão dos mesmos, para além do constrangimento, os impediu de exercer seus direitos de cidadãos de se manifestarem. Por isso reafirmamos nosso repúdio e pedimos a imediata libertação dos 3 manifestantes ainda em cárcere.

porRafael Jorge

Mais uma vitória contra o corte das GR’s

GRATIFIÇÃO DE REPRESENTAÇÃO – GR – DOS TRABALHADORES

O STU conseguiu mais uma vitória essa semana no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região no julgamento do processo nº 0012719-17.2017.5.15.0053 que trata da Gratificação de Representação suprimida dos trabalhadores celetistas, que havia sido reconhecida em decisão anterior.
No julgamento ocorrido no último dia 30 de abril, a 6ª Câmara acatou os embargos de declaração do STU e determinou o pagamento dos honorários.
Já em relação aos embargos de declaração da UNICAMP, os julgadores, além de rejeitar o pedido, determinaram a aplicação de multa, em textual: “De efeito, claramente se verifica que a embargante tenta protelar o desfecho do processo, enumerando defeitos inexistentes e tentando renovar temas elucidados na decisão, motivo pelo qual a declaro litigante de má-fé, enquadrando-a na capitulação do Artigo 1026, § 2º, Código de Processo Civil.”
Segundo o advogado do STU, Dr. Ricardo Sobral, “foi mais uma importante etapa vencida pelos trabalhadores, no sentido do reconhecimento da ilegalidade da UNICAMP em reduzir unilateralmente a remuneração do seu quadro no exercício de funções gratificas.”
A decisão é de 2ª instância e ainda cabe recurso, mas que deve se limitar ao enfrentamento de teses jurídicas, não sendo permitida a reanálise de fatos e provas.

porRafael Jorge

Assembleia encaminha paralisação e ato contra reforma da previdência no dia 22/03

Os trabalhadores da Unicamp decidiram na assembleia de terça-feira (19), paralisação amanhã (22) para participação no Ato contra o fim das aposentadorias e da seguridade social.
Nesse momento, independente de seu posicionamento político, é crucial se manifestar contra a essa reforma que dificulta a aposentadoria para os trabalhadores e não tira os privilégios dos militares e marajás!

Propostas cruéis
Propostas que não atingem os militares, criam dificuldades para a aposentadoria dos trabalhadores e aumentam o tempo mínimo de contribuição para atingir a aposentadoria integral. entre os pontos estão:

  • Criação de idade mínima para aposentadoria de 65 anos para homens e 60 para as mulheres independente do tempo de contribuição;
  • Contribuição mínima que era de 35 anos passa à 40 anos para atingir a aposentadoria integral;
  • Idade mínima de 60 anos para aposentadoria dos trabalhadores rurais de ambos os sexos;
  • Alteração do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que hoje garante um salário mínimo ao idoso de baixa renda a partir dos 65 anos, passa para 70 anos e, antes disso, o idoso recebe apenas R$ 400,00;
  • Retira a regra de atualização do valor da aposentadoria que garante correção de no mínimo o valor da inflação vigente;

Vamos barrar essa reforma, participe das atividades e mostre ao governo que você não será o pato da vez!!!

Atividades dia 22/03, sexta-feira

  • 09h – Concentração no CB e saída para panfletagem no centro
  • 10h – Largo do Rosário – Ato da Educação (Apeoesp, Sinpro, Adunicamp, STU)
  • 16h30 – Concentração para Ato e panfletagem nos terminais de ônibus e rua 13 de março
  • 18h – Largo do Rosário – Ato contra a reforma da previdência
porRafael Jorge

Cursinho Popular do STU – Inscrições abertas!

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo do Cursinho Popular do STU – 2019

O prazo de inscrições vai de 21/01 e 17/02/19. Para concorrer basta preencher o formulário online, a ser divulgado no endereço www.facebook.com/Cursinho.STU, ou comparecer pessoalmente na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp – STU.

Podem participar do Processo servidores(as) e funcionários(as) Funcamp/terceirizados(as), seus dependentes e também a comunidade externa. A seleção levará em conta critérios socioeconômicos e de cotas raciais.

Os(As) selecionados(as) serão comunicados(as) por telefone ou email e deverão apresentar os documentos que comprovem o que foi informado no formulário, de 18/02 a 01/03.

A confirmação das matrículas ocorrerá de 07/03 a 10/03. As aulas começarão em 11/03 e acontecerão de segunda a sexta-feira, das 19h as 22h, em local a ser definido, dentro da Unicamp. Aguardamos vocês !!!

Observação : não oferecemos curso online.

porFernanda de Freitas

Centrais sindicais divulgam nota de repúdio a Bolsonaro

O repúdio a candidatura Bolsonaro fez com que as Centrais Sindicais se pronunciassem. Em nota, intitulada “Sindicalistas contra o projeto fascista de Bolsonaro”, seis centrais classificam Bolsonaro como “anti-trabalhadores” e repudia o candidato do PSL “por sua postura antidemocrática, intolerante com minorias, que faz apologia da violência, e pela sua conivência com práticas repugnantes, como a defesa de torturadores”. A nota é assinada pela CSP-Conlutas, Força Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), CSB, Nova Central e Intersindical.

Leia a íntegra da nota das centrais sindicais:

 

“Sindicalistas contra o projeto fascista de Bolsonaro

Nós, sindicalistas brasileiros, das mais variadas tendências, que apoiamos candidatos de diversos partidos na próxima eleição presidencial, repudiamos o candidato Jair Bolsonaro.

Repudiamos por sua já conhecida postura contra a organização sindical, portanto, anti-trabalhadores, por sua postura antidemocrática, intolerante com minorias, que faz apologia da violência, e pela sua conivência com práticas repugnantes, como a defesa de torturadores.

O horizonte que ele nos apresenta é de um país marcado pela exploração do trabalhador, pela violência, pelo racismo, pela discriminação, pela repressão, pela dilapidação do patrimônio nacional, pelo desrespeito aos direitos humanos e pelo desrespeito aos direitos democráticos, garantidos na constituição, e ameaça de retorno a ditadura militar.

E nossa luta, como sindicalistas, é justamente o oposto disso: queremos um país com geração de empregos, trabalhadores valorizados e com poder aquisitivo, com licença-maternidade, férias, décimo-terceiro salário, com a PEC das domésticas, com aposentadoria e respeito aos aposentados, valorização dos servidores públicos, um país marcado pela convivência pacífica e produtiva entre pessoas das mais diversas raças, origens, gêneros e culturas, queremos um Estado laico e, sobretudo, respeito aos direitos sociais e democráticos garantidos pela Constituição e à soberania nacional.

Por eleições democráticas e por dias melhores para o Brasil, conclamamos a que todos digam não a Bolsonaro!

São Paulo, 22 de setembro de 2018

 

Miguel Torres, Presidente interino da Força Sindical

João Carlos Gonçalves, Juruna, Secretário Geral da Força Sindical

Adilson Araújo, Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

Wagner Gomes, Secretário Geral da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

José Avelino Pereira, Chinelo, Presidente interino da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)

Álvaro Egea, Secretário Geral da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)

José Calixto Ramos, Presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)

Moacyr Auersvald, Secretário Geral da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)

Edson Índio, Secretário Geral da Intersindical

Nilza Pereira, da Direção Nacional da Intersindical

Atnagoras Lopes, da Secretaria Executiva Nacional da CSP-CONLUTAS

Joaninha de Oliveira, secretaria Executiva Nacional da CSP-CONLUTAS”

porFernanda de Freitas

Cursinho Popular do STU: as inscrições já estão abertas

Estão abertas as inscrições para o segundo semestre do Cursinho Popular do STU!
Quem tiver interesse em participar do processo seletivo deverá preencher o formulário em “https://goo.gl/forms/CPsMr3aPKInWhJU22“, entre os dias 16 e 23/07/2018 ou preencher a ficha de inscrição pessoalmente na sede do STU, no mesmo período, exceto no final de semana.
Os nomes dos(as) selecionados(as) serão divulgados a partir do dia 24/07 nos sites www.stu.org.br e www.facebook.com/Cursinho.STU, além de serem comunicados por e-mail ou WhatsApp.
Poderão se inscrever tanto servidores da Unicamp e seus dependentes, quanto funcionários terceirizados e seus dependentes e a própria comunidade externa.
Os (as) candidatos(as) deverão estar cursando o último ano do ensino médio ou já o terem concluído.
As matrículas ficam condicionadas a apresentação da documentação que confirma os dados informados no formulário.
As aulas serão presenciais, de segunda a sexta-feira, das 19 às 22h, dentro da Unicamp. O início do segundo semestre está marcado para o dia 30/07.
Ressaltamos que os(as) alunos(as) já matriculados(as) anteriormente não precisam fazer inscrições novamente.
porRafael Jorge

CSP-Conlutas e entidades sindicais assinam moção de repudio à truculência da Reitoria da Unicamp

Moção de  repúdio  à  truculência  da  Reitoria  da  Unicamp

Após  mais  de  40  dias  em  greve,  a  Reitoria  da  Unicamp  não  apresenta  uma  proposta  que  dialogue  com a  pauta  do  movimento.  Já  faz  dias  que o  STU  está  aguardando  na  sala  de  espera  do  prédio  da  Reitoria por  uma  reunião  proposta  pelo  Reitor  e  que  ainda  não  aconteceu.

Além  do  avanço  nas  negociações  a categoria  quer  a  retirada  do  corte  de  ponto  que  ataca  diretamente  o  sustento  das  famílias  de  400 funcionários.   Usando  de  retórica,  a  reitoria  diz  que  mantém  o  diálogo  aberto.  No  entanto,  não  apresenta  nenhuma proposta  concreta  diante  das  diversas  tentativas  dos  trabalhadores  técnico-administrativos.

Frente  a  este  cenário,  os  trabalhadores  decidiram  manter  um  grupo  na  Reitoria  para  aguardar  a negociação. Como  resposta  à  tentativa  de  acordo  por  parte  dos  trabalhadores,  a  Reitoria  ordenou  que  seus vigilantes  impedissem  o  acesso  dos  manifestantes  ao  prédio.

Com  isso,  um  dos  seguranças  de maneira  brutal  e  covarde,  agarrou  uma  idosa  de  62  anos  pelo  braço,  causando-lhe  ferimentos  e  a arremessou  com  força,  deixando-a  caída  no  chão.

Frente  a  este  fato, a  CSP-Conlutas  repudia  veementemente  tamanha  violência  e  exige  que  a  Reitoria da  Unicamp  abra  diálogo  com  os  trabalhadores  no  campo  do  respeito  e  compromisso  com  aqueles  que entregam  suas  vidas  à  Universidade.

 

Assinam:

  1. CSP-CONLUTAS – CENTRAL SINDICAL E POPULAR*
  2. SINDICATO DOS METALURGICOS  DE SÃO  JOSÉ DOS  CAMPOS  E  REGIÃO/SP
  3. SINDICATO DOS TRABALHADORES  MUNICIPAIS  DE  BAYEUX/PB
  4. SINDICATO DOS TRABALHADORES  EM  TRANSPORTE  RODOVIÁRIO  DO  CEARÁ
  5. SINDICATO DOS SERVIDORES  PÚBLICOS  MUNICIPAIS  DE  JUAZEIRO  DO NORTE/CE
  6. SINDICATO DOS TRABALHADORES  NA INDÚSTRIA  DE  CONFECÇÃO FEMININA  DE FORTALEZA/CE
  7. SINDICATO DOS ODONTOLOGISTAS DO ESTADO  DO  CEARÁ
  8. SINDICATO DOS SERVIDORES  DO PODER  JUDICIÁRIO FEDERAL  DO ESTADO  DE MATO  GROSSO
  9. SINDICATO DOS COMERCIÁRIOS  DE NOVA  IGUAÇU/RJ
  10. SINDICATO DOS TRAB. NO SERVIÇO  PÚBLICO  MUNICIPAL DE LIMOEIRO  DO  NORTE-CE
  11. SINDICATO DOS  SERVIDORES  PÚBLICOS  MUNICIPAIS  DE  JAGUARUANA-CE
  12. SINDICATO DOS SERVIDORES  DO PODER  JUDICIÁRIO FEDERAL  EM  ALAGOAS
  13. SINDICATO DOS TRAB NAS  EMPRESAS  DE  TRANSP. RODOV DE  PASSAG. INTERMUN.  EST. CE
  14. SINDICATO DOS TRABALHADORES  DO JUDICIÁRIO FEDERAL NO  ESTADO  DE SÃO PAULO
  15. SINDICATO DOS TRAB. NA EMPRESA DE CORREIOS  E TELÉGRAFOS  DO  VALE  DO PARAIBA/SP
  16. SINDICATO DOS TRABALHADORES  DO JUDICIÁRIO FEDERAL E  MPU  NO MARANHAO
  17. SINDICATO DOS TRAB. NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO  E  DO MOBILIARIO  DE  BELEM-PA
  18. SINDICATO DOS AGENTES  MUNICIPAIS  DE  TRÂNSITO  DA  REGIÃO  DO  CARIRI/CE
  19. SINDICATO MUNICIPAL DOS PROFISSIONAIS  DE ENSINO  DA REDE OFICIAL DO  RECIFE/PE
  20. SINDICATO DOS TRAB. DA UNIVERSIDADE  FEDERAL  RURAL/RJ
  21. SINDICATO DOS TRAB. DA  EMPRESA DE CORREIOS  E TELEGRAFOS  E  SIMIL.  DE PERNAMBUCO
  22. SINDICATO DOS TRAB. DA  EMPRESA DE CORREIOS  E TELEGRAFOS  E  SIMIL.  DA PARAÍBA 23.  SINDICATO DOS  MUNICIPÁRIOS  DE STA  BARBARA  DO SUL/RS
  23. SINDICATO DOS TRAB. DO  REFLORESTAMENTO,  CARVOAMENTO  E  BENEFIC. DE  MADEIRA/BA
  24. SINDICATO DOS  EMPREG. EM ESTABELECIMENTOS  BANCÁRIOS  DE BAURU  E  REGIÃO
  25. SINDICATO DOS TRAB. EM PROCESSAMENTO DE  DADOS  NO ESTADO  DO  RIO  GRANDE DO SUL
  26. SINDICATO DOS EMPREGADOS  NO COMERCIO  DE PASSO FUNDO/RS
  27. SINDICATO DOS TRABALHADORES  NAS  INDUSTIAS  METALÚRGICAS DE  NOVA  FRIBURGO/RJ
  28. SINDICATO DOS TRAB. NAS  IND. DE  CIMENTO,  CAL,  GESSO E CERÂMICA DO MUNIC.  DE ARACAJÚ/SE
  29. SINDICATO DOS TRABALHADORES  NAS  INDÚSTRIAS  URBANAS DO  ESTADO  DE  GOIÁS
  30. SINDICATO DOS TRAB. NOS  TRANSPORTES  COLETIVOS  DE GOIÂNIA  E  REGIÃO  METROPOLITANA/GO
  31. SINDICATO DOS EMPREGADOS  DA PREFEITURA  MUNICIPAL  DE PASSOS  DE MINAS/MG
  32. SINDICATO DOS SERVIDORES  PUBLICOS  MUNICIPAIS  DE  FORTALEZA DE MINAS/MG
  33. SINDICATO DOS SERVIDORES  DO QUADRO ESPECIAL DA  SARH  –  SINDCAIXA/RS
  34. SINDICATO DOS TRABALHADORES  NO  TRANSPORTE  ALTERNATIVO  –  GO
  35. SINDICATO DOS TRABALHADORES  EM  SERVIÇOS  DE SAÚDE DE FORMIGA/MG
  36. ASSOCIAÇÃO  DOS  DOCENTES  DA UNESP/SP
  37. SINDICATO DOS SERVIDORES  PÚBLICOS  MUNICIPAIS  DE  ESPLANADA/BA
  38. SINDICATO DOS SERVIDORES  PÚBLICOS  MUNICIPAIS  DE  ENTRE  RIOS/BA
  39. SINDICATO DOS PETROLEIROS  DE SERGIPE  E ALAGOAS
  40. FEDERAÇÃO SINDICAL E DEMOC.  DOS  TRAB. NAS  IND.  METALÚRGICAS  DE MINAS  GERAIS
  41. SINDICATO DOS CERAMISTAS  DE MONTE  CARMELO/MG
  42. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE PIRAPORA/MG
  43. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE ITAJUBÁ  E  REGIÃO/MG
  44. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE OURO PRETO/MG
  45. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE ITAÚNA/MG
  46. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE DIVINÓPOLIS/MG
  47. SINDICATO DOS  METALÚRGICOS  DE TRÊS  MARIAS/MG
  48. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE  GOVERNADOR  VALADARES/MG
  49. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE VÁRZEA DA PALMA/MG
  50. SIND. PROF  ENFERM  E  EMPREG  EM HOSP,  C. DE  SAÚDE,  DUCH. E  MASSAG. DE  DIVINÓPOLIS/MG
  51. SINDICATO DOS EMPREGADOS  EM ESTABELECIMENTOS  DE SAÚDE DE BH  E  REGIÃO/MG
  52. SINDICATO DOS  EMPREGADOS  EM ESTABELECIMENTOS  DE SAÚDE DE ITAJUBÁ  E  REGIÃO/MG
  53. SINDICATO METABASE DOS INCONFIDENTES/MG
  54. SINDICATO DOS TRABALHADORES  EM  EDUCAÇÃO  DE DIVINÓPOLIS/MG
  55. SINDICATO DOS SERVIDORES  PÚBLICOS  DE MONTE CARMELO/MG
  56. SINDICATO DOS  SERVIDORES  PÚBLICOS  DE  BETIM/MG
  57. SINDICATO DOS TRAB EMPRESAS  DE ASSESSOR, PESQ, PERÍCIAS  E INFORM.  –  SINTAPPI-MG
  58. SINDICATO DOS TRAB;  EM EDUCAÇÃO  DA  REDE PÚBLICA  MUNICIPAL  DE  BELO  HORIZONTE/MG
  59. ANEL – ASSEMBLEIA  NACIONAL  DE ESTUDANTES  –  LIVRE
  60. ADMAP – ASSOCIAÇÃO DEMOCRÁTICA DOS  APOSENTADOS  E  PENS.  DO  VALE DO PARAÍBA/SP