Categoria Boletim

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Hoje é dia de paralisação! Plenária de Mobilização será às 9h, no CB, e ato às 14h, no Consu!

Hoje tem Plenária de Mobilização das 9h às 12h, no Ciclo Básico. Ato no Consu será realizado a partir das 14h e reunião entre o STU e a reitoria será às 14h30.

Hoje é dia de reunião de negociação com a reitoria e os trabalhadores da Unicamp paralisam as atividades para acompanhar os desdobramentos. Na última reunião (19 de maio), o reitor José Tadeu Jorge apresentou uma proposta de metodologia para discutir a efetivação da isonomia.
Em assembleia, os trabalhadores deliberaram pela participação do STU na reunião de hoje, na qual será discutida esta questão. Os trabalhadores propõem que a definição sobre a efetivação da isonomia se dê a partir da confirmação da arrecadação de R$ 91,5 bilhões e antes do mês de setembro.
A isonomia já está atrasada há um ano e os trabalhadores não aceitam mais nenhuma desculpa. A reunião com a reitoria será às 14h30. Pela manhã, das 9h às 12h, faremos uma Plenária de Mobilização para organizar nossa participação no dia da Nacional de Paralisação (rumo à greve geral), 29 de maio.

Acolhimento Infantil

Filhos e filhas de servidores que participarão da paralisação serão acolhidos na Escola de Educação Infantil Barãozinho, das 8 às 17 horas (Rua Dr. Ruy Vicente de Mello, 532 – Barão Geraldo). Informar que a criança participa da parceria de acolhimento com o STU, levar documentos do responsável e da criança, e mamadeira com leite se necessário.

 

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Entidades preparam paralisação para o dia 29 de maio

No dia 29 de maio, as centrais sindicais e os movimentos sociais construirão um dia nacional de paralisação contra a terceirização, o ajuste fiscal, em defesa dos direitos e da democracia. As entidades construirão atividades, paralisações e greves contra o conservadorismo no Congresso que tem atacado os direitos dos trabalhadores.
Na assembleia realizada no último dia 19 os trabalhadores da Unicamp aprovaram a participação na paralisação do dia 29.
O dia 29 de maio é um dia importante de unidade na luta contra as medidas que vêm sendo tomadas para garantir o pagamento de juros da dívida pública, enquanto os trabalhadores sofrem com o arrocho e ataques a seus direitos. Alguns desses ataques são as MPs 664 e 665 e o PL 4330 da terceirização.
Na plenária de mobilização que será realizada hoje às 9h, no CB, será debatida a participação do STU nesta luta em Campinas.
Nenhum direito a menos! Os trabalhadores não vão pagar pela crise!

Dia 28 as universidades federais entram em greve em defesa da educação pública

No dia 28 de maio, o Dia Nacional de Defesa da Educação, os professores das universidades federais entram em greve contra os cortes orçamentários e por melhores condições nas instituições públicas federais. É um momento importante em que mais professores dizem não à precarização do ensino público.

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Boletim do STU 029/2015

Baixe aqui Boletim 29/2015, de 21 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim_STU_029.02.pdf” language=”pt_BR”]

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Amanhã é dia de paralisação pela isonomia!

Na reunião do STU com o reitor José Tadeu Jorge, realizada no dia 19 de maio, foi encaminhada uma nova reunião para amanhã (22) onde terá continuidade o processo de negociação.
A última assembleia autorizou o STU a discutir com a reitoria propostas de implementação da isonomia, tendo como referência a antecipação dos valores e a horizonte da proposta de gatilho apresentada pela reitoria.
Neste dia, por deliberação da assembleia, faremos um ato com paralisação para acompanhar a reunião de negociação.
Segunda-feira vamos parar a Unicamp, novamente!
Sabemos que a mobilização é essencial para alcançarmos o direito à isonomia. Por isso, na segunda-feira (25), acontece nova Assembleia Geral para avaliarmos os desdobramentos da reunião de negociação aqui na Unicamp. Será às 10h, no CB.
Nossa paralisação também será por conta da reunião entre o F6 e o Cruesp que também será realizada nesta data.
É imprescindível a participação da categoria neste momento decisivo, pois vamos discutir os rumos da nossa mobilização.
Só a luta garante nossos direitos! Então, amanhã e segunda-feira a Unicamp vai parar pela isonomia!

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Assembleia indica continuidade da negociação da isonomia

Na sexta-feira (22) trabalhadores voltam a paralisar as atividades para acompanhar nova reunião com o reitor. Dia 25 (segunda-feira) tem outra paralisação, reunião com o Cruesp e assembleia geral na Unicamp às 10 horas, no CB.

A mobilização dos trabalhadores e o indicativo de greve foram fundamentais para a mudança de tom na discussão com a reitoria na reunião de ontem. A evidência da importância da mobilização é que o reitor iniciou a reunião com o mesmo argumento de que sem dinheiro não tem isonomia. Os trabalhadores presentes questionaram a falta de propostas concretas de Tadeu, mantendo apenas manifestações verbais de boa vontade.
Em assembleia realizada na tarde desta terça-feira, os trabalhadores aprovaram a participação do STU na discussão sobre o detalhamento da proposta apresentada pelo reitor, que acontece na próxima sexta-feira (22 de maio). Para acompanhar o debate e pressionar pelo avanço das negociações, a assembleia também aprovou nova paralisação no dia 22.
E no dia 25 (segunda-feira), quando acontece a terceira rodada de negociações entre Cruesp e Fórum das Seis, em São Paulo, mais uma vez a categoria vai paralisar as atividades. Nesse dia, às 10 horas, haverá assembleia geral, no CB.
Em relação à proposta de metodologia de discussão apresentada pelo reitor, os trabalhadores decidiram defender que a definição sobre a efetivação se dê a partir da confirmação da arrecadação de R$ 91,5 bilhões e antes do mês de setembro. Os representantes do STU ressaltaram que a efetivação da isonomia está atrasada desde o ano passado, conforme o calendário estabelecido pelo próprio reitor.

Parâmetros da proposta discutida com a reitoria

CENÁRIO 1 – A previsão de arrecadação da Aeplan é de R$ 92,5 bilhões em 2015. Se esse cenário se confirmar seria possível, de acordo com o reitor, garantir 1 referência para todos os servidores que não estão isonômicos.

CENÁRIO 2 – Se a arrecadação ficar acima de R$ 92,5 e abaixo de R$ 95,29 bilhões, será construído um escalonamento de implementação das 2 referências nos pisos para todos os servidores que não estão isonômicos.

CENÁRIO 3 – De acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias deste ano, a arrecadação do ICMS ficará em R$ 95,29 bilhões. Se isso se confirmar, segundo Tadeu, será efetivada a isonomia para todos os servidores que não estão isonômicos. (2 referências no piso e 1 para todos).

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Boletim 028/2015

Baixe aqui Boletim 28/2015, de 20 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim_028FINAL.pdf” language=”pt_BR”]

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É hoje! Paralisação da Unicamp em defesa da isonomia e contra o arrocho

Hoje na Unicamp os trabalhadores paralisam as atividades pelo reajuste salarial e a isonomia!
Pela manhã ocorre a reunião do STU com o reitor José Tadeu Jorge, e é importante que haja uma mobilização dos trabalhadores para que sejam atendidas as reivindicações. Por isso, vamos construir um ato no mesmo horário da reunião, às 10 horas, em frente ao Consu.
Às 13h30, assembleia geral no CB discute a greve caso o reitor não apresente uma proposta de isonomia que contemple os trabalhadores. Também será discutida a negociação da campanha salarial.
A próxima reunião entre o Fórum das Seis e o Cruesp ocorre dia 25 de maio. Até lá, as assembleias de base discutem os indicativos do Fórum.
 Acolhimento Infantil
Filhos e filhas de servidores que participarão da paralisação serão acolhidos na Escola de Educação Infantil Barãozinho, das 8 às 17 horas (Rua Dr. Ruy Vicente de Mello, 532 – Barão Geraldo). Informar que a criança participa da parceria de acolhimento com o STU, levar documentos do responsável e da criança, e mamadeira com leite se necessário.
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Boletim do STU 027/2015

Baixe aqui Boletim 27/2015, de 19 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/1-Boletim027.pdf” language=”pt_BR”]

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Pressão conjunta fez Cruesp se mexer e Alckmin recuar na redução do orçamento das universidades

Após pressão e mobilização dos trabalhadores da Unicamp, USP e Unesp no último dia 14, foi retirada do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016 a expressão que permitia a diminuição do repasse mensal de ICMs às universidades estaduais paulistas.
O governador Alckmin enviou à Assembleia Legislativa alteração ao PL 587/2015 retirando o termo “no máximo”  do trecho que dizia quanto o governo dever repassar do imposto para as universidades estaduais.
A retirada do termo “no máximo” é uma vitória da mobilização da categoria, que não aceitou calada mais um ataque à educação pública e à autonomia das universidades.
No entanto, o novo texto coloca que o repasse mensal deve “respeitar o percentual global de 9,57% da arrecadação do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)”. Ou seja, não foi incluída a expressão “no mínimo 9,57%”,como previsto hoje.
Há tempos as entidades apontam que o repasse atual não atende às necessidades para garantia de um ensino de qualidade, com pesquisa e extensão, e condições dignas de trabalho para os servidores destas instituições.
Na última reunião com o Cruesp o Fórum das Seis pautou a necessidade de cobrar o governador para que alterasse o texto da LDO. Os próprios reitores afirmaram que eram contra a iniciativa do governo e que iriam propor a alteração.
A luta continua pela incorporação das propostas do Fórum das Seis na LDO.
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Boletim do STU 026/2015

Baixe aqui Boletim 26/2015, de 18 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/2-BoletimdoSTU_18_05.pdf” language=”pt_BR”]

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19 de maio: a Unicamp vai parar

Na próxima terça-feira, dia 19/5, a partir das 10 horas, todos ao ato em frente ao Consu. Às 13h30, assembleia geral no CB.

Por conta da reunião com o reitor para discutir a efetivação da isonomia dos piso salariais com a USP, agendada para o dia 19 de maio, às 10 horas, após indicação da plenária de mobilização ocorrida na sexta-feira (15), a diretoria do STU decidiu alterar o horário da assembleia geral para 13h30, no CB.

Pela manhã vamos construir um ato em frente ao Consu, onde ocorrerá a reunião com José Tadeu Jorge solicitada pelo STU.

À tarde é importante que todos os trabalhadores compareçam à assembleia! Vamos discutir os indicativo de greve, a negociação da campanha salarial e a luta pela isonomia. Juntos somos mais fortes!

Acolhimento infantil

O espaço para acolher crianças filhas de servidores que participarão da paralisação amanhã será na Escola de Educação Infantil Barãozinho, das 8 às 17 horas (Rua Dr. Ruy Vicente de Mello, 532 – Barão Geraldo). Reserve sua vaga na Secretaria do STU. E não se esqueça de informar na escola que a criança participa da parceria de acolhimento com o STU. Levar documentos do responsável e da criança, e mamadeira com leite, se necessário.

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Fórum indica greve a partir de 1º de junho

Após a reunião com o Cruesp, no último dia 14 de maio, o Fórum das Seis indicou a realização de nova rodada de assembleias até o dia 22 para discutir uma contraproposta a ser levada aos reitores no dia 25 de maio (quando acontece a próxima rodada de negociações). O Fórum aponta ainda a possibilidade de iniciar uma nova greve unificada a partir do dia 1º de junho.

As entidades avaliaram que a proposta apresentada pelo Cruesp, de reajuste salarial em duas parcelas (4% em maio e 3,09% em outubro, aplicados ao 13º salário) não atende às reivindicações das categorias. A inflação aferida pelo Dieese é de 8,4% e os trabalhadores reivindicam ao menos 3% a título de reposição das perdas. O índice do Cruesp totaliza apenas 7,21% de recomposição salarial.

Os valores seriam integrados efetivamente aos salários nos contracheques de junho e novembro.

Além disso, a coordenação do Fórum reforça a importância de não descolar a questão salarial dos ataques à educação na atual conjuntura, em especial o projeto de lei do governador Geraldo Alckmin (PSDB) para a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2016. Alckmin quer alterar o repasse do ICMS-QPE para as universidades estaduais paulistas, indicando que este seja de “no máximo” 9,57%, índice que hoje é o mínimo que o Estado tem de investir na educação superior.

Os reitores informaram que vão defender um repasse de no mínimo 9,907% do total do produto da arrecadação do ICMS às instituições.

Em relação a este assunto, o Fórum enviou no dia 15 de maio documento aos deputados estaduais sobre a expansão das universidades estaduais, a necessidade de ampliar o financiamento e itens que deveriam estar na base de cálculo dos repasses.

Para intensificar a mobilização contra o desmonte das universidades e o arrocho salarial foi aprovada ainda a construção de um ato conjunto na Alesp, ainda sem data definida.

 

GTs sobre isonomia e aposentadoria

O Fórum das Seis voltou a cobrar a equiparação dos pisos salariais das três universidades. No último dia 15 foi enviado ofício ao Cruesp informando os nomes dos representantes das entidades para formação e instalação dos grupos de trabalho “Isonomia entre as três universidades” e “SPPREV/Aposentadoria/SPPrevcom”. Os GTs foram parte do acordo de encerramento da greve de 2014.

Representando a diretoria do STU foram indicados os diretores Marcílio Ventura e Diego Assis.

 

Plenária de mobilização referenda indicativo de greve proposto pelo Fórum das Seis

A assembleia desta terça-feira, dia 19/5, discutirá a greve, caso não haja uma proposta de isonomia que contemple os trabalhadores. Considerando, no entanto, importante o calendário do Fórum das Seis, que aponta para a unidade de professores, funcionários e estudantes na defesa da universidade pública.

Os trabalhadores da Unicamp acreditam ser importante a realização pelo Fórum das Seis de uma nova paralisação e ato unificado no dia 25 de maio, por ocasião da terceira ro­dada de negociação.

A plenária avaliou como um grande retrocesso a postura do reitor da USP, que levará ao Conselho Universitário daquela Universidade no dia 19 a proposta de reajuste apresentada pelo Cruesp, sem que tenham sido encerradas as negociações, uma vez que há nova reunião marcada para dia 25 de maio.

Os trabalhadores concordaram em manter a luta pelo reajuste salarial como centro da mobilização unifica­da e, na Unicamp, seguir cobrando a isonomia. Isso não implica em deixar de lado a pauta da LDO, que garante, de fato, que a universidade tenha au­tonomia e financiamento.

Em relação ao reajuste, os tra­balhadores indicaram que o Fórum apresente uma contraproposta que contemple os 8,4% (Dieese) em maio mais 3% para repor as perdas sala­riais em setembro (com impactos nos contracheques de junho e outubro).

A plenária indicou à diretoria do STU que realize a assembleia geral às 13h30, por conta da reunião com o reitor marcada para as 10 horas.

porFernanda de Freitas

Boletim do Fórum das Seis – 15/05/15

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 15 de Maio de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim-do-F6-15-maio-2015-1.pdf” language=”pt_BR”]

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Reunião com Cruesp não chega a acordo

Reitores ofereceram 4% para entrar no contracheque de junho mais 3,09% a partir de outubro, com impacto do total dos índices sobre o 13º salário
A reunião de negociação entre o Cruesp e o Fórum das Seis ocorrida ontem não atendeu às expectativas das categorias.
Logo no começo da reunião o Fórum cobrou aos reitores que intervenham no processo de tramitação do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2016 para derrotar a tentativa do governador Alckmin de fixar o repasse em “no máximo” 9,57% do ICMS-QPE. Tal medida representa um dos maiores ataques à autonoma universitária, possibilitando que o governo decida quanto destinar à educação superior.
Em relação à campanha salarial, os reitores apresentaram a proposta de reajuste de 4% (em maio) mais 3,09% (a partir de outubro), com impacto do total dos índices sobre o 13º salário. O total dos índices soma 7,21% e por isso não houve acordo das entidades.
Nas próximas semanas serão realizadas as assembleias setoriais. Na Unicamp a assembleia está marcada para o dia 19.
A próxima reunião com o Cruesp acontece no dia 25 de junho, e o Fórum se reunirá novamente antes dessa data.
Quando fechávamos esta edição a coordenação do Fórum das Seis discutia indicativos que serão debatidos na plenária de hoje ao meio-dia.
Plenária hoje (15 de maio) ao meio-dia, no CB, organiza luta
Para debater o resultado da reunião com o Cruesp e organizar a proposta de greve pela isonomia e o reajuste salarial, o STU convoca para hoje a plenária de mobilização, a partir do meio-dia, no CB.
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Boletim do STU 025/2015

Baixe aqui Boletim 25/2015, de 15 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim_025.pdf” language=”pt_BR”]

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Hoje (14/5) a Unicamp vai parar: em defesa da isonomia e contra o arrocho

Concentração com café da manhã, às 9h no CB e saída da caravana às 11h, da BC  * O ato unificado terá início às 14 horas no vão livre do Masp, de onde sairá passeata até o Cruesp. 
Hoje o Fórum das Seis se reúne às 16 horas com o Cruesp para discutir o reajuste salarial. Na última reunião os reitores afirmaram que não podiam apresentar nenhuma proposta antes que saísse o índice de inflação do mês de abril, o que fez com que a segunda rodada de discussões ficasse para hoje.
O Fórum das Seis reivindica o reajuste de 11,6% (inflação de maio/2014 a abril/2015 pelo Dieese – 8,4% – mais 3% de recuperação parcial de perdas).
Desde o ano passado os reitores repetem o discurso de que não têm dinheiro em caixa, colocando o ônus da crise orçamentária nas costas dos trabalhadores.
Na Unicamp, o reitor voltou atrás no compromisso de efetivar a isonomia salarial em abril, sendo que a Universidade tem reservas orçamentárias.
É fundamental construir uma grande mobilização unificada com os trabalhadores da USP e Unesp para garantir o reajuste e a isonomia. Por isso, além da participação no ato unificado, os servidores que ficarem na Unicamp farão vigília no Ciclo Básico durante a reunião.
Mães, pais e professoras em paralisação
Essa luta também é das professoras! Por isso, você que está paralisado não leve sua criança à DEdIC. O Espaço de Acolhimento Infantil do STU será na Escola de Educação Infantil Barãozinho, das 8 às 17 horas (Rua Dr. Ruy Vicente de Mello, 532 – Barão Geraldo). Não esqueça de informar na escola que a criança participa da parceria de acolhimento com o STU. Levar documentos do responsável e da criança, e mamadeira com leite, se necessário.
Amanhã tem plenária de mobilização pela isonomia e contra o arrocho
A plenária vai organizar a greve pela isonomia e reajuste salarial que, de fato, recupere nosso poder econômico. Os trabalhadores não vão pagar pela crise! A plenária ocorre no CB às 12h.
19 de maio tem paralisação e assembleia geral 
Neste período de mobilização na Unicamp é muito importante a participação da categoria em todos os espaços de discussão e deliberação das reivindicações dos trabalhadores. Dia 19 de maio faremos nova paralisação e, às 10 horas no CB, haverá assembleia para discutir o indicativo de greve e demais questões relacionadas à campanha salarial (isonomia, reajuste, pauta específica e unificada).
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STU, DCE e Adunicamp discutem reivindicações conjuntas com o reitor

Seguindo o compromisso assumido pelo Cruesp na primeira reunião com o Fórum das Seis, ontem aqui na Unicamp STU, DCE e Adunicamp se reuniram com o reitor. A proposta era discutir questões como punições, criminalização dos movimentos, assédio moral, entre outras.
As questões que dizem respeito à Unicamp foram tratadas na reunião e serão informadas posteriormente.
O STU aproveitou o momento e entregou documento cobrando nova reunião com o reitor para tratar da isonomia. A solicitação é que esse debate aconteça até o dia 19. Tadeu apontou dificuldades na agenda neste período, mas ficou de analisar a possibilidade de agendamento da reunião.
Amanhã tem plenária de mobilização pela isonomia e contra o arrocho
A plenária vai organizar a greve pela isonomia e reajuste salarial que, de fato, recupere nosso poder econômico. Os trabalhadores não vão pagar pela crise! A plenária ocorre no CB às 12h.
19 de maio tem paralisação e assembleia geral 
Neste período de mobilização na Unicamp é muito importante a participação da categoria em todos os espaços de discussão e deliberação das reivindicações dos trabalhadores. Dia 19 de maio faremos nova paralisação e, às 10 horas no CB, haverá assembleia para discutir o indicativo de greve e demais questões relacionadas à campanha salarial (isonomia, reajuste, pauta específica e unificada).
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Boletim do STU 024/2015

Baixe aqui Boletim 24/2015, de 14 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/3-Boletim024.pdf” language=”pt_BR”]

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Dia 14/5 a Unicamp para em defesa da isonomia e contra o arrocho!

Amanhã é o dia da negociação salarial com os reitores da Unicamp, USP e Unesp. É um dia em que devemos mostrar toda nossa força e unidade em defesa da isonomia e contra o arrocho salarial. Precisamos repor as perdas inflacionárias, apontadas em 8,4% pelo Dieese. E o Fórum das Seis reivindica ainda mais 3% a título de reajuste. Além disso, os trabalhadores da Unicamp cobram a isonomia com os pisos salariais pagos na USP.

O ato unificado começa às 14 horas no vão livre do Masp, de onde sairá passeata até a sede do Cruesp, onde ocorrerá a reunião entre o Fórum e o Cruesp às 16 horas. O STU levará caravana para o ato. Para se inscrever é necessário entrar em contato com a secretaria do sindicato.

O Andes também realiza paralisação nacional nesta data contra os cortes de verbas na educação.

Este é um momento muito importante em que sabemos que só a mobilização garantirá nossos direitos. Além do reajuste salarial, a pauta unificada das categorias reivindica isonomia salarial, respeito à liberdade de organização e manifestação, permanência estudantil, condições de trabalho e estudo, creches entre outros direitos.

Agora os trabalhadores também precisam enfrentar o mais recente ataque do governo Alckmin, que no projeto da Lei Orçamentária de 2016 (LDO) coloca como recursos a serem repassados para as universidades estaduais paulistas um máximo de 9,57% do ICMS-QPE, sendo que anteriormente esse era o valor mínimo previsto em lei. Com isso, Alckmin fere de morte a autonomia das universidades, uma vez que o governo pode reduzir a zero as transferências para as universidades.

Só a luta faz avançar! Todos ao ato unificado em São Paulo!

No dia 19 de maio, será realizada uma assembleia para discutir o indicativo de greve.

13 de maio às 10h tem reunião conjunta do STU, DCE e Adunicamp com Reitor

Hoje ocorre a reunião entre o STU, DCE e Adunicamp com a reitoria para discutir o ofício enviado com as reivindicações conjuntas das entidades, que são os itens I e V da pauta unificada. O item I trata a respeito da liberdade de organização e manifestação, contra a criminalização dos movimentos sociais e os ataques às mulheres. O item V trata de condições de trabalho e estudo. Essa reunião é desdobramento da reunião entre o Fórum das Seis e o Cruesp, ocorrida em abril.

 

13 de maio (Quarta-feira)

8h30 – Reunião do IQ, na copinha.

10h -Reunião com a reitoria para discutir o ofício encaminhado pelo STU, Adunicamp e DCE – na sala de reuniões do Gabinete do Reitor.

14h30 – Reunião no IFGW, no auditório.

14 de maio (Quinta-feira)

Paralisação e ato conjunto em São Paulo

9h – Concentração no Ciclo Básico para saída em passeta.

11h – Saída da caravana a SP, na BC.

12h – Debate “Ditadura, democracia – as comissões da verdade”, no auditório da Adunicamp.

À tarde haverá atividade cultural e vigília para acompanhar a reunião com o Cruesp.

15 de maio (Sexta-feira)

7h – Reunião no Centro Cirúrgico Geral.

12h – Plenária de mobilização da campanha salarial, no CB.

19 de maio (Terça-feira)

Paralisação dos Trabalhadores da Unicamp.

10h – Assembleia, no Ciclo Básico.

Indicativo de Greve das Universidades Estaduais

28 de maio (Quinta-feira)

Indicativo de Greve das Universidades Federais

29 de maio (Sexta-feira)

Dia Nacional de Lutas (rumo à construção da Greve Geral)

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Congresso da Fasubra organiza mobilização para greve nacional nas universidades

O XXII Congresso da Fasubra ocorreu entre os dias 4 a 8 de maio na cidade de Poços de Caldas (MG). Durante o congresso foi organizada a mobilização para a construção de uma greve geral dos trabalhadores da educação, com indicativo para o dia 28 de maio (o indicativo está sendo discutido com o Andes/Sindicato Nacional dos Docentes). Além disso, foi discutida a questão da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), que privatiza os hospitais universitários, a questão das MPs 664 e 665 e os cortes orçamentários na educação.
O XXII Confasubra foi o maior congresso da categoria até hoje, e sabemos o quanto é importante unificar as lutas de todos os trabalhadores do Ensino Superior. Por isso, ganha ainda mais peso o fato dos trabalhadores da Unicamp terem ampliado a sua representação na direção da Fasubra.
Este ano, organizamos uma delegação com 29 trabalhadores da Unicamp e conseguimos garantir a ampliação da nossa representação na entidade, bem como, a atuação incisiva dos aposentados que compõe o Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria que apresentaram abaixo assinado para que a Fasubra inclua em seu Plano de Luta as reivindicações da categoria.
Para a nova direção do triênio 2015-2017 foram inscritas duas chapas, a Chapa 1: Unidos para lutar e a chapa 2: Reafirmar a luta. A chapa 1 saiu vitoriosa com 648 votos a 620.
A representação da Unicamp na Fasubra é a seguinte:
Titulares: Antonio Alves Neto (Coordenação das Estaduais e Municipais), Adriana Cristina de Toledo Stella (Coordenação Jurídica e Relações de Trabalho).
Suplentes: Francisco Genézio Lima Mesquita.