Categoria Boletim

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Boletim do STU 053/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 30 de junho de 2016.

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Boletim do STU 052_2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 29 de junho de 2016.

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Boletim do STU 051/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 28 de junho de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim-51finall.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis

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Carta Aberta – Área da Saúde

Baixe aqui Carta Aberta -Área da Saúde

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Boletim 050/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 27 de junho de 2016.

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Boletim dos Aposentados

Baixe aqui Boletim dos Aposentados.

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Reitoria ameaça usar PM contra estudantes

O governador Alckmin trata os secundaristas utilizando força policial para acabar com greves e prendendo estudantes. Na Unicamp, Tadeu segue a mesma cartilha.
Ontem, durante a assembleia dos estudantes Tadeu ameaçou chamar a PM em uma hora, caso os estudantes não votassem pela desocupação da reitoria. O recado chegou via telefone, por um professor que faz parte da comissão de negociação. Esta prática está se tornando comum entre os reitores das três universidades paulistas. Na semana passada, o reitor da USP chamou a tropa de choque para reprimir estudantes que realizavam assembleia na moradia estudantil daquela Universidade.
Tadeu, que trocou o diálogo pela força, além de interferir com intimidação no livre direito de organização dos estudantes, não apresentou como contrapartida nenhuma proposta concreta ao segmento. A carta apresentada ontem pela reitoria também foi uma clara demonstração de que Tadeu utilizará dos métodos mais truculentos reprimir o movimento.

Os estudantes seguem na luta
A ameaça da presença da PM não intimidou os estudantes que decidiram manter a ocupação. A assembleia debateu a melhor forma de responder aos ataques da reitoria buscando formas de intensificar o movimento para ter sua pauta atendida. Os estudantes da Unicamp, assim como os secundaristas, não se intimidam e mostram que a única saída é a resistência e a luta. A greve do movimento estudantil na Unicamp defende uma universidade inclusiva, com acesso e permanência e a unidade entre trabalhadores e estudantes.

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Reitoria “do diálogo” vira as costas a servidores e vai ao Judiciário contra a greve

Mais uma vez distorcendo informações a administração da Unicamp acionou o Judiciário contra o legítimo direito de greve. Além de encerrar unilateralmente a negociação da pauta unificada, descumprindo as normas legais que asseguram aos trabalhadores a reposição da inflação, e se negar a discutir a pauta específica protocolada desde abril, hoje o STU foi notificado que a Funcamp, de onde o reitor está despachando, entrou com pedido liminar de interdito proibitório contra qualquer atividade da greve na Fundação.
A 6ª Vara Cível de Campinas estipulou multa diária de mil reais caso os funcionários “invadam” o prédio da Funcamp.
Além de acusar servidores de “invadir” um espaço onde trabalham, a administração da Funcamp, sobre a qual a Unicamp tem responsabilidade jurídica, busca com a medida financeira estrangular o movimento que até o momento não inviabilizou nenhuma atividade na Fundação.
O STU tem 15 dias para se defender em juízo, e o fará em conjunto com a denúncia à população de que enquanto o reitor recebe vencimentos de mais de R$ 52 mil, burlando a lei do teto salarial no Estado, que é de R$ 26 mil, quer que os trabalhadores aceitem 3% de reajuste quando a inflação do período é de 10%. O sindicato buscará também as instâncias de proteção ao direito do trabalho e de greve – Ministério Público do Trabalho e Organização Internacional do Trabalho para denunciar as práticas antissindicais da reitoria José Tadeu Jorge.

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Tadeu tenta dividir a luta para derrotar a comunidade

Mesmo com 30 dias de greve o reitor da Unicamp e presidente do Cruesp ignora a pauta dos trabalhadores técnico-administrativos, argumentando não ter local para negociar. No entanto, aceitou convite para reunião na sede da Adunicamp.
Na Funcamp, ocorreram também cinco reuniões com os estudantes e uma comissão indicada pela reitoria, mas sem nenhum avanço na pauta estudantil.
Não podemos esquecer que o segmento que mais votos deu a esta reitoria foram os técnico-administrativos, acreditando em seu plano de gestão. Dos 5.943 técnico-adminstrativos que votaram, 4.038 optaram por Tadeu confiando nas promessas de isonomia, nova carreira, reposição das perdas salariais, democratização da Universidade, diálogo e transparência.
Além das promessas não cumpridas, Tadeu ignora totalmente o principal segmento que o elegeu e arrocha os salários dos trabalhadores com o indice de 3% diante de uma inflação que chegou em 10% (pelo IPCA, comumente usado pelas universidades paulistas). Não passará desapercebido o total descaso com a pauta de negociação da categoria, que se lembrará disso nas eleições de sucessão da reitoria.

Tadeu tenta disputa a opinião pública na imprensa
A exemplo de alguns movimentos que surgem na Unicamp tentando desqualificar a greve dos trabalhadores e estudantes, a reitoria se utiliza da imprensa para fazer disputa de opinião pública. Por meio da contra-informação para passar uma imagem que os trabalhadores da Universidade não têm compromisso com a defesa de um serviço público de qualidade. Matérias que circulam na mídia, articuladas com a assessoria de imprensa da Unicamp, atacam o movimento deturpando os reais motivos da greve e escondendo o valor do salário do reitor mais bem pago do Brasil, que ultrapassa R$ 52 mil.
O papel dessa greve é também desmascarar o reitor e denunciar os salários ilegais, as duplas matrículas, o sucateamento da área de saúde e o desmonte da educação. A resposta a esta política é a intensificação da greve, em defesa da Universidade.

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Boletim 049/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 24 de junho de 2016.

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Boletim do STU 048/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 23 de junho de 2016.

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Boletim do STU 047/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 22 de junho de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui Boletim do STU, de 21 de junho de 2016.

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Boletim do STU 46/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 21 de junho de 2016.

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Boletim do STU 045/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 20 de junho de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui Boletim do STU, de 17 de junho de 2016.

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Boletim do STU 044/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 17 de junho de 2016.

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Boletim do STU 043/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 16 de junho de 2016.

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Resposta à mídia golpista e mentirosa

O jornal “Folha de S.Paulo” voltou a atacar as universidades estaduais paulistas em editorial publicado no último dia 25/5 acusando a luta dos trabalhadores técnico-administrativos e docentes de ser uma mobilização corporativa, irresponsável nas “torres de Marfim” da educação paulista. Na sequência, “O Estado de S.Paulo”, também em editorial publicado no dia 5/6 voltou a incitar a população contra a greve unificada ocultando suas reivindicações e destacando “grupos de alunos e servidores anti-ocupação”. Isso após ter divulgado em matéria sobre tais grupos uma foto de assembleia dos servidores em greve, distorcendo fatos e informações.
Em nenhum jornalão paulista discute-se a crise de financiamento enfrentada pelas principais universidades do país, que têm o repasse orçamentário congelado em 9,57% do ICMS há 21 anos, embora tenham computado uma expansão de mais de 80% dos quadros de estudantes de graduação e pós -graduação e expandiram enormemente o número de cursos oferecidos e campi.
Ainda que a greve fosse apenas por reajuste salarial, o Supremo Tribunal Federa já pacificou que a reposição das perdas inflacionárias anuais é um direito constitucional – que está sendo negado aos trabalhadores pelo Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp). O IPC-Fipe – índice comumente utilizado pelo Cruesp em contraposição ao IVC/DIEESE reivindicado pelas entidades sindicais – somou 10,03% entre maio/2015 e abril/2016. Ao passo que o ICV no mesmo período é de 9,34%. Os reitores, no entanto, unilateralmente encerraram nas negociações impondo a reposição de apenas 3% das perdas do último ano. No caso da Unesp, o reitor José Durigan ainda comunicou que tal índice só seria incorporado aos salários “quando possível”. Ou seja, as universidades estão francamente em conflito com o ordenamento jurídico e avançando na quebra de isonomia do sistema educacional superior paulista.
Mas a greve também se insurge contra a postura dos reitores que aceitam o fato do governo do Estado descontar da base de cálculo do ICMS destinado às universidades paulistas várias rubricas, maquiando uma apropriação indevida de recursos que deveriam ser constitucionalmente enviados às instituições para a manutenção dos principais centros de excelência do país. No caso da Unicamp, soma-se a isso o descumprimento desde 2005 de acordo firmado com o próprio governador Geraldo Alckmin para ampliar em 0,05% a quota-parte do imposto a ser repassada em contrapartida à criação do campus de Limeira. Ou seja, também o governo estadual vem agindo em descumprimento da legislação e de acordos assinados, mas sobre isso a mídia paulista nada tem a dizer.
Enquanto isso, os hospitais universitários caem aos pedaços, há alagamentos na cidade universitária de Barão Geraldo quando chove – e mesmo dos prédios não é possível escapar às goteiras -, estudantes não têm políticas de permanência nas instituições a fim de concluírem seus cursos, e o acesso às universidades segue sendo excludente da população que constrói a riqueza do Estado – especialmente a população negra e afrodescendente.
Repudiamos a postura mentirosa e anti-jornalística dos veículos de imprensa paulistas. A sociedade precisa ser informada sobre o que se passa na Unicamp, USP e Unesp porque essas são patrimônios da população paulista que vêm sendo dilapidados pelo projeto tucano de desmonte da educação.