Categoria Boletim

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Boletim do STU 066/2016.

Baixe aqui Boletim do STU, de 19 de julho de 2016.

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Boletim do STU 065/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 18 de julho de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis 14/7/16

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 14 de julho de 2016.

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Boletim do STU 064/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 15 de julho de 2016.

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Boletim do STU 063/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 14 de julho de 2016.

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Boletim do STU 062/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 12 de julho de 2016.

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Boletim do STU 061/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 12 de julho de 2016.

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porFernanda de Freitas

Greve vai pra rua dialogar com a população

Hoje a nossa greve foi pra rua discutir com a população a crise na universidade pública, o caos na saúde pública, o aumento do desemprego e o mito do ajuste fiscal.

Através de uma aula pública, organizada por estudantes e docentes da Economia e das Artes, nosso movimento aproveitou para dialogar com a população sobre o passado, o presente e o futuro do nosso país no que diz respeito ao trabalho, educação, saúde, economia e trabalho.

Na aula foi apresentado à população o motivo de estarmos em greve há mais de 45 dias. Além de explicar que quando se corta verbas públicas o gestor está contribuindo para o desemprego e a precarização do serviço público.

 

Mercantilização da saúde e da educação

Está claro que no Brasil a saúde e a educação se tornaram um negócio lucrativo por conta do desmonte do serviço público.

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Largo da Catedral recebeu aula pública da greve

Hoje a nossa greve foi pra rua discutir com a população a crise na universidade pública, o caos na saúde pública, o aumento do desemprego e o mito do ajuste fiscal.

Através de uma aula pública, organizada por estudantes e docentes da Economia e das Artes, nosso movimento aproveitou para dialogar com a população sobre o passado, o presente e o futuro doPara a médica Ellen Machado Rodrigues, a perda gradativa de recursos do SUS significa, por exemplo, a volta de epidemias já erradicadas, a redução de serviços e de procedimentos médicos essenciais, a redução no número da equipe médica e no atendimento da demanda, entre outros ataques. “É preciso defender o SUS porque temos visto que o lucro está acima da vida do cidadão, sem contar que o subfinanciamento da saúde interessa a alguns grupos econômicos no país”, apontou Ellen.

O fato da saúde ser um direito social previsto na Constituição Brasileira e reconhecido como “direito de todos e dever do Estado” é suficiente para empregarmos todas as nossas forças na defesa do SUS.

“A saúde e a educação estão passando de um direito social para ser um lucro para as operadoras de planos de saúde e os conglomerados educacionais privados”, denunciou um docente da Unicamp.

Democratização da Mídia

A necessidade de democratizar a mídia, como parte do processo de construção de um país mais igualitário e justo, também foi pauta da aula pública.

Os docentes explicaram que a mídia trabalha com a “desinformação” da sociedade para defender os interesses dos setores financeiro e empresarial que, cada vez mais, avança com sua política conservadora de retirada direitos e burocratização no acesso da camada carente às políticas sociais.

Combater a precariedade do serviço público

No debate ficou evidente que os problemas da educação e da saúde públicas passam por soluções que visem à construção de políticas públicas sociais efetivas, com mais recursos e transparência na gestão.

O entendimento dos debatedores é que se faz urgente a unidade da classe trabalhadora em busca da construção de um projeto político nacional que priorize o desenvolvimento do país.

“A aula pública cumpriu seu objetivo de dialogar com a população campineira, levando às ruas as preocupações e debates acadêmicos. Sem contar que a discussão sobre saúde e educação públicas não podem ficar restritas à Unicamp porque são temas que dizem respeito à sociedade”, defendeu uma estudante que acompanhou as apresentações.

Vale destacar que as aulas foram marcadas por intervenções de cidadãos campineiros que pararam para ouvir a discussão. A grande maioria dos depoimentos foi de testemunho sobre a precariedade no atendimento no serviço público. Muitos estavam indignados com o caos que se instaurou na saúde e com o descaso em relação às escolas públicas de Campinas.

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Boletim do STU 060/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 11 de julho de 2016.

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Boletim do STU 059/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 8 de julho de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 7 de julho de 2016.

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Boletim do STU 058/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 6 de julho de 2016.

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porFernanda de Freitas

STU cobra reunião com reitor Tadeu

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Diretores Toninho e Kiko protocolam pedido de reunião com reitor Tadeu

Hoje pela manhã (6) os diretores do STU cobraram da reitoria uma agenda com o reitor Tadeu para tratar da Pauta de Reivindicações dos trabalhadores da Unicamp, protocolada pelo sindicato em abril passado.

Os dirigentes formalizaram o pedido através de um ofício que solicita urgência para a negociação, já que a próxima assembleia da categoria será terça-feira (12). Eles foram recebidos pelo chefe de gabinete, Paulo Cesar Montagner e o chefe de gabinete Adjunto, Osvaldir Pereira Taranto.

A iniciativa de cobrar a reunião foi aprovada ontem (5) em assembleia, tendo em vista que estamos há mais de 40 dias em greve e a reitoria, até o momento, não se dispôs a discutir com o movimento.

Segue abaixo o documento entregue à reitoria.

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Boletim do STU 57/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 6 de julho de 2016.

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A greve continua! E cobra do reitor negociação até segunda-feira!

Com grande participação, a assembleia geral dos trabalhadores da Unicamp realizada ontem (05) deliberou pela continuidade da greve e intensificação das atividades conjuntas com os estudantes – repudiando a ação da reitoria, que rompeu a negociação com os estudantes quando eles pautaram a não punição e a garantia de que o calendário escolar não seria utilizado para retaliar os grevistas.

Quem luta pela educação não merece punição
A assembleia aprovou também o lançamento da campanha unificada com os alunos “Quem luta pela educação não merece punição”, com o objetivo de evitar que a Unicamp use a força e a perseguição para tratar com aqueles que lutam pelo aumento de verbas para a Universidade e melhores condições de estudo e trabalho.
A assembleia decidiu ainda enviar ao Fórum das Seis a proposta de fortalecimento da greve unificada com a convocação de um ato estadual na Unicamp, tendo em vista que o reitor é o presidente do Cruesp.

Negociação da pauta
Os trabalhadores em greve aprovaram dar prazo até segunda (11) para que a reitoria marque reunião para discutir a pauta, e manifestaram profunda indignação com a postura desrespeitosa da reitoria com os trabalhadores que estão há mais de 40 dias em greve sem negociação. Além de cobrar o retorno das negociações com o Cruesp e a negociação da pauta específica, a assembleia indicou colocar a luta contra as punições como prioridade.
A aprovação da continuidade da greve foi unânime, numa demonstração de que os trabalhadores não aguentam mais o desrespeito.
Nova assembleia foi convocada para próxima terça-feira (12).

Paralisação na DGRH
Ontem, também houve paralisação na DGRH, onde os trabalhadores organizaram uma roda de discussões sobre as expectativas para o futuro da Universidade.

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Festa Julina será realizada no dia 8/7

No dia 08/07 (sexta-feira), das 14 às 17h, a Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU realiza o tradicional Arraial Julino, que neste ano acontece na Associação Campineira de Funcionários Públicos (Rua José de Alencar, 795, Centro, Campinas), com muita pipoca, comidas típicas, quentão, doces e animação de sobra para todas as comadres e compadres. Se possível, venha com traje típico. Confirme sua presença com antecedência na secretaria do sindicato (19 3521-7412/3521-7147/3289-4242/3289-3502.

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Boletim do STU 56/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 5 de julho de 2016.

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Boletim do STU 055/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 1 de julho de 2016.

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Boletim do STU 054/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 1 de julho de 2016.

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porFernanda de Freitas

Nossa greve vai às ruas em favor da melhoria da educação pública

“A greve vai pra rua. Reitor, a culpa é sua!”. Com palavras de ordem duras os estudantes e os trabalhadores fizeram um protesto no “tapetão” da Bambini contra os cortes de verbas na Unicamp e a reposição salarial.

Durante o ato, os manifestantes distribuíram uma Carta Aberta que apresentava as reivindicações do movimento. A intenção foi de conscientizar a sociedade em relação à greve unificada na Unicamp e, especialmente, sobre o cenário caótico que se encontra as Universidades Estaduais Paulistas.

Os trabalhadores estão muito insatisfeitos com a postura do reitor Tadeu, presidente do Cruesp, de não reabrir a negociação da data-base. Tanto que, para um dos manifestantes “a questão agora é de subsistência porque 3% de reajuste não garante o que comer”.

Neste período de mais de 30 dias de greve várias manifestações já foram realizadas. A cada dia que passa a indignação dos trabalhadores aumenta e o movimento grevista se fortalece diante da intransigência do reitor Tadeu.

“Já imaginou o banheiro de uma universidade sem papel higiênico, a sala de aula sem giz, o estudante na moradia sem cama para dormir, o negro que não pode entrar na faculdade e a área de saúde sem equipamentos médicos adequados? É exatamente o que está acontecendo na Unicamp. E para completar, o reitor corta as verbas e trata com descaso os trabalhadores”, desabafa um estudante.

A “greve na rua” é um instrumento importante de luta da categoria. Além disso, precisamos mobilizar a sociedade a nosso favor porque nossas reivindicações são justas e motivadas pela preocupação com a qualidade do serviço público oferecido à população e com as condições de trabalho.