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Proposta de Regimento Eleitoral

Acesse aqui a proposta de Regimento Eleitoral que será debatida na assembleia de 27/6.

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Boletim do STU 034/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 27 de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim_034.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do Fórum das Seis – 26/06/17

Baixe aqui Boletim do do Fórum das Seis de 16 de maio de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim-do-Forum-26-6-2017.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 033/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 26 de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim_033_2017.pdf” language=”pt_BR”]

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DIA 30 DE JUNHO VAMOS PARAR O BRASI

A Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo reunidas no dia 23 de junho em São Paulo reafirmam seu apoio às greves e mobilizações convocadas para o dia 30 de junho contra a reforma trabalhista e em defesa dos direitos e da aposentadoria.

Repudiamos a reforma trabalhista que está tramitando no Senado Federal (PLC38/2017) porque ela rasga a CLT, amplia a precarização do trabalho, condena o/a trabalhador/a viver de bico, fragiliza a sua organização, a negociação coletiva, além de dificultar o acesso à Justiça do Trabalho.

A reprovação do relatório da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, no dia 20 de junho, foi uma derrota do governo ilegítimo e demonstrou que temos condições de barrá-la.

Este foi o resultado da pressão que estamos fazendo desde o início do ano nas bases eleitorais dos parlamentares e das ações de massa que promovemos que se intensificaram em março (nos dias 08, 15 e 3) e que culminaram com a histórica greve do dia 28 de abril e com a expressiva ocupação de Brasília, realizada no dia 24 de maio.

A continuidade do governo Temer ou a sua substituição por outro ilegítimo, indicado indiretamente pelo Congresso significam a continuidade da agenda de retrocessos. Por isso exigimos a retomada da democracia com a saída imediata de Temer e com a realização de eleições diretas.

As frentes reforçam a prioridade à agenda de lutas e orientam as seguintes ações para parar o Brasil no dia 30:

– Realizar reuniões e assembleias preparatórias conjuntas nos municípios para organizar as ações;

– Paralisar a circulação em locais de impacto e visibilidade desde as primeiras horas do dia;

– Apoiar os trabalhadores/as na paralisação dos seus locais de trabalho.

– Realizar no período da tarde atos unitários e massivos em todo o país.

*Contra a Reforma Trabalhista! Em defesa da aposentadoria e dos direitos!*

*Fora Temer!*

*Diretas Já!*

*Frente BRASIL Popular*
*Frente Povo Sem Medo*

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DIA 30 DE JUNHO – VAMOS PARAR O BRASIL CONTRA A REFORMA TRABALHISTA, EM DEFESA DOS DIREITOS E DA APOSENTADORIA

As Centrais Sindicais têm acompanhado cotidianamente os desdobramentos da crise econômica, política e social, bem como a mais ampla e profunda tentativa de retirada dos direitos dos trabalhadores, através da tramitação das Reformas Trabalhista e da Previdência no Congresso Nacional.
A ação unitária das Centrais Sindicais tem resultado em uma grande mobilização em todos os cantos do país, como vimos nos dias 08 de março, 15 de março, na Greve Geral de 28 de abril e no Ocupa Brasília em 24 de maio. Como resultado do amplo debate com a sociedade e das mobilizações, conseguimos frear a tramitação da Reforma da Previdência e tivemos uma primeira vitória na Reforma trabalhista, com a reprovação na CAS (Comissão de Assuntos Econômicos do Senado).
Mas ainda não enterramos essas duas reformas, e por esse motivo, continuamos em luta.
Nesse contexto, as Centrais Sindicais reunidas no dia de hoje conclamam todas as entidades de trabalhadores a construir o dia 30 de junho de 2017 e o seguinte calendário de luta:
• 27 de junho: audiência dos Presidentes das Centrais Sindicais no Senado;
• 27 a 29 de junho: atividades nos aeroportos, nas bases dos senadores e no senado federal;
• 30 de junho: Vamos parar o Brasil contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos e da aposentadoria.
• No dia da Votação da Reforma Trabalhista no Senado: mobilização em Brasília
Estamos certos de que a unidade de ação é crucial na luta sindical sobretudo em momentos conturbados como o que atravessamos.

CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil
CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CSP Conlutas – Central Sindical e Popular
CUT – Central Única dos Trabalhares
Força Sindical
Intersindical – Central da Classe Trabalhadora
NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores
UGT – União Geral dos Trabalhadores

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Boletim do STU 032_2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 21 de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim_031_M.pdf” language=”pt_BR”]

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Pauta Específica de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp

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Boletim do STU 030/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 20 de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim_030.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 029/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 19 de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim_029_2017.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 028/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 14 de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim_028.pdf” language=”pt_BR”]

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Contra o reajuste ZERO% assembleia aprova paralisação dia 20 e greve geral

Dia 20 será marcado por ato na reitoria pela manhã, cobrando o reajuste e a agenda de negociação da pauta de reivindicações; na parte da tarde serão realizadas atividades nas unidades para mobilizar os trabalhadores para a Greve Geral

Os trabalhadores técnico-administrativos da Unicamp aprovaram, na assembleia geral realizada ontem, paralisar as atividades no próximo dia 20 (terça-feira). A paralisação é uma resposta à intransigência do Cruesp, que encerrou unilateralmente as negociações com o Fórum das Seis sem atender nenhuma das reivindicações e com ZERO% de reajuste salarial.
No dia também será realizado um ato público em frente à reitoria, a partir das 9 horas, para cobrar o reajuste salarial e a agenda de negociação da pauta de reivindicações. Na parte da tarde serão organizadas atividades na unidades para discutir a campanha salarial e preparar a greve geral que está sendo convocada pelas centrais sindicais para o próximo dia 30, contra as reformas trabalhista e da Previdência e pelo Fora Temer.

Marcelo, vai ser ZERO?
Os números mostram que está havendo crescimento da arrecadação do ICMS e da atividade econômica, o que permite que os reitores apresentem uma proposta de reajuste para repor as perdas salariais.
Várias falas durante a assembleia lembraram que o reitor da Unicamp não pode ficar a reboque da reitoria da USP, que já aprovou reduzir em 20% os gastos em cinco anos.
Ao novo reitor será cobrada a garantia do poder de compra dos trabalhadores e que a reitoria atue com firmeza para cobrar do governador e dos deputados o repasse das verbas que não são encaminhadas por conta de a realizada na hora de calcular o repasse do ICMS.

É possível reverter o reajuste ZERO%
Desde o ano de 2000 o Cruesp apresentou proposta de reajuste ZERO% seis vezes, sempre revertida em favor dos trabalhadores com muita mobilização e luta. O desafio está nas mãos de cada trabalhador e trabalhadora. Construir uma campanha salarial a partir de cada local de trabalho e uma forte paralisação no próximo dia 20 é tarefa de todos.

Indicativos ao Fórum das Seis
A assembleia também aprovou vários encaminhamentos a serem levados à reunião do Fórum das Seis que será realizada hoje. Confira abaixo a íntegra das propostas aprovadas pela assembleia.

  • Propor ao Fórum das Seis, indicativo de Estado de greve para preparar a resistência em relação ao reajuste zero e os ataques as universidades;
  • Propor ao Fórum das Seis a confecção de um jornal com a foto de todos os deputados estaduais, denunciando os que votam contra a educação. O jornal deverá vir com orientação as comunidades da USP, Unicamp e Unesp, Paula Souza, para enviarem correspondência aos deputados cobrando seu voto em defesa das universidades e da educação;
  • No mesmo sentido produzir vídeo falando da LDO e orientando as comunidades da USP, Unicamp, Unesp, Paula Souza, a pressionar os deputados a votarem na defesa de mais recursos para as universidades e para educação;
  • Propor uma agenda de visitas aos gabinetes na ALESP para cobrar posição dos deputados por mais recursos as universidades;
  • Propor ao Fórum das Seis, confecção de um painel a ser pregado prioritariamente nas áreas de saúde, denunciando os deputados que votaram contra as universidades e consequentemente contra os serviços públicos;
  • Indicar ao Fórum de 20 – dia do agito da greve geral, paralisação contra o zero e os retrocessos nas universidades;
  • Participar da greve geral do dia 30;
  • Fazer paralisação na Unicamp dia 20 – dia do agito da greve geral, com Ato na reitoria pela manhã, cobrando o reajuste e a agenda de negociação da pauta e mobilizando nas unidades a greve geral á tarde;
    Manter calendário de agito e reuniões de unidades;
  • Fazer campanha Marcelo: será zero? – questionando o reajuste zero e a política de arrocho;
  • Construir carta aberta a população para discutir a responsabilidade pela crise, reafirmar compromisso com a defesa do serviço público e denunciar o zero;
  • Realizar reunião com demais entidades do campus para discutir organização da agenda de lutas; e
  • Estabelecer Fóruns para discutir com categoria a situação e os rumos das universidades paulistas, no contexto do desmonte.

 

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Desmonte da CLT avança do Senado

Por 14 votos a 11 a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado fraudou mais uma vez o regimento da Casa legislativa e aprovou no último dia 6 o relatório da reforma trabalhista que sequer foi lido. De acordo com a Agência Senado, todas as 240 emendas propostas para minimizar o desmonte da CLT foram rejeitadas. O rolo compressor visa evitar a volta do projeto à Câmara dos Deputados.
O relator Ricardo Ferraço (PSDB/ES) deixou para o presidente golpista Michel Temer “sugestões” de veto aos ataques mais cruéis previstos no projeto de lei da Câmara (PLC) 38/2017.
Quando esta edição foi concluída o texto estava sendo analisado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). E pelo regimento ainda terá que passar pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) antes de seguir para o Plenário. Mas como em meio ao golpe – que destituiu a presidenta Dilma Rousseff para aplicar essas medidas – regimento virou peça decorativa, o jornal ‘Folha de S. Paulo’ noticiou que o governo ilegítimo articula aprovar urgência na tramitação para mandar o texto direto ao plenário, numa tentativa de reconciliação com o mercado após a crise das delações da JBS.
A Agência Senado informa que o PLC deve ser votado no plenário do Senado entre os dias 20 e 23 de junho.

Maior ataque da história
O próprio Senado admite que a reforma é “a maior alteração à CLT desde a sua criação”, em 1943. E destaca alerta da senadora Fátima Bezerra (PT/RN) de que serão alterados 97 artigos e 320 dispositivos da CLT, cinco artigos e 13 dispositivos da Lei do Trabalho Temporário (Lei 6.019/1974) e um dispositivo da Lei do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), além de cinco dispositivos da Lei 8.212/1991, o regime jurídico dos servidores públicos.

Dia 20 é dia de luta rumo à greve geral de 30 de junho
Para evitar a manobra do governo golpista e derrotar a reforma trabalhista, as centrais sindicais brasileiras marcaram nova greve geral para o dia 30 deste mês. As centrais também definiram o dia 20 de junho como uma jornada de preparação para a greve geral, com protestos em todo o país, ações em todas as capitais, assembleia nas portas de fábrica, paralisação de lojas, bancos e comércios.
Em Campinas as centrais estão organizando as atividades do dia 20 e da greve geral e o STU está participando da preparação das atividades conjuntas com as demais categorias. Na assembleia de ontem uma comissão foi escolhida para acompanhar as reuniões preparatórias.

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Boletim do STU 027/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 13 de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim_027.pdf” language=”pt_BR”]

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Multidões vão às ruas pelo Fora Temer, Diretas Já

Milhares de pessoas participaram das manifestações realizadas neste domingo (11) em quatro das principais capitais do país – São Paulo, Salvador, Recife e Porto Alegre – reivindicando a saída do presidente Michel Temer e a realização de eleições Diretas Já. Nas quatro cidades, os manifestantes também protestaram contra os projetos de reforma trabalhista e da Previdência, principais bandeiras do atual governo.
Em Salvador, o ato reuniu cerca de 100 mil pessoas.
Em São Paulo, foram as mulheres que deram o tom no ato “Mulheres pelas Diretas e pelos Direitos”, realizado no Largo do Arouche, que reuniu artistas, intelectuais, políticas e lideranças do movimentos sociais.
Recife também reuniu milhares, no Cais da Alfândega, no centro da capital pernambucana.
Já os gaúchos se reuniram no Parque da Redenção, em Porto Alegre, para exigir a saída de Temer e a realização de eleições diretas.

Plenária Unificada de Campinas prepara a Greve Geral
O Fórum Nacional das Centrais Sindicais, com o apoio da Frente Brasil Popular e da Frente Povo Sem Medo, estão convocando uma nova Greve Geral para o dia 30 de Junho.
Em Campinas, a preparação da greve será discutida em uma plenária unificada que será realizada hoje (13), às 19 horas, na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de Campinas – Rua Barão de Jaguara nº 704, Centro.

Com informações da Rede Brasil Atual.

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Decisão unânime do STF afirma constitucionalidade da Lei de Cotas no serviço público federal

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), em seção realizada no último dia 8, decidiu pela constitucionalidade da Lei 12.990/2014, que instituiu as Cotas no serviço público federal.
A decisão foi unânime e torna válida a reserva de 20% das vagas para negros em concursos públicos, em cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal direta e indireta, no âmbito dos Três Poderes.
Segundo a decisão do STF “a lei é motivada por um dever de reparação histórica decorrente da escravidão e de um racismo estrutural existente na sociedade brasileira”.

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Boletim do STU 026/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 12 de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim_026.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 025/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 7 de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim_025_2017.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 024/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 6 de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim_024.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 023/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 5 de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim_023_2017.pdf” language=”pt_BR”]