Autor admin

poradmin

Coordenação de Aposentados conquista direito a refeições gratuitas no restaurante universitário

Nesta quinta-feira (24), a Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU se reuniu com a Reitoria da Unicamp para dar continuidade ao processo de negociação de sua demanda dentro da pauta específica da campanha salarial 2017/2018.

Anteriormente estava pendente de aprovação a demanda de refeições que seria garantida aos aposentados quando precisam comparecer à Universidade para passar por consulta médica ou participar das atividades convocadas pelo Departamento de Aposentados do sindicato. A Prefeitura da Unicamp concordou com o número de 60 refeições, que serão controladas pelo STU para garantir o acesso a todos.

Esta é mais uma vitória para os aposentados, que contribuirá para a continuidade de sua participação na luta dos trabalhadores. E, após a conquista deste avanço, a coordenação reforça que permanecerá na defesa de todos os direitos os trabalhadores e trabalhadoras que por tantos anos se dedicaram à Unicamp.

Fonte: Da redação.

poradmin

Boletim do STU – Comissão Eleitoral

Baixe aqui Boletim da Comissão Eleitoral, de 24 de agosto de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Boletim_comissao_eleitoral.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do STU 038/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 16 de agosto de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Boletim_038.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Começam os debates com chapas em disputa da diretoria do STU

Nesta quarta-feira (9) teve início o ciclo de debates eleitorais entre as chapas que disputam a diretoria do STU para gestão 2017-2020. O primeiro deles aconteceu no campus da FOP de Piracicaba, com a participação de Toninho, da chapa 1 – Unidade e Luta! VAL Nacional, Zé Luiz, da chapa 2 – Muda STU, Genézio, da chapa 3 – Sindicato Forte Sem Radicalismo e Marcílio, da chapa 4 – Alerta: Sindicato Somos Todos Nós. Já o segundo debate aconteceu em Paulínia, no refeitório do CPQBA, no dia 10 (quinta-feira), dessa vez com a presença de Toninho, pela chapa 1, Zé Luiz, da chapa 2, Fuba, da chapa 3 e Kiko, da chapa 4.

Em ambos os debates todos os representantes das chapas participantes tiveram o mesmo tempo de exposição para apresentação da chapa, responderam perguntas do público presente e fizeram perguntas entre os representantes das chapas. Além disso, os trabalhadores e trabalhadoras também puderam acompanhar a transmissão das discussões ao vivo através da página do Facebook do STU.

Os próximos debates também contaram com transmissão ao vivo via Facebook. Confira abaixo o calendário para os próximos dias:

14/08 (segunda-feira)

  • 14h – Limeira, Planta Física (sala 12)

16/08 (quarta-feira)

  • 12h – CAISM, Auditório (subsolo)

17/08 (quinta-feira)

  • 12h – Básico, Pavilhão Básico

22/08 (terça-feira)

  • 14h – Cotuca

23/08 (quarta-feira)

  • 12h – HC, Auditório (3º andar)
  • 22h – HC, Hall (5º andar)
  • 23h – Caism, Ambulatório

24/08 (quinta-feira)

  • 12h – Administrativo, Auditório DGA
  • 22h – HC, Hall (5º andar)
  • 23h – Caism, Ambulatório

Fonte: Da redação.

poradmin

URGENTE! REUNIÃO AMPLIADA DO FONASEFE PREPARA A RESISTÊNCIA!

Nesse último final de semana mais de 300 dirigentes sindicais de entidades nacionais e de base atenderam o chamado do FONASEFE para uma reunião na qual se discutiu vários temas, mas o mais importante foi a construção de um calendário de lutas unificado. Embora houvesse desigualdades no grau de mobilização entre as categorias o sentimento de unidade de fortalecer a resistência prevaleceu.

O cenário político demonstra que Temer mesmo sem popularidade, está em conjunto com o congresso nacional obstinado em avançar com o ajuste fiscal e com as reformas que visam destruir direitos sociais e democráticos para atender os interesses do capital em crise. Além de não abrir negociações salariais e proferir ataques diretos ao funcionalismo federal, a situação dos serviços públicos é de precarização total e no caso das universidades e institutos federais, se não revertermos o bloqueio de verbas, muitas instituições vão fechar as portas.

Foi decidido em comum acordo um processo de lutas que leva em consideração um forte trabalho de base no mês de agosto para aumentar o nível da mobilização e uma importante articulação com categorias que estão em campanhas salariais nesse segundo semestre com o objetivo de recompor a unidade necessária para enfrentar Temer e seus ataques.

O FONASEFE também irá enviar uma carta as centrais sindicais para chamar a atenção para a importância de construirmos uma nova greve geral no país para derrotarmos Temer e suas reformas. Precisamos de uma segunda onda de lutas, assim como fizemos o ano passado e que foi determinante para derrotarmos pelo menos momentaneamente a Reforma da previdência que era prioridade do governo no primeiro semestre desse ano.

Confira o calendário aprovado e mãos à obra:

MÊS DE AGOSTO: Organizar fórum dos servidores nos estados – Convocar reunião ampliada, nos estados, entre funcionalismo público das três esferas + movimentos sociais + centrais sindicais + movimento estudantil + categorias em luta (campanha salarial etc) para construir atividades, debates, e ações nas ruas, etc.

11/08 – Dia nacional em defesa da educação pública.

Orientamos construir assembleias comunitárias entre Técnicos, docentes e estudantes para denunciar a crise que se encontra as IFES hoje, mobilizando toda comunidade universitária e fazendo uma ampla convocação da imprensa local.

– 16 de agosto – Dia nacional de luta contra a terceirização e extinção das zonas eleitorais; dia Nacional de Luta em defesa da saúde e da previdência pública e contra o desmonte do Serviço Público;

SETEMBRO: Indicativo de greve ou paralisação do funcionalismo público (24 OU 48 hs), junto com a greve das categorias em campanha salarial. (Processo em construção com outras categorias, em breve informaremos uma data especifica).

Resoluções aprovadas do consenso FONASEFE em 06 de Agosto 

 

Mãos a obra! 

poradmin

Nota de Pesar – Maria Francisca Amaro Modesto

É com pesar que informamos o falecimento Sra. Maria Francisca Amaro Modesto, mãe da servidora Isaura Modesto. O sepultamento será às 16 horas, em Sumaré, no Cemitério da Saudade, localizado na avenida da Saudade, nº 981, Sumaré/SP. Informações: 38739917

O STU lamenta profundamente o ocorrido e presta a sua solidariedade aos familiares e amigos da companheira.

poradmin

Nota de pesar – Eneida Laporta Goncalves

É com pesar que informamos o falecimento Sra. Eneida Laporta Goncalves, mãe da servidora Bianca Zupirolli, do IB, integrante da chapa 1.  O velório será realizado das 15 às 20h no Cemitério Campos dos Amarais em Campinas. Não teremos enterro! Cremação amanhã cedo as 10h00 com uma pequena cerimônia de despedida de apenas 20 minutos.

O STU lamenta profundamente o ocorrido e presta a sua solidariedade aos familiares e amigos da companheira.

 

 

poradmin

Boletim do STU 037/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 10 de agosto de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Boletim_037_fnal.pdf” language=”pt_BR”]

 

Obs.: Diferente do que foi publicado no boletim, a próxima reunião de negociação entre reitoria e STU acontece dia 17/08, às 16h30, na sala do Consu.

poradmin

Boletim do Fórum das Seis – 6 de julho de 2017

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 6 de julho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Boletim-do-Forum-6-7-2017.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Plenária nacional aprova resoluções e Plano de Lutas da Categoria

Na tarde de domingo, 09, a Plenária Nacional da FASUBRA aprovou as resoluções do Plano de Lutas dos trabalhadores técnico-administrativos em educação das instituições federais de ensino superior. A posição política da Federação destaca a total reprovação da crise política instalada no Executivo e Legislativo.

Também foi aprovado o calendário de lutas que começa nesta segunda-feira, 10, com ações em todo o país concentrado principalmente na capital federal, contra a aprovação da Reforma Trabalhista (PLC 38/17). A votação está prevista para esta terça-feira, 11, no plenário do Senado Federal.

Conjuntura Nacional

A FASUBRA considera que há uma crise profunda no governo Temer, no qual a luta entre as distintas frações da burguesia poderá levar o congresso nacional a substituir Temer por Rodrigo Maia (presidente da Câmara dos Deputados), através de eleições indiretas. Também há uma grave crise social no país com 14 milhões (13,3%) de trabalhadores desempregados, deterioração dos serviços públicos e aumento da violência urbana.

Apesar das divisões entre grupos e frações da elite dominante, há uma grande unidade à favor das reformas trabalhista, da previdência como também a anti democrática reforma política. São na verdade contrarreformas que atacam direitos sociais e democráticos.  Para a FASUBRA, a unidade das centrais sindicais e movimentos sociais é fundamental para acumular força suficiente para enfrentar os ataques contra os interesses dos trabalhadores.

As Instituições públicas de ensino superior atravessam uma grave crise com sucessivos cortes no orçamento, apresentando dificuldades para o seu funcionamento regular e com algumas instituições sob a ameaça de fechar as portas.

O atual governo, por meio do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), não apresenta nenhuma disposição de dialogar e negociar com as entidades sindicais, não recebendo as entidades para audiência e nem mesmo respondendo os ofícios da Federação.

Diante deste cenário a Plenária Nacional Estatutária aprovou o Plano de Lutas da Categoria.

Plano de lutas

– A Fasubra precisa fazer parte de uma forte campanha que tenha objetivo derrotar as reformas, derrubar Temer, impedir eleições indiretas e exigir Eleições Diretas Já!

– Denunciar intensamente a falência do sistema político e a maioria dos deputados eleitos com dinheiro da corrupção e que estão a serviço das grandes corporações.

– Continuar construindo parcerias com os parlamentares do campo da resistência contra as reformas.

-Aprofundar o debate sobre saídas democráticas e populares para a crise política, considerando que qualquer proposta de reforma que vier deste congresso tem um caráter anti-popular.

– Enviar documento político a ser elaborado pela dn Fasubra, às centrais propondo a continuidade do calendário de lutas unificado, discutir a construção de uma nova greve geral contra as reformas e os ataques contra direitos sociais e democráticos.

– Seguir construindo comitês estaduais de base contra as reformas em unidade com sindicatos, movimentos sociais e centrais sindicais.

– Construir em conjunto com as entidades da educação federal uma ampla campanha denunciando a toda população a crise das Instituições públicas de ensino superior.

 

Confira o calendário de lutas aprovado.

10 a 12 de julho

Manifestações nos estados, aeroportos e no congresso nacional contra a reforma trabalhista. Procurar os senadores nos estados.

11 de julho

Dia Nacional de Lutas contra a Reforma Trabalhista

13 de julho

Participação na audiência Pública na Câmara, às 9h30min, sobre os impactos da redução do orçamento das Instituições Federais de Educação Superior, no Plenário 10 do Anexo II da Câmara dos Deputados.

Julho

Ações na reitoria para exigir posicionamento da ANDIFES sobre financiamento e abertura de negociações por parte do governo em relação a pauta da FASUBRA.

12 a 17 de Julho

Período de articulação com os segmentos da Comunidade Acadêmica (Entidades Sindicais Filiadas à FASUBRA, Seções Sindicais das/dos Docentes, DCEs, APGs) para a construção de uma Assembleia Universitária para debater as questões referentes ao financiamento público das Instituições de Ensino (superior, técnico e tecnológico, básico). Relançamento do SOS Universidade

16 a 22 de julho

Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC. Ato em Belo Horizonte – MG, no dia 20.

18 a 28 de Julho – Período de realização de Assembleias das entidades para construção do dia nacional de paralisação em defesa das Instituições Federais de Ensino.

18 a 28 de Julho – Período de realização de Assembleias Universitárias em defesa de financiamento público da educação.

03 de Agosto

Dia Nacional de Luta e Paralisações em defesa das instituições de ensino públicas, e por abertura de negociações. Ações nas reitorias.

Protocolar documento para os reitores, com teor de solicitar a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil (Andifes) que pressione o Governo Federal para realizar reuniões com as entidades da educação, para tratar do financiamento público das Instituições Públicas de Ensino Superior e da Campanha Salarial.

2ª Quinzena de Agosto

Ação em Brasília-DF em defesa da Universidade Pública em conjunto com as entidades da educação, em defesa de orçamento para a educação e por abertura de negociações  (data ainda a definir)

FONASEFE

Propor ações unitárias (manifestações e paralisações) ao Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) para o segundo semestre, que envolva intensificar a pressão sobre o MPOG, para abertura de negociações com todas as entidades do funcionalismo.

CONFASUBRA

Foram definidas as mesas para discussões centrais e mesas temáticas do Congresso da FASUBRA (CONFASUBRA) que acontece de 26 de novembro a 1º de dezembro em Poços de Caldas – MG.

Mesas – Plenárias Centrais

1) Conjuntura Nacional e Internacional

2) Educação / Projeto Universidade e Hospitais Universitários

3) Opressões (Mulheres, LGBTI, Raça e Etnia)

4) Alteração Estatutária

5) Prestação de Contas

6) Eleição da Direção Nacional e Conselho Fiscal

Mesas Temáticas

a) Organização e Estrutura Sindical

b) Relações de Trabalho

c) 100 anos da Revolução Russa / Greve geral de 1917 no Brasil

d) Assuntos de Aposentadoria / aposentados (as)

e) Comunicação contra hegemônica

f) Estaduais

g) Raça e etnia

h) Mulheres

i) LGBTI

j) Hospitais Universitários (HUs)

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

poradmin

Senado aprova o fim da CLT

Por 50 votos a 26 o plenário do Senado aprovou na noite de ontem o projeto de lei que acaba com os direitos trabalhistas no país (PLC 38/2017 ou a chamada reforma trabalhista). Os destaques propostos foram todos rejeitados pela base golpista na Casa. A prevalência do negociado sobre o legislado, o trabalho intermitente, a possibilidade de trabalho insalubre para gestantes, autorização de não pagamento de 13o salário, férias e descanso semanal remunerado, entre outros mais de cem ataques foram reafirmados e agora vão a sanção presidencial. A votação foi bastante tumultuada, com direito a ordem do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB/CE) para que fossem apagadas as luzes do plenário e suspensa a sessão após um grupo de senadoras ter ocupado a mesa diretora para tentar impedir a votação. Foram elas: Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM), Fátima Bezerra (PT/RN), Gleisi Hoffmann (PT/PR), Regina Sousa (PT/PI) e Lídice da Mata (PSB/BA).

Senadores que enterraram a CLT:

Airton Sandoval (PMDB/SP)

Aécio Neves (PSDB/MG)

Ana Amélia (PP/RS)

Antonio Anastasia (PSDB/MG)

Armando Monteiro (PTB/PE)

Ataídes Oliveira (PSDB/TO)

Benedito de Lira (PP/AL)

Cássio Cunha Lima (PSDB/PB)

Cidinho Santos (PR/MT)

Ciro Nogueira (PP/PI)

Cristovam Buarque (PPS/DF)

Dalirio Beber (PSDB/SC)

Dário Berger (PMDB/SC)

Davi Alcolumbre (DEM/AP)

Edison Lobão (PMDB/MA)

Eduardo Lopes (PRB/RJ)

Elmano Férrer (PMSB/PI)

Fernando Bezerra Coelho (PSB/PE)

Flexa Ribeiro (PSDB/PA)

Garibaldi Alves Filho (PMDB/RN)

Gladson Cameli (PP/AC)

Ivo Cassol (PP/RO)

Jader Barbalho (PMDB/PA)

José Agripino (DEM/RN)

João Alberto Souza (PMDB/MA)

José Maranhão (PMDB/PB)

José Medeiros (PSD/MT)

José Serra (PSDB/SP)

Lasier Martins (PSD/RS)

Magno Malta (PR/ES)

Marta Suplicy (PMDB/SP)

Omar Aziz (PSD/AM)

Paulo Bauer (PSDB/SC)

Pedro Chaves (PSC/MS)

Raimundo Lira (PMDB/PB)

Ricardo Ferraço (PSDB/ES)

Roberto Muniz (PP/BA)

Roberto Rocha (PSB/MA)

Romero Jucá (PMDB/RR)

Ronaldo Caiado (DEM/GO)

Rose de Freitas (PMDB/ES)

Sérgio Petecão (PSD/AC)

Simone Tebet (PMDB/MS)

Tasso Jereissati (PSDB/CE)

Valdir Raupp (PMDB/RO)

Vicentinho Alves (PR/TO)

Waldemir Moka (PMDB/MS)

Wellington Fagundes (PR/MT)

Wilder Morais (PP/GO)

Zeze Perrella (PMDB/MG)

poradmin

CR cobra adequação do financiamento e transparência por parte da reitoria

O Conselho de Representantes (CR) do STU se reuniu no último dia 06 de teve como principal debate a crise de subfinanciamento das universidades estaduais. O diretor Marcílio Ventura informou os presentes sobre as tratativas na Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia Legislativa para tentar incluir na LDO um percentual a ser ainda definido de repasses oriundos dos royalties que o Estado recebe pela exploração de petróleo. Esse mecanismo, se aprovado, poderia liberar mais cerca de R$ 270 milhões (R$ 90 milhões para a Unicamp) pelas projeções de arrecadação estadual para este ano. O Fórum das Seis lutará para que essa possibilidade de descongelamento do orçamento da Unicamp, USP e Unesp se efetive.

Até porque a falta de aumento nos repasses e a postura subserviente das reitorias começa a comprometer a prestação de serviços à sociedade que financia as instituições por meio do pagamento dos impostos e para quem as universidades devem estar voltadas. É obrigação das reitorias cobrar que o governo do Estado assuma a insuficiência financeira, bem como respeite a paridade e integralidade dos salários dos aposentados nos termos do artigo 27 da emenda constitucional 41 (a reforma previdenciária de Lula). Os reitores também têm o dever de zelar pela defesa da autonomia universitária. Mas nada disso vem sendo feito. No ano passado houve cortes em concursos, suspensão de programas e de contratações. Para este ano, o diretor João Raimundo (Kiko) destacou que a reitoria reforça a política de ajuste, apontando a meta de economizar R$ 10 milhões ao mês, rever gratificações, certificações e a criação de uma política de mobilidade nos campi.

Quem tem pago a conta da crise das universidades são seus trabalhadores. O auxílio alimentação, por exemplo, esta congelado há quase cinco ano. E já estamos indo para o segundo ano sem concursos e contratação de pessoal. Ao mesmo tempo, a reitoria não debate o impacto real da crise com o conjunto da comunidade universitária. Até o momento apenas são baixadas decisões de forma antidemocrática, sem diálogo prévio e sem levar em conta a qualidade do ensino e dos serviços prestados pela Universidade, como no caso das demissões na DEdIC. Na avaliação dos representantes de locais de trabalho, a reitoria deveria convocar uma reunião pública com a comunidade para discutir a crise e possíveis saídas. Até porque de outro lado são também levantadas políticas que, numa situação de crise financeira, a comunidade precisa estar informada de porque exatamente direitos não estão sendo garantidos mas estão sendo realizados outros investimentos. Como exemplo dessa situação foram questionadas as políticas de certificação e progressão funcional que a reitoria vem levantando. O CR questionou a falta de informação aos funcionários nesse debate e qual o sentido de discutir uma certificação que tem como viés promover o enxugamento dos postos de trabalho. Por outro lado, a política de mobilidade apresentada pela reitoria esbarra no fato de que as unidades só liberam trabalhadores mediante garantia de verba e vaga. Os conselheiros apontaram ainda a necessidade de discutir o dimensionamento do efetivo profissional em contrapartida à revisão da certificação. Principalmente na área de saúde, onde a redução do número de trabalhadores tem levado ao adoecimento dos que continuam trabalhando e à exposição dos trabalhadores a risco porque assumem responsabilidades que não são suas para colaborar com o funcionamento da instituição e o atendimento à população. Além disso, a queda do poder aquisitivo força profissionais a acumular empregos.

Em meio à crise econômica e política nacional, a avaliação de todos a partir do informe dado pelo diretor do STU e da Fasubra Antônio Alves Neto (Toninho) é de que é necessário manter a mobilização. Diante do resultado das mobilizações do dia 30 de junho, do avanço da reforma trabalhista no Congresso Nacional e da possibilidade do golpe dentro do golpe com a subida de Rodrigo Maia à Presidência da República sem eleições diretas, a Fasubra segue na linha de frente das manifestações e convoca os sindicatos a fazerem o mesmo. Nesse sentido, o CR e o sindicato já começam a organizar a mobilização para o segundo semestre, apontando que para sair dessa situação de ataques e arrocho nos salários e nas conquistas a possibilidade de nova greve está no horizonte.

poradmin

Confira os materiais e informações da Eleição STU 2017

PROCESSO ELEITORAL

A eleição para a diretoria do STU ocorre nos dias 29, 30 e 31 de agosto com a participação de quatro chapas:

  • 1 – Unidade e Luta! VAL Nacional
  • 2 – Muda STU
  • 3 – Sindicato Forte Sem Radicalismo
  • 4 – Alerta: Sindicato Somos Todos Nós

Clique aqui para baixar a lista de votantes e suas respectivas seções eleitorais

VOTAÇÃO

Área da Saúde

Demais unidades de Campinas e campi de Paulínia, Limeira e Piracicaba

29/08 – 15 às 21h

 30 e 31/08 – 8h30 às 17h

30/08  – 7 às 20h

31/08 – 7 às 20h

 

 

URNA

UNIDADE

LOCAL DA URNA

1

FE

FE, NIED

Prédio principal térreo próximo à Central de Informação

2

FEA

FEA, NEPA, CECI BERÇÁRIO

Entrada do prédio da Administração

3

FEC

FEC, RÁDIO E TV, IC, EDUCORP

Hall de entrada principal do prédio administrativo (Rua Saturnino de Brito, 224 – bloco 7)

4

FCM

FCM, CECO, ENFERMAGEM

 

5

FEF

FEF

Entrada do prédio administrativo

6

FEAGRI

FEAGRI, CBMEG

Hall de Entrada

7

FEQ

FEQ

Hall de Entrada (Bloco A)

8

FEEC

FEEC

Corredor de entrada do prédio principal

9

FEM

FEM

Diretoria FEM

10

FOP

FOP, COLÉGIO TÉCNICO

Saguão próximo à Biblioteca

11

IA

IA, CDC

Saguão do prédio principal

12

IB

IB

Entrada principal

13

IE

IE, CEPETRO, NEPO, NEPP, FUNCAMP (SEDE), COMVEST

Sala Multiuso 39

14

IEL

IEL, CEL

Saguão da Administração

15

IFCH

IFCH, PAGU, CESOP, AEL

Saguão do primeiro piso do prédio administrativo na Área de Convivência

16

IF

IF

Corredor principal do prédio C ao lado da lanchonete

17

IG

IG, CCS, NEPAM, CIDIC , CDMC (MÚSICOS), FARMÁCIA

Em frente ao prédio antigo (ao lado da DGA)

18

IMECC

IMECC

Saguão de entrada perto da Copa

19

IQ

IQ

Bloco A – corredor central em frente à Zeladoria

20

21

22

23

HC

HC, VIGILÂNCIA (NOTURNO EM SEPARADO)

Corredor central, depois do GGBS

24

25

CAISM

CAISM, CEB

Antiga recepção perto da Capela

26

FT

FT (FACULDADE TECNOLOGIA), COTIL, PLANTA FÍSICA, FCA

 

27

CPQBA

CPQBA

Refeitório

28

29

30

DGA

CEMEQ, GRÁFICA, SINALIZAÇÃO, UNITRANSP, CPO (OBRAS), DGA, SG, CPP, VIGILÂNCIA, PREFEITURA, CIS, CINFRA, ÁREAS VERDES, EDITORA, NUDECRI, CEMIB, DGRH, ASCOM, PRPG, LUME, PRP,  GGBS, NUCATE, CORI, GR, PRDU, PRE, PRG, PG, CGU, INOVA, RA, RS, CIPA

Hall da Entrada

31

STU

APOSENTADOS

Sede do STU (Sala do Jurídico)

32

PB

UNIDADES DO CICLO BÁSICO (SAE, CMU), RU, DAC, CLE, SIARQ

Pátio perto do Bebedouro

33

COMPUTAÇÃO

COMPUTAÇÃO, CNAPAD, CEPAGRI, GGTE

Pavilhão em frente ou  IC1  e IC2

34

BC

BC

Entrada de funcionários

35

GASTROCENTRO

HEMOCENTRO, PRODECAD, GASTROCENTRO, CRECHE SAÚDE, CECI MATERNAL

Em frente ao anfiteatro (1º)

36

COTUCA

COTUCA

Em frente ao RH

 

 

 

MATÉRIAS PUBLICADAS

28/08/17:  Comissão Eleitoral divulga listas de eleitores e locais de votação

23/08/17: Comissão Eleitoral divulga Mapa das Urnas

24/07/17: Eleição STU: confira o Ciclo de Debates Eleitorais

10/07/17: Boletim da Comissão Eleitoral, 10 de julho de 2017

07/07/17: Comissão Eleitoral homologa quatro chapas para eleição do STU

29/06/17: Quatro chapas são protocoladas para concorrer à eleição para diretoria do STU

 

Membros das chapas que concorrem à eleição:

 

poradmin

Boletim da Comissão Eleitoral STU

Baixe aqui Boletim da Comissão Eleitoral do STU 01. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Boletim_comissao_eleitoral.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do Fórum das Seis – 03/07/17

Baixe aqui Boletim do do Fórum das Seis de 03 de julho de 2017. [gviewer file=”
https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Boletim-do-Forum-3-7-2017.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Festa Julina dos Aposentados

O Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU convida toda a categoria para a sua tradicional Festa Julina, que será realizada no próxima sexta-feira (7), no CIS Guanabara (Rua Mário Siqueira,829, Botafogo, Campinas), a partir das 14h.

poradmin

50 anos da fundação da Assuc

No próxima quinta-feira (6) terá início a exposição que marca a comemoração dos 50 anos da fundação da Assuc, organização que deu origem ao STU. A exposição vai até 31 de julho.
Como parte das comemorações será lançado o livro “A história de luta dos trabalhadores da Unicamp”, às 12 horas no auditório da DGA

 

Livro resgata a memória da Assuc

O livro “A História de Luta dos Trabalhadores da Unicamp”, escrito por Glória Lopes e Rodrigo Paixão, está à venda na sede do STU por R$ 25.

Ao longo das 400 páginas do livro os autores contam a história da luta e da organização dos trabalhadores da Unicamp. E o tema desse livro caminha ao lado da história da própria universidade, que no ano passado comemorou 50 anos de fundação.

O atual STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp) surgiu pouco depois da Unicamp, como Assuc (Associação dos Servidores da Unicamp) e toda essa trajetória para a construção do sindicato está retratada na obra.

O ambicioso projeto da direção da entidade resgatou e organizou testemunhos, documentos e imagens que possibilitaram a edição dessa obra, que reconstitui a organização sindical dos trabalhadores da Unicamp. Inédito no âmbito acadêmico, o livro auxiliará no processo de difusão de informações para um grande contingente de pesquisadores, os quais contavam com escassa documentação disponível. Essa obra é parte integrante do projeto Unicamp Ano 50, registrando o papel dos trabalhadores e de sua entidade de classe na construção desta que é uma das universidades de maior destaque do Brasil e do mundo.

A publicação apresenta uma história rica em detalhes com depoimentos importantes que constroem a trajetória dessa entidade pioneira na organização dos funcionários públicos.

Vale a pena a leitura! Adquira logo seu exemplar na Secretaria do sindicato porque a edição é limitada.

 

Sobre os autores

Glória Aparecida Pereira Lopes é jornalista na imprensa sindical. Como roteirista, ganhou o Grand Prix da Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) e o Prêmio Estímulo à Cidadania, na categoria Vídeo, ambos no XXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, da Intercom, com o documentário A arte de incluir. Fez parte do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp e, atualmente, trabalha no Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e região. 

Rodrigo Paixão é cientista político, especialista em gestão pública, vereador e professor. Trabalha também com assessoria e consultoria para entidades governamentais e não governamentais e atua como comentarista político de rádio e televisão.

 

Livro resgata a memória da Assuc

O livro “A História de Luta dos Trabalhadores da Unicamp”, escrito por Glória Lopes e Rodrigo Paixão, está à venda na sede do STU por R$ 25.

Ao longo das 400 páginas do livro os autores contam a história da luta e da organização dos trabalhadores da Unicamp. E o tema desse livro caminha ao lado da história da própria universidade, que no ano passado comemorou 50 anos de fundação.

O atual STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp) surgiu pouco depois da Unicamp, como Assuc (Associação dos Servidores da Unicamp) e toda essa trajetória para a construção do sindicato está retratada na obra.

O ambicioso projeto da direção da entidade resgatou e organizou testemunhos, documentos e imagens que possibilitaram a edição dessa obra, que reconstitui a organização sindical dos trabalhadores da Unicamp. Inédito no âmbito acadêmico, o livro auxiliará no processo de difusão de informações para um grande contingente de pesquisadores, os quais contavam com escassa documentação disponível. Essa obra é parte integrante do projeto Unicamp Ano 50, registrando o papel dos trabalhadores e de sua entidade de classe na construção desta que é uma das universidades de maior destaque do Brasil e do mundo.

A publicação apresenta uma história rica em detalhes com depoimentos importantes que constroem a trajetória dessa entidade pioneira na organização dos funcionários públicos.

Vale a pena a leitura! Adquira logo seu exemplar na Secretaria do sindicato porque a edição é limitada.

 

Sobre os autores

Glória Aparecida Pereira Lopes é jornalista na imprensa sindical. Como roteirista, ganhou o Grand Prix da Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) e o Prêmio Estímulo à Cidadania, na categoria Vídeo, ambos no XXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, da Intercom, com o documentário A arte de incluir. Fez parte do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp e, atualmente, trabalha no Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e região. 

Rodrigo Paixão é cientista político, especialista em gestão pública, vereador e professor. Trabalha também com assessoria e consultoria para entidades governamentais e não governamentais e atua como comentarista político de rádio e televisão.

poradmin

Boletim do STU 036/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 4 de julho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Boletim_036_2017.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim dos Aposentados STU – Junho 2017

Baixe aqui Boletim dos Aposentados do STU, de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/07/boletim_aposentados_junho.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do STU 035/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 28 de junho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Boletim_035.pdf” language=”pt_BR”]