Arquivo de tag greve

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Boletim do STU 060/2015

Baixe aqui Boletim 60/2015, de 29 de setembro de 2015.

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Fasubra responsabiliza governo por alongamento da greve

Por Luciana Castro, para a Fasubra

Na tarde de quinta-feira, 24, o Comando Nacional de Greve (CNG) da FASUBRA Sindical se reuniu com o secretário de Relações de Trabalho, Sérgio Mendonça na sede do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), após uma hora de atraso. A proposta imposta pelo governo federal de reajuste de 5,5% e m agosto de 2016 e 5% em 2017 e elevação no “step” na carreira de 0,1%, foi aprovada pela categoria, após rodada de assembleias dos sindicatos de base. Também participaram da reunião o secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação, Jesualdo Farias e a Assessoria Jurídica da federação.

A FASUBRA enviou a minuta de acordo no período da tarde à Secretaria de Relações de Trabalho (SRT), documento com base no que a maioria da categoria deliberou. A representação da FASUBRA cobrou mais agilidade no processo negocial, devido a afirmação de Mendonça em analisar o termo de acordo construído pela federa&cce dil;ão somente na próxima semana. “Não haverá discussão enquanto não analisarmos este assunto entre nós, até terça enviamos nossa proposta e na quarta à tarde discutimos o texto, para que realizem as assembleias de vocês”, disse Mendonça. Na ocasião, o secretário da SRT/MPOG falou sobre o teor do acordo, “o que vale são as respostas apresentadas por meio de ofícios do Ministério do Planejamento e a carta do Ministério da Educação”.

De acordo com a FASUBRA, se o governo está pedindo um tempo para análise, deve haver garantias do não corte de ponto, além da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que proíbe esta ação por parte do governo. Sobre este assunto Mendonça declarou, “se estamos caminhando para uma convergência, n&atild e;o vai haver surpresas”.

A representação da FASUBRA questionou a decisão do governo em delongar a greve e afirmou, “vocês estão jogando a greve para mais duas semanas, agora está na mão do governo”. A federação também advertiu informar à imprensa sobre a continuidade da greve, devido a morosidade do governo em resolver a qu estão. “Só vamos sair da greve depois que assinarmos o acordo”.

Agenda

29/09 – Governo encaminhará documento de termo de acordo após análise do que foi apresentado pela federação. Atos nas reitorias para cobrar celeridade nas negociações.

30/09 – Reunião do CNG para análise em conjunto da redação das cláusulas no MPOG.

 

Atos nos estados

O Comando Nacional de Greve da FASUBRA Sindical participou na manhã do dia 23, do Ato contra pacote de medidas do governo federal que atinge o funcionalismo público. A manifestaç&ati lde;o aconteceu em todos os estados. Em Brasília-DF, os grevistas se concentraram em frente ao Ministério da Fazenda.

O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) engrossaram as fileiras de insatisfação diante da redução de investimentos no programa Minha Casa, minha vida.
Diante da conjuntura atual de crise econômica e política os trabalhadores afirmam que não vão pagar a conta.

Confira a matéria no site de origem: http://www.fasubra.org.br/index.php/fasubra/846-fasubra-apresenta-minuta-do-termo-de-acordo-ao-governo

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Boletim do STU 059/2015

Baixe aqui Boletim 59/2015, de 22 de setembro de 2015.

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Supersalário e dupla remuneração da Unicamp são ilegais e imorais

Nas últimas semanas vem ganhando destaque a polêmica envolvendo os supersalários dos dirigentes da Unicamp. O estopim foi a ação movida pela Folhapedindo a divulgação dos salários dos servidores da Universidade. Há anos o TCE (Tribunal de Contas do Estado) critica o descumprimento do teto constitucional e a ilegalidade da dupla remuneração paga à cúpula universitária.

Ainda em 2012, o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp denunciou que alguns salários ultrapassavam o dobro do teto. O simples fato de ser necessário acionar a Justiça já é em si um escândalo.

Os salários pagos em qualquer órgão público não são uma questão interna. É um direito da população ter acesso a todas as informações sobre o uso dos recursos públicos.

E os trabalhadores da Unicamp, conscientes disso, há anos exigem da reitoria a divulgação dos salários, inclusive para mostrar que a situação da maioria é radicalmente diferente: mais de 80% dos técnico-administrativos da Unicamp estão abaixo dos pisos salariais praticados pela USP, ainda que ambas as universidades sejam mantidas pelo governo do Estado.

Tal quadro constitui violação da regra de que trabalhos iguais devem ser igualmente remunerados, a exemplo do que corretamente já ocorre com o corpo docente.

Feita a divulgação, descobriu-se que os salários da cúpula da Unicamp chegam a R$ 50 mil por mês, incluindo um salário extra de R$ 14,9 mil para o exercício de cargos da administração superior.

Ora, no exercício do cargo, o reitor, por ter todo seu tempo consumido pelas atividades inerentes a tal posição, tem a justa prerrogativa de não cumprir as obrigações decorrentes do cargo de professor titular (ensino, pesquisa, extensão e atividades administrativas).

Tal prerrogativa apenas mantém seu caráter de justiça se acompanhada da interrupção temporária do recebimento do salário de professor titular e recebimento exclusivo do salário de reitor. Nada justifica a dupla remuneração.

Independentemente da controvérsia relativa ao teto, seja este o salário do governador do Estado ou o equivalente a 90,25% do salário de desembargador do Tribunal de Justiça (conforme defendido pelas associações docentes), chama atenção o fato de que uma pequena porção de servidores ganha salários inexplicavelmente altos, ultrapassando o dobro do atual teto constitucional e sendo muito maior que o teto reivindicado.

Mesmo considerando um servidor no topo da carreira, com adicionais por tempo de serviço e outros benefícios, ainda assim não se explicam salários como os recebidos pela cúpula da Unicamp. Por isso, é urgente que a reitoria divulgue não apenas o montante pago, mas também a composição dos salários. Além, claro, de cumprir a lei sem apelar a heterodoxias legais.

Por fim, um alerta. Parte da comunidade universitária teme que a exposição de tais mazelas ajude os que, nos governos e fora deles, intentam o desmonte e a privatização da universidade pública. Trata-se de uma preocupação legítima.

Mas a nossa luta em defesa da ampliação do investimento no ensino público e da valorização salarial dos trabalhadores da educação nada tem a ganhar quando fechamos os olhos para o injustificável. Até porque a atual cúpula da Unicamp, que se beneficia dos supersalários, é formada justamente por uma (não tão) estranha composição entre os que há muitos anos conduzem nosso país e nosso Estado ao abismo educacional.

IURIATAN FELIPE MUNIZ, 31, e TEÓFILO REIS, 31, são diretores do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp

(*) Texto publicado na coluna Tendências e Debates do jornal Folha de São Paulo, edição do dia 18 de setembro de 2015.

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Com ajuste fiscal, governo recua em negociações e adia reajuste para agosto de 2016

Após o anúncio das novas medidas do ajuste fiscal, feito na segunda-feira (14) pelo ministro Levy, o comando nacional de greve da Fasubra ocupou na terça-feira (15) o Ministério da Educação. As medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda preveem o adiamento de reajuste ao funcionalismo, suspensão de concursos, eliminação do abono de permanência criado na reforma da previdência do governo Lula para os servidores que continuam trabalhando mesmo tendo tempo para se aposentar, entre outras medidas.
Após a ocupação do Ministério os servidores conseguiram antecipar uma reunião agendada para ontem com o Planejamento, mas não teve avanços nas negociações. Ao contrário, houve recuo da proposta apresentada semana passada. O governo propôs aplicar 5,5% do reajuste apenas em agosto de 2016 e 5% em janeiro de 2017 com progressão do STEP (evolução na carreira) – o que resultará em cerca de 3% de acréscimo aos salários. Os benefícios também seriam corrigidos em média à razão de 22% (equivalente ao IPCA do período em que ficaram congelados), com o auxílio alimentação passando de R$ 373,00 para R$ 458,00.
Será realizada nova audiência na próxima quarta-feira (23).
Em nota, a Fasubra destaca que “a última versão do ajuste fiscal ampliou o golpe, imputando aos trabalhadores a conta da crise que, além de diminuir o impacto do reajuste em 2016, que não cobria sequer a inflação de 2015, amplia a retirada de direitos dos trabalhadores, inclusive componentes que integram a remuneração salarial dos servidores federais”.
A categoria, cuja greve segue em 62 das 63 universidades federais do país e hoje completa 113 dias mesmo com ameaça de corte de ponto, realizará assembleias de base até terça-feira para discutir a proposta.
Paralisação nacional – Entidades do funcionalismo realizaram na terça-feira reunião convocada pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais. A decisão foi intensificar a mobilização, iniciar uma nova jornada de greves contra o ajuste e convocar um dia nacional de paralisação do serviço público em 23 de setembro. Já estão paralisados trabalhadores do Judiciário Federal, INSS, Ibama, órgãos federais do Executivo em diversos estados e médicos peritos.

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Boletim do STU 057/2015

Baixe aqui Boletim 57/2015, de 09 de setembro de 2015.

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Boletim do STU 056/2015

Baixe aqui Boletim 56/2015, de 01 de setembro de 2015.

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porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp decretam fim da greve

Grevistas aprovam em assembleia a proposta de encerrar o movimento na próxima segunda-feira (31)

Grevistas aprovam em assembleia a proposta de encerrar o movimento na próxima segunda-feira (31)

 

Em assembleia geral realizada na manhã desta sexta-feira (28), os trabalhadores da Unicamp decidiram encerrar a greve na próxima segunda-feira (31).
Iniciada na sexta-feira passada (21) a greve cobrou o fim das duplas matrículas e dos supersalários e que os custos excedentes com esse pagamento fossem revertidos em isonomia salarial para os técnico-administrativos.
A assembleia aprovou a organização de um calendário permanente de luta e manutenção da mobilização em torno dessa pauta.
Ao longo desses dias foram produzidos diversos atos considerados positivos pela categoria. E para a maioria dos trabalhadores que participou da greve, a mobilização é importante no sentido de denunciar à população o pagamento de vencimentos ilegais dentro da universidade, bem como a necessidade de cumprimento da lei do teto salarial em respeito à decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Neste fim de semana, os trabalhadores farão uma mobilização durante a Universidade de Portas Abertas (UPA) com objetivo de ampliar a campanha de conscientização e somar forças com a sociedade civil para pressionar a reitoria a cortar os supersalários e as duplas matrículas.

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Boletim do STU 055/2015

Baixe aqui Boletim 55/2015, de 28 de agosto de 2015.

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Boletim do STU 054/2015

Baixe aqui Boletim 54/2015, de 27 de agosto de 2015.

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Comando de greve repudia manobras da reitoria contra o direito de greve

Numa tentativa de intimidação, a reitoria age desrespeitando a democracia na Universidade e a autonomia das unidades. Ameaças, pressão, convocações e quaisquer práticas antissindicais são repudiadas pelo comando de greve e serão denunciadas às autoridades competentes.

A greve é um direito

A despeito destas ameaças, os artigos 9° e 37, incisos VI e VII, da Constituição Federal e a Lei Federal 7.783/1989 garantem aos trabalhadores o direito de Greve e a ilegalidade das condutas que visem violar ou constranger o exercício deste direito.
Além disso, são consideradas práticas antissindicais com punições previstas em lei em momentos de greve, “procedimentos que desestimulam ou limitam esse direito (despedida, estagnação profissional, medidas disciplinares ou transferências de grevistas”.

Consequências da greve são parte da negociação
O STU e o comando de greve reiteram o chamado a todos os funcionários que ainda não aderiram à paralisação que participem do movimento. É chegada a hora de todos os trabalhadores assumirem uma postura ativa nesta greve. Apenas juntos podemos alcançar nossas reivindicações e preservarmos nossos direitos. E, como em outras greves da categoria, será parte da negociação para encerrar o movimento a garantia de que não haverá represálias.

Reunião com o MPT
A notificação da reitoria foi encarada por toda a categoria como mais uma forma de assédio moral (o que vai na contramão do debate que vem sendo feito com o Ministério Público do Trabalho para efetivar o acordo coletivo assinado em 2007).
Na próxima segunda (31) o STU se reúne com o procurador do trabalho Eduardo Luís Amgarten e representantes da reitoria da Unicamp, na sede do Ministério Público do Trabalho em Campinas, para discutir as mudanças no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) sobre o combate ao assédio moral na Universidade. O comando de greve já aprovou apresentar o caso na reunião e cobrar da administração o compromisso, perante o Ministério Público do Trabalho, de que não haverá punições.

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Hora da pressão!

Hoje o dia é de várias atividades de mobilização em frente à reitoria e pressão para fortalecer a luta dos trabalhadores em greve, que se reúnem às 15h30 com o reitor.

Hoje é o dia da reunião com o reitor José Tadeu Jorge para cobrar um posicionamento categórico em relação à isonomia e o fim dos supersalários e duplas matrículas. A categoria já está em greve há uma semana e não aguenta mais enrolação. Por isso o dia será também de várias atividades de mobilização em frente à reitoria e pressão.
Logo cedo, às 8h30, toda a categoria está convidada a participar do café da manhã coletivo em frente à reitoria (Praça das Bandeiras). Na sequência, serão realizadas atividades culturais, churrasquinho da greve, um debate sobre a estrutura da Universidade e por democracia na discussão sobre as mudanças do Estatuto da Unicamp.
E durante a reunião de negociação com a reitoria, marcada para as 15h30, será realizado o Grande Ato contra os Supersalários e pela Isonomia, seguido de informes sobre os debates com Tadeu.
É hora de intensificar a pressão pelo cumprimento da lei do teto salarial, respeito à decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo em relação aos supersalários e pela aplicação do gasto que hoje a Universidade tem com o pagamento de vencimentos ilegais para a efetivação da isonomia. Com os R$ 4,5 milhões que Universidade paga em salários acima do teto seria possível custear ao menos 10% da isonomia.
A hora é agora!

27/8 (quinta)
8h30 – Café da manhã coletivo em frente à reitoria (Praça das Bandeiras)
10h30 – Apresentação musical e atividades culturais.
13h – Debate: Estrutura da Universidade e democracia na mudança do Estatuto.
14h – Concentração para o Grande Ato contra os Supersalários e cobrando a Isonomia.
15h30 – Reunião de negociação com a reitoria.

28/8 (sexta)
10h – Assembleia Geral, no Ciclo Básico.

29/8 (sábado)
9h – Panfletagem na UPA.

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Carta aberta à população – Unicamp paga salários acima do previsto em lei

Baixe aqui Carta à População de 26 de agosto de 2015.

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Boletim do STU 053/2015

Baixe aqui Boletim 53/2015, de 26 de agosto de 2015.

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É hora de Tadeu responder!

Ato amanhã em frente à reitoria cobra que recursos dos supersalários sejam revertidos para a quitação da isonomia.

O reitor José Tadeu Jorge passou os últimos dois anos tentando convencer a categoria de que não havia recursos nem possibilidades de cumprir com sua promessa de efetivar a isonomia até abril deste ano. A divulgação dos supersalários deixou claro que apenas os recursos pagos em salários acima do teto constitucional podem garantir pelo menos 10% de aumento dos pisos dos segmentos médio e superior.
Por isso, é fundamental a participação de todos no ato desta quinta-feira.
Desde o período da manhã os servidores estarão concentrados na Praça das Bandeiras, com ato e atividades de debate, para demonstrarmos nossa indignação com a falta de compromisso da reitoria. Tadeu acabou comprando a Fazenda Argentina e pagando supersalários com o dinheiro da nossa isonomia. Os servidores não aceitarão esse descaso calados.

Ato unificado em campinas

Defender o funcionalismo e os serviços públicos

Hoje acontece o ato unificado do funcionalismo em Campinas, em defesa do serviço público e da valorização do funcionalismo, às 10 horas, no Largo do Rosário.
O ato somará forças com os grevistas do INSS e Judiciário para denunciar as condições precárias de trabalho no serviço público e a defasagem salarial com a alta da inflação.
A caravana da Unicamp sai às 9 horas, do estacionamento da BC.

Confira a agenda

26/8 (hoje)
9h – Reunião no Ceci Berçário.
9h – Reunião nas unidades e saída para o ato.
10h – Ato unificado no Centro de Campinas, no Largo da Catedral.
14h – Reunião do Comando de Greve.
14h30 – Reunião do RU.
18h – Audiência Pública na Alesp. sobre o Plano Estadual de Educação.

27/8 (quinta)
11h – Reunião no IB.
13h – Debate: Estrutura da Universidade e democracia na mudança do Estatuto.
14h – Concentração para o Grande Ato contra os Supersalários e cobrando a Isonomia.
15h30 – Reunião de negociação com a reitoria.

28/8 (sexta)
10h – Assembleia Geral.

29/8 (sábado)
9h – Panfletagem na UPA.

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Greve vai às ruas!

Amanhã tem ato unificado no Centro de Campinas, com saída da Unicamp às 9 horas * Nesta segunda, trabalhadores distribuíram carta aberta no interior da Unicamp e no Centro de Barão Geraldo, informando à comunidade universistária e à sociedade as razões da greve.

Nesta quarta (26) a categoria participa do ato unificado que reunirá diversas categorias em greve. Servidores da Unicamp, do Ministério do Trabalho e do Judiciário Federal se reúnem às 10 horas no Largo da Catedral em defesa do serviço público e por melhores salários e condições de trabalho.
A caravana da Unicamp sairá às 9 horas, do estacionamento da Biblioteca Central. Inscrições devem ser realizadas na secretaria do STU informando nome, RG e se precisará retornar à Universidade ou não.
Diálogo com a população
Nesta semana a greve dos técnico-administrativos da Unicamp iniciou um processo de diálogo com a sociedade sobre a justeza das reivindicações do movimento. Ontem, trabalhadores que já se engajaram na paralisação visitaram unidades, ampliando a participação da categoria na luta, e realizaram panfletagens da “Carta aberta à população” no interior do campus e no Centro de Barão Geraldo. Nesta terça as atividades têm prosseguimento (ver agenda ao lado).

 

Confira a Agenda

25/8 (terça)

Reuniões de unidade.
10h – Rolezinho pelas unidades do Ciclo Básico.
Confecção de faixas e cartazes.
14h – Distribuição de Carta Aberta à população.
17h30 – Debate sobre a Conjuntura no CACH.

26/8 (quarta)
10h – Ato unificado no Centro de Campinas, no Largo da Catedral.
14h – Reunião do Comando de Greve.
18h – Audiência Pública na Alesp sobre o Plano Estadual de Educação.

27/8 (quinta)
13h – Debate: Estrutura da Universidade e democracia na mudança do Estatuto.
15h30 – Reunião de negociação com a reitoria.

28/8 (sexta)
10h – Assembleia Geral

29/8 (sábado)
9h – Panfletagem na UPA

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Boletim do STU 052/2015

Baixe aqui Boletim 52/2015, de 25 de agosto de 2015.

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Carta à população

Baixe aqui Carta à População de 24 de agosto de 2015.

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Boletim do STU 051/2015

Baixe aqui Boletim 51/2015, de 24 de agosto de 2015.

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Cadê minha isonomia?

Unidades devem se reunir e construir o fortalecimento da greve na Unicamp

A greve da categoria iniciada na última sexta-feira (21) começou com a realização de um ato que teve início com uma caminhada a partir do Ciclo Básico e foi encerrado no restaurante universitário. O objetivo foi dialogar com trabalhadores que ainda não aderiram ao movimento e com o conjunto da comunidade universitária sobre a justeza da paralisação das atividades. Além de pautar a importância do apoio à greve por parte de todos os que constroem a excelência da Unicamp junto com os servidores técnico-administrativos.
Também na sexta-feira aconteceu a primeira reunião do comando de greve, que discutiu a importância de todas as unidades realizarem suas reuniões para organizar a participação no movimento e uma agenda de mobilização para esta semana.

Reuniões de unidade
É fundamental que todos os locais de trabalho se reúnam a partir desta segunda-feira para fortalecer a mobilização.

Razões para fortalecer a greve

  • Não temos isonomia, por isso ganhamos menos que os servidores da USP
  • Não tem crise para o pagamento, julgado irregular pelo TJSP, dos supersalários e das duplas matrículas
  • Porque a reitoria vem atuando com descaso para com os trabalhadores – Não tem transparência, queremos a divulgação da composição dos salários
  • Não temos democracia: aos trabalhadores, nada, enquanto uma meia dúzia recebem supersalários
  • Porque nossos benefícios estão congelados
  • Porque Tadeu não cumpriu a promessa que o elegeu (isonomia em dois anos)
  • Porque temos sobrecarga de trabalho com a GR-2/2015
  • Porque o reitor não negocia nossa pauta específica
  • Porque a greve é nosso principal instrumento de pressão

Greve é direito do trabalhador

A diretoria e o Deptº Jurídico do STU resssaltam que greve é um direito garantido no inciso VII do artigo 37 da Constituição Federal e assegurado a todo os servidores, inclusive os que estão em estágio probatório, que podem participar das mobilizações da categoria sem sofrer qualquer tipo de retaliação.
Participe da greve e caso ocorra qualquer pressão da chefia, comunique ao STU. Ameaças ou retaliação por parte da chefia caracterizam assédio moral e este tipo de atitude não será tolerada. O trabalhador não precisa formalizar a chefia que vai entrar em greve, uma vez que a reitoria já está formalmente comunicada.

Confira a agenda aprovada pelo Comando de Greve

24/8 (segunda)
6h – Panfletagem nas entradas da Unicamp.
Reuniões de unidade.
10h – Rolezinho pelas unidades do Ciclo Básico.
15h – Panfletagem no centro de Barão Geraldo.
25/8 (terça)
Reuniões de unidade.
10h – Rolezinho pelas unidades do Ciclo Básico.
Confecção de faixas e cartazes.
14h – Distribuição de Carta Aberta à população.
17h30 – Debate sobre a Conjuntura no CACH.
26/8 (quarta)
Ato no centro de Campinas.
Reunião do Comando de Greve.
18h – Audiência Pública na Alesp sobre o Plano Estadual de Educação.
27/8 (quinta)
13h – Debate: Estrutura da Universidade e democracia na mudança do Estatuto.
15h30 – Reunião de negociação com a reitoria.
28/8 (sexta)
10h – Assembleia Geral
29/8 (sábado)
9h – Panfletagem na UPA