Arquivo de tag greve

porFernanda de Freitas

Movimento grevista realiza panfletagem no Caism e no COLE

TRANCASSO PANFLETAGEM HC CAISM (editado)

Greve unificada no Caism

Na manhã desta terça-feira (12) o movimento grevista realizou um trabalho de conscientização da população atendida no Caism em relação à paralisação dos profissionais da saúde e sobre o caos que se instaurou na educação e na saúde públicas de São Paulo.

Os trabalhadores e estudantes se concentraram em frente ao Caism para entregar panfletos mostrando o cenário caótico que se encontra a Unicamp, em especial o complexo hospitalar da Unicamp.

O panfleto entregue à população denominado “Carta da Área de Saúde à População” relata a motivação da greve dos trabalhadores da Unicamp e pede a compreensão e o apoio da sociedade campineira no que diz respeito às reivindicações de melhorias da saúde, da educação e das condições de trabalho, além da cobrança de um reajuste salarial que reponha a inflação acumulada.

Os trabalhadores explicaram que por falta de manutenção ou aquisição de equipamentos médicos, milhares de pessoas são atendidas de forma precária no complexo hospital da Unicamp e outras tantas esperam na fila por um atendimento médico, além disso, muitos funcionários atendem em locais sem a mínima condição de funcionamento. Por isso, nossa luta é contra os cortes de verbas e as iniciativas de privatização do SUS que, consequentemente, afetam a qualidade do serviço prestado.

Durante a mobilização o movimento grevista dialogou também com os funcionários que ainda não aderiram à paralisação, para ouvir suas demandas e solicitar apoio à luta que é de todos.

Manifestação no Congresso de Leitura do Brasil 

COLE (editado)

Intervenção do movimento grevista no COLE

Ainda pela manhã o movimento grevista fez um ato em frente ao Centro de Convenções enquanto ocorria o COLE (Congresso de Leitura do Brasil).

Numa demonstração de apoio e unidade na luta, os trabalhadores e estudantes grevistas foram recebidos com palmas pela recepção e a plateia do evento. A mesa coordenadora cedeu espaço para o movimento se posicionar e explicar aos congressistas as demandas reivindicadas pela categoria.

Após a intervenção, ao som de muita música com palavras de ordens da greve e carregando faixas com dizeres que cobram o fim dos cortes de verbas e do arrocho salarial, os manifestantes percorreram em passeata as ruas do campus em direção ao CB (Ciclo Básico).

As duas atividades foram realizadas de forma pacífica e contaram com a compreensão da população. Isso demonstra que nossa greve é justa e que, daqui pra frente, nosso movimento só tende a crescer.

porFernanda de Freitas

Greve vai pra rua dialogar com a população

Hoje a nossa greve foi pra rua discutir com a população a crise na universidade pública, o caos na saúde pública, o aumento do desemprego e o mito do ajuste fiscal.

Através de uma aula pública, organizada por estudantes e docentes da Economia e das Artes, nosso movimento aproveitou para dialogar com a população sobre o passado, o presente e o futuro do nosso país no que diz respeito ao trabalho, educação, saúde, economia e trabalho.

Na aula foi apresentado à população o motivo de estarmos em greve há mais de 45 dias. Além de explicar que quando se corta verbas públicas o gestor está contribuindo para o desemprego e a precarização do serviço público.

 

Mercantilização da saúde e da educação

Está claro que no Brasil a saúde e a educação se tornaram um negócio lucrativo por conta do desmonte do serviço público.

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Largo da Catedral recebeu aula pública da greve

Hoje a nossa greve foi pra rua discutir com a população a crise na universidade pública, o caos na saúde pública, o aumento do desemprego e o mito do ajuste fiscal.

Através de uma aula pública, organizada por estudantes e docentes da Economia e das Artes, nosso movimento aproveitou para dialogar com a população sobre o passado, o presente e o futuro doPara a médica Ellen Machado Rodrigues, a perda gradativa de recursos do SUS significa, por exemplo, a volta de epidemias já erradicadas, a redução de serviços e de procedimentos médicos essenciais, a redução no número da equipe médica e no atendimento da demanda, entre outros ataques. “É preciso defender o SUS porque temos visto que o lucro está acima da vida do cidadão, sem contar que o subfinanciamento da saúde interessa a alguns grupos econômicos no país”, apontou Ellen.

O fato da saúde ser um direito social previsto na Constituição Brasileira e reconhecido como “direito de todos e dever do Estado” é suficiente para empregarmos todas as nossas forças na defesa do SUS.

“A saúde e a educação estão passando de um direito social para ser um lucro para as operadoras de planos de saúde e os conglomerados educacionais privados”, denunciou um docente da Unicamp.

Democratização da Mídia

A necessidade de democratizar a mídia, como parte do processo de construção de um país mais igualitário e justo, também foi pauta da aula pública.

Os docentes explicaram que a mídia trabalha com a “desinformação” da sociedade para defender os interesses dos setores financeiro e empresarial que, cada vez mais, avança com sua política conservadora de retirada direitos e burocratização no acesso da camada carente às políticas sociais.

Combater a precariedade do serviço público

No debate ficou evidente que os problemas da educação e da saúde públicas passam por soluções que visem à construção de políticas públicas sociais efetivas, com mais recursos e transparência na gestão.

O entendimento dos debatedores é que se faz urgente a unidade da classe trabalhadora em busca da construção de um projeto político nacional que priorize o desenvolvimento do país.

“A aula pública cumpriu seu objetivo de dialogar com a população campineira, levando às ruas as preocupações e debates acadêmicos. Sem contar que a discussão sobre saúde e educação públicas não podem ficar restritas à Unicamp porque são temas que dizem respeito à sociedade”, defendeu uma estudante que acompanhou as apresentações.

Vale destacar que as aulas foram marcadas por intervenções de cidadãos campineiros que pararam para ouvir a discussão. A grande maioria dos depoimentos foi de testemunho sobre a precariedade no atendimento no serviço público. Muitos estavam indignados com o caos que se instaurou na saúde e com o descaso em relação às escolas públicas de Campinas.

porFernanda de Freitas

Nossa greve vai às ruas em favor da melhoria da educação pública

“A greve vai pra rua. Reitor, a culpa é sua!”. Com palavras de ordem duras os estudantes e os trabalhadores fizeram um protesto no “tapetão” da Bambini contra os cortes de verbas na Unicamp e a reposição salarial.

Durante o ato, os manifestantes distribuíram uma Carta Aberta que apresentava as reivindicações do movimento. A intenção foi de conscientizar a sociedade em relação à greve unificada na Unicamp e, especialmente, sobre o cenário caótico que se encontra as Universidades Estaduais Paulistas.

Os trabalhadores estão muito insatisfeitos com a postura do reitor Tadeu, presidente do Cruesp, de não reabrir a negociação da data-base. Tanto que, para um dos manifestantes “a questão agora é de subsistência porque 3% de reajuste não garante o que comer”.

Neste período de mais de 30 dias de greve várias manifestações já foram realizadas. A cada dia que passa a indignação dos trabalhadores aumenta e o movimento grevista se fortalece diante da intransigência do reitor Tadeu.

“Já imaginou o banheiro de uma universidade sem papel higiênico, a sala de aula sem giz, o estudante na moradia sem cama para dormir, o negro que não pode entrar na faculdade e a área de saúde sem equipamentos médicos adequados? É exatamente o que está acontecendo na Unicamp. E para completar, o reitor corta as verbas e trata com descaso os trabalhadores”, desabafa um estudante.

A “greve na rua” é um instrumento importante de luta da categoria. Além disso, precisamos mobilizar a sociedade a nosso favor porque nossas reivindicações são justas e motivadas pela preocupação com a qualidade do serviço público oferecido à população e com as condições de trabalho.

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Boletim do STU 039/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 9 de junho de 2016.

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Boletim do STU 034/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 3 de junho de 2016.

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Boletim do STU 033/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 2 de junho de 2016.

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A greve unificou!

Os trabalhadores e os estudantes da Unicamp realizaram hoje um café da manhã coletivo no Ciclo Básico e também uma manifestação conjunta que percorreu diversas unidades da Universidade reafirmando a importância da luta unitária e denunciando os cortes impostos pela reitoria através da GR10, que contingencia R$ 40 milhões das verbas do orçamento, enquanto mantém o pagamento das duplas matrículas e dos supersalários. O ato foi encerrado em frente à Funcamp, onde o reitor está instalado desde que os estudantes ocuparam a reitoria por moradia, cotas, permanência e contra os cortes.
Durante a mobilização unitária foi reiterada a disposição de luta pela pauta do Fórum das Seis que, além da isonomia dos pisos e o reajuste de 12,34%, também inclui a reivindicação de ampliação das políticas de permanência estudantil.
O reitor da Unicamp e presidente do Cruesp, José Tadeu Jorge, foi duramente criticado pelos manifestantes por sua recusa em negociar com os estudantes, que desde o dia 10 de maio iniciaram o movimento #OcupaTudoUnicamp, pelas tentativas de judicializar e criminalizar a greve tanto de estudantes quanto dos técnico-adminstrativos e também pelo seu não comparecimento à última reunião de negociação com o Fórum das Seis, demonstrando absoluta falta de diálogo com a comunidade universitária.
Conforme deliberação da assembleia realizada na última terça (31), os trabalhadores seguem construindo iniciativas de fortalecimento da greve unificada de toda a comunidade universitária.

Professores aprovam greve
Em assembleia realizada na tarde de hoje os professores da Unicamp decidiram entrar em greve a partir de hoje, fortalecendo ainda mais a luta pela Pauta Unificada do Fórum das Seis. Além da pauta geral, os docentes reafirmaram seu apoio a luta dos estudantes e pelo “Fora Temer”.
A diretoria do STU está em contato com a Adunicamp para encaminhar a agenda proposta pelo Fórum das Seis e também atividades conjuntas na Unicamp, entre técnicos, docentes e estudantes.

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Boletim do STU 032/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 1 de junho de 2016.

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porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp rejeitam proposta do Cruesp e greve continua

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Trabalhadores da Unicamp aprovam manutenção da greve

Os funcionários técnico-administrativos da Unicamp, que estão em greve há nove dias, rejeitaram a proposta feita pelo Conselho de Reitores (Cruesp) ao Fórum das Seis Entidades, ontem (30) em reunião de negociação. Os trabalhadores se reuniram em Assembleia Geral na tarde desta terça-feira (31) e votaram pela manutenção da greve. O Fórum das Seis Entidades reúne as entidades representantes das comunidades universitárias da Unicamp, USP e Unesp – sindicatos, DCE’s e associações docentes.

O Cruesp manteve sua proposta de reposição salarial de 3%, a partir de maio/16. Os servidores estaduais reivindicam um reajuste de 12,34% que corresponde à inflação de 9,34% pelo ICV-DIEESE nos últimos 12 meses (de maio/2015 a abril/2016) mais 3% recuperação de parte das perdas acumuladas.

Na negociação com o Fórum das Seis Entidades o Cruesp reconheceu que houve perdas salariais no período, mas não apresentou nenhuma novidade sob justificativa de não haver condições orçamentárias e financeiras. Essa postura gerou profunda insatisfação na categoria que está vendo seus salários serem corroídos diariamente.

“Reajuste de 3% é brincadeira! A inflação do ano chegou a 10%, por isso, a greve continua. Não vamos aceitar retrocessos nos nossos direitos e conquistas, muito menos ataques à Educação Pública”, explica o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), João Raimundo Mendonça de Souza.

Outro fator de descontentamento é que a Universidade anunciou, logo no início da Campanha Salarial, um corte orçamentário de quase R$ 40 milhões. Somando a isso tem a luta histórica pela isonomia salarial com os servidores técnico-administrativos da USP, compromisso assumido e não cumprindo pelo reitor José Tadeu Jorge.

Sabemos que a Unicamp possui reservas orçamentárias que deveriam ser usadas em momentos de crise. Por isso, o STU reprova essa decisão do reitor de cortar verbas sem discussão prévia com a comunidade universitária e, principalmente, porque essas medidas de enxugamento têm grave impacto nas atividades.

O Cruesp também decidiu unilateralmente suspender as negociações com o Fórum da Seis Entidades até que ocorra “alguma modificação no quadro da arrecadação”. Quanto às reuniões técnicas – para discutir o orçamento das universidades –, o conselho comprometeu-se a agendá-las futuramente.

Vale destacar que os reitores da Unicamp e da USP, respectivamente os professores José Tadeu Jorge (presidente do Cruesp) e Marco Antonio Zago faltaram à reunião de negociação de ontem. Pela Unicamp, compareceu o vice-reitor, o professor Álvaro Crosta e pela USP, o pró-reitor de Pós-Graduação, Carlos Gilberto Carlotti Júnior. Em momento tão delicado nas estaduais paulistas, as ausências representam uma desconsideração em relação às demandas das comunidades universitárias.

Os trabalhadores da Unicamp cobram a reabertura imediata das negociações e atendimento às nossas reivindicações!

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Boletim do STU 031/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 31 de maio de 2016.

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Cruesp mantém arrocho! Assembleia às 14h, no CB

Reitor “do diálogo”, José Tadeu Jorge sequer apareceu na reunião.

Na rodada de negociação do Fórum das Seis com os reitores ocorrida ontem (30) apenas o dirigente da Unesp, Julio Cezar Durigan, esteve presente. A Unicamp e a USP só mandaram representantes. A intransigência em relação aos 3% de reajuste se manteve, e Durigan ainda afirmou que na Unesp esse percentual só será incorporado aos salários quando for “possível” para a instituição.
As ausências de José Tadeu Jorge e Marco Antônio Zago (reitor da USP) e a manutenção do não reajuste foram considerados um desrespeito pelas categorias. Os outros pontos da Pauta Unificada de Reivindicações dos estudantes, professores e técnico-administrativos continuam sem discussão.
Além da quebra da isonomia nos pisos, ocorrida em 2011, a fala do reitor da Unesp mostra disposição em quebrar também a isonomia no conjunto dos vencimentos.
Ontem, caravanas de todo o Estado se encontraram no Masp e foram em passeata até a sede do Cruesp, reafirmando a unidade na luta de trabalhadores e estudantes. Durante o ato, a postura dos reitores foi denunciada à sociedade paulista.

Greve cresce em todas as  universidades

A greve dos técnico-administrativos vem se fortalecendo na Unicamp, USP e Unesp. Segundo a direção do Sintunesp, já é possível afirmar que há paralisação em pelo menos 50% das unidades daquela Universidade. Ontem se realizou mais uma rodada de assembleias, das quais ainda não havia informes até a conclusão deste Boletim do STU. Mas diante da postura do reitor Duringan a tendência é de intensificação do movimento.
Na USP, a greve docente teve início ontem, reforçando a luta iniciada no dia 12. Hoje às 16 horas acontece nova assembleia geral dos professores uspianos para avaliar a reunião com o Cruesp. Os professores da Unicamp realizaram paralisação na semana passada e seguem paralisados até esta quarta-feira (1º), quando realizam assembleia. Os estudantes continuam mobilizados e em greve.

porFernanda de Freitas

Cresce participação na greve

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Reunião Ampliada na DGA

No terceiro dia de greve dos trabalhadores da Unicamp o complexo administrativo da Unicamp formado pelas unidades PG, PRPG, DGA, DGRH, Ascom, Informática do Gabinete do Reitor, Medicina do Trabalho, entre outras, amanheceu fechado. O movimento atingiu também institutos como IFCH, IA, IEL, FE (totalmente) e IB, DAC e BC (parcialmente).

Hoje pela manhã (25), após integrar o café da manhã coletivo, os trabalhadores participaram de uma ampla reunião de unidade em frente à DGRH que discutiu a conjuntura nacional, a política de cortes da reitoria, a importância do fortalecimento da greve e a organização da caravana para o ato unificado em São Paulo.

Em termos de participação de grevistas, o STU considera que esses dois dias de greve foram positivos, tendo em vista que não houve funcionamento de alguns serviços importantes dentro da Universidade, comprometendo, principalmente, o desenvolvimento das atividades administrativas ligadas à pesquisa e extensão.

A verdade é que a nossa greve está crescendo e incomodando o gestor, tanto que a reitoria enviou nota aos funcionários com objetivo de reprimir a participação no movimento. A greve é um direito do trabalhador e o STU lutará para que esse direito seja respeitado.

Comando de Greve

No início da tarde o Comando de Greve volta a se reunir para discutir seu Regimento Interno e as ações de mobilização da greve para a semana que vem. Será às 14h, em frente à reitoria (Praça da Paz).

Participe dessa mobilização por reajuste salarial, melhores condições de trabalho e a defesa da Educação. Essa luta é de tod@s nós!

porFernanda de Freitas

Carta às Famílias sobre a Greve

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp realizada quarta-feira passada (18) deflagrou greve por tempo indeterminado a partir de 23/05 (segunda-feira).

Desta forma, o STU convoca todos os trabalhadores, em especial, os pais e mães usuários do Sistema Educativo a se somarem nesta luta em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade e contra o desmonte da Unicamp.

Confira abaixo na íntegra a “Carta às Famílias sobre a Greve” elaborada pelo sindicato:

 

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Boletim 026/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 20 de maio de 2016.

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Boletim do STU 025/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 19 de maio de 2016.

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porFernanda de Freitas

Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp decreta greve a partir de 23/05

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Insatisfação com o índice apresentado pelo Cruesp, os cortes de verbas e as péssimas condições de trabalho são as principais justificativas para a greve

Os trabalhadores da Unicamp decretaram greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia geral convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) realizada na tarde dessa quarta-feira (18). O movimento paredista terá início nesta segunda-feira (23).

A justificativa dos trabalhadores é o baixo índice de reajuste salarial oferecido aos professores e funcionários e a política de cortes de verba implantada pelo reitor José Tadeu Jorge através da GR 10/2016.

O Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) apresentou em reunião com o Fórum das Seis Entidades a proposta de 3% (a partir de maio/2016) de reajuste aos professores e funcionários técnico-administrativos. O índice proposto foi recebido com insatisfação pela categoria porque está muito abaixo da inflação e dos 12,34% reivindicados na pauta da Campanha Salarial Unificada. A reunião de negociação foi realizada em São Paulo nessa segunda-feira (17).

É importante ressaltar que o ICV-DIEESE de maio/2015 a abril/2016 totalizou 9,34%. Somados aos 3% para recuperação de parte das perdas acumuladas, o índice reivindicado pelos trabalhadores das três universidades paulistas é de 12,34%.

A verdade é que os funcionários estão com o salário defasado há muitos anos por falta de reposição da inflação e o corte de verbas representa um ataque aos trabalhadores e, principalmente, à Educação Pública.

Ainda hoje a reitoria será oficializada da decisão da assembleia e passa a contar o prazo legal da Lei de Greve que prevê notificação com antecedência mínima de 72 horas para atividades essenciais e 48 horas para as demais atividades.

Nessa sexta-feira (20), às 12h, será realizada uma reunião de Comando de Greve para organização do movimento.

Vale destacar que a próxima reunião de negociação entre o Fórum das Seis Entidades e o Cruesp acontece dia 30 de maio (segunda-feira), em São Paulo.

Calendário de Mobilização

19/05 (quinta-feira)

  • 9h – FEAGRI
  • 9h – DGRH / DGA / Ascom / Prefeitura e Informatica da Reitoria (Praça da Bandeira)
  • 10h – CDC
  • 13h30 – CECI Maternal (Sala dos Professores)
  • 14h – BC
  • 14h – IEL
  • 15h – IA
  • 15h – Pais e Mães da Creche
  • 15h – DAC (Saguão PB)
  • 19h – Sarau Político Cultural – Fortalecer a Democracia (Teatro Arena Praça da Paz)

20/05 (sexta-feira)

  • 7h- Obras P5
  • 9h – CPQBA
  • 9h – Gráfica
  • 10h – Limeira
  • 10h – IB
  • 13h30 – CECI Maternal (Sala dos Professores)
  • 14h – FOP
  • 14h30 – FEC
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Boletim do STU 024/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 18 de maio de 2016.

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Boletim do STU 67/2015

Baixe aqui Boletim 67/2015, de 11 de novembro de 2015.

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Observação: Na versão impressa do Boletim do STU 67/2015, consta que a reunião da diretoria do STU com a reitoria que será realizada no dia 23 de novembro seria às 9 horas. A informação correta é que a reunião será realizada às 16 horas.

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Boletim do STU 64/2015

Baixe aqui Boletim 64/2015, de 20 de outubro de 2015.

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porFernanda de Freitas

Dieese lança coleção de livros sobre greves

dieese_livroEm comemoração aos 60 anos do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), serão lançados em dezembro de 2015 os dois primeiros volumes da coleção Por que cruzamos os braços. Os livros foram produzidos pelo DIEESE, em coedição com a Cortez Editora.

Dividida em cinco publicações, a coleção reunirá 60 depoimentos de lideranças sindicais que relatam as experiências que viveram à frente de algumas das maiores greves do país, de 1968 aos dias atuais. Os outros quatro livros que compõem a coletânea serão lançados em 2016.

O material irá trazer experiências de greve em diferentes categorias profissionais nos estados do país. É um acervo importante para aqueles que se dedicam ao estudo das questões relacionadas ao mundo do trabalho, especialmente para quem faz do cotidiano uma jornada pela transformação social.

O livro conta com depoimentos de lideranças de Ênio Seabra, José Ibrahin, João Paulo Pires Vasconcelos, José Francisco da Silva, Luiz Inácio Lula da Silva, Arnaldo Gonçalves, Célia Regina Costa, Gilson Menezes, Eunice Cabra, Luiz Soares Dulci, Luiz Gushiken e Edmilson Felipe Neri.