Arquivo de tag CONSU

porFernanda de Freitas

Discussão sobre implantação do Vale Refeição avança

Quinta-feira passada (13) teve a reunião entre a reitoria e os/as conselheiros/as Consu representantes dos/as funcionários/as, onde foi discutida a minuta dos/as conselheiros/as referente à concessão do Vale Refeição (VR).

A proposta do ofício do sindicato, que converge com a proposta dos/as conselheiros/as PAEPE, descarta os descontos em caso de férias, licenças, faltas, afastamento etc.

Para a reitoria, pagar o VR em licenças desvirtua o objetivo do benefício que é oferecer subsídio para as refeições, podendo “conflitar” com as regras do auxílio alimentação, que é pago mesmo na ausência do/a funcionário/a.

Diferente da proposta da reitoria, de descontar 20% do valor recebido por mês, defendemos o não desconto dos 20% e a proposta dos/as conselheiros/as de pagar R$ 1.00/mês, para seguir a legislação.

A nossa proposta leva em consideração o preocupante comprometimento do orçamento familiar da categoria com a margem de consignado e com o alto custo de vida.

Os/As conselheiros/as reforçaram que a defasagem salarial pesa no bolso da categoria e precisa ser amenizada.

Diante dos argumentos, a reitoria se propôs a analisar uma proposta que pudesse compor as reivindicações dos dois lados para que haja acordo.

Pressão pelo fim dos descontos

O chefe de gabinete da reitoria, Paulo César Montagner, aproveitou para esclarecer que a minuta da reitoria considera as especificidades dos/as profissionais da Saúde e de quem tem gratuidade no bandejão, por exemplo.

O assessor reafirmou que, salvo algum “contratempo”, a reitoria se compromete que o vale seja implantando em 1º de maio próximo.

Reconhecemos que o VR é uma conquista histórica e, apesar do avanço na discussão sobre a mudança na forma de custeio, o STU segue defendendo que o VR seja pago mesmo em licenças e que o custeio seja de R$ 1,00/mês para a categoria.
É a reta final desta negociação e precisamos nos manter mobilizados para barrar qualquer desconto que comprometa o nosso salário.

REItor não quer ser contrariado
O reitor utilizou um longo período da reunião do Consu para expressar o seu descontentamento com o ato realizado pela categoria num evento em ele participava.

O protesto era parte da nossa paralisação ocorrida quinta-feira passada (12).

Vamos seguir organizando manifestações legítimas enquanto a reitoria continuar ignorando se recusando a negociação a nossa Pauta Específica com o STU.

porFernanda de Freitas

Trabalhadoras/es elegem novas/os conselheiras/os para o CONSU

Nos dias 14 e 15/09 aconteceu a votação para os/as novos/as conselheiros/as do CONSU (Conselho Universitário) da Unicamp, gestão 2022/2024.

Como titulares foram eleitos: Matheus Marcheti (Educorp), Adilton D. Leite (Deas), Claudio (Cemeq), Zé Luis Pio (Prefeitura), Bruno (IB), Elaine José (HC) e Gabriela Barros (Caism/STU).

Como suplente temos: Rafael Marconato (HC), Eva Lopes (Caism/STU), Pedretti (FCM), Erico Pimenta (IG), Elisiene Lobo (Caism/STU), Alessandra Roscani (HC) e Álvaro (FCM).

É muito importante contar com essa representação da nossa categoria no CONSU porque são eles/as que lutam pelos nossos direitos. Por isso, o STU agradece a confiança depositada nas/os conselheiras/os eleitas/os que são da diretoria.

Seguiremos na luta, sendo a voz das/os trabalhadoras/es da Unicamp nesse espaço tão importante de deliberação na Universidade.

Para mais informações sobre a votação, acesso o site da Secretaria Geral da Unicamp, CLIQUE AQUI.

porFernanda de Freitas

Enquanto Tom Zé permanece insensível, movimento unificado luta para barrar demissões

Hoje pela manhã, estudantes, trabalhadores/as e professores se juntaram num ato em frente à reitoria da Unicamp, onde ocorria a reunião do Consu (Conselho Universitário) para denunciar as demissões no Restaurante Universitário.

Segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em maio/2022, mais de 10,6 milhões de brasileiros estão desempregados no país.
Para contribuir com essa triste estatística e ampliar a miséria do país, a Unicamp decidiu jogar na rua 330 famílias que serão ainda mais prejudicadas com a alta dos preços de serviços como energia elétrica, água, telefonia, cesta básica e outros itens de consumo básico.

O movimento aproveitou também para denunciar a política recorrente da Universidade de terceirizar serviços demitindo funcionários/as para contratar outros/as mais baratos/as e com menos direitos.

Há anos o STU tem se posicionado contra essa política predatória que aprofunda os ataques aos direitos dos/as trabalhadores/as e prejudica a qualidade do serviço prestado nos restaurantes, vigilância e outros setores valiosos da instituição.

Ao ser indagado por alguns conselheiros sobre o ato unificado que cobrava resposta sobre as demissões e retirada de direitos através das terceirizações, o reitor Tom Zé alegou ser “fã do Estado Democrático de Direito” e que esse valor precisa ser preservado. E justificou que a legislação vigente “não terceiriza pessoas, terceiriza serviços”, dando a entender que é a única alternativa possível para a instituição.

Tentou com esse argumento reverter os papéis, sugerindo que as entidades busquem as causas e saídas para os problemas. O sindicato reforça que a solução é a admissão por concurso público, barrando a terceirização e garantindo a qualidade dos serviços.

A conselheira representante dos estudantes, Milena Cicone, conseguiu expressar a posição contrária às demissões, mas foi interrompida pelo reitor, ainda no seu tempo de fala, quando o ato que acontecia em frente à reitoria puxou gritos de ordem.

A situação é tão grave que a diretoria do STU pediu no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo a impugnação do contrato da empresa que ganhou o processo de licitação para o Bandejão.

A terceirização representa um desmonte do serviço público e a situação fica ainda mais inaceitável ao constatar que a empresa que será contratada está sofrendo penalidade sanitária por servir alimentos sem condições de higiene no Rio de Janeiro.

Vamos nos somar aos estudantes para intensificar as mobilizações para revogar as demissões e barrar a terceirização.

porFernanda de Freitas

Chapa do STU conquista maioria das vagas na eleição do Consu

Nesta sexta-feira (25), a Secretaria Geral da Unicamp, que coordenou a eleição para representação dos servidores técnico-administrativos junto ao Consu (Conselho Universitário), divulgou o resultado final do pleito.

Considerando a complexidade do momento, que exige distanciamento social e unidade em defesa da vida, a eleição precisou ser coordenada de forma virtual. Mas apesar dos entraves tecnológicos a eleição e apuração não presencial foram concluídas.

Das sete cadeiras titulares disponíveis no Consu, a chapa organizada pelo STU garantiu quatro. Essa chapa foi formada por diretores e Conselheiros Representantes do Sindicato comprometidos em lutar pelos interesses da categoria.

O Consu é o órgão máximo de decisão da universidade. Por lá passam todas as discussões acadêmicas, administrativas e as orçamentárias. Por isso é fundamental garantir voz e voto nessa instância.

Confira abaixo os membros eleitos:

A consulta à comunidade acadêmica ocorreu entre os dias 22 e 24 de setembro de maneira totalmente on-line. A gestão dos novos conselheiros será de 2020-2022.

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Boletim do STU 11/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 14 de abril de 2016.

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XIII Congresso reafirma luta pela isonomia e direitos e aprova plano de lutas

O XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, realizado entre os dias 12 e 14 deste mês com a participação de mais de 200 delegados e delegadas reafirmou a importância de avançar na luta em defesa de reivindicações históricas da categoria. Estarão entre as prioridades do sindicato nos próximos dois anos a luta pela isonomia salarial com a USP e a carreira, o fim da terceirização e do assédio moral, a retomada da jornada de 30 horas para todos na Área da Saúde, a mudança democrática do estatuto da Unicamp, e a extensão aos aposentados dos benefícios conferidos aos trabalhadores na ativa. Além do combate a qualquer forma de opressão e discriminação.
Os representantes da tese 5 “Alerta Unicamp – Compromisso com os Trabalhadores – CTB”, eleita como guia para orientar os debates no Congresso e as ações do próximo biênio, avaliam que a organização do congresso serviu para avançar nas discussões sobre conjuntura e a organização e atuação sindical, além de reafirmar as bandeiras da categoria em unidade com outros setores da classe trabalhadora.
Também foi decidido pelos trabalhadores abrir o debate sobre a filiação do sindicato a uma central sindical. A deliberação sobre qual organização nacional de trabalhadores o STU será vinculado se dará no XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, que acontecerá em 2017.

Principais deliberações do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

Confira as principais resoluções aprovadas pelos (as) delegados (as). Nos próximos dias serão publicadas a íntegra da Tese Guia e as demais resoluções aprovadas

SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL – O congresso também discutiu a conjuntura internacional e como a ação imperialista de opressão e exploração dos povos tem levado ao aumento da xenofobia, guerras, conflitos e fundamentalismo religioso, destruindo povos e nações. A categoria reafirmou a defesa da autodeterminação dos povos, o repúdio ao terrorismo e a ataques assassinos (poucos dias antes das tragédias ocorridas na França e no Quênia nesta semana), a defesa dos direitos e existência digna para os cidadãos refugiados.
DEFESA DA DEMOCRACIA – Os trabalhadores votaram posicionamento contra o golpe na forma de impeachment, defesa do mandato popular da presidente Dilma Rousseff e contra o ajuste fiscal do governo e todas as medidas que representam retrocessos para os trabalhadores. O congresso reafirmou a defesa de reformas estruturais (tributária, das comunicações, agrária e urbana, capazes de dotar o país de estruturas democráticas e sociais fundamentais para solidificar um processo de mudanças sociais). Nessa perspectiva, saúde e educação devem ter centralidade no investimento público, possibilitado pela efetivação de impostos sobre as grandes fortunas, heranças e transações financeiras.
DEMOCRACIA NA UNICAMP – O congresso reafirmou a cobrança de que a Unicamp crie mecanismos de transparência e cumpra a lei do teto salarial, colocando fim aos supersalários, às duplas matrículas e outros privilégios. Essa deliberação será encaminhada ao Fórum das Seis para incorporação à Pauta de Reivindicações Unificada.
O congresso indicou que o STU fomente as discussões junto à categoria sobre a participação dos trabalhadores nos espaços decisórios da universidade e sobre a paridade.
CAMPANHA SALARIAL E COMANDOS DE GREVES – Com vistas a construir novamente uma campanha salarial unificada no ano que vem, a diretoria do STU fica responsabilizada por iniciar o mais brevemente possível diálogo com as demais entidades do Fórum das Seis. O objetivo é construir um calendário conjunto que fortaleça a organização sindical e faça frente aos ataques, arranque das administrações universitárias o compromisso de expansão não elitizada das instituições, com garantia de políticas inclusivas.
Foi ainda indicada a construção de um calendário preparatório da Campanha Salarial 2016, e que, em caso de paralisações por tempo indeterminado, o Comando de Greve (CG) será constituído pela diretoria do sindicato e representantes indicados pelas unidades em greve. A indicação destes representantes se dará de forma proporcional à adesão de cada local de trabalho, com base em critérios a serem definidos em assembleia. E os representantes de unidades no CG terão tarefas definidas (fomentar a discussão e organização do movimento, apresentar informes de sua unidade, levar a deliberações da reunião do CG para seu local de trabalho, e votar nas reuniões do CG de acordo com as propostas debatidas na sua unidade).
REPRESENTAÇÃO NO CONSU – Buscando efetivar a autonomia de organização e representação dos trabalhadores no Conselho Universitário, o STU organizará uma chapa eleita em assembleia e com um programa definido pela categoria. Os candidatos poderão contar com a estrutura do sindicato para ajudá-los na campanha e mandato. A intenção é garantir que os conselheiros tenham compromisso de cumprir o programa e prestar conta aos trabalhadores.
ORGANIZAÇÃO SINDICAL – Foi avaliada a necessidade de criação de uma comissão de base em todas as unidades, principalmente na Área Hospitalar.
Os trabalhadores também decidiram manter o critério estatutário da proporcionalidade qualificada na composição da diretoria do sindicato, composta por 27 membros eleitos de forma direta. Todas as chapas que obtiverem no mínimo 10% dos votos terão assento na diretoria de acordo com a votação que receberem.
UNIFICAR OS SINDICATOS DA UNICAMP, USP e UNESP – Os delegados aprovaram que o STU deve tomar iniciativas de discutir com as direções do Sintusp e Sintunesp a proposta de unificação dos sindicatos, visando abrir o debate da unificação nas três categorias e a definição de um calendário.
IMPOSTO SINDICAL – Os trabalhadores decidiram que o valor repassado ao sindicato (60% do desconto referente a um dia de salário no mês de março nos salários dos trabalhadores contratados em regime celetista) será devolvido apenas aos sindicalizados. O restante será depositado em um fundo destinado a financiar a construção da nova sede do STU.
FUNDO JURÍDICO – Foi aprovada a criação de um fundo composto por 5% dos valores oriundos das causas ganhas em processos com jurídico do STU para gastos com peritos, sucumbências e fortalecimento do jurídico. A lógica dessa proposta é garantir que os que ganham as causas possam dar sua contribuição para democratizar a utilização por todos. Também ficou estabelecido que esse fundo não poderá ser utilizado para pagamento do escritório contratado pela entidade.
SEDE DO STU – Será constituído um fundo para financiamento da construção da nova sede do sindicato, composto por um percentual da arrecadação das mensalidades dos sócios a ser definido pela assembleia orçamentária, além do valor repassado ao sindicato em decorrência do imposto sindical descontado de não sindicalizados. Sete trabalhadores se incorporaram à Comissão de Construção da Sede, e tão logo haja definições a categoria será devidamente informada.
ELEIÇÕES PARA REITOR – O congresso indicou que o STU deve aprofundar o debate sobre universidade, levando em consideração a defesa da sua democratização, a necessidade da participação dos técnicos administrativos nos espaços decisórios, o combate a terceirização e também o papel da inclusão social na Unicamp.

Moções aprovadas no XIII Congresso

  • Repúdio à empresa Samarco/Vale pela irresponsabilidade que levou à tragédia ambiental no município mineiro de Mariana e à contaminação ainda de proporções não calculáveis na bacia do Rio Doce;
  • Repúdio à reorganização das escolas no Estado de São Paulo, que já levou prevê o fechamento de pelo menos 94 instituições de ensino, prejudicando alunos, pais e professores;
  • Repúdio à iniciativa da Câmara Municipal de Campinas que proibiu a discussão sobre a questão de gênero nas escolas e apoio à mobilização que ocorrerá no dia 16/11, por ocasião da votação da proposta que “veta a adesão à ideologia do gênero no Plano Municipal de Educação de Campinas”.
  • Repúdio ao fechamento de creches na USP;
  • Repúdio a PEC 395/14 que prevê a cobrança de mensalidade para pós-graduação e extensão nas universidades públicas;
  • Repúdio ao genocídio da juventude negra, com reivindicação especial para que seja apurado o assassinato de Husani Yau Gonçalves e Silva, filho do militante do movimento negro e funcionário do STU Zé Prettu;
  • Contra as demissões em massa dos trabalhadores da Obra/Funcamp e a demissão arbitrária do funcionário Armando Sérgio Migotto do Caism/Funcamp;
  • Contra o Projeto de Lei Complementar 77/15, que cria o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, ampliando as parcerias público-privadas na educação;
  • Apoio à demarcação das terras indígenas, contra a PEC 215, que afronta o direito territorial dos povos originários do Brasil;
  • Apoio a luta pelo direito a demarcação e regularização das terras das comunidades tradicionais e Quilombolas;
  • Apoio à greve dos petroleiros.
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Boletim do STU 67/2015

Baixe aqui Boletim 67/2015, de 11 de novembro de 2015.

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Observação: Na versão impressa do Boletim do STU 67/2015, consta que a reunião da diretoria do STU com a reitoria que será realizada no dia 23 de novembro seria às 9 horas. A informação correta é que a reunião será realizada às 16 horas.

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Boletim do STU 058/2015

Baixe aqui Boletim 58/2015, de 17 de setembro de 2015.

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Boletim do STU 057/2015

Baixe aqui Boletim 57/2015, de 09 de setembro de 2015.

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Consu prepara reforma no estatuto da Unicamp

Aconteceu ontem a reunião extraordinária do Conselho Universitário (Consu) para discutir conceitos e a formatação da reforma do estatuto. Na próxima terça-feira ocorre a primeira sessão do Consu deliberativa, que tratará das propostas presentes na minuta apresentada pelo Grupo de Trabalho criado pela reitoria e encaminhadas pelos conselheiros.
O Consu é composto de 75 membros, sendo necessários 2/3 dos votos para aprovar mudanças no estatuto. A representação dos funcionários é de 7 membros e a bancada estudantil tem 9 representantes.
O Estatuto da Unicamp é de 1966 e já passou por alterações pontuais, mas nunca houve processo de revisão geral da constituição universitária, fortemente marcada pela doutrina da ditadura militar.
O STU defende que a mudança do Estatuto seja precedida de um processo estatuinte paritário, com representantes eleitos para esse fim. O reitor alega que não há previsão estatutaria para estatuinte, reafirmando o papel do Consu na discussão.
Na quinta-feira, a diretoria do STU discutirá a intervenção nesse processo. Na sexta-feira a bancada dos funcionários vai se reunir para debater como se posicionar na discussão da reforma estatutária.

Algumas propostas do STU
Estatuinte paritária; eleições diretas e paritárias para reitor, diretores (inclusive dos colégios técnicos); garantia de paridade com representantes eleitos nas representações institucionais; extensão com inclusão e gratuita, incorporando a formação para servidores; garantia da inclusão social na universidade; que o conceito de comunidade universitária incorpore estudantes, quem exercem atividades laboral permanente na Universidade, independente do vínculo, e aposentados (docentes e técnico-administrativos).

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Boletim do STU 45/2015

Baixe aqui Boletim 45/2015, de 10 de agosto de 2015.

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Boletim do STU 44/2015

Baixe aqui Boletim 44/2015, de 06 de agosto de 2015.

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Sindicato apresenta propostas de mudança no estatuto da universidade

O STU continua na luta por uma Unicamp mais democrática. Por isso, já apresentou uma série de contribuições à minuta produzida pelo Grupo de Trabalho sobre Mudança do Estatuto. E embora a maioria delas tenham sido descartadas, a direção do sindicato não desistirá de apresentar propostas e discutir emendas que agreguem o Estatuto da Universidade uma perspectiva adequada à realidade atual em consonância com o espírito público da instituição e derrubando elementos autoritários que persistem no Estatuto aprovado à época da ditadura militar. No dia 14 do mês que vem, o Consu vai se reunir para apontar as alterações necessárias e o sindicato articula com a bancada dos servidores a defesa das emendas.

Confira abaixo o conteúdo delas:

– TÍTULO I. DA UNIVERSIDADE E SEUS FINS: Retirar da proposta de minuta apresentada os itens que tratam de “espírito empreendedor, inovação e desenvolvimento sustentável”.

– CAPÍTULO II. DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO: O CONSU deve ser paritário e seus representantes eleitos.

– TÍTULO VII. DA ADMINISTRAÇÃO DOS INSTITUTOS E DAS FACULDADES: A eleição dos diretores de unidades deverão ser pelo processo direto e paritário com estudantes, docentes e técnicos administrativos. Este procedimento também deve valer para os colégios técnicos.

– TÍTULO IV. DA EXTENSÃO: A extensão deve incorporar política de inclusão, gratuidade e formação dos trabalhadores fora das estruturas das empresas, servindo também como instrumento de qualificação e formação para os servidores da UNICAMP.

– CAPÍTULO II. DOS COLÉGIOS TÉCNICOS: Garantia de eleição direta e paritária para os diretores dos colégios técnicos.

– TÍTULO XIV. DA ASSEMBLÉIA UNIVERSITÁRIA: Alterar a minuta no artigo 149 mantendo o texto original do estatuto que diz que CONSU ou reitor podem convocar Assembleia Universitária quando necessário.

– TÍTULO XV. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS: O processo de reformulação do estatuto atual deverá ser realizado através de um processo estatuinte e paritário envolvendo os três segmentos da universidade e também as entidades representativas.

– TÍTULO XVI. DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS: Entende-se por comunidade universitária todos que estudam ou que exercem atividade laboral permanente na universidade, independente do vínculo.

 

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Representações de servidores à CIPA e ao CONSU tomam posse em dezembro

No próximo dia 9 de dezembro (terça-feira) acontece a cerimônia de posse dos novos integrantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho da Unicamp (CIPA-Unicamp), para o mandato 2014-2015. O evento terá início às 9 horas, no auditório 1 do Centro de Convenções da Unicamp.

Cabe à CIPA planejar ações de prevenção de acidentes, saúde, segurança e meio ambiente para tornar o ambiente de trabalho mais seguro, além de fiscalizar o cumprimento da legislação em vigor. Os cipeiros recebem  treinamento para atuarem como agentes multiplicadores das ações de segurança nas unidades pelas quais foram eleitos, e têm assegurada por lei a liberação do trabalho para participar das atividades da Comissão.

Confira aqui a lista de cipeiros eleitos para a gestão 2014-2015.

Nos dias 5 e 6 de novembro, também foram eleitos os representantes da bancada dos servidores técnico-administrativos no Conselho Universitário (CONSU). A representação dos trabalhadores é composta de sete membros titulares e sete suplentes eleitos por voto direto nas áreas hospitalar; da Administração Central; unidades de ensino, pesquisa, colégios técnicos e CEL. Os mandatos dos novos representantes dos servidores terá início em 21 de dezembro, com duração de dois anos, permitida a recondução.

Confira aqui a lista dos servidores técnico-administrativos eleitos ao CONSU para a gestão 2014-2016.

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Boletim 107/2014

Baixe aqui o Boletim 107/2014, de 07 de novembro de 2014.

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Eleição da representação dos servidores junto ao CONSU ocorre nos dias 5 e 6 de novembro

Nos dias 5 e 6 de novembro, ocorrem as eleições para o Conselho Universitário (CONSU) nas unidades de ensino e pesquisa, na administração central e na área de saúde.

Só os trabalhadores Unicamp votam e o voto é obrigatório. Cada servidor pode escolher até 3 titulares e 3 suplentes para serem seus representantes no CONSU. A lista dos candidatos pode ser conferida no site do sindicato.

A representação dos servidores técnico-administrativos no Conselho é composta de sete membros titulares e sete suplentes, escolhidos da mesma forma, garantindo-se a eleição de pelo menos um representante titular de cada uma das seguintes áreas: a) Hospitalar; b) Administração Central e; c) Unidades de Ensino, Pesquisa, Colégios Técnicos e CEL.

O mandato dos representantes dos servidores técnico-administrativos será de dois anos, a partir de 21 de dezembro deste ano, permitida a recondução.

O STU reafirma que quem está em estágio probatório também vota. Esta é uma conquista do sindicato, que lutou para isso inclusive judicialmente na última eleição para o Conselho.

porFernanda de Freitas

Reitoria coloca compra da Fazenda Argentina em votação no CONSU de hoje

Compra da área consolida prioridade a expansionismo sem planejamento em detrimento
dos investimentos em infraestrutura, valorização profissional e assistência estudantil.

A reitoria informou na última sexta-feira a pauta do Conselho Universitário (CONSU) que acontece hoje. Será submetida ao voto dos conselheiros a autorização para que a Unicamp efetive a compra da Fazenda Argentina. O gasto previsto é de R$ 162 milhões.

O ambiente de fim de ano para votação de um tema que não tem nenhuma urgência mostra as verdadeiras prioridades da reitoria José Tadeu Jorge. A metodologia de tentar aprovar a compra à revelia da comunidade, em meio às festas de fim de ano, também evidencia pouco apreço ao debate democrático.

Durante a campanha para reitor Tadeu declarou em entrevista gravada em vídeo que esta não era uma prioridade da Universidade e que qualquer avanço nas discussões sobre a compra seria submetido à comunidade universitária. A promessa, assim como aquela de estudar a possibilidade de efetivar com mais celeridade a isonomia dos pisos salariais com a USP, vai pelo ralo. Enquanto a Universidade quer gastar milhões para comprar um terreno de doadores de campanhas eleitorais do PSDB, a isonomia salarial com os funcionários da USP vai sendo adiada.

O STU denuncia essa manobra contra os interesses e demandas de quem constrói cotidianamente a excelência da Unicamp. E ressalta que os representantes dos funcionários no CONSU que estiverem comprometidos com os interesses da categoria devem votar contra essa proposta, que vai em direção oposta da garantia de valorização dos trabalhadores, ampliação da moradia e assistência estudantil e adequação dos espaços universitários, como o campus de Limeira.