Arquivo de tag nota de repúdio

porFernanda de Freitas

Moção de Solidariedade aos trabalhadores terceirizados do setor de montagem e manutenção da Replan

Os trabalhadores da Unicamp, reunidos em Assembleia Geral, ontem (25), votaram de forma unânime pela solidariedade aos trabalhadores terceirizados do setor de montagem e manutenção da Replan em greve, há mais de 10 dias, e repúdio às agressões que sofreram de capangas contratados pela patronal, cometidos na madrugada do dia 24/06 e 26/06.

Se trata de uma inadmissível escalada de violência por parte da patronal contra o legítimo direito de greve e reivindicação por parte dos trabalhadores, por melhores salários e condições de trabalho.

Essa ação é um ataque ao conjunto da classe trabalhadora, às suas organizações e à sua luta.

Toda solidariedade à greve dos trabalhadores da montagem e manutenção da Replan!


Campinas, 25 de Junho de 2026
Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp

porFernanda de Freitas

Moção de Repúdio aos ataques contra o IEL

Os trabalhadores da Unicamp, reunidos em Assembleia Geral, convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), manifestam repúdio à nova invasão promovida por militantes da extrema direita ao Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), ocorrida em 23 de junho.


O episódio soma-se a uma sequência de ataques que vêm transformando espaços da universidade em alvo de ações provocativas, intimidatórias e antidemocráticas.


Esses ataques constantes fazem parte de uma estratégia deliberada de perseguição à universidade pública, aos seus trabalhadores, estudantes e docentes.


Utilizando gravações não autorizadas, constrangimentos e a exposição de membros da comunidade universitária nas redes sociais, esses grupos buscam deslegitimar o serviço público, disseminar discursos de ódio e atacar instituições comprometidas com a produção de conhecimento crítico.

É inadmissível que servidores sejam intimidados e constrangidos em seus locais de trabalho e que a violência política passe a fazer parte da rotina universitária. A Unicamp não pode se omitir diante da escalada desses ataques.


O STU se solidariza com os trabalhadores e estudantes do IEL e exige apuração rigorosa dos fatos, responsabilização dos envolvidos e medidas concretas para garantir a segurança da comunidade universitária.

Também cobramos da reitoria e das direções das unidades uma atuação firme para impedir que novos episódios de intimidação e violência ocorram dentro do campus.


Defender a universidade pública é defender a democracia, a liberdade de pensamento e o direito de todos a uma educação pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada.


Campinas, 25 de Junho de 2026
Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp

porFernanda de Freitas

Nota de Repúdio ao MBL e seus ataques à Unicamp

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) manifesta seu mais veemente repúdio às ações de vandalismo e agressão protagonizadas por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) nas dependências da Unicamp, durante as atividades de recepção de estudantes na calourada do IFCH.

Os episódios recentes, que incluíram confrontos, depredação de murais artísticos, agressões físicas e intimidações, representam um atentado frontal à democracia e à liberdade de expressão dentro da universidade pública. Ao destruir murais ligados a coletivos e pautas sociais, especialmente aqueles que expressam a luta da comunidade negra e LGBTQIAPN+, o que se tenta promover é o apagamento de vozes historicamente marginalizadas e frequentemente invisibilizadas na sociedade.

A universidade deve ser um espaço de pensamento crítico, pluralidade e debate democrático, e não palco para ações provocativas e violentas com o objetivo de gerar confusão, buscar visibilidade em redes sociais e disseminar discursos baseados em desinformação.

É inaceitável que grupos que se colocam contra o povo, contra a universidade pública e contra o serviço público tentem intimidar estudantes, professores, trabalhadores e movimentos organizados dentro de nosso próprio espaço de formação e luta.

É extremamente preocupante que essa escalada de violência e provocação aconteça justamente em um período sensível, como um ano eleitoral, quando setores da extrema direita intensificam estratégias de conflito e desestabilização para ganhar projeção política.

O STU reafirma seu compromisso histórico com a defesa da universidade pública, gratuita, democrática e socialmente referenciada. E reforça que, não toleraremos atos de vandalismo, intimidação e ataques à organização popular dentro da Unicamp ou em qualquer universidade do país.

Diante da gravidade dos fatos, cobramos providências firmes e imediatas das autoridades competentes para investigar, responsabilizar e punir os envolvidos, além de adotar medidas efetivas que impeçam a repetição de episódios como esses.

A democracia, o respeito e a convivência coletiva não podem ser relativizados.

Campinas, 25 de Fevereiro de 2026
Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU)

porStéphane Powaczuk

STU repudia ataque da Guarda Municipal ao Movimento de Mulheres Olga Benario

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) vem a público manifestar seu apoio integral ao Movimento de Mulheres Olga Benario e repudiar veementemente a ação truculenta da Guarda Municipal ocorrida durante protesto pacífico no Paço Municipal.

Confira a seguir a nossa Nota de Repúdio:

porStéphane Powaczuk

Reitoria foge de discussão com trabalhadores não modulados

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) vem a público repudiar veementemente a recusa da Reitoria da Unicamp em participar da Plenária sobre a mudança de regime dos trabalhadores não modulados, marcada para o dia 09 de outubro de 2025.

Confira a Nota de Repúdio abaixo:

Confira abaixo o ofício STU nº 931/2025:

Confira abaixo Ofício GR nº. 450/2025 da reitoria:

porStéphane Powaczuk

NOTA DE REPÚDIO

Em defesa da Universidade Pública, e da democracia.

As universidades públicas no Brasil sofreram muitos ataques durante o governo Bolsonaro na tentativa de deslegitimar seu papel junto a sociedade. O negacionismo se apresentava de diversas formas, desde a negação da ciência, tecnologia, educação até a guerra cultural e a violência.

A Unicamp não ficou fora desta realidade. A extrema direita avançou suas garras na tentativa de destruir o patrimônio público.

No último dia 27/03, o IFCH foi novamente alvo de ataques político por um grupo de extrema direita que ameaçou um estudante, professores e técnico-administrativos que exerciam suas atividades no instituto, chegando a agredir um estudante.

O STU repudia veemente estas ações e se solidariza com os trabalhadores e estudantes do IFHC.

Também conclamamos a todos os trabalhadores da universidade a se juntarem ao ato no dia 1º/04 em Defesa da Democracia e da Universidade Pública, com concentração às 9h no STU.

Fatos como esse não podem voltar a acontecer em uma Universidade Pública!

Em Defesa da Democracia e da Unicamp!  

porStéphane Powaczuk

Nota de repúdio do STU contra quaisquer discriminações na Unicamp e ataques a diretoria

Na última semana de maio a diretoria do STU foi vítima de injuria em um grupo de whatsapp com cerca de 140 funcionários da Unicamp, numa tentativa de deslegitimar a atual gestão frente à categoria. Ao tomar ciência da acusação leviana, a Coordenação de Negros e a Coordenação de Políticas Antirracistas do STU deliberou por unanimidade repudiar tal postura que, para distorcer debates políticos diversos ocorridos durante o processo eleitoral, se utiliza indevidamente da pauta racial para atacar a atual gestão. O STU em toda sua história foi um ator importante na cidade de Campinas e na região na organização e na luta do povo negro, e não pode ter sua dignidade e trajetória jogada no lixo em razão de disputas diversas.

Reforçamos ainda que o STU repudia veementemente quaisquer formas de discriminação e atua no combate ao racismo dentro e fora dos campi da Unicamp, e disponibiliza o contato dos coordenadores das pastas Negros e Negras e Políticas Antirracistas para o recebimento de denuncias. Reafirmamos também nosso compromisso de investigação de toda e qualquer denuncia da categoria de racismo, lgbtifobia, machismo e capacitismo, sobretudo envolvendo membros da diretoria, não admitindo a manipulação da dor da categoria como forma de gerir uma política de ódio que nos divida.

Marina Rebelo
Ronaldo Almeida
Elisiene Lobo
José Carlos Pereira

porStéphane Powaczuk

Fórum das Seis lança nota de repúdio contra golpismo

O Fórum das Seis lançou hoje, 2/06, uma nota de repúdio para que fiquemos atentos contra o golpismo.

Confira a seguir a nota na íntegra: