Categoria Raça e Gênero

porFernanda de Freitas

Ato Mulheres Vivas: pelo fim do feminicídio

“Ato Mulheres Vivas: pelo fim do feminicídio”, realizado nesta terça-feira (27) em frente à Prefeitura Municipal de Campinas, foi um grito coletivo contra a barbárie que insiste em marcar a vida das mulheres.

No Brasil, os números apontados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública são chocantes: em 2025 foram registrados cerca de 1.470 feminicídios, o maior número desde o início da contagem em 2015, quando o feminicídio foi oficialmente tipificado, o que representa quase quatro mulheres assassinadas por dia em nosso país por razões de gênero.

Na região de Campinas, a situação também é grave: desde 2015, já foram contabilizadas 133 vítimas, com Campinas liderando os casos com mais de 65 mulheres assassinadas por violência de gênero, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

Esses números são mais que estatísticas, são vidas que foram interrompidas pela violência íntima, pela cultura da posse e da dominação masculina. Ela tem raízes no patriarcado, que cria e reforça a sensação de propriedade sobre os corpos das mulheres, legitimando, em muitos casos, a violência letal dentro de relações afetivas.

Por isso é fundamental afirmar que essa pauta não é apenas das mulheres, é um problema de homens e de toda a sociedade.

O STU está na linha de frente do combate às violências contra as mulheres, com destaque para o enfrentamento ao assédio institucional.

E neste ano, em parceria com o Coletivo de Mulheres da Unicamp estamos organizando uma agenda de mobilização para a semana do Dia Internacional da Mulher – 8M, com atividades que dialogam com as principais pautas que atravessam a vida das mulheres.

Trazer essa discussão para o cotidiano é uma questão de vida ou morte. Mulheres, mães, filhas e companheiras estão sendo mortas por homens que se recusam a reconhecer seus direitos à autonomia e à liberdade.

Nossa luta é pela vida de todas as mulheres e ela exige que ocupemos as ruas, as universidades, os espaços de trabalho e o debate público com força, unidade e coragem para cobrar políticas públicas de enfrentamento a essa violência.

Ato e Caminhada das Mulheres Vivas (dez/2025) / Créditos: Rosemar Sant’Anna

porFernanda de Freitas

STU apoia Nota de Repúdio à Chacina da Baixada Santista organizada pelo Movimento Mães de Maio

A chacina da Polícia Militar de São Paulo no Guarujá, que lamentavelmente traz “extrema satisfação” ao governador Tarcísio, já é a segunda mais letal da história paulista, perdendo somente para o Massacre do Carandiru.

Até sexta-feira (4) já se somavam 16 moradores do litoral assassinados sumariamente pela polícia, mas, infelizmente, esse número já deve ter aumentado quando essa notícia chegar até você.

É por essa razão, pela vida dos nossos jovens negros e periféricos, pelo desalento e sofrimento de suas mães e familiares, que não podemos deixar que esse massacre continue.

É necessário que a população paulista dê um basta nessa política de extermínio que faz Tarcísio, o maior bolsonarista de São Paulo, tanto se regozijar.

Tarcísio quer exterminar os pobres e periféricos, e para isso solta seus cães fardados em cima da população da baixada santista.

É necessário todos nós nos indignarmos e cobrarmos, não só das autoridades paulistas, mas também do Governo Federal que ajam para proteger a vida! É por isso que o STU assina e convida você a assinar e divulgar essa Nota de Repúdio à Chacina da Baixada Santista organizada pelo movimento Mães de Maio e várias organizações paulistas.

Basta de nos matarem. Nós negros/as merecemos viver!

Campinas, 5 de Agosto de 2023

CLIQUE AQUI para assinar a Nota de Repúdio à Chacina da Baixada Santista.


Coordenação de Negros e Negras e Coordenação de Políticas Sociais e Antirracistas do STU

porFernanda de Freitas

Pela Vida das Mulheres, todo apoio à Ocupação de Mulheres Maria Lúcia Petit Vive!

É com grande indignação e tristeza que a diretoria do STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp) recebe a notícia de que as mulheres vítimas de violência integrantes da ocupação Maria Lúcia Petit Vive vêm sofrendo ameaças de parlamentares e militantes da extrema direita. 

No dia 29/04, o coletivo Olga Benario organizou a ocupação de um imóvel abandonado em Campinas. A ocupação Maria Lúcia Petit Vive é a primeira ocupação no interior de São Paulo e a 14ª ocupação do Olga Benario no Brasil, fundada para estar ao lado das mulheres da Região Metropolitana de Campinas, na luta contra a opressão e a violência. 

Desde então, essas mulheres estão organizando o espaço da ocupação por meio da limpeza e remoção de lixos e entulho, de apresentações de oficinas e atividades político-culturais e do atendimento e acolhimento das mulheres no local.

Depois de instalada a ocupação, é preocupante saber que passaram por lá um vereador da extrema direita da cidade e um ex-deputado estadual cassado por incentivar turismo sexual na Ucrânia e bem famosinho por incitar violência contra mulheres feministas. Teve também ameaças e a violência verbal proferida por um suposto proprietário do imóvel.

Esses ataques são uma clara demonstração do machismo, da discriminação, da opressão e da falta de apoio e empatia que muitas vezes são direcionadas às mulheres que lutam por seus direitos e mais segurança.

De acordo com a Constituição Federal a propriedade privada deve cumprir um papel social. Desta forma, destacamos que a ocupação de imóveis abandonados é uma forma legítima de protesto contra a falta de políticas públicas que garantem o direito à moradia digna para todas as pessoas, especialmente para aquelas que são vítimas de violência. 

As mulheres que ocuparam o imóvel abandonado em Campinas estão lutando por um direito básico e inalienável – o direito a um lar seguro e livre de violência.

As ameaças e a violência verbal contra essas mulheres são inaceitáveis ​​e não podem ser toleradas em uma sociedade justa e igualitária. 

Sendo assim, exigimos que as autoridades  tomem as medidas cabíveis protetivas para garantir a segurança dessas companheiras ameaçadas por grupos fascista e fornecer-lhes assistência e acolhimento para lidar com os traumas da violência. Além de abrir diálogo imediatamente junto à coordenação do movimento. 

Aproveitamos para expressar nosso total e irrestrito apoio à Ocupação de Mulheres Maria Lúcia Petit Vive reconhecendo a coragem dessas mulheres em lutar por seus direitos e denunciar a violência e a opressão que enfrentam. 

Solidarizamo-nos com as mulheres de todo o mundo que lutam contra a opressão e a exploração e reafirmamos nosso compromisso em apoiar a luta pela igualdade de gênero e pelos direitos das mulheres.

porFernanda de Freitas

Nota Pública de Solidariedade à comunidade escolar do município de Aracruz-ES

A diretoria do STU vem a público manifestar a sua solidariedade aos estudantes, amigos e familiares das vítimas do atentado na Escola Estadual Primo Bitti e na escola particular Centro Educacional Praia de Coqueiral, ocorrido sexta-feira passada (25).

Causou-nos profunda indignação saber que o atirador – usando uma roupa camuflada com uma suástica nazista no braço, chapéu e uma máscara de caveira no rosto – invadiu duas escolas localizadas no município de Aracruz-ES, abriu fogo contra estudantes e professores deixando quatro mortos e inúmeros feridos.

O motivo do ataque ainda é desconhecido, mas sabe-se que o autor do atentado, um adolescente de 16 anos, teria utilizado duas armas para cometer os crimes, sendo que pelo menos uma delas era de seu pai, um tenente da Polícia Militar do Estado.

Atentados desse tipo, motivado pela intolerância e o ódio, não tem justificativa e fere gravemente nossa Carta Magna.

A situação chocou toda a sociedade pela forma cruel com que se deu, principalmente, por ter ocorrido dentro de uma escola, onde são incentivados valores como tolerância, respeito e conhecimento.

Manifestamos profundo pesar às professoras e à aluna que perderam suas vidas e desejarmos plena recuperação às pessoas feridas. Que a comunidade local encontre acolhimento e força para superar essa tragédia.

Essa grave situação é mais uma prova de que facilitar a posse e liberar o porte de armas não favorece a diminuição da criminalidade, ao contrário, dá mais força para que grupos genocidas possam matar deliberadamente.

Esperamos que todos os envolvidos direta ou indiretamente no atentado sejam identificados e junto com o atirador sejam punidos com todo o rigor da lei pelo crime de ódio cometido contra as duas comunidades escolar.

Racistas e fascistas não passarão!

porFernanda de Freitas

Nota Pública | Livro do abolicionista Luiz da Gama impresso com suástica na capa gera constrangimento

A diretoria do STU ficou estarrecida em saber que o livro sobre o abolicionista Luiz Gama, publicado pela editora Mostarda, saiu com uma impressão de suástica no lado direito da capa e chegou a ser distribuído para estudantes do ensino fundamental II de Campinas (SP).

Segundo informações do portal G1, a editora admitiu o erro, se desculpou e confirmou que está trocando a capa do material didático e vai devolvê-lo à Secretaria sem custo para o município.

A impressão errônea da capa demonstra que houve um grave erro na cadeia de revisão da obra. Isso porque no processo de confecção de um livro a capa passa por várias instâncias de revisão, antes de seguir para impressão. Então, definitivamente, não procede a alegação da editora de que houve falha no processo de impressão do livro.

É lamentável saber que a obra acabou sendo lançada com esse erro grosseiro na Bienal do Rio, em dezembro passado, e que esteve exposta numa das maiores feiras literárias do País, a FLIP, em Paraty.

O livro integra a coleção Black Power que é formada por uma vasta coletânea de obras voltadas ao público infantojuvenil que exaltam a história de personagens negros e indígenas como Mandela, Sônia Guajajara, José do Patrocínio, Laudelina de Campos Melo, Ailton Krenak, Dandara e Zumbi.

Esperamos que essa situação lamentável sirva de alerta para que a Secretaria Municipal de Educação faça uma rigorosa checagem em todas as obras recebidas, antes que sejam enviadas às escolas públicas do município. E que a Administração Pública promova a verificação nos demais livros para evitar que símbolos semelhantes sejam difundidos deliberadamente.

Nesses tempos tão duros em que o nazifascismo ganha força na nossa sociedade à medida que crescem os ataques ao Estado Democrático de Direito e às minorias – negros, mulheres, indígenas, comunidade LGBTQIA+ etc. –, não podemos admitir a naturalização de símbolos nazistas que reforçam o ideal genocida de limpeza étnica.

Luiz Gama foi um dos maiores líderes abolicionistas do país, jornalista, advogado e poeta. É o patrono da cadeira nº 15 da Academia Paulista de Letras e atuou como advogado na libertação de escravos durante o século 19. Infelizmente, por mais de um século foi vítima do apagamento histórico que atinge os/as líderes negros/as envolvidos/as nos movimentos contra a escravidão. Mas em 2021 ele foi o primeiro brasileiro negro a ser homenageado pela USP com o título Doutor Honoris Causa póstumo.

Historicamente o STU sempre esteve comprometido com a educação antirracista encampando a luta por uma sociedade justa, igualitária e livre de preconceitos.

porFernanda de Freitas

CONVITE | Mesa Redonda sobre Racismo

O Sintunesp promove Mesa Redonda sobre Racismo, quinta-feira (22), às 14h, na Unesp (Auditório C do Ibilce), em São José do Rio Preto.

A Coordenadora Geral do STU, Elisiene Lobo, compõe a mesa de debate junto aos psicólogos Juliana Mogrão Moreira e Alexandre Felipe de Oliveira e à professora Claudia Maria Ceneviva Nigro..

Assista a transmissão ao vivo: https://youtu.be/Qah06ezSsNQ.

porStéphane Powaczuk

STU participa de homenagem a corpos negros usados em estudos na Unicamp

No dia 08 de abril, o STU esteve presente em uma homenagem no Teatro de Arena Unicamp, da 59ª turma de medicina da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Coletivo Quilombo Ubuntu, aos cadáveres negros usados no laboratório de anatomia da universidade.

A iniciativa de fazer essa homenagem partiu dos alunos cotistas, pretos e pardos e é muito importante para universidade, pois as cotas são fruto de muita luta dos estudantes, também apoiados pelo sindicato.

“O STU está sempre participando das lutas raciais, e esta em particular é um marco, porque a gente vê que estes alunos cotistas estão trazendo uma outra visão para dentro da universidade”, relata a Coordenadora Geral do STU, Marli Armelin que esteve representando o sindicato na homenagem.

Foi um dos primeiros atos do movimento estudantil pós-pandemia, “entendo que os professores, funcionários e alunos/as negros/as se sentiram reconfortados de verem-se em pares e num evento tão bonito, cercado de música e poesia”, diz Marina Rebelo Tavares, que também esteve representando o STU na homenagem.

A Coordenadora Geral do STU, Marli Rodrigues Armelin, e a Coord. de Formação e Política Sindical e de Negros e Negras Marina Rebelo Tavares.

COMO SURGIU A IDEIA DA HOMENAGEM

Você sabia que a maioria dos cadáveres usados para estudo nos laboratórios de anatomia da Unicamp são negros?

Essa turma de medicina despertou a atenção para questão dos cadáveres negros no laboratório no ano passado, durante uma aula sobre ética médica, racismo na universidade e na sociedade.

“Ao comentar em uma aula de ética sobre essa realidade, alguns colegas brancos vieram me falar que nunca tinham notado que quase todos os cadáveres eram negros. E eu pensei: como uma dor que dói tanto na gente, não é notada pela maioria das pessoas? E não foi notada durante muito tempo, porque eu sou da turma 59 e até então esse assunto não tinha sido discutido abertamente”, desabafa a aluna de medicina, Janaína Alves da Hora.

A homenagem, iniciativa dos estudantes negros da turma, foi apoiada pela Diretoria Executiva de Direitos Humanos (DeDH) da Unicamp e pelo Centro Acadêmico Adolfo Lutz, que reúne estudantes de medicina.

“A grande importância dessa cerimônia foi que juntou-se diferentes pessoas da universidade, com a presença do reitor, professores, estudantes, e chefias. Nós reafirmamos a necessidade que a Unicamp seja cada vez mais diversa e tenha representações diferentes da sociedade brasileira”, afirma a Diretora Executiva de Direitos Humanos da Unicamp, Silvia Santiago.

IMPORTÂNCIA DO ATO

Este ato antirracista e de resistência foi potente, comovente e teve como objetivo promover a reflexão sobre essa realidade.

“Esse ato demonstra que a política de cotas é só um passo, e é potente exatamente porque muda o eixo da universidade. Mudando sua composição, muda os olhares sobre seus objetos, seus mecanismos, suas pesquisas e seus objetivos, ficando ainda mais próxima da realidade brasileira, a quem deve servir”, complementa Marina Rebelo Tavares, que esteve representando o STU na homenagem.

Para a estudante de medicina Janaína Alves da Hora, o objetivo desta homenagem foi de algum modo tentar confortar os próximos alunos e promover a reflexão de todos/as.

“A universidade nunca mais vai ser a mesma, depois das cotas a universidade tem mudado e tem tido uma outra cara. As pessoas não viam estudantes negros em curso de medicina, e hoje a gente vê esses alunos com essa visão”, completa Marli Armelin, coordenadora geral do STU.

A reflexão que os estudantes trouxeram à tona fala muito mais do que corpos negros utilizados como pesquisa. Ela entra também num aspecto de qual a importância desses corpos na sociedade.

RACISMO INSTITUCIONAL

A gente sabe, e a população negra das universidades sentem na pele, nas conversas, nas piadinhas, e em muitas dificuldades o racismo institucional que existe na nossa sociedade.

“Eu me senti feliz por mais um passo que foi dado nesse caminho de luta. Foi uma honra organizar uma homenagem a essas pessoas e ser a precursora dessa ação, porém, fico chateada por essa discussão nunca ter sido feita”, fala Janaína Alves da Hora, estudante da 59ª turma de medicina da Unicamp.

Apesar do movimento negro ter conquistado muitos avanços, como as cotas raciais, o racismo institucional ainda existe, e afeta diretamente. As consequências que essa homenagem representa são a abertura de um caminho que busca encontrar curar alguns ferimentos que estão abertos há milhares de anos.

Estudantes com o Prof. de anatomia Wagner José Fávaro que apoiou a homenagem.

INAUGURAÇÃO DA PLACA HONROSA

Na ocasião também foi inaugurada uma placa honrosa que foi anexada no Laboratório de Anatomia do Instituto de Biologia da Unicamp (IB).

A mensagem que diz na placa carrega muito significado, traz o sentimento de como os estudantes enxergam os corpos que serão estudados. “As mãos pretas que tocam esses corpos com sede de conhecimento são as mesmas que cerram e erguem os punhos com gana por justiça. Por vocês, por nós, por aqueles que virão Tudo é ancestral, respeito aos nossos”, trecho que consta na placa honrosa.

Na homenagem foi distribuído um marca páginas comemorativo, com um QR-Code que dá acesso ao texto da placa. Para ler o que foi escrito pelos alunos e alunas pretas da 59ª turma de medicina da Unicamp com o Coletivo Quilombo Ubuntu, CLIQUE AQUI!

Janaína Alves da Hora – aluna da 59ª turma de medicina da Unicamp junto a placa instalada no laboratório.

MÚSICA E FORA BOLSONARO ENCERRAM A HOMENAGEM

O evento foi finalizado com a música Juízo Final, composição de Nelson Cavaquinho/Elcio Soares, que em uma das estrofes diz “quero ter olhos para ver a maldade desaparecer”, o público presente complementou com “e o Bolsonaro também”.

Atos como este mostram que há uma grande jornada para que a universidade seja um espaço inclusivo, e não de opressão para as populações marginalizadas.

“Eu me sinto orgulhosa por ter me movimentado e com isso ter movido tantas pessoas e instituições por esta causa”, completa a aluna de medicina da Unicamp Janaína Alves da Hora que disse como se sentiu após a homenagem.

A funcionária Aparecida do Carmo Miranda, mais conhecida como Tida, foi a única funcionária a falar no ato. Após sua fala foi fortemente aplaudida.

Aparecida do Carmo Miranda – funcionária do IB/Unicamp.
Música ao final da homenagem com Douglas Alonso – professor e percussionista, Fabiana Cozza – cantora e doutoranda no IA (meio), Ilessi – compositora e doutoranda no IA.
Marília Corrêa – cantora e compositora.
porFernanda de Freitas

Consciência Negra | Lives debatem o impacto da pandemia nas mulheres negras e o embranquecimento dos funcionários da Unicamp


Nos dias 24 e 25 de novembro, ADunicamp, em parceria com o STU, promove os debates com com transmissão on line pelas redes do STU

24 de novembro às 10h

AS MULHERES NEGRAS:  IMPACTOS DA PANDEMIA E RETROCESSOS DA ERA BOLSONARO

• Mediação:

MARGARIDA BARBOSA

Diretora do STU

• Participação:

MAGALI MENDES

Militante do movimento negro, Promotora Popular e ex-diretora do STU

PAOLLA MIGUEL

Militante negra e vereadora em Campinas pelo Partido dos Trabalhadores

ALESSANDRA RIBEIRO

Doutora em Políticas Públicas e da direção do PCdoB

25 de novembro às 10h

A UNICAMP VEM EMBRANQUECENDO OS FUNCIONÁRIOS. PODE ISSO? REFLEXO DA POLÍTICA DE COTAS APROVADAS NO CONSU

• Mediação

 MARLI RODRIGUES ARMELIN

 Diretora do STU

•Participação:

JOÃO RAIMUNDO (KIKO)

Dir. do STU e membro do GT de cotas

APARECIDA DO CARMO  CANDIDO (FCM)

Assistente social – FEM e membro do GT Cotas

JACQUELINE DAMAZIO

Gestora do Centro de Referência em Direitos Humanos na Prevenção e Combate ao Racismo e Discriminação Religiosa

LUCIMARA DA SILVA DA CRUZ ( LUMUSI MUNZANZU)

 Sindicato dos Trabalhadores da UFBA e Secretaria Racial da CTB


Os debates serão transmitidos no Facebook e, também, no canal da ADunicamp no YouTube: youtube.com/adunicamp. O STU irá retransmitir em seu Facebook esse evento.

Participe!

porFernanda de Freitas

LIVE | Docentes negros nas Universidades Brasileiras hoje e os impactos das cotas étnico-raciais

Na sexta-feira (19/11), às 19h, a ADunicamp, em parceria com o STU, promove a live “Docentes negros nas Universidades Brasileiras hoje e os impactos das cotas étnico-raciais para mudanças no atual cenário”.

Participam do evento as docentes:

  • Luiza Oliveira, professora da Universidade Federal Fluminense;
  • Maria Valéria Barbosa, professora da Unesp de Marília e presidente da Comissão de Averiguação da Política de Reservas de Vagas para Pessoas Pretas e Pardas da Unesp;
  • Monica Abrantes Galindo, professora da Unesp de São José do Rio Preto.

A mediação será da professora Debora Cristina Jeffrey, professora da Faculdade de Educação da Unicamp.

O evento será transmitido no Facebook e, também, no canal da ADunicamp no YouTube: youtube.com/adunicamp. O STU irá retransmitir em seu Facebook esse evento.

Participe!