Categoria Funcamp

porFernanda de Freitas

Trabalhadores e estudantes fazem ato na Funcamp

ato_funcamp2Quem passou hoje pela manhã (29) pela Rua Érico Verissimo acompanhou o protesto dos trabalhadores em frente à Funcamp. O objetivo de realizar um ato diante do prédio da fundação foi reforçar nossa insatisfação com a postura do reitor Tadeu que está “dando expediente” no local por conta da ocupação da reitoria.

O último Comando de Greve aprovou a intensificação das ações do movimento com atividades que denunciem a intransigência do reitor.
Desta forma a entrada da fundação serviu como espaço de resistência dos grevistas que se manifestaram com cartazes, adesivos e faixas com dizeres como “Estamos em Greve em Defesa da Educação Pública” e “Nem cortes, nem desmonte! Isonomia Já!”.

E apesar das sucessivas tentativas da reitoria de intimidar os estudantes e trabalhadores com liminares e ameaças de reintegração com força policial, vamos continuar pressionando até que o reitor Tadeu, presidente do Cruesp, mude de postura e que finalmente venha para a mesa de negociação com respeito às comunidades universitárias das três universidades paulistas e respostas às nossas principais reivindicações.

A greve unificada na Unicamp cobra reajuste salarial, melhores condições de trabalho, revogação da GR-10, mais recursos, cotas e permanência estudantil.

Vale ressaltar que durante a manifestação o acesso ao do prédio da Funcamp foi liberado para o vaivém dos transeuntes e funcionários da fundação.

Estamos mobilizados por mais verba para as universidades

Pela manhã saiu uma caravana da Unicamp para participar de um ato na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) convocado pelo Fórum das Seis onde será discutida a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias).

Essa é mais uma atividade que marca nossa luta por mais recursos para ensino, pesquisa, extensão, salários e permanência estudantil.

Nossas reivindicações por mais verba é uma questão não só para os trabalhadores que sofrem com péssimas condições de trabalho nas Universidades, bem como para a população como um todo, que merece um atendimento de qualidade.

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Pais Funcamp têm direito legal a creche

O Boletim do STU 03/2015 divulgou denúncia feita por servidores contratados pela Funcamp de que a DEdIC estaria dificultando o acesso a crianças cujos responsáveis legais são homens.
Conforme o sindicato se comprometeu, o tema foi debatido em reunião com a DGRH, na qual foi informado que a Fundação está cumprindo o acordo coletivo firmado com o SEAAC, que só prevê que “caso a Funcamp não disponibilize creche, deverá reembolsar às suas empregadas-mães”.
Mais uma vez o SEAAC evidencia que não atua efetivamente em defesa destes trabalhadores já que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) obriga o Estado a assegurar o atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade. E aos servidores contratados diretamente pela Unicamp não é feita distinção se os pequenos são filhos de servidores ou servidoras, até porque a responsabilidade legal sobre as crianças cabe aos responsáveis legais de qualquer gênero.
O STU se solidariza aos pais-Funcamp e atuará dentro de suas possibilidades jurídicas para assegurar o direito de todos os trabalhadores e o reconhecimento da responsabilidade paterna pela educação dos filhos.
Além disso, o sindicato pleiteará junto à direção da Funcamp que cumpra ao pé da letra a legislação de proteção à criança e não faça distinções restritivas ao direito dos pais a matricularem seus filhos no Sistema de Educação Infantil da Unicamp. A luta por mais vagas nas creches é uma demanda prioritária do STU e todos os funcionários da Universidade devem ser atendidos sem distinções.
Além dessas providências o assunto será encaminhado ao Ministério Publico do Trabalho para que adote medidas cabíveis para afastar esse tipo de discriminação.

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Creche não reconhece direito dos pais Funcamp

O STU recebeu denúncias de que a Divisão de Educação Infantil e Complementar (DEdIC) está colocando impedimentos ao reconhecimento de pais funcionários da Funcamp, como os responsáveis por suas crianças. O sistema está negando o direito de pais colocarem filhos na creche ou receberem o auxilio criança. O direito está preservado apenas para mães.
O Estado e as instituições públicas deveriam atuar no sentido de garantir que a maternidade não significasse, em boa medida, o sacrifício da vida particular das mulheres. Isso se faz envolvendo os pais na responsabilidade dos cuidados e provendo serviços de atendimento das demandas que ainda são vistas como responsabilidades exclusivas das mulheres. O exemplo da creche da UNICAMP vai no sentido contrário. O STU solicitará uma reunião com a Divisão para apurar a situação e cobrar providências a respeito.

porFernanda de Freitas

Restaurante Universitário faz mais uma vítima de acidente de trabalho

Ontem pela manhã (29), mais um funcionário do Restaurante Universitário (RU) se feriu durante o trabalho. Um dos cozinheiros, contratado pela Funcamp e com mais de 10 anos dedicados à Unicamp, sofreu um acidente ao manusear uma das panelas na cozinha do restaurante.

Segundo informações prestadas pelos trabalhadores e pela chefia local, o funcionário foi tentar ajustar a peça, denominada torniquete, quando foi atingido pelo ar quente da panela. Ele foi socorrido e levado ao CECOM para atendimento e a Segurança do Trabalho da Funcamp foi acionada para notificar o caso.

Quando os diretores do STU visitaram o local a panela continuava em funcionamento. De acordo com a Segurança do Trabalho da Funcamp, a peça seria checada e as condições em que se deu o acidente seriam analisadas. Depois de concluída essa fase seriam feitas as recomendações, que podem ir desde a substituição do utensílio até a indicação de treinamento para os funcionários.

O fato é que a estrutura do restaurante está cada vez mais deficitária no que diz respeito às condições de trabalho. E apesar das inúmeras reformas a situação continua insalubre.

Já foram registrados problemas na sala da caldeira, nas tubulações internas e externas, nos carrinhos térmicos, nos elevadores, na máquina de lavar bandejas, na manutenção de peças que são repostas e continuam em condições precárias de uso, entre outras ocorrências.

Fazem-se urgentes melhorias nas instalações do espaço, a aquisição de utensílios domésticos e EPI adequados e um treinamento eficaz, bem como medidas rigorosas de segurança para evitar acidentes.

O STU vai continuar acompanhando o caso, para que o funcionário não seja culpado pelo acidente ocorrido. Além de intensificar sua cobrança para que a Unicamp implemente melhorias efetivas no restaurante e adquira equipamentos modernos e adequados para o local, além de investir na saúde e segurança do trabalhador.

Funcionário do RU sofre acidente de trabalho com panela

porFernanda de Freitas

Entidades do campus se reúnem com reitoria para discutir pauta da comunidade universitária

O STU, Adunicamp e DCE se reuniram quinta-feira passada (15) com o reitor José Tadeu Jorge para dar prosseguimento à pauta conjunta da comunidade universitária.

Na ocasião foram tratados dos temas: transporte, terceirização e benefícios. O encontro foi produtivo porque conseguiu garantir junto à reitoria ações que melhorem as condições dentro da Universidade.

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Entidades representantes da comunidade universitária em reunião com a reitoria

Melhorias no transporte

Na discussão sobre o transporte o STU manifestou sua posição, que inclusive está na Pauta Específica 2015 de que haja “redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno”.

A reitoria disse que irá providenciar um estudo sobre a viabilidade de redução do valor do serviço com objetivo de aumentar a demanda. Tadeu explicou que “o fretado não é calculado sob o valor de tarifa, e sim, sob a remuneração salarial. O percentual incide sobre o escalonamento das faixas salariais. O conceito é de que quem ganha mais subsidia mais o custo do fretado”.

Na reunião, o STU cobrou que os aposentados tenham acesse ao fretado gratuitamente, já que muitos gostariam de participar do convívio social da universidade ou fazem tratamento médico no CECOM ou HC.

Sobre esse assunto o reitor afirmou que não há problema na utilização do serviço em linhas ociosas – aquelas em que há vagas no ônibus. Naquelas aonde não há assentos vagos será estudada uma solução como reserva antecipada de vagas ou outro procedimento viável, já que não é permitido transportar passageiro em pé. Ficou acertado também que o STU irá protocolar ofício reivindicando esse benefício.

Para aprofundar a discussão sobre transportes será agendada reunião com a Prefeitura do Campus, responsável pela gestão do serviço interno.
Outra questão levantada foi a reestruturação promovida pela Emdec que causou mudança nos itinerários e aumento no intervalo dos horários dos ônibus, sendo uma das linhas mais afetadas a 3.32. O sindicato solicitou intervenção da Universidade junto aos órgãos públicos municipais para a melhoria do transporte público. Destacando que a entidade já vem tratando desse tema com a Emdec, sendo importante que a Unicamp também se manifeste em defesa dos funcionários usuários do serviço.

A reitoria se disponibilizou a fazer gestão junto à Emdec para melhorar o serviço de transporte público que circula no campus.

As reivindicações apresentadas pelo STU buscam melhorar a qualidade do serviço prestado de forma a incentivar o uso dos transportes fretado e coletivo público como forma de solução para o transporte individual diante da escassez de vagas para estacionamento.

“A intenção da redução de custos é aumentar a demanda de uso dos fretados, principalmente entre os maiores salários, desestimulando o uso de carros para vir à Unicamp”, defendeu a diretora Adriana Stella.

A reitoria garantiu também que será reforçada a campanha de conscientização no trânsito para que haja respeito às vagas para deficientes e idosos, inclusive com o uso de Multa Moral – espécie de panfleto para alertar o motorista do estacionamento em vaga proibida.

Pauta de transporte para estudantes

No caso da reivindicação dos estudantes, o reitor Tadeu garantiu que haverá redução no intervalo dos horários do circular interno noturno (de 30 para 20 minutos) e que irá estudar a demanda para o fretamento de um transporte intermunicipal que atenda o trajeto dos campi Piracicaba-Campinas.

No entanto, o gestor foi categórico em afirmar que todas as medidas que indiquem custos serão dificilmente implementadas por conta do orçamento apertado da Universidade.

Fim das terceirizações

O STU reafirmou, mais uma vez, sua pauta pelo fim da terceirização e incorporação dos trabalhadores terceirizados ao quadro da Unicamp.
Tadeu afirmou que não é possível reverter todos os processos de terceirização que ocorreram ao longo da história da Universidade, mas admitiu que todos os serviços que atualmente são prestados pelos terceirizados podem ser feitos por trabalhadores da Unicamp. Mas que o principal problema é o custo, já que contratos com empresas terceirizadas oferecem custos mais baixos.

“É possível reduzir a terceirização, mas neste momento é muito difícil tratar do assunto por conta do orçamento. Agora é inviável implementar uma proposta dessa.”, argumenta o reitor.

O STU insistiu na ideia de reduzir a terceirização em algumas áreas, mesmo que progressivamente, de forma a dar início ao processo de eliminação dessa prática dentro da Unicamp.

Ficou acertado que a reitoria irá providenciar um amplo estudo dos setores que poderá sofrer redução e seus impactos. “A vigilância e a limpeza são áreas importantes que poderiam entrar nessa medida de redução da terceirização com vistas à eliminação completa desses contratos terceirizados. Sem contar que um corpo de vigilância interno melhora muito a segurança e as condições de trabalho”, justificou o diretor Marcílio Ventura.

Funcamp

O STU também cobrou que a Unicamp se manifeste favoravelmente ao reconhecimento do Sindicato como representante legal dos trabalhadores Funcamp, que atualmente pertencem à base do SEAAC.

O objetivo é somar forças no processo que tramita na Justiça do Trabalho a fim de que o STU possa representar os trabalhadores Funcamp, por serem todos trabalhadores contratados para desempenhar funções dentro da Unicamp, mesmo terceirizados. Ficou acertado que o Sindicato enviará ofício à Unicamp para que ela encaminhe parecer favorável à medida.

Vagas nas creches

O reitor Tadeu anunciou que continua investido na política de aumento de número de vagas nas creches e que o resultado tem sido a redução no número de pagamentos de auxílios criança, inclusive para as que possuem alguma deficiência.

O sindicato aproveitou para reafirmar sua reivindicação de que a Unicamp garanta vagas em creches para os filhos dos funcionários técnico-administrativos, docentes e estudantes, de modo a atender a demanda efetiva em todos os campi e as terceirizadas.

A avaliação é de que a reunião contribuiu para aprofundar o debate sobre terceirização e transporte de forma a avançar nos itens de discussão da pauta da categoria.

Nova reunião será agendada para continuidade das discussões.

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Funcamp cobram respeito e cumprimento da data-base

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STU e trabalhadores da Funcamp se reúnem no Auditório do HC

Quinta-feira passada (1) o STU se reuniu com os trabalhadores da Funcamp para discutir a Campanha Salarial e a organização da categoria.
É bom lembrar que, a data-base dos trabalhadores da Funcamp ocorre em 1º de agosto e até o momento estamos sem previsão de reajuste salarial e sem justificativa formal para o não pagamento.

Diante dessa situação, o STU cobrou do Coordenador Geral da Unicamp, prof. Álvaro Crosta e do diretor executivo da Funcamp, prof. Fernando Sarti, reunião para tratar do tema, mas não obteve retorno até a presente data.

De acordo com informações publicadas no site do SEAAC, as negociações estão paradas desde 25 de agosto, quando os representantes da Fundação apresentaram proposta de parcelar o reajuste dos salários. Em 25 de setembro, a entidade disse que foi à Delegacia Regional do Trabalho de Campinas (DRT) buscar mediação do órgão para construir uma proposta definitiva de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Enquanto isso, sindicato e trabalhadores aguardam a Funcamp apresentar nova proposta.

Mobilização da Funcamp

Na reunião entre STU e os trabalhadores da Funcamp ficou decidido retomar imediatamente as atividades da Comissão de Trabalhadores Funcamp (CTF). Na ocasião foram eleitos mais membros para reforçar a representação na maioria das unidades.

A avaliação foi de que é necessário investir na organização e mobilização da categoria como forma de garantir o reajuste salarial, respeito aos direitos trabalhistas e melhores condições de trabalho.

Eles definiram também que o STU deve denunciar essa situação ao Ministério Público do Trabalho (MPT) relatando, inclusive, o tratamento desrespeitoso dado aos trabalhadores pelos gestores da Funcamp, além do descumprimento da data-base, cujo processo não garante a participação da categoria na negociação ou nos termos a serem acertados no ACT.

O SEAAC informou que assim que for assinado o acordo ele terá efeito retroativo a 1º de agosto e, até lá, ficam garantidas todas as cláusulas e direitos previstos no atual ACT. Mesmo assim, os trabalhadores ressaltaram que estão cansados da forma com que a entidade sindical conduz a negociação e que não será mais aceito que os trabalhadores não participem efetivamente do processo de decisão ou que sejam convocados apenas para dar o aceite na proposta firmada entre SEAAC e Funcamp.

Contribuição Assistencial

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Trabalhadores da Fucamp votam encaminhamentos da reunião

Outro ponto levantado pelos trabalhadores na reunião com o STU foi a cobrança de uma suposta taxa negocial pelo SEAAC.

Sabemos que o artigo 545 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) permite que seja descontado em folha de pagamento de seus trabalhadores, sindicalizados ou não, uma contribuição cujo valor é aprovado previamente em instrumentos coletivos. Esta contribuição é cobrada por ocasião da data-base de cada categoria e vai para os sindicatos da categoria. Entretanto, o trabalhador tem o direito de não pagar essa contribuição, devendo para isso manifestar sua contrariedade ao desconto.

Quanto à taxa negocial, a Justiça Trabalhista vem se manifestando contrariamente a sua cobrança, sendo que decisões proibitivas já foram emanadas pela Justiça do Trabalho de Botucatu, Araraquara, Porto Ferreira, dentre outras no país.

Foi relatado que o SEAAC tem dificultado o processo por não oferecer as devidas informações quanto ao recolhimento e, principalmente, orientações quanto à forma de cancelamento da cobrança.

O STU defende a manutenção da entidade sindical e da luta da categoria deve se dar por meio do apoio de seus associados. Sendo assim, combate veemente a prática de cobrança que gere dependência financeira do sindicato ou influencie na atuação da entidade.

Na luta com os trabalhadores da Funcamp

Os trabalhadores solicitaram que o STU acompanhe os encaminhamentos referentes à data-base e apoie os trabalhadores na organização dessa luta. Mesmo que o SEAAC seja o representante legal dos contratados pela Funcamp, o STU irá dar todo o suporte necessário para a categoria garantir o cumprimento da data-base e o avanço na pauta dos trabalhadores, bem como exigir respeito aos direitos trabalhistas e sociais e coibir qualquer tipo de prática antissindical pela Fundação.

O STU seguirá defendendo os contratados via Funcamp, como sempre fez historicamente, por entender que todos são trabalhadores Unicamp e devem ser tratados com o merecido respeito e isonomia.

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Funcamp: STU convoca reunião com trabalhadores para 5ª feira (1º/10)

Conforme noticiado no Boletim do STU nº 58/2015, o sindicato busca apurar porque os trabalhadores da Funcamp continuavam até semana passada sem informação sobre a efetivação do reajuste referente à data-base deste segmento da categoria, que é 1º de agosto.
O STU solicitou audiência em caráter de urgência com o diretor executivo da Funcamp, Fernando Sarti, e encaminhou também ao coordenador geral da Universidade, Alvaro Crosta, ofício ressaltando a importância de sua presença na reunião. A diretoria do STU cobra que esta audiência aconteça até o dia 30 deste mês. E a Unicamp, na qualidade de responsável subsidiária pelo cumprimento da legislação trabalhista na Universidade, precisa acompanhar este processo.
Somente após protestos de trabalhadores e a divulgação do caso pelo STU, na noite da última sexta-feira o SEAAC divulgou notícia em seu site informando que “as negociações estavam paradas desde o dia 25 de agosto, quando representantes da Fundação apresentaram proposta de parcelar o reajuste dos salários”. A entidade que juridicamente representa os trabalhadores contratados pela Funcamp informou ainda que aconteceu audiência de mediação do acordo na Superintendência Regional do Trabalho e a Fundação teria se comprometido a apresentar nova proposta. Ainda segundo o SEAAC, “já ficou decidido que o reajuste e todas as cláusulas do Acordo Coletivo, terão efeito retroativo a 1º de agosto. Enquanto o novo acordo não for assinado ficam garantidas todas as cláusulas e direitos previstos no atual ACT”.
O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp segue na luta em defesa da isonomia de tratamento entre os servidores contratados pela Funcamp e a Unicamp, incluindo a unificação da data-base em 1º de maio; pelo reconhecimento do STU como representante legal da categoria, fim das terceirizações, melhores condições de trabalho e pelo fim do assédio moral. Para a diretoria do sindicato, é fundamental construir um processo de mobilização e a realização de uma plenária da categoria para debater suas demandas. Por isso, o STU convoca uma reunião com os trabalhadores da Funcamp, quinta-feira (1º) às 12h no anfiteatro do HC (3º andar).

porFernanda de Freitas

Unicamp inicia processo de demissão no IQ

O STU recebeu a denúncia de que por falta de repasse da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e possível encerramento de contrato a Unicamp decidiu, no próximo mês, mandar embora sete funcionários da oficina de manutenção contratados via Funcamp para o Instituto de Química (IQ).

Após meses de enrolação a respeito da renovação do convênio e burocracias decorrentes da licitação esses companheiros com “longos anos de casa” e larga experiência na área serão desligados da universidade para contenção de despesas.

A denúncia não para por aí. Há indícios de que a maioria dos funcionários alocados no Bloco K do IQ será demitida por conta desse problema. Pelo que o sindicato apurou, há tempos os funcionários da unidade vêm cobrando um posicionamento da Universidade sobre o problema no acordo com a agência e sempre recebiam como resposta a afirmação de que não deveriam se preocupar com a situação.

STU cobrou Funcamp e reitoria
O sindicato entrou em contato com a Funcamp que se limitou a informar que a entidade que representa a categoria é o SEAAC, portanto, não estão dispostos a tratar do assunto com a diretoria do STU.  E na reitoria, em razão do período de férias do vice-reitor, Álvaro Crosta, que também é gestor da Funcamp, o sindicato falou com a assessoria que recebeu a denúncia e se comprometeu a dar retorno o mais breve possível sobre uma reunião com a reitoria.

Esse caso evidencia a crise administrativa pela qual a Unicamp está passando. Ao invés de investir na valorização do trabalhador e na ampliação do quadro dos institutos, a Universidade segue o caminho inverso enxugando o quadro e precarizando as relações de trabalho. Tal medida compromete a qualidade do serviço oferecido à população já que põe em cheque as condições de trabalho da unidade.

Destacamos que estamos investigando esse e outros casos de demissões que estão ocorrendo na universidade. E ressaltamos que o STU sempre lutou pela isonomia entre os trabalhadores da Unicamp e Funcamp como forma de garantir aos funcionários celetistas as mesmas condições de salários, de benefícios e de estabilidade que gozam os estatutários.

Confira abaixo documento encaminhado ao STU pelos funcionários do IQ.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/07/DESCARTAVEL_IQ.pdf” language=”pt_BR”]

 

 

Atualizado em 21/07/15, às 12h50

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Intransigência dos reitores possibilita luta unitária dos trabalhadores da Unicamp e Funcamp

Contra a expressa vontade dos trabalhadores, a data-base dos contratados via Funcamp continua sendo 1º de agosto. Sem institucionalizar a unidade com os contratados pela Unicamp, no 1º de maio.
Ainda assim, este ano, a truculência dos reitores e a falta de democracia na Universidade nos trouxe a oportunidade de lutarmos juntos pela igualdade econômica e política entre todos que constroem as universidades públicas de São Paulo, independentemente da modalidade do contrato.
As questões econômicas da pauta Funcamp estão sendo encaminhadas em negociação entre a Fundação e o sindicato oficial, mas nesta greve que já se estende por mais de dois meses, também lutamos pelo direito de nenhum funcionário ser demitido sumariamente. Queremos que o processo de demissão dos funcionários públicos contratados pela Fundação seja igual ao utilizado para os contratados diretamente pela Unicamp: com acusação escrita, defesa e relatoria. Somos funcionários do interesse público, não podemos ser tratados como mão-de-obra terceirizada. Até porque, mesmo para os trabalhadores do setor privado defendemos o fim das demissões imotivadas.
Esta medida trará resultados no combate ao assédio moral, que vitimiza os contratados Funcamp de forma muito mais intensa.
Para esclarecer e articular esta luta, participe da plenária na próxima quarta-feira (30/7), a partir das 11h30 no anfiteatro do HC (3° andar). O SEAAC será convidado a prestar esclarecimentos e lutar ao nosso lado!

porFernanda de Freitas

Demissão sumária no HC configura perseguição política

No último dia 07 de outubro, o servidor José Luis Meneghini foi demitido. Na ocasião, a chefia imediata do funcionário apenas informou que a Universidade não mais precisar de seus serviços, sem a preocupação de apresentar qualquer justificativa formal para a demissão.

O STU considera a medida injusta, e reafirma a defesa de que os funcionários da Funcamp tenham os mesmos direitos dos servidores contratados diretamente pela instituição.

Em ofício enviado à reitoria, o sindicato reivindica que a Unicamp reverta tal demissão, “que fere, inclusive, o direito de livre organização sindical dentro da Universidade”. O sindicato ainda ressalta que José Luis trabalhava há 16 anos na Unicamp e era participante ativo dos foros de organização sindical. para a diretoria do STU a demissão configura perseguição política.

O ofício ressalta ainda que “na reunião do dia 22 de agosto de 2013, oportunidade em que, inclusive, foi apresentada a demanda por isonomia no processo demissional, reivindicando o estabelecimento de rito de acusação, defesa e apuração, tal como ocorre para os contratados da universidade, a reitoria da Unicamp, na pessoa de seu Vice-reitor, Álvaro Crósta, e diante da presença do funcionário em questão, informou que demissões na Funcamp não deveriam ocorrer. Que qualquer caso específico representaria situações pontuais, distantes da corriqueira organização do trabalho contratado pela Fundação”.

Não é de hoje que o STU vem trabalhando para efetivar os direitos dos funcionários da Funcamp. O sindicato busca reabrir a negociações com a Funcamp sobre os direitos dos traba­lhadores da Fundação e as condições de trabalho.

 

Intransigência é prática na Funcamp

A reivindicação de que não haja demissões imotivadas na Funcamp (em detrimento do termo “estabilida­de funcional”) não tem impacto orçamentário e é uma medida em prol da isonomia de direitos entre os tra­balhadores da universidade e que aju­da na diminuição do assédio moral. O STU seguirá lutando para garantir esse direito a todos os trabalhadores contratados pela Fundação.

porFernanda de Freitas

Funcamp se recusa a negociar com comissão de trabalhadores eleita pela base

Em ofício encaminhado ao STU no último dia 30/09, o diretor presidente da Funcamp, prof. Paulo Barbosa, recusou o pedido de reunião com a comissão de trabalhadores eleita pela base durante a Campanha Salarial deste ano. O pedido havia sido protocolado pelo STU no mês passado, depois que a reitoria da Unicamp deu por encerradas as reuniões sobre o tema e disse que as negociações deveriam ser encaminhadas junto à diretoria executiva da fundação a partir da eleição de uma comissão de trabalhadores da Funcamp.

 

Existência da comissão precisa ser “validada” pelo Seaac

De acordo com o ofício assinado por Barbosa, as questões relacionadas às condições de trabalho na Funcamp são negociadas apenas com o sindicato que juridicamente representa os funcionários: o SEAAC.

Ainda segundo Barbosa, a diretoria executiva da Funcamp “não se opõe em hipótese alguma ao estabelecimento do diálogo com uma comissão, que legitimamente, represente seus trabalhadores”, desde que o SEAAC “valide” o referido grupo.

A postura da reitoria e da direção da Funcamp evidenciam um jogo de empurra enquanto os problemas enfrentados pelos trabalhadores continuam. Importante lembrar que os próprios servidores da Funcamp questionam a representatividade e atuação do SEAAC e que um processo judicial movido pela categoria reivindica que o STU se torne o representante legal também dessa parcela dos trabalhadores dentro da Unicamp. A ação aguarda julgamento no Tribunal Superior do Trabalho.

porFernanda de Freitas

Assembleia define próximos passos da luta dos trabalhadores da Funcamp

Os trabalhadores da Funcamp rea­lizaram no último dia 11/9 assembleia convocada pelo STU para discutir os próximos passos da luta da categoria. A assembleia repudiou a dinâmica de negociação sem transparência ocorri­da entre SEAAC e Funcamp que levou a um acordo coletivo rebaixado que não garante a habituidade dos bene­fícios. Os trabalhadores também elegeram a comissão que reunirá em breve com a diretoria executiva da Funda­ção para discutir condições de traba­lho na Universidade.

O STU solicitará ainda reunião com CAAAAS, HC, Hemocentro e CAISM, em conjunto com a comissão de trabalhadores, para discutir a im­plantação imediata da habituidade do vale-refeição.

Comissão de Trabalha­dores da Funcamp

Reginaldo Aparecido dos Santos (Faturamen­to HC), Rosângela Prado Cesarino Leite (Suplente/Faturamento HC), Marcos Pascoalino Campos (DEM/ HC), Roldão Alves Batista (Suplente/ DEM HC), Juliana Ronchi (FCM) e Benedito Marques Queiroz (Suplen­te/SEAAC HC). Representantes e suplentes do CAISM, RU e Vigilân­cia ainda poderão ser incorporados à comissão.

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Assembleia define próximos passos da luta dos trabalhadores da Funcamp

Os trabalhadores da Funcamp participam ontem (11/09), no anfiteatro do Hospital de Clínicas (HC), de uma assembleia convocada pelo STU para discutir os próximos passos da luta da categoria. Além de avaliar o acordo coletivo assinado entre o SEAAC e a Funcamp, os trabalhadores presentes apontaram os nomes que irão compor a comissão que reunirá em breve com a diretoria executiva da Fundação para discutir temas referentes às condições de trabalho na Universidade e definiram ações para avançar na pauta de reivindicações. Confira os encaminhamentos:

– Solicitar a transmissão da reunião entre a comissão de trabalhadores e a diretoria executiva da Funcamp;

– Solicitar nova reunião entre STU e reitoria para discutir problemas na Funcamp;

– Nomear a comissão de trabalhadores e comunicar os nomes dos integrantes à reitoria e à Funcamp, que será formada por*:

Reginaldo Aparecido dos Santos – Faturamento HC

Rosângela Prado Cesarino Leite (suplente) – Faturamento HC

Marcos Pascoalino Campos – DEM HC

Roldão Alves Batista (suplente) – DEM HC

Juliana Ronchi – FCM

Benedito Marques Queiroz (suplente) – SEAAC HC

*Representantações (com suplência) do CAISM, RU e Vigilância ainda poderão ser adicionadas

– Para além da reunião com a Diretoria Executiva da Funcamp, o STU solicitará reunião com CAAAAS, HC, Hemocentro e CAISM, em conjunto com a comissão de trabalhadores, para discutir a implantação imediata da habituidade.

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STU convoca plenária dos trabalhadores da Funcamp para o dia 11/09

O STU convoca os trabalhadores contratados pela Funcamp para uma assembleia no próximo dia 11 (quarta-feira), no anfi teatro do HC (3º piso). O objetivo é avaliar a negociação unilateral entre o SEAAC e a Funcamp, que resultou no acordo coletivo 2013/2014, construir a luta pela habituidade do vale-refeição e eleger a comissão de trabalhadores que reunirá em breve com a diretoria executiva da Fundação. Venha dar continuidade à luta. Divulgue a assembleia na sua unidade e participe!

“Acordo” é aprovado sem discussão com a categoria

O acordo coletivo 2013/2014 dos trabalhadores da Funcamp foi aprovado em uma assembleia realizada no último dia 29/08 sem discussão prévia com a categoria sobre os termos da negociação. Com o novo acordo, retroativo a 1º de agosto, os trabalhadores terão 7% de reajuste salarial (o piso terá elevação de 10,14%), vale-alimentação de R$ 150,00 (agora pago nas férias, mas não em feriados e folgas) e vale-refeição unitário de R$ 15,00. Somados, os dois benefícios alimentares perfazem R$ 450,00 mensais, valor muito inferior aos R$720 de auxílio alimentação pago de forma habitual aos servidores contratados diretamente pela Unicamp. Além disso, os R$ 450,00 só valem para quem receber o vale “cheio” (poderá haver descontos reduzindo esse valor).

Reitoria encerra ciclo de reuniões com o STU

Também na semana passada, a diretoria do STU e uma comissão de trabalhadores da Funcamp estiveram reunidas novamente com o vice-reitor da Unicamp e presidente do conselho curador da Fundação, prof. Álvaro Crosta, e o chefe de gabinete da reitoria, prof. Paulo César Montagner, para discutir as reivindicações dos funcionários. Sem avançar em nenhum dos pontos da pauta (habituidade do vale-refeição, estabilidade no emprego, representatividade nos órgãos colegiados e adoção do calendário oficial da Universidade), a reitoria alegou que a negociação da pauta específica da Funcamp compete à diretoria executiva da Fundação e anunciou o encerramento das reuniões com o STU sobre o tema.

Antes do encerramento das negociações unilateralmente pela reitoria, o STU propôs que fosse estabelecida uma comissão permanente de trabalhadores para reunir com a diretoria executiva da Funcamp, o que foi aceito. Agora, o sindicato cobra o agendamento da reunião com a Fundação.

porFernanda de Freitas

Após ato, trabalhadores decidem cobrar campanha salarial de verdade

 STU apoia a luta dos contratados pela Funcamp e continuará a pressionar a reitoria da Unicamp para assumir esses funcionários comos trabalhadores da Universidade, já que eles têm os mesmos deveres e realizam as mesmas tarefas * Pelo  fim do tratamento aos Funcamp como trabalhadores de segunda categoria

Texto: Rodrigo Cruz

Foto: Fernanda de Freitas

Os trabalhadores da Funcamp realizaram ontem um novo ato em frente à reitoria da Universidade para cobrar isonomia de direitos. Esse segmento da categoria, que tem as mesmas responsabilidades e desenvolve as mesmas tarefas que os contratados diretamente pela Unicamp, não pode mais continuar a ser tratado como funcionários de segunda classe.

Para a direção do STU isso é assédio moral coletivo usado pela Unicamp como mecanismo também de pressionar para baixo as conquistas de todos.

Durante a reunião com a direção do sindicato, a reitoria prometeu que as discussões devem seguir com a participação de uma comissão de trabalhadores da Funcamp (a ser eleita em assembleia). Mas não houve avanço concreto frente aos pedidos de dados formalizados na reunião anterior.

A gestão José Tadeu Jorge também não se dispôs a avançar o debate em relação a nenhum dos outros pontos da pauta de reivindicações (estabilidade e fim das demissões arbitrárias, habituidade no pagamento do auxílio alimentação e calendário administrativo unificado com a Unicamp).

 

Trabalhadores vão cobrar transparência e discussão real em assembleia do SEAAC

Hoje os trabalhadores participam da “assembleia” convocada pelo SEAAC para cobrar transparência da entidade no processo de negociação do acordo coletivo com a Funcamp.

Para garantir uma intervenção mais organizada da categoria, os funcionários presentes no ato realizado ontem definiram chamar todos os trabalhadores a comparecer ao estacionamento do prédio da Funcamp, onde ocorrerá a assembleia, entre às 11 e 13 horas (intervalo do almoço).

A assembleia foi convocada originalmente para acontecer entre 9 e 19h. Como nenhum trabalhador tem condições de permanecer no local da atividade por 10 horas seguidas, fica evidente a manobra para esvaziar qualquer discussão coletiva da categoria sobre a data-base.

porFernanda de Freitas

Plenária dos trabalhadores da Funcamp aprova mobilização para 4ª (28), das 10 às 12h

Texto: Rodrigo Cruz

Foto: Fernanda de Freitas

O STU realizou na última quinta-feira (22) uma plenária dos funcionários da Funcamp para debater os resultados da reunião de negociação com a reitoria da Unicamp ocorrida no mês passado e definir os próximos passos da luta desses trabalhadores. A plenária contou com uma participação expressiva de funcionários da Fundação.

De modo geral, houve insatisfação com o posicionamento assumido pela Unicamp na última mesa de negociação, visto que a Universidade não se comprometeu com pautas importantes como isonomia e estabilidade funcional.

Ficou definido que os trabalhadores da Funcamp realizarão um ato em frente à reitoria durante a próxima reunião de negociação com o vice-reitor no dia 28/08 das 10 horas ao meio-dia como forma de cobrar que a reitoria se comprometa em debater e resolver os problemas da Funcamp.

Entre as reivindicações estão a habituidade no pagamento do vale-alimentação, que os processos de demissão na Funcamp sigam o mesmo protocolo das demissões na Unicamp (ou seja, garantia de estabilidade no emprego, com o fim das demissões arbitrárias) e a garantia de que o calendário administrativo da Funcamp seja o mesmo da Unicamp.

Outro encaminhamento da plenária foi a construção de um abaixo-assinado dos trabalhadores  Unicamp em solidariedade à pauta de isonomia de salários e benefícios entre os trabalhadores Unicamp e Funcamp.

 

Sobre a assembleia convocada pelo SEAAC

Em relação à assembleia chamada pelo SEAAC para quinta-feira (29), a categoria vai cobrar que os termos do acordo coletivo negociado entre o sindicato e a Funcamp sejam publicizados com maior antecedência, para que haja real transparência sobre o que está sendo negociado.

porFernanda de Freitas

Hoje (22/08) tem plenária dos trabalhadores da Funcamp, às 12h, no anfiteatro do HC

Trabalhador da Funcamp: participe da plenária de hoje e venha construir a campanha salarial!

O STU realiza hoje ao meio-dia, no anfiteatro do HC, uma plenária dos funcionários da Funcamp para debater os resultados da reunião de negociação com a reitoria da Unicamp ocorrida no mês passado e definir os próximos passos da luta desses trabalhadores.

Embora a data-base da categoria tenha sido em 1º de agosto, as negociações entre a Funcamp e o SEAAC ainda não avançaram a ponto de definir um acordo coletivo para o próximo período. Por isso, faz-se necessário organizar ações para pressionar a Fundação e a própria Universidade a negociar a pauta de reivindicações.

 

Trabalhadores reivindicam tratamento isonômico com a Unicamp

Em reunião para tratar especificamente das questões referentes à Funcamp no último dia 22/07, o chefe de gabinete da reitoria, prof. Paulo César Montagner, e o vice-reitor e presidente do conselho curador da Funcamp, prof. Álvaro Penteado Crósta, afirmaram que os trabalhadores da Fundação seguirão recebendo tratamento desigual, pois a diferença de salários entre os funcionários da Unicamp e da Funcamp seria “importante”  para o funcionamento da Universidade.

Sobre a demanda de estabilidade funcional, a reitoria também reforçou que continuará a encaminhar as relações de trabalho na Fundação dentro dos parâmetros da CLT, o que signifi ca, na prática, continuar a tratar os funcionários da Funcamp como trabalhadores da iniciativa privada.

É importante destacar que, apesar da insistência da reitoria em afirmar que a Funcamp e a Unicamp são coisas distintas, a relação intrínseca entre as duas instituições fica clara quando observamos que o vice-reitor da Universidade é o presidente do conselho curador da Fundação.

Por isso, é muito importante que a categoria esteja organizada para cobrar também da reitoria pautas como a isonomia de salários e benefícios e o respeito à livre organização sindical.

A vice-reitoria confirmou para o próximo dia 28 outra reunião para dar continuidade à discussão sobre as reivindicações dos trabalhadores da Fundação. A plenária de hoje discutirá o que será pautado nesta reunião.

 

 

porFernanda de Freitas

STU realiza plenária dos trabalhadores da Funcamp nesta quinta-feira (22)

O STU realiza na próxima quinta-feira (22) ao meio-dia, no anfiteatro do HC, uma plenária dos funcionários da Funcamp para debater os resultados da reunião de negociação com a reitoria da Unicamp realizada no mês passado. A plenária definirá ainda os próximos passos da luta desses trabalhadores, tendo em vista as negociações da data-base 2013 entre a Funcamp e o SEAAC.

A vice-reitoria da Universidade confirmou para a próxima semana (dia 28) nova reunião para dar continuidade à discussão sobre as reivindicações dos trabalhadores da Fundação.

O STU segue cobrando a isonomia de salários e benefícios, o respeito à livre organização sindical e o fim do assédio moral.

porFernanda de Freitas

Reitoria afirma que trabalhador da Funcamp seguirá recebendo tratamento desigual

O STU participou, na última segunda-feira (22), de uma reunião de negociação com a reitoria da Universidade para discutir as condições de trabalho dos funcionários contratados pela Fundação de Desenvolvimento da Unicamp (Funcamp). Estiveram na reunião o chefe de gabinete da reitoria, prof. Paulo César Montagner, o vice-reitor e presidente do Conselho Curador da Funcamp prof. Álvaro Penteado Crósta e os diretores do STU Iuriatan Muniz, Danielle Consolino e Antônio Alves.

O STU apresentou à reitoria os principais itens da pauta de negociação da categoria, definidos em assembleia realizada no dia 17/07.

Em relação ao estabelecimento de pisos salariais isonômicos com a Unicamp, os representantes da reitoria informaram que o tratamento econômico dispensado à categoria seguirá sendo desigual. César e Crósta afirmaram que a razão de ser da Funcamp é “fazer coisas que a Unicamp não consegue fazer” e que, nesse sentido, a diversidade nos valores das remunerações seria importante para Universidade. Eles argumentaram ainda que os convênios firmados pela Fundação são muito diversos e que qualquer aumento poderia inviabilizar os orçamentos das unidades.

Sobre a questão da estabilidade no emprego, um dos elementos que hoje diferenciam o trabalhador da Funcamp de um servidor contratado diretamente pela Universidade, a reitoria disse que continuará a tratar as relações de trabalho na Fundação estritamente  dentro dos parâmetros da CLT, o que significa, na prática, continuar a tratar os funcionários da Funcamp como trabalhadores da iniciativa privada. A reitoria também não mostrou disposição em alterar as regras estatutárias que excluem os trabalhadores Funcamp das instâncias decisórias da Universidade, entre elas o Conselho Universitário (CONSU).

Sobre o vale-alimentação, a reitoria informou que já existem negociações dentro da diretoria executiva da Funcamp para promover em breve o aumento dos valores do benefício . Foi informado ainda que o reajuste deve considerar a questão da habituidade (pagamento do vale nos dias de trabalho interrompidos).

Ficou pendente para uma próxima reunião um retorno sobre a possibilidade de reconhecimento do calendário da Unicamp como oficial da Funcamp, medida que poderia evitar, por exemplo, que os trabalhadores da Fundação sejam chamados a trabalhar nos períodos de recesso e feriado previstos no calendário da Universidade. Ainda não há data prevista para a próxima reunião.

poradmin

STU discute pauta de reivindicações da Funcamp com a reitoria da Universidade

O STU participou, na última segunda-feira (22), de uma reunião de negociação com a reitoria da Universidade para discutir as condições de trabalho dos funcionários contratados pela Fundação de Desenvolvimento da Unicamp (Funcamp). Participaram da reunião o Chefe de Gabinete da Reitoria, o Prof. Paulo Cesar Montagner, e o Vice-Reitor e Presidente do Conselho Curador da Funcamp Prof. Alvaro Penteado Crósta e os diretores do STU Iuriatan Muniz e Danielle Consolino.

A reunião ocorreu a pedido da direção do sindicato, que desde o início da atual gestão tenta agendar com a reitoria da Unicamp uma reunião de negociação sobre temas relativos à realidade dos trabalhadores da Funcamp. O STU apresentou à reitoria os principais itens da pauta de negociação da categoria, definidos em assembleia realizada no dia 17/07: a isonomia dos pisos salariais, a habituidade e o aumento do vale-alimentação, a estabilidade no emprego, a participação nas instâncias decisórias da Universidade e a consolidação do calendário Unicamp como calendário oficial da Fundação.

Em relação ao estabelecimento de pisos salariais isonômicos com a Unicamp, os representantes da reitoria informaram que o tratamento econômico dispensado à categoria seguirá sendo desigual. César e Crósta afirmaram que a razão de ser da Funcamp é “fazer coisas que a Unicamp não consegue fazer” e que, nesse sentido, a diversidade nos valores das remunerações seria importante para Universidade. Eles argumentaram ainda que os convênios firmados pela Fundação são muito diversos e que qualquer aumento poderia inviabilizar os orçamentos das unidades.

Tendo em vista as recentes denúncias sobre demissões arbitrárias de funcionários da Funcamp no Hospital de Clínicas, o STU também cobrou da reitoria o compromisso com estabilidade no emprego, um dos elementos que hoje diferenciam o trabalhador da Fundação de um servidor contratado diretamente pela Universidade. A reitoria argumentou que as demissões arbitrárias na Funcamp são casos pontuais e se dispuseram a encaminhar as relações de trabalho estritamente dentro dos parâmetros da CLT, o que significa, na prática, continuar a tratar os funcionários da Unicamp contratados pela Funcamp como trabalhadores da iniciativa privada.

A reitoria também não mostrou disposição em alterar as regras estatutárias que excluem os trabalhadores Funcamp das instâncias decisórias da Universidade, entre elas o Conselho Universitário (CONSU). O STU argumentou que, embora não sejam reconhecidos enquanto servidores públicos, os funcionários da Fundação participam diariamente da construção da Unicamp. Hoje, um dos efeitos da ausência de representação dos funcionários da Funcamp no conselho universitário é a inviabilização completa de qualquer debate sobre as demandas desse setor nos espaços de decisão da Unicamp.

Sobre o vale-alimentação, a reitoria informou que já existem negociações dentro da diretoria executiva da Funcamp para promover em breve o aumento dos valores do benefício . A questão da habituidade (pagamento do vale nos dias de trabalho interrompidos) será considerada, mas um posicionamento final da Fundação ainda está em discussão.

Também ficou pendente para uma próxima reunião um retorno a respeito da possibilidade de reconhecimento do calendário da Unicamp como oficial da Funcamp, medida que poderia evitar, por exemplo, que os trabalhadores da Fundação sejam chamados para trabalhar nos períodos de recesso e feriado previstos no calendário da Universidade.

Uma nova reunião entre reitoria e sindicato para dar continuidade aos debates sobre a Funcamp deverá ser marcada em breve.