Categoria Fórum das Seis

porFernanda de Freitas

Fórum das Seis protocola Pauta Unificada 2021

O Fórum das Seis protocolou a Pauta de Reivindicações de 2021 junto ao Conselho de Reitores (Cruesp) em 6/4, já sob a presidência do reitor da USP, professor Vahan Agopyan. A entrega da Pauta foi acompanhada da solicitação de agendamento de reuniões entre as partes ainda em abril, tendo em vista o fato de que nossa data-base é 1º de maio.

A data-base é o período em que as entidades sindicais e estudantis das três estaduais paulistas e do Centro Paula Souza cobram o atendimento às suas reivindicações salariais e por melhores condições de trabalho e de vida. Em 2020, sob o impacto do início da pandemia de Covid-19 e das perspectivas de queda na arrecadação do ICMS, que acabaram não se concretizando, a campanha foi suspensa. Em 2021, nossas reivindicações estão focadas em duas frentes centrais: o combate ao arrocho salarial – aí inserida a necessária valorização das fases iniciais de ambas as carreiras – e pelo estabelecimento de um plano sanitário e educacional nas instituições.

Pauta Unificada 2021 – Fórum das Seis

Comprometimento com folha é o mais baixo dos últimos anos

Ao contrário das previsões iniciais, de que a economia entraria em queda livre no decorrer de 2020, a arrecadação do ICMS – imposto que dá base aos repasses para as universidades – teve resultados surpreendentes no segundo semestre, especialmente nos últimos quatro meses do ano. Some-se a isso a expressiva economia com custeio nas unidades, por conta das medidas de isolamento e do trabalho remoto, e temos uma situação de folga e crescimento das reservas nas universidades.

O comprometimento médio entre as três universidades com folha de pagamento em 2020 ficou em 85,31% (83,08% na Unesp, 88,28% na Unicamp e 85,05% na USP), abaixo das médias dos anos anteriores. Se considerarmos o comprometimento acumulado em fevereiro/2021, temos um índice médio ainda menor, de 78,98% (77,25% na Unesp, 82,22% na Unicamp e 78,37% na USP).

Não se trata de aumento. Reivindicação é para repor perdas passadas

Considerando que as perdas acumuladas, em particular nos anos mais recentes, chegam a patamares insuportáveis – em especial para aqueles em início de carreira – e também conscientes do momento ao qual estamos submetidos no país e no mundo, o Fórum das Seis reivindica do Cruesp uma recuperação parcial em maio de 2021 e que os reitores se comprometam com a elaboração democrática de um plano, cuja aplicação tenha início ainda neste ano, para repor mais amplamente tais perdas.

Se considerarmos nosso poder aquisitivo em maio/2012, por exemplo, as perdas até maio/2020 são de 26,73% (inflação acumulada de maio/2012 a abril/2020 de 53,73% e reajuste acumulado de 27%). A estas perdas, ainda precisaria ser adicionada a inflação apurada entre maio/2020 e abril/2021.

Aqui, não menos importante do que as perdas a que estamos submetidos é a situação sentida de forma mais acentuada por servidores docentes e técnico-administrativos em início de carreira. Além de verem seus proventos serem consumidos pelas perdas inflacionárias, eles foram e estão sendo atingidos de forma mais contundente pelas reformas já implantadas ou em tramitação desde o começo dos anos 2000. Assim, se faz necessária, além da recuperação das perdas, uma política de valorização (inclusive salarial) das posições iniciais nas carreiras de servidores das três universidades estaduais paulistas e do Ceeteps.

Nossas reivindicações salariais

1 – Recuperação parcial de perdas, com um reajuste salarial em maio/2021 de no mínimo 8%, e um plano de médio prazo para a recuperação de perdas, tendo como objetivo, no mínimo, recompor o poder aquisitivo de maio/2012;

2 – Pagamento adicional de 3% a servidora(e)s docentes e técnico-administrativa(o)s da Unesp, referentes ao reajuste da data-base de 2016, bem como os valores em atraso;

3 – Reconhecimento, por parte do Cruesp, da existência de perdas significativas nos níveis salariais da(o)s servidora(e)s das três Universidades Estaduais Paulistas e da necessidade de estabelecer um plano de médio prazo para a recomposição salarial, com a constituição de um grupo de trabalho, com representantes do Cruesp e do Fórum das Seis, para realizar os estudos necessários e elaborar, ainda neste ano, o plano para a recuperação de nossas perdas salariais;

4 – Comprometimento do Cruesp com a valorização (inclusive salarial) dos níveis iniciais das carreiras;

5 – Recomposição das perdas salariais de servidora(e)s docentes e técnico-administrativa(o)s do Centro Paula Souza (Ceeteps), de acordo com índices adotados pelo Cruesp no período de 1996 a 2021, em respeito ao vínculo legal entre o Ceeteps e a Unesp, de acordo com o artigo 15 da Lei 952/1976.

Pauta 2021 reivindica plano sanitário e medidas de proteção à vida

A Pauta Unificada 2021 tem como outro de seus eixos a reivindicação de que a administração de cada instituição elabore democraticamente um “plano sanitário e educacional”, que conte com a participação dos segmentos de suas comunidades acadêmicas – docentes, técnico-administrativos e estudantes –, contendo diretrizes para a etapa atual, de expansão acelerada da pandemia, e para o futuro retorno presencial, quando as condições assim o exigirem.

Fórum das Seis e Cruesp tiveram reunião em 29/3

A pedido do Fórum das Seis, os reitores da Unesp, USP e Unicamp receberam os representantes das entidades para uma reunião virtual em 29/3.

A reunião havia sido solicitada no final do ano passado, com dois pontos centrais na pauta:

  1. O planejamento das atividades acadêmicas e administrativas das universidades e do Centro Paula Souza em 2021, frente às incertezas que ainda cercam a pandemia,
  2. As implicações da LC 173/2020.

Em sua fala inicial, o reitor da Unesp e então presidente do Cruesp, professor Pasqual Barretti, sinalizou: “Não vamos conseguir atender tudo na data-base, mas nosso papel deve ser o de estabelecer planos para resolver os problemas das categorias nos próximos anos”.

Para o Fórum, essa é uma sinalização importante. Entre as reivindicações da Pauta Unificada 2021, que não havia sido protocolada até aquele momento, está a construção de planos de médio prazo para a recuperação de perdas salariais e, também, para a definição de políticas de valorização dos níveis iniciais das carreiras.

Em relação à pandemia, os representantes do Fórum assinalaram que há uma disparidade no posicionamento das universidades nas ações adotadas. Numa mesma universidade, por exemplo, há institutos e unidades com diferentes avaliações sobre o que é essencial. Além disso, muitas das medidas, acertadas ou não, têm sido tomadas sem conversas mais abertas com a comunidade e as entidades representativas.

O Fórum elogiou as recentes manifestações públicas do Cruesp contra a falta de diretrizes federais no combate à pandemia e em defesa da vacinação, mas pediu que mais posicionamentos públicos como esse sejam adotados, dada a importância das instituições no cenário acadêmico e científico do país.

Por fim, os representantes das entidades cobraram que qualquer questão relacionada ao retorno das atividades presenciais – que só deve ocorrer num cenário de vacinação ampla e controle efetivo da pandemia – seja discutido mais amplamente com a comunidade e com suas entidades representativas.

Em relação ao segundo ponto, os representantes do Fórum das Seis procuraram demonstrar que não se sustenta a alegação das reitorias sobre a “impossibilidade” de negociar devido aos efeitos da Lei Complementar (LC) 173/2020. E isso fica claro quando vemos a sentença proferida pelo Tribunal de Justiça (TJ-SP), no âmbito de ação ajuizada pela Adusp contra os efeitos da lei sobre a USP. Embora tenha negado o pedido de liminar, em seu despacho o juiz da 9ª Vara da Fazenda Pública ressaltou que a universidade não está subordinada à LC 173/2020, embora sua autonomia administrativa a autorize a decidir sobre seus gastos. Ou seja, está claro para a justiça que a autonomia garante às gestões das Universidades Estaduais Paulistas a decisão de acatar ou não os limites impostos pela LC 173/2020. Além disso, corroboram com esta interpretação do alcance da aplicabilidade da LC 173 diversos pareceres, notas técnicas e despachos em sentenças emitidos por juízes, Ministério Público e até mesmo pelo Ministério da Economia.

Os reitores procuraram reforçar a interpretação restritiva em relação à LC 173. “Temos que defender a autonomia, mas nossa defesa tem que se coadunar com a lei. Ela é arbitrária, mas está aí”, resumiu o reitor da Unesp e presidente do Cruesp na reunião, professor Pasqual Barretti.

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Saúde e economia não se contrapõem!

Por vacinação ampla, auxílio emergencial digno, defesa do SUS e dos serviços públicos

Os trágicos números divulgados diariamente pelos meios de comunicação apontam para uma catástrofe social no Brasil. No fechamento deste boletim, em 6/4/2021, já são mais de 330 mil mortos pela Covid-19. É fato que a disseminação da pandemia pelo planeta é algo difícil, talvez impossível, de evitar. Mas o combate a ela e a proteção às pessoas são possíveis, sim, e dependem de decisões políticas.

A disparada nos números de casos e de mortes não acontece por acaso. O governo federal, que deveria liderar o país contra a pandemia – com concessão de auxílio emergencial digno, investimento em testagem e na compra de vacinas, promoção de campanhas de esclarecimento pelo isolamento social, uso de máscaras, importância da vacinação etc. – age na contramão e colabora decisivamente para que o país seja visto como ameaça global na disseminação do vírus e suas variantes. Em suas lives, o presidente da República não se cansa de desacreditar as medidas preventivas e de repetir a falsa dicotomia entre saúde e economia, como se as pessoas fossem obrigadas a escolher entre vida e emprego, entre morrer pelo vírus ou morrer pela fome.

O que o discurso palaciano não mostra é que, a exemplo do que vêm fazendo vários países – Alemanha, Nova Zelândia, Vietnã, Uruguai, entre outros – é preciso garantir a sobrevivência da parcela mais vulnerável da população – trabalhadores informais, desempregados, donos de pequenas e médias empresas – enquanto o país aplica as medidas de isolamento social preconizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conter a disseminação da doença. Em outras palavras, é preciso que o Brasil garanta uma política de renda para que as pessoas fiquem em casa.

De onde tirar o dinheiro? “Tem várias possibilidades. Só de incentivos fiscais são R$ 300 bilhões por ano, o que equivale a 20% do orçamento do governo federal. Então existem maneiras de conseguir esses recursos de forma emergencial. Para além disso, há as propostas de taxação dos mais ricos”, defende o cientista político Marcello Baird, professor de relações internacionais da ESPM, em entrevista ao Portal Ecoa (18/3/2021).

No final de 2020, cerca de 50 milhões de brasileiros deixaram de receber o auxílio emergencial de R$ 600,00 (ou R$1.200,00, no caso das mães solo). Em seu lugar, após mais de três meses sem nada, o Congresso Nacional aprovou um novo auxílio, com valores miseráveis, entre R$ 150,00 e R$ 375,00, a ser pago em quatro parcelas e deixando de fora milhões de pessoas antes atendidas.

Cruzada contra a vacina

Ao mesmo tempo em que impõe a “escolha” entre o vírus e a fome para a maioria da população, o governo Bolsonaro inviabiliza o acesso rápido à vacinação, vista como principal alternativa para frear a escalada da pandemia. Já em dezembro de 2020, enquanto as campanhas de vacinação tinham início ao redor do mundo, o governo brasileiro se vangloriava por ter rejeitado propostas de compras de imunizantes e seguia suas campanhas por “tratamento precoce” para a Covid-19, atestado como ineficaz pelos cientistas, à base de Hidroxicloroquina, Ivermectina, Azitromicina etc.

A política desastrosa do governo brasileiro em relação à vacina não se resume ao atraso nas compras, mas também à negativa de apoiar a proposta de quebra das patentes, apresentada em outubro passado por Índia e África do Sul, e apoiada por 55 países, como uma forma de facilitar a transferência de tecnologia e possibilitar a produção de imunizantes a custo acessível em vários países. O Brasil preferiu apoiar a manutenção dos lucros bilionários das grandes farmacêuticas. Especialistas apontam que, no ritmo atual, os países pobres conseguirão vacinar suas populações só em 2024.

Ataque aos serviços públicos e aos servidores

A política genocida do atual governo também tem a marca dos ataques aos serviços públicos e aos servidores, que seguem garantindo o atendimento à população apesar das seguidas medidas de confisco salarial e de direitos.

Os números da pandemia seriam ainda mais trágicos não fosse o Sistema Único de Saúde (SUS), que vem salvando vidas e garantindo o atendimento à população, apesar de seu subfinanciamento crônico. Entre os anos de 2018 e 2020, a estimativa é que o SUS tenha perdido cerca de R$ 22,5 bilhões devido à Emenda Constitucional (EC) 95, o chamado “teto de gastos”, aprovado durante o governo Temer. Os dados constam em artigo publicado no portal do Conselho Nacional de Saúde.

Neste momento, tramita no Congresso Nacional a proposta de emenda constitucional (PEC) nº 32, da reforma administrativa, com outros pesados ataques ao funcionalismo.

Unificar as lutas

“O governo não testa, não dá auxílio, dispensa vacinas, promove aglomeração e tratamento precoce, não faz lockdown e diz que não funciona”, resume o biólogo Átila Iamarino, fundador da maior rede de blogs de ciência em língua portuguesa, o ScienceBlogs Brasil.

Este cenário de terra arrasada exige de nós, trabalhadores e estudantes, reação e mobilização. Cabe às centrais sindicais, sindicatos e organizações estudantis e populares unificarem as lutas. O Fórum das Seis, que reúne as entidades sindicais e estudantis das universidades estaduais paulistas e do Centro Paula Souza, participa ativamente da Frente Paulista em Defesa do Serviço Público. Junto com dezenas de outras entidades, a Frente vem organizando a luta por:

– Defesa da VIDA! Política de isolamento social em todo o país;

– Auxílio emergencial mínimo de R$ 600 e proteção aos empregos enquanto durar a pandemia, para que o povo possa sobreviver e enfrentar a fome e a carestia.

– ‘Vacina gratuita, já’ para todas as pessoas, em defesa do SUS.

– Quebra das patentes para garantir a produção ampla e com baixo custo das vacinas;

– Defesa do SUS e dos serviços públicos;

– Contra a Reforma Administrativa (PEC32/19)

– ‘Fora, Bolsonaro!’ Pelo fim de um governo genocida que está matando o povo brasileiro pela doença e pela fome.

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Fórum das Seis apoia campanhas de solidariedade em meio à pandemia

Nas universidades estaduais paulistas e no Centro Paula Souza, assim como em todo o país, há várias iniciativas de solidariedade ativa às comunidades em situação de vulnerabilidade devido aos efeitos da pandemia de Coronavírus.

Não se trata, por certo, de substituir a obrigação do Estado em promover políticas públicas que garantam a renda, alimentação adequada e acesso aos serviços de saúde. No entanto, com a insuficiência das ações governamentais de transferência de recursos para a população mais carente, o que dificulta muito a manutenção do necessário isolamento social, cresce a importância das iniciativas abraçadas pelas organizações sindicais e populares.

A partir desta edição, o Boletim do Fórum vai promover a divulgação de algumas destas campanhas. Colabore!

RAP Butantã organiza doações em SP

A Rede de Apoio Popular Butantã – iniciativa que envolve a Associação dos Docentes da USP-Adusp, o Sindicato dos Trabalhadores da USP-Sintusp, o Diretório Central de Estudantes DCE-Livre da USP e o Coletivo Butantã na Luta – está arrecadando recursos para a compra de produtos alimentícios e de higiene.

A RAP está presente no Facebook (Rede de Apoio Popular) e no Instagram (instagram.com/RedePopular/).

Para fazer doações por transferência ou depósito bancário, uma conta corrente foi disponibilizada pela Adusp:

  • Associação dos Docentes da USP
  • Banco do Brasil
  • Agência: 4328-1
  • C/C: 117-1
  • CNPJ: 51.688.943/0001-90

ADunicamp solidária

A Associação de Docentes da Unicamp (ADunicamp) está lançando uma nova campanha, na qual convoca a comunidade da Unicamp para atuar em prol da redução dos impactos causados pela pandemia da Covid-19. Devido ao cenário insalubre, neste momento a ADunicamp não receberá as doações. Porém, por meio de seus canais de comunicação (site, e-mail e redes sociais), divulgará sistematicamente os endereços de todas as entidades que foram e estão sendo atendidas.

Consulte a lista e veja como participar no site da entidade (adunicamp.org.br).

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Defesa dos serviços e servidores públicos 

Pela aprovação do PDL 22/20 e contra os ataques dos governos federal e estadual aos serviços públicos: 16/4, às 17h, tem audiência pública na Alesp

A Frente Paulista em Defesa do Serviço Público, que engloba dezenas de entidades representativas do funcionalismo paulista, está organizando mais uma atividade em defesa dos serviços e servidores públicos (ativos, aposentados e pensionistas). Trata-se de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de SP (Alesp), no dia 16 de abril, às 17h. A audiência terá como foco os ataques, tanto do governo federal quanto do estadual, aos serviços e servidores públicos (Reforma Administrativa, desmonte das empresas e institutos públicos etc.)

A luta pela aprovação do PDL 22 é outro tema importante a ser debatido. Como o Fórum das Seis vem divulgando, por meio do Decreto 65.021, de 19/6/2020, o  governo Doria estabeleceu que a contribuição previdenciária dos atuais aposentados e pensionistas estatutários não mais incida sobre o valor da parcela dos proventos que supere o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social (como estabelece a regra até então vigente), mas sim sobre o montante dos proventos de aposentadorias e de pensões que supere um salário mínimo nacional, incidindo por faixa salarial. O confisco é pesado. O detalhe é que o decreto foi adotado sem nenhuma comprovação de “déficit atuarial”.

Em reação, dezenas de entidades sindicais ajuizaram ações na justiça contra a reforma de Doria, com questionamentos específicos ao decreto. Na Alesp, cinco projetos de decreto legislativo (PDL) foram apresentados para anular o Decreto 65.021. O PDL 22/20, de autoria do deputado Carlos Giannazi (PSOL) é o que tem tramitação mais adiantada. A luta é pela sua aprovação.

Mais detalhes em breve.

Confira mais:

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis – 07/04/2021 (PDF)

Pauta Unificada 2021 – Fórum das Seis

Fonte: Boletim do Fórum das Seis – 07/04/2021

porFernanda de Freitas

#DIA24pelaVIDA protesta pela vacina, auxílio emergencial e defesa dos serviços públicos

Nesta quarta-feira (24/03), é o Dia Nacional de Luta em Defesa da Vida, da Vacina, do Fortalecimento do SUS, dos Serviços Públicos, do Emprego, do Auxílio Emergencial de R$ 600.

Todos os brasileiros insatisfeitos com os rumos do governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL) na área econômica, social e na falta de ações efetivas de combate à pandemia do novo coronavírus precisam protestar!

O dia está sendo convocado pelas centrais sindicais, sindicatos, movimentos sociais e Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo.

O chamado é pela paralisação de todas as atividades possíveis neste dia, um “lockdown da classe trabalhadora”.

No estado de São Paulo, serão promovidas ações, atividades e atos simbólicos na capital e em várias cidades.

O Fórum das Seis apoia e participa da organização das atividades de 24 de março, por meio da Frente Paulista em Defesa do Serviço Público, e conclama a comunidade acadêmica da Unesp, Unicamp, USP e Centro Paula Souza a se engajar.

Motivos para aderir não faltam:

  • A maioria vulnerável da população está há mais de três meses sem o auxílio emergencial (agora aprovado em valores miseráveis, entre R$ 150,00 e R$ 375,00, e deixando de fora milhões de pessoas);
  • A saúde pública está próxima do colapso;
  • As taxas de desemprego continuam subindo.

Como pano de fundo deste cenário de caos, está o agravamento da pandemia por conta da política genocida do governo federal, sintetizada na falta de vacinas e de testagem em massa, de políticas de distanciamento social, de um auxílio emergencial digno, de apoio ao pequeno e microempresário.

A situação é grave

O Dia de Luta ocorrerá no momento de maior gravidade da pandemia da Covid-19 no Brasil, com o esgotamento dos leitos de UTI em todo o país e com o número de mortes aumentando a cada dia. O país caminha em ritmo acelerado para a trágica marca de 300 mil mortes, sendo atualmente o “campeão” em óbitos diários no mundo. No estado de São Paulo, a situação também é dramática, com mais de 65 mil mortos.

O governo federal, que deveria liderar o país contra a pandemia – com investimento na compra de vacinas e em campanhas de explicam a importância do isolamento social, uso de máscaras, da vacinação etc. – age na contramão e colabora decisivamente para que o país seja visto como ameaça global na disseminação do vírus e suas variantes. Em paralelo, prioriza, com sua base no Congresso Nacional, mais cortes no orçamento e menos proteção social à população.

Os servidores, que têm garantido os serviços de atendimento à população, apesar de tudo, foram eleitos como “inimigos públicos” e sofrem seguidos ataques.

Em meados de 2020, aproveitando-se da necessidade de regulamentar a ajuda da União aos estados e municípios, o governo federal aprovou no Congresso Nacional a Lei Complementar 173/2020, colocando como exigência uma série de ataques ao funcionalismo: congelamento de reajustes, contratações, contagens de tempo e outros até dezembro de 2021. Estas medidas estão sendo contestadas judicialmente por entidades sindicais de todo o país.

Mais recentemente, o Congresso aprovou a Proposta de Emenda Constitucional 186, a chamada “PEC Emergencial”, condição para que o governo federal conceda novo auxílio emergencial no âmbito da pandemia (minúsculo, por sinal).

O ministro Paulo Guedes aproveitou novamente a “oportunidade” e inseriu na PEC – já transformada em Emenda Constitucional 109, de 16/3/2021 – um conjunto de ataques aos servidores públicos.

Trata-se de alteração da Constituição Federal, que permite a instituição de mecanismos de ajuste fiscal sobre o gasto público sempre que as despesas obrigatórias da União superarem 95% da despesa total sujeita ao teto de gastos: proibição de reajustes e de benefícios (não previstos em lei anterior), contratações somente para repor vacâncias etc.

A única concessão feita foi quanto às progressões e promoções de carreira dos servidores, que estavam proibidas no texto original, mas foram retiradas na reta final. Embora não obrigados a seguir a regra, estados e municípios perderiam o direito a repasses e negociações com o governo federal se não o fizerem.

A PEC 32, da Reforma Administrativa, continua tramitando no Congresso, com outros pesados ataques ao funcionalismo público.

Vamos gritar por nossas bandeiras

– Em defesa da VIDA! Pelo fechamento total das atividades (lockdown) por 15 dias em todo o Brasil para frear a pandemia, as mortes e o colapso do sistema de saúde.

📌 Auxílio emergencial de R$ 600 e proteção aos empregos enquanto durar a pandemia, para que o povo possa sobreviver e enfrentar a fome e a carestia.

📌 ‘Vacina, já’ para todas as pessoas, em defesa do SUS.

📌 ‘Fora, Bolsonaro!’ Pelo fim de um governo genocida que está matando o povo brasileiro pela doença e pela fome.

📌 Contra a PEC 32/2020 da Reforma Administrativa que precariza as relações de trabalhado do funcionalismo, incentiva a preservação dos privilégios e aprofunda o desmonte dos Serviços Públicos.

Como participar do #DIA24pelaVIDA

As atividades de 24 de março são prioritariamente virtuais, mas também ocorrerão manifestações presenciais (com todas as medidas sanitárias preventivas) em praças, em frente às câmaras de vereadores, assembleia legislativa etc.

Fique atento às atividades em seu município, região e estado e participe.

Registre as ações da sua cidade e nas quais você se engajar! Fotografe, filme e poste as mobilizações nas redes usando a #hashtag #DIA24pelaVIDA para que possamos dar visibilidade às ações programadas.

Façamos do dia 24 um grande dia de mobilização e luta! Fora, Bolsonaro!

Atividades agendadas no dia 24/3

10h – Aula Pública “Serviços públicos, pandemia e defesa da vida”, com Plínio de Arruda Sampaio Júnior (professor de economia da Unicamp); Domingos Alves (professor de Medicina da USP, um dos autores do estudo “Condições para a reabertura da Rede Escolar no Município de Ribeirão Preto no contexto da pandemia de Covid-19”) e Flávia Bischain Rosa (professora da rede pública paulista). Inscreva-se: bit.ly/Aula24M

12 às 14h: Twittaço com as tags #ForaBolsonaro #VacinaJá #DerrubaPEC32 #DIA24pelaVIDA

17h: Plenária Popular Fora Bolsonaro-SP, convocada por entidades que integram a Frente Paulista em Defesa do Serviço Público. O link será divulgado na manhã do dia 24/3.

Fonte: Fórum das Seis

porFernanda de Freitas

Categoria indica que data-base 2021 destaque a defesa da vida e do serviço público e unifique pautas específicas com a nacional

Nesta terça-feira (23), trabalhadores e trabalhadoras da Unicamp iniciaram as discussões sobre o indicativo do Fórum das Seis para a Campanha Salarial 2021.

A assembleia reforçou que o eixo central da luta deve ser a defesa da vida e do serviço público, tendo como perspectiva uma reposição que contemple as perdas salariais ao menos dos últimos dois anos.

Por conta da conjuntura adversa, incluir no debate itens complementares, mas que podem ser alternativos, como a promoção e progressão nas carreiras; correção no auxílio alimentação; pagamento de insalubridade para os trabalhadores da Área de Saúde que estão na linha de frente criação de Bolsa Home Office para cobrir custos decorrentes do teletrabalho (trabalho em casa) e garantia de bonificação para a Área de Saúde.

A garantia de vacina para todos e um plano seguro de retomada ao trabalho presencial também devem ser priorizados.

A categoria reforçou que o Fórum das Seis deve insistir para que os reitores defendam a autonomia universitária se posicionando contrários à Lei Complementar 173 e denunciar e enfrentar o governo Dória e sua política de desmonte do Estado, especialmente o Decreto 65.021/2020 de confisco das aposentadorias e pensões.

Fortalecer as bases

A assembleia apontou a necessidade de o STU elaborar um calendário para discutir questões temáticas em reuniões de unidade plenárias, entre outras, e estar mais próximo às pautas estudantis para a construção e fortalecimento da luta conjunta. Com isso ampliar e aperfeiçoar seus meios de comunicação com a base.

Luta Unificada

A assembleia acatou a orientação do Sindicato de unificar a pauta local com a nacional dando destaque à luta contra a Reforma Administrativa e a favor do Auxílio Emergencial, da vacina para todos e do incentivo à quebra de patentes das vacinas.

Priorizar a vida acima do lucro, taxando as grandes fortunas para que os ricos paguem pela crise e ampliar as mobilizações contra os ataques do governo Bolsonaro e Dória não podem faltar nessa pauta.

A assembleia destacou ainda a importância de unificar a pauta das estaduais com os demais setores do funcionalismo através do Fórum das Seis.

Consulta para reitor

A categoria aprovou que os temas que devem orientar a intervenção do STU junto aos reitoráveis da Unicamp são:

  • Revogação da proposta de Ponto Eletrônico;
  • Contra Autarquização da Área de Saúde e qualquer medida que vise resolver o financiamento reduzindo salários e direitos;
  • Adequação da carreira que respeite e valorize o funcionário;
  • Garantia de eleição direta nos Departamentos de Enfermagem do Caism e HC;
  • Defesa dos aposentados e contra qualquer tipo de confisco das remunerações,
  • Defesa da paridade com garantia de participação dos técnico-administrativos em espaços de administração;
  • Reconhecimento e valorização do papel das entidades dos campi.

Representação na Fasubra

Para a Plenária Virtual da Fasubra foram aprovados como delegados: Adriana Stella, João Daniel de Moura, João Paulo Ribeiro e Sandra Aparecida de Almeida Ramos, além de um representante da diretoria.

A plenária acontece em março e vai debater Conjuntura e Estado de Greve, PEC Emergencial; Reforma Administrativa, Campanha Salarial das Universidades Públicas, análise dos riscos do retorno ao trabalho presencial entre outros temas.

Foi indicado que o STU incorpore em sua agenda de luta as mobilizações estaduais e nacionais em defesa da vida e do serviço público, com destaque para:

  • 08/03 – Dia Internacional da Mulher (fortalecer as lutas com pauta geral das mulheres e específicas).
  • 15/03 – Plenárias e Lutas nos Estados (unificação das pautas gerais com as específicas, especialmente carreatas contra os descontos que o Doria impôs aos aposentados e pensionistas).
  • 24/03 – Dia Nacional de Lutas junto aos setores da Educação (proposta indicativa de um dia de Greve Nacional do Funcionalismo – [em construção]).
porFernanda de Freitas

Moção do Fórum das Seis em apoio à deputada Isa Pena – 18/12/20

Moção do Fórum das Seis de Apoio à deputada Isa Penna (PSOL/SP) e repúdio ao assediador Fernando Cury (CIDADANIA/SP), de 18 de dezembro de 2020.

porFernanda de Freitas

Frente em Defesa do Serviço Público aprova programação de luta contra o PL 529, que vai até 15/9.

Em reunião realizada nesta segunda-feira 31/8 com a participação de cerca de 80 entidades representativas do funcionalismo público estadual e federal, federações, centrais e movimentos, a Frente em Defesa do Serviço Público debateu e aprovou diversas iniciativas contra o projeto de lei (PL) 529/2020 do governador João Doria (PSDB), entre as quais um Dia de Luta a ser realizado no dia 9/9 (quarta-feira) e outro, a confirmar, em 15/9.

A convite dos organizadores, participou da reunião o deputado Carlos Giannazi (PSOL). Professora Bebel (PT), que também é presidente da Apeoesp, enviou mensagem gravada em vídeo.

A partir de 2/9, serão realizadas reuniões na plataforma Zoom com as bancadas dos partidos na Assembleia Legislativa (Alesp), para que as entidades expliquem a relevância de cada órgão público ameaçado de extinção e reivindiquem a rejeição do PL 529/2020. Foram aprovados também novos “tuitaços” contra o projeto de Doria, em 2/9 e 9/9, das 14 às 16 horas.

A reunião da Frente aprovou também a data de 15/9 como “Indicativo de Dia de Luta Estadual em Defesa dos Serviços Públicos e Contra o PL 529/2020”. As atividades previstas no Dia de Luta Estadual consistirão de carreata, com possível “visita” a prédios de órgãos ameaçados por Doria, “buzinaço” e “tuitaço”. A data definitiva dependerá de reunião que a Apeoesp fará em 3/9, de modo a garantir a participação dos professores da rede estadual no protesto.

“Esse PL pode ser um experimento que o governo está fazendo para medir forças”, disse João Chaves, presidente da Associação dos Docentes da Unesp (Adunesp) e um dos representantes do Fórum das Seis na reunião, após citar as recentes reforma da Previdência nos planos federal e estadual. “Precisamos formar uma grande trincheira em defesa do serviço público, que tenha continuidade”. Ele destacou a necessidade de “unidade do funcionalismo em defesa do serviço público paulista e brasileiro”, frente aos ataques sofridos.

Confira as principais decisões da Frente:

  • 31/08, às 18h – Participar da Audiência Pública organizada pela Bancada Ativista – https://meet.google.com/anc-muzq-bwk  / Transmissão: https://www.facebook.com/mandataativistasp/;
  • 2/9, das 14h às 16h – 2º Tuitaço – Usar as hashtags #EmDefesaDosServiçosPúblicos #NãoAoPL529;
  • 2/9, às 17h – Início das reuniões na Plataforma Zoom com as lideranças dos partidos e deputados para pedir sua rejeição e explicar a importância de cada autarquia e fundação. A primeira reunião será nesta quarta dia 02/09, às 17h. As demais, dias 3 e 4/9. Todas as entidades deverão participar e reforçar o convite aos deputados conforme lista abaixo;
  • 8/9, às 10h – Próxima Reunião da Frente. Convidar todas as centrais, movimentos e parlamentares – Plataforma Zoom:  https://us02web.zoom.us/j/85393464704;
  • 9/9, a partir das 13h – Dia de Luta e pressão na entrada dos deputados com faixas, cartazes e som. Viabilizar transmissão ao vivo aos que não puderam comparecer;
  • 9/9, das 14h às 16h – 3º Tuitaço – Usar as hashtags #EmDefesaDosServiçosPúblicos #NãoAoPL529;
  • 12/9, às 14h – Participar da plenária estadual organizada pelo Fórum dos Trabalhadores do Setor Público;
  • 15/9 – Indicativo de Dia de Luta Estadual em Defesa dos Serviços Públicos e Contra o PL 529/20. Organizar carreata, buzinaço e tuitaço. Pendente da reunião da Apeoesp no dia 3/9, para confirmação da ação unificada;
  • Assinar a Carta dos Cientistas Engajados destinada ao Governador Doria;
  • Elaborar e distribuir amplamente um “Carômetro” com as redes sociais e contatos de todos os deputados para pressioná-los;
  • Encaminhar ao Governador e aos Deputados cartas em nome das entidades que compõem a Frente;
  • Pressionar e visitar os Deputados que são pré-candidatos a vereador e prefeito em suas bases eleitorais. As entidades que possuem sede nesses locais estão responsáveis por organizar as visitas;
  • Pedir moções de apoio e falas nas Câmaras Municipais;
  • Espalhar outdoors contra o PL 529/20 e colocar em locais de visibilidade;
  • Criar e compartilhar vídeos de 1 minuto para conscientizar a sociedade sobre a importância dos serviços que estão ameaçados.

Fonte: Adusp

porFernanda de Freitas

Carta Aberta da Frente Paulista em Defesa do Serviço Público – 26/08/2020

A Frente Paulista em Defesa do Serviço Público, que reúne mais de 60 entidades, entre elas o STU, expressa contrariedade ao desmonte dos serviços públicos paulistas e reforça posicionamento de “Não ao PL 529 de Doria”.

Confira a abaixo o documento na íntegra.

porFernanda de Freitas

Fórum das Seis cobra informações do Cruesp sobre implicações do PL 529/2020

No dia 12/08 o governador João Doria enviou em regime de urgência à Assembleia Legislativa o Projeto de Lei (PL) 529/2020, a pretexto de equilibrar as contas públicas.

Com esse PL, o governo paulista tenta passar um conjunto de medidas catastróficas para os serviços públicos, o funcionalismo, as universidades estaduais e a ciência. E abre o leque para um ataque em série, como a extinção de 10 autarquias, fundações e empresas públicas, passando os serviços para empresas privadas, além de aumentar drasticamente as alíquotas de contribuição ao Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) e confiscar as reservas financeiras das universidades estaduais paulistas e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), entre outros retrocessos.

Ao tomar ciência desses ataques o Fórum das Seis encaminhou ao Cruesp dois ofícios solicitando informações a respeito dos impactos dessas medidas. Até o fechamento dessa matéria, não obtivemos retorno.

Confira abaixo esses documentos.

porFernanda de Freitas

Moção do Fórum das Seis – 13/08/20

Moção do Fórum das Seis, em repúdio à reportagem veiculada pelo Jornal Nacional em 10/8/2020, que manipula dados para fazer coro aos ataques do governo Bolsonaro aos servidores e aos serviços públicos.

porFernanda de Freitas

Live | Fórum das Seis discute renúncia fiscal e financiamento da educação

O Fórum das Seis vai realizar uma live no dia 13/08, às 17h, sobre o “Controle das renúncias fiscais e financiamento da educação pública”. A transmissão será feita pelo Facebook da Adunicamp [www.facebook.com/adunicamp/live].

A atividade contará com a presença de Élida Graziane Pinto, professora de Finanças Públicas do curso de Administração Pública da EAESP-FGV; de José Marcelino de Rezende Pinto, professor no curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP e diretor da Adusp, e Paulo César Centoducatte, professor do IC/Unicamp, diretor da ADunicamp e responsável pela coordenação do Fórum das Seis.

Somente em 2019, a renúncia fiscal praticada pelo governo estadual causou um prejuízo de mais de R$ 24 bilhões aos cofres paulistas. Todos os anos, o governo coloca na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) a autorização legal para que um seleto – e secreto – grupo de empresas deixe de recolher tributos ao erário público, parcial ou totalmente.

É dinheiro que deixa de ser investido nos serviços públicos, como a saúde e a educação. No caso das universidades estaduais paulistas, mantidas com um percentual (9,57% da cota-parte do estado) da arrecadação obtida com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a perda é impactante.

Esse debate é muito importante para entendermos e nos organizarmos contra a política do governo Doria de sucateamento dos serviços públicos.

porFernanda de Freitas

Carta Aberta denuncia política econômica lesiva de Doria

Carta aberta do Fórum das Seis aos Deputados Estaduais Paulistas expõe que a secreta política de renúncia fiscal do governo lesiva aos
serviços públicos e à sociedade, acumulando prejuízos de mais de R$ 24 bilhões em 2019.

porFernanda de Freitas

Fórum das Seis: “Carta em defesa da Universidade pública, gratuita e de qualidade, em tempo de pandemia”

Conforme aprovado pelas entidades, o Fórum das Seis está subscrevendo a “Carta em defesa da Universidade pública, gratuita e de qualidade, em tempo de pandemia”, assinada por entidades representativas da educação, trabalhadores e estudantes.
O documento transcrito abaixo pode ser assinado individualmente online em http://chng.it/hRjDpBQkvg. 

porFernanda de Freitas

Carta Aberta do Fórum das Seis: “A contribuição científica das universidades e institutos públicos de pesquisa deve prevalecer!”

Na Carta Aberta ao Cruesp, “A contribuição científica das universidades e institutos públicos de pesquisa deve prevalecer!”, o Fórum das Seis cobra posição pública e institucional das Universidades Estaduais Paulistas e do Centro Paula Souza sobre os riscos das medidas de flexibilização do isolamento social, por parte do Governo Estadual e dos Municípios, em meio aos dramáticos números de crescimento do contágio pela Covid-19.