Categoria Fórum das Seis

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Boletim 097/2014

Baixe aqui o Boletim 097/2014, de 15 de setembro de 2014.

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Moção de apoio do Sintusp ao Colégio Técnico de Limeira (COTIL)

Na quarta-feira (12/08) foi formalizada no Ministério Público do Trabalho, uma denúncia deassédio moral aos professores, funcionários e estudantes do COTIL , em Limeira, por parte da direção do mesmo colégio. O COTIL, Colégio Técnico de Limeira, oferece a po-pulação formação de ensino médio e cursos técni¬cos,vinculado a Unicamp. O fato se deu após inúme¬ras denúncias de assédio, inclusive com tentativas de se criar factoides que pudessem ser base para uma futura punição dos trabalhadores do colégio.

O assédio moral é um grave problema que afeta mui¬tos professores e trabalhadores das escolas. A repro¬dução das relações de poder exercidas pelas dire¬ções destas, cumprindo a função de fiscais e agentes do estado de controle e punição dos profissionais, é um dos elementos latentes enfrentados diariamente pelos professores que trabalham a base de terapias, tarja preta, ou estão afastadospor não aguentarem este dentre tantas outras condições precárias de tra¬balho (tais como salas superlotadas, jornadas longas e exaustivas, baixa remuneração etc.).

Nós do Comando de Greve dos Trabalhadores de USP (Sintusp) repudiamos a postura adotada pela direção do Colégio Técnico de Limeira, e todo e qualquer tipo de assédio moral exercido sobre pro¬fessores, funcionários e estudantes do COTIL. En¬tendemos que o combate às opressões é uma luta por melhores condições de trabalho e vida desses trabalhadores. A defesa dos trabalhadores da educa¬ção também é parte da luta por uma educação públi¬ca e de qualidade.

 

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Cruesp abandona autonomia universitária e aposta na via judicial

Reitores enrolam outra vez e se negam a aceitar acordo proposto pelo TRT, mantendo o desrespeito à data-base. Fórum das Seis orienta continuidade da greve.

A reunião entre o Conselho de Reitores e o Fórum das Seis ocorrida na tarde de ontem acabou mais uma vez em impasse. Depois da reitoria da USP divulgar documento afirmando que a aceitação do abono de 28,60% proposto pelo Tribunal Regional do Trabalho dependia do Cruesp, os reitores fecharam posição que cada universidade deve discutir o assunto sem compromisso de prazo e isonomia no tratamento da greve.

A postura intransigente evidencia o desrespeito das reitorias à data-base e a aposta na via judicial em detrimento da autonomia universitária. Por isso, o Fórum das Seis orienta a continuidade da paralisação.

Hoje, na Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, servidores e Fórum vão reiterar cobrança de responsabilidade aos reitores.

Acontece também na tarde de hoje nova audiência de conciliação marcada pelo TRT, quando a Universidade de São Paulo terá de apresentar posicionamento frente à proposta colocada pelo Tribunal e já aceita pelos servidores e docentes da USP.

Em atitude considerada uma manobra pelo Sintusp, o reitor Marco Antônio Zago anunciou ontem à imprensa que a decisão sobre o abono só será discutida no Conselho Universitário da instituição, que deve ser realizado no próximo dia 16 (terça).

Diálogo zero – Em relação ao documento apresentado pelo Fórum das Seis ao Cruesp, à Alesp e ao governador, os reitores anunciaram que encaminharão à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado e à Assembleia “solicitação de revisão dos cálculos dos valores de repasse do ICMS para a adequada execução do disposto nas normas que regem a autonomia universitária paulista”. Mas se recusaram até a informar na reunião que pontos da proposta do Fórum das Seis não têm a concordância das administrações universitárias.

Ato – Durante a reunião com o Cruesp os servidores realizaram novo ato unificado, que se repetirá hoje na Alesp. As fotos estão disponíveis no site do STU (www.stu.org.br).

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Ato durante a reunião com o Cruesp vai cobrar avanço nas negociações

Ônibus sai do estacionamento da BC às 13 horas * Quem ainda não se inscreveu deve procurar o STU logo cedo para tentar garantir vaga na caravana.

Hoje é dia de reunião entre o Fórum das Seis e o Cruesp. Os trabalhadores estão em um momento importante na greve que já dura 110 dias.

Após tentativa de criminalização do movimento e corte de salários dos servidores, o reitor da USP, Marco Antonio Zago, foi obrigado a pagar os salários e benefícios. E o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) apresentou como proposta de acordo, além do reajuste de 5,2% em duas parcelas, um abono salarial de 28,6% como indenização pelo atraso na data-base. Em assembleia ontem, os servidores da USP decidiram aceitar a proposta do TRT e mantiveram a greve para esperar a resposta da reitoria na audiência desta quarta e definição sobre um acordo em relação à reposição somente dos serviços, reajuste do auxílio alimentação e compromisso de não punição aos grevistas. O Sintusp tem nova assembleia quinta.

A assembleia da Adusp no último dia 5 já aprovou reivindicar extensão do acordo proposto pelo TRT ao conjunto dos docentes e servidores.

Essa realidade obriga os outros reitores a se manifestarem. E hoje, durante a reunião do Cruesp, as categorias realizam novo ato a fim de pressionar para que as negociações avancem no sentido do que propôs o Judiciário Trabalhista.

As categorias também não aceitarão nenhum tipo de retaliação no retorno ao trabalho. Essas reivindicações serão pautadas com o Cruesp.

Amanhã tem audiência pública na Alesp

Nesta quarta-feira (10), às 14h30, a Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo realiza mais uma audiência pública para debater a situação das universidades paulistas. Nesta reunião os deputados pretendem ouvir os reitores José Tadeu Jorge e Marco Antônio Zago. A audiência acontece no auditório Franco Montoro da Alesp e será transmitida pelo portal do Legislativo paulista (www.al.sp.gov.br).

Trabalhadores da Unicamp estarão presentes para mostrar a união da categoria e pressionar os deputados e reitores a considerarem a proposta do Fórum das Seis para a Lei Orçamentária Anual 2015 e investimentos de médio prazo na educação superior paulista.

Os servidores interessados em participar da atividade devem se inscrever na secretaria do sindicato ou enviar nome e RG para o e-mail <[email protected]>.

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Greve derrota reajuste zero! Cruesp apresenta 5,2% em 2 parcelas

Comando de greve hoje às 14 horas discute encaminhamentos para decisão da categoria sobre a proposta apresentada pelos reitores após mais de cem dias de paralisação * Unidades devem se reunir pela manhã e debater sugestões para o comando e a assembleia.

No dia de ontem ocorreu a reunião de negociação entre o Cruesp e o Fórum das Seis. O Conselho de Reitores apresentou a proposta de reajuste salarial de 5,2% a ser consolidada até o mês de janeiro, com a primeira parcela a ser paga em outubro (2,567%) e 2,567% a partir de janeiro. A proposta segue o que foi votado durante a reunião do Conselho Universitário da USP no dia 2 de setembro.

Após mais de cem dias de greve e diversas afirmações de que seria “impossível” conceder qualquer reajuste, os reitores se renderam à força da mobilização e o reajuste zero foi derrotado. O que é uma vitória importante.

A avaliação sobre a proposta será debatida no comando, que definirá a data da próxima assembleia geral e poderá discutir à luz da decisão do TRT sobre o debate salarial na USP, já que a audiência de conciliação prevista para 5/9 foi antecipada para hoje.

Sobre as demais pautas reivindicadas pelas categorias, os reitores afirmaram que entendem que estão superadas as tratativas no âmbito do Conselho, devendo ser debatidas nas universidades.

Durante a reunião, os trabalhadores da Unicamp, USP e Unesp realizaram mais um grande ato, que começou na Avenida Paulista e fechou a rua em frente à sede do Cruesp.

porFernanda de Freitas

Entidades cobram apoio do reitor Tadeu para as propostas do Fórum das Seis

As três entidades do campus (STU, Adunicamp e DCE) protocolaram nesta quarta-feira (3) documento que cobra do reitor Tadeu apoio às propostas apresentadas pelo Fórum das Seis à Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e ao governador do Estado, Geraldo Alckmin.

 

Ofício nº 392/2014 (STU, Adunicamp e DCE):

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Confira as propostas do Fórum das Seis:

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‘SOS USP’ mostrou disposição de luta contra o desmonte da universidade

Aconteceu ontem a manifestação ‘SOS USP em defesa da universidade pública’. O protesto reuniu servidores, docentes e estudantes contra as propostas de desvinculação dos hospitais universitários, demissões incentivadas, cobranças de mensalidades e outros ataques à educação pública e de qualidade. A manifestação contou ainda com uma apresentação do cantor e compositor Tom Zé.

 

Enquanto acontecia o ato, o Conselho Universitário (CO) da USP aprovou por 71 votos a 30, com quatro abstenções, o plano de demissões incentivadas apresentado pela reitoria Marco Antônio Zago. A proposta ameaça o emprego de cerca de 2.800 servidores e deve ter início em janeiro, segundo o Sintusp. O CO também aprovou uma proposta de reajuste de 5,2% – 2,6% a partir de outubro, pagos em novembro, sem retroatividade, e a outra metade em janeiro. A proposta será apresentada ao Cruesp. Os trabalhadores da USP realizam comando de greve após a reunião com o Cruesp, na quinta.

 

 

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SOS USP

A manifestação ‘SOS USP em defesa da Universidade Pública’ ocorre nesta terça-feira (2/9). Este será um ato em defesa da universidade pública paulista que está sob ataque, principalmente a USP onde os funcionários em greve há três meses ainda não receberam os salários cortados no início do mês passado. O STU enviará delegação para participar da atividade. Se você tem interesse em participar, entre em contato com a secretaria do sindicato.

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VITÓRIA: TRT manda USP pagar salários cortados “imediatamente”

A audiência entre os trabalhadores da USP e a reitoria daquela Universidade ocorrida ontem no Tribunal Regional do Trabalho resultou numa greve vitória. O Ministério Público entendeu que a suspensão dos salários é “arbitrária e flagrantemente ilegal”. E o TRT decidiu que não poderão ocorrer descontos nos salários pagos em 5 de setembro, “sob pena de violação da Lei de Greve, bem como os descontos salariais efetuados no dia 05/08/2014 deverão ser pagos imediatamente”. É bom lembrar que foi a USP quem acionou o judiciário pedindo a declaração de ilegalidade da greve, o que também foi negado pelo TRT.

A Universidade não apresentou proposta de reajuste, o que fez o Tribunal marcar nova audiência para 5/9. Vitória da luta, que segue na USP.

 TERMO REUNIAO USP

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Assembleia adiada para 5ª permitirá avaliar negociação na USP

Tendo em vista que o Tribunal Regional do Trabalho marcou reunião de conciliação sobre a greve da USP para o dia 27, comando de greve considerou melhor adiar assembleia na Unicamp para o dia 28/8 e debater à luz da decisão discutida no TRT entre servidores e administração da Universidade de São Paulo.

Reunido na tarde de ontem, o comando de greve considerou melhor adiar a próxima assembleia geral para a quinta-feira (28), às 14 horas no Ciclo Básico. A decisão do comando considerou três elementos centrais:

 A greve é legal

1) A USP acionou o judiciário para que fosse declarada a ilegalidade da greve. No entanto, o Ministério Público do Trabalho (MPT) opinou que “os serviços essenciais para o atendimento das necessidades inadiáveis da população vêm sendo cumpridos, na forma acordada pelas partes” e que “não há razão para o deferimento de medida liminar ou até mesmo de proposição de nova ação por esta instituição”. Em audiência no dia 20, a Vice-Presidência Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região aceitou a avaliação do MPT. Ou seja, a greve é judicialmente legal.

A USP tem que apresentar uma proposta no dia 27

2) O TRT estabeleceu ainda que “tendo em vista o longo lapso temporal da greve e a necessidade de solução do conflito coletivo, de forma que as aulas voltem a ocorrer e os trabalhadores sejam ouvidos em suas reivindicações, conclama as partes à negociação coletiva e sugere que o Reitor da Universidade apresente o orçamento e demais documentos que possam auxiliar na busca de uma solução negociada para o atual impasse”. A USP agora está obrigada a apresentar uma proposta de negociação efetiva em audiência no dia 27.

Cruesp terá que parar de enrolar

3) Se a negociação na Universidade São Paulo avançar, o resultado terá impacto direto sobre o posicionamento do Conselho de Reitores – que vem dizendo desde o início da greve que a discussão do reajuste depende da USP. Após quase 90 dias de greve, a USP terá que responder ao Judiciário e isso pode solucionar o impasse.

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Repúdio à violência de Alckmin e da PM na USP

Em virtude da intransigência do reitor Marco Antônio Zago, que cortou os salários dos trabalhadores e propôs demissões incentivadas e entrega dos hospitais universitários à Secretaria da Saúde, os trabalhadores da USP realizaram ontem um ‘trancaço’ dos portões daquela Universidade.

A resposta da reitoria e do governador do Estado foi o envio da Tropa de Choque da Polícia Militar para reprimir a manifestação dos trabalhadores, estudantes e professores.

Os trabalhadores da Unicamp repudiam a violência que ocorreu ontem na USP. Não podemos permitir que o direito de greve e de manifestação seja reprimido desta forma, deixando inclusive trabalhadores feridos.

A luta que se trava hoje na USP não é só por salários, mas em defesa da educação pública de qualidade, contra a precarização do ensino e para que mais pessoas tenham acesso à universidade. A repressão na USP violenta todos aqueles que lutam por condições dignas de trabalho e pelo direito de se manifestar.

Em audiência ontem à tarde no Tribunal Regional do Trabalho, o judiciário considerou que o Sintusp e os trabalhadores estão cumprindo a lei de greve e recomendou o aprofundamento do diálogo com vistas a uma solução acordada entre trabalhadores e a administração da USP, que havia pedido o julgamento da ilegalidade da greve. Nova reunião de conciliação está marcada no TRT para o dia 27 de agosto.

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Ato em São Paulo cobrou a Alckmin respeito e mais verbas para as universidades

Em mais um ato unitário, trabalhadores, estudantes e docentes da Unicamp, USP e Unesp deram seu recado ao governador Geraldo Alckmin na tarde de ontem: “Não tem arrego! A greve continua unida e forte!”. Centenas de pessoas enfrentaram o frio e quase duas horas de caminhada da Cidade Universitária até o Palácio dos Bandeirantes com muita disposição. O governador tenta se abster da responsabilidade sobre a greve nas universidades estaduais dizendo que os reitores têm autonomia para decidir o que fazer, mas o tucano não engana os servidores.

Os reitores são nomeados pelo chefe do Governo, que além de tudo deixou de repassar cerca de R$ 2 bilhões de reais para USP, Unicamp e Unesp nos últimos seis anos. Alckmin tem sim responsabilidade no sucateamento da educação paulista. E a comissão recebida pelo governador deixou isso claro e cobrou atendimento às propostas apresentadas também à Alesp (ver no verso).

Ontem o jornal ‘Folha de S. Paulo’ divulgou que o reitor da USP pensa em “solucionar a crise financeira” com um plano de demissões incentivadas, entrega de hospitais e redução de salários. Os trabalhadores não baixarão a cabeça para estas medidas arbitrárias e seguirão cobrando de Alckmin e do Cruesp mais verbas para as universidades paulistas; repasse do que é devido à USP, Unicamp e Unesp; respeito à data-base; reajuste salarial já e transparência na gestão! Essa é a verdadeira solução para a crise.

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Hoje tem ato em São Paulo!

Trabalhadores, estudantes e professores se reúnem hoje em mais um ato unificado em São Paulo. Após 84 dias de greve, as categorias na Unicamp e nas outras universidades estaduais paulistas continuam em luta pelo reajuste salarial e demais reivindicações.

Os estudantes da Unicamp, que ontem em assembleia organizada pelo DCE decidiram continuar em greve, mesmo com a suspensão da paralisação dos alunos da FE, também vão participar do ato.

O ônibus sai às 9 horas do estacionamento da BC. A concentração para o ato será na USP, em frente à Faculdade de Educação Física, e de lá todos sairão juntos até o Palácio dos Bandeirantes, cobrando uma reunião de negociação com o Cruesp e respeito do governador Geraldo Alckmin com a educação pública.

Este vem se revelando o pior governador do Estado de São Paulo. Afundou a educação pública e vem afundando as universidades estaduais numa crise de proporções histórias; retirou R$ 2 bilhões das universidades nos últimos seis anos; permitiu que a crise de desabastecimento de água chegasse a níveis alarmantes por falta de investimento em novos sistemas e em políticas de prevenção contra longos períodos de estiagem que a meteorologia já permite prever; e demitiu metroviários em greve.

Todos ao Palácio dos Bandeirantes. Se a greve continua, Alckmin, a culpa também é sua!

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Campanha de solidariedade aos grevistas da USP

Em reunião nesta segunda-feira (11), o comando de greve decidiu iniciar uma campanha financeira em solidariedade aos trabalhadores da USP, que tiveram seus salários descontados, em alguns casos integralmente, por lutarem em defesa da universidade pública de qualidade e por melhoria salarial. Mesmo com os descontos, os técnico-administrativos daquela Universidade seguem paralisados.

O montante arrecadado em cada unidade da Unicamp será repassado aos grevistas da USP no ato unificado do dia 14. Assim como parte da arrecadação do churrasco que acontece hoje durante o ato em frente ao Consu. E a campanha financeira continuará.

A categoria sabe a dificuldade que é manter a luta com a faca no pescoço, e entende que a solidariedade de classe é parte da construção de uma sociedade em que os trabalhadores sejam verdadeiramente valorizados. Por isso, fará um esforço coletivo de buscar arrecadar dinheiro para colaborar com os grevistas da USP.

A campanha é parte da unidade da greve.

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Todos ao ato do dia 14! Ato na sede do Governo

Quinta-feira (14) acontece o ato unificado das universidades estaduais no Palácio dos Bandeirantes. É muito importante a presença dos trabalhadores da Unicamp para que a categoria possa mostrar a força do movimento e que a greve continua firme em defesa dos direitos e por uma educação de qualidade.
O tema do ato é “Defesa da educação pública e de mais recursos para as universidades”. O ponto de encontro será na Cidade Universitária (USP) a partir das 11 horas, com saída às 13 horas rumo ao Palácio dos Bandeirantes.
Os ônibus sairão da Unicamp às 9 horas, do estacionamento da BC e entrada F-1 do HC. Os interessados em participar devem se inscrever junto à secretaria do STU.
A luta continua e a pressão sobre o Cruesp não vai parar. Reajuste salarial, já!

Unicamp também vai à ALESP discutir situação das universidades

A Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento realiza no dia 13 (quarta-feira) uma reunião para debater a situação das universidades estaduais paulistas e buscar soluções para a greve unificada. A atividade terá início às 14 horas no Salão dos Líderes da Assembleia Legislativa.
Essa é outra atividade na qual é importante a presença dos trabalhadores das três universidades, para pressionar que a discussão encaminhe as reivindicações da categoria.
O STU levará uma delegação para participar do debate. Quem quiser participar deve também comparecer à sede do STU para se inscrever até às 17 horas de hoje.

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Greve segue na USP e na Unesp

O Sintusp, a Adusp e o DCE da USP denunciam desde o último domingo (3) que a reitoria daquela Universidade ultrapassou qualquer limite de razoabilidade e usou de força policial contra servidores da instituição para romper piquetes e retirar faixas que explicitavam à comunidade as reivindicações da greve. Além da violência promovida pela PM, o reitor Marco Antônio Zago efetivou nesta segunda o desconto dos salários dos grevistas pelos dias parados. O Sintusp denuncia que alguns servidores tiveram os vencimentos integralmente cortados.

Em resposta, os servidores e docentes decidiram que a greve segue naquela Universidade e a reitoria da USP foi bloqueada por trabalhadores indignados e estudantes.

Na Unesp, a reitora em exercício e presidente do Cruesp, Marilza Vieira Cunha Rudge, também se reuniu na manhã desta segunda-feira (4) com representantes do Sintunesp. Segundo informa o boletim do sindicato, os trabalhadores cobraram a retomada das negociações sobre o reajuste e o conjunto da pauta unificada. Marilza, no entanto, teria afirmado que essa discussão só se dará em 3 de setembro, data que os reitores decidiram unilateralmente como sendo a possível para a próxima reunião, apesar do Fórum das Seis já ter pedido antecipação para o começo de agosto.

A reitora da Unesp apresentou aos servidores daquela Universidade proposta similar à negociada pela reitoria da Unicamp com os docentes daqui: um abono com impacto financeiro de 21% sobre os salários de julho, em parcela única, condicionado ao fim da greve. Marilza também afirmou que, caso haja acordo, será conferido aumento no vale-alimentação da Unesp (que passaria de R$ 600,00 para R$ 850,00). O ‘Boletim do Sintunesp’ informa ainda que os dirigentes do sindicato “teceram críticas à postura da reitora e do Cruesp, de intransigência e desrespeito com os servidores docentes e técnico-administrativos na condução da data-base 2014. A greve segue.

 

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Fórum das Seis repudia corte de ponto e pede audiência com Alckmin

Neste dia 22, as entidades presentes à reunião do Fórum das Seis também se manifestaram veemente repúdio a qualquer ameaça de corte de ponto dos trabalhadores em greve. Por meio de ofício, na última segunda-feira, a reitoria da USP ameaçou os servidores de descontar os dias parados. Mas, em assembleia lotada, os técnico-administrativos da USP decidiram manter a greve e repudiar mais essa medida antissindical das reitorias.
O jurista Jorge Luiz Souto Maior, que fará palestra sobre a criminalização dos movimentos sociais na próxima segunda (28) aqui na Unicamp, classificou a ameaça da reitoria Zago de “um atentado ao direito de greve e uma violência aos servidores da USP”.
A reunião do Fórum também decidiu encaminhar ofício ao governador Geraldo Alckmin solicitando audiência para discutir o financiamento das universidades paulistas. Além disso, foi proposto às entidades de base que discutam o indicativo de um ato unificado em frente ao Palácio dos Bandeirantes (o tema será pautado na assembleia de hoje).

Boletim_ADunicamp_Nº282

Boletim_ADunicamp_Nº283

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Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 17 de Julho de 2014.

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Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 04 de Julho de 2014.

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Cruesp mantém reajuste zero: A GREVE CONTINUA! Repasse dos informes sobre a reunião com o Cruesp às 8h30, na DGA. Depois: passeata até FCM

A reunião do Conselho de Reitores com o Fórum das Seis na tarde de ontem foi apenas uma enrolação. A presidenta do Cruesp e reitora da Unesp, Marilza Vieira Cunha Rudge, iniciou a conversa informando que a reunião só foi marcada porque as categorias vinham solicitando, como demonstração de que não seriam intransigentes. Mas mantiveram a cantilena das dificuldades financeiras e o reajuste zero na data-base.
O reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, não se manifestou em nenhum momento, descumprindo a deliberação do Conselho Universitário (Consu) de que deveria buscar intermediar uma negociação efetiva com os trabalhadores.
A USP foi representada pelo vice-reitor, Vahan Agopyan, que limitou-se a repetir o que aquela Universidade vem difundindo na mídia sobre o descontrole administrativo da instituição que teria gerado uma “crise”.
Os representantes do Fórum das Seis ressaltaram o fato de que o ICMS cresce com a inflação, oficialmente em 7,05% de acordo com o ICV-Dieese, e que isso repercute diretamente no repasse feito às instituições de ensino superior. A cobrança de negociação efetiva e atendimento à pauta unificada também foi reafirmada.
Mas a única resposta dos reitores foi afirmar que será marcada uma nova reunião, cuja data se comprometeram a informar na próxima segunda-feira.
Diante de mais essa demonstração de desrespeito, o comando de greve na Unicamp indica a continuidade da paralisação, que será debatida na assembleia de hoje. Os docentes da Unicamp e da USP, na quarta-feira (2) mantiveram a greve, assim como as demais categorias.

Agenda da luta

Hoje (04 de julho)
8h30 – concentração na DGA para informes da reunião do CRUESP e após sair em passeata até a FCM
10h – Posse FCM
10h – reunião na ADUNICAMP
Segunda (07 de julho)
8h30 – reuniões nas unidades
10h – reunião do Comando de Greve no CB
13h – assembleia geral na Praça da Paz

Área da Saúde

Hoje (04 de julho)
8h – confecção material no F2
Segunda (07 de julho)
7h – reunião no Centro Cirúrgico
11h – reunião do comando de greve no F2