Categoria Comunicados

porFernanda de Freitas

Semana Interna de Prevenção de Acidentes da Unicamp 2015

Estão abertas as inscrições para a 23ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes da Unicamp (SIPAT) 2015.

A atividade acontece de 27 a 30 de julho e abordará temas como sustentabilidade, acidente de trabalho, segurança, condições de trabalho, saúde e meio ambiente, prevenção por contaminações químicas e biológicos etc.

Para se inscrever acesse o site da CIPA Unicamp: http://www.cipa.unicamp.br/.  A inscrição é gratuita e aberta à toda a comunidade!

A SIPAT 2015 é organizada pela Cipa Unicamp em conjunto às CIPAs Funcamp, Limeira e Piracicaba e demais órgãos/unidades da Universidade. O encontro contará com a Cobertura Colaborativa Online oferecida pelo Grupo Gestor de Tecnologias Educacionais (GGTE) da Unicamp, interagindo e integrando os campi de Campinas, Limeira e Piracicaba. Para assistir acesse http://www.ggte.unicamp.br/transmissao.

Confira abaixo a programação SIPAT 2015:

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Moção de apoio a Pablito assinada por diversos movimentos sociais

ABAIXO À PERSEGUIÇÃO AOS LUTADORES EM DEFESA DAS COTAS RACIAIS E DA EDUCAÇÃO PÚBLICA NA USP!

No dia 14 de abril ocorreu na USP a reunião do Conselho Universitário (órgão máximo de deliberação na universidade), onde seriam pautadas mudanças no Estatuto da USP. Tais mudanças partem do tardio, reconhecimento pela reitoria do enorme desgaste de uma estrutura de poder universitária que se mantém inalterada há décadas através da qual a Universidade de São Paulo mantém seu caráter autoritário, antidemocrático, elitista e notadamente racista.

Sem perceber isso não é possível explicar o fato de que em um país com 53% da população negra, apenas 7% de seus estudantes sejam negros, enquanto entre os terceirizados a esmagadora maioria são negros. Foi para mudar esta terrível realidade que trabalhadores e estudantes protestaram no local onde ocorria a referida reunião exigindo, entre outras revindicações, que a reitoria recebesse uma comissão de estudantes e trabalhadores negros que portava um documento solicitando a implementação das Cotas Raciais na USP e que este tema fosse pauta da reunião do Conselho Universitário.

A resposta da reitoria não foi apenas se recusar mais uma vez a discutir as cotas raciais na USP, mesmo após anos da aprovação da Lei nº 12.711/2012 (que institui as cotas raciais e sociais no ensino superior), mas se recusou até mesmo a receber a representação de estudantes e trabalhadores negros e passou a perseguir e ameaçar com processos administrativos, criminais e judiciais os ativistas, dirigentes sindicais e estudantis (entre os quais já consta aberto o processo 00009828120155020042/ 42ª. Vara do Trabalho de São Paulo pedindo a demissão de Marcello “Pablito”, trabalhador negro e diretor da Secretaria de Negros e Combate ao Racismo do Sintusp) por lutar junto aos estudantes e trabalhadores em defesa das cotas raciais e da educação publica no referido dia.

Estas medidas se somam às constantes ameaças de desalojamento do Núcleo de Consciência Negra, a militarização da universidade, a ameaça de despejo da população negra das comunidades no entorno da USP revelando mais uma vez o profundo autoritarismo e o caráter antipopular, elitista e racista da reitoria desta universidade.

Pelo exposto acima, nós, abaixo assinado nos manifestamos contrários a perseguição dos estudantes, trabalhadores e professores que lutam em defesa das cotas raciais e da universidade pública, exigimos a retirada imediata dos processos administrativos,criminais e judiciais contra os lutadores! Abaixo o racismo na USP! Cotas raciais já!

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Moção de apoio a Ailma

Na manifestação convocada pelas centrais sindicais no dia 29 de maio duas pessoas foram presas arbitrariamente na cidade de Goiânia (capital do Estado de Goiás). A professora Ailma Maria de Oliveira, presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil naquele Estado (CTB-GO), e o líder do MST Valdones Santos (o Gaúcho). Os manifestantes foram levados a um Distrito Policial, onde foram autuados por “contravenção” devido ao que foi considerado “importunação ao trabalho”.

A professora relatou agressões verbais por parte de um policial militar sem identificação, e que foi levada presa junto com o militante do MST sem terem sido informados do motivo. Além disso, teve seu celular apreendido, ficando impossibilitada de se comunicar.

O STU entende que a prisão arbitrária dos manifestantes é uma evidente postura de criminalização dos movimentos sociais. O direito de manifestação não pode ser violado. Repudiamos a repressão e truculência da Polícia Militar de Goiás. Todo o apoio a Ailma!

porFernanda de Freitas

Quarta-feira (27) a rede de telefonia do STU está em manutenção

O STU informa que na quarta-feira (27), em período integral, nosso sistema de telefonia estará inoperante devido à manutenção.

Na ocasião será feita a troca de cabeamento da caixa de telefonia do Prédio do Ciclo Básico até o PABX do Sindicato, no intuito de melhorar a qualidade das linhas telefônicas, que atualmente estão com ruídos.

Sendo assim, não teremos atendimento telefônico no STU.

Pedimos a compreensão de tod@s e que os contatos seja feitos por meio de e-mail ou pessoalmente em nossa sede.

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Boletim do STU 027/2015

Baixe aqui Boletim 27/2015, de 19 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/1-Boletim027.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 026/2015

Baixe aqui Boletim 26/2015, de 18 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/2-BoletimdoSTU_18_05.pdf” language=”pt_BR”]

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19 de maio: a Unicamp vai parar

Na próxima terça-feira, dia 19/5, a partir das 10 horas, todos ao ato em frente ao Consu. Às 13h30, assembleia geral no CB.

Por conta da reunião com o reitor para discutir a efetivação da isonomia dos piso salariais com a USP, agendada para o dia 19 de maio, às 10 horas, após indicação da plenária de mobilização ocorrida na sexta-feira (15), a diretoria do STU decidiu alterar o horário da assembleia geral para 13h30, no CB.

Pela manhã vamos construir um ato em frente ao Consu, onde ocorrerá a reunião com José Tadeu Jorge solicitada pelo STU.

À tarde é importante que todos os trabalhadores compareçam à assembleia! Vamos discutir os indicativo de greve, a negociação da campanha salarial e a luta pela isonomia. Juntos somos mais fortes!

Acolhimento infantil

O espaço para acolher crianças filhas de servidores que participarão da paralisação amanhã será na Escola de Educação Infantil Barãozinho, das 8 às 17 horas (Rua Dr. Ruy Vicente de Mello, 532 – Barão Geraldo). Reserve sua vaga na Secretaria do STU. E não se esqueça de informar na escola que a criança participa da parceria de acolhimento com o STU. Levar documentos do responsável e da criança, e mamadeira com leite, se necessário.

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Reunião com a reitoria será no dia 19/5

Atendendo a cobrança realizada pelo STU, a reitoria encaminhou no dia de hoje oficio para o sindicato confirmando a realização de reunião o dia 19/5 (terça), às 10 horas, na sala do Consu.

reuniao 19-05 reitor

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Reunião com Cruesp não chega a acordo

Reitores ofereceram 4% para entrar no contracheque de junho mais 3,09% a partir de outubro, com impacto do total dos índices sobre o 13º salário
A reunião de negociação entre o Cruesp e o Fórum das Seis ocorrida ontem não atendeu às expectativas das categorias.
Logo no começo da reunião o Fórum cobrou aos reitores que intervenham no processo de tramitação do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2016 para derrotar a tentativa do governador Alckmin de fixar o repasse em “no máximo” 9,57% do ICMS-QPE. Tal medida representa um dos maiores ataques à autonoma universitária, possibilitando que o governo decida quanto destinar à educação superior.
Em relação à campanha salarial, os reitores apresentaram a proposta de reajuste de 4% (em maio) mais 3,09% (a partir de outubro), com impacto do total dos índices sobre o 13º salário. O total dos índices soma 7,21% e por isso não houve acordo das entidades.
Nas próximas semanas serão realizadas as assembleias setoriais. Na Unicamp a assembleia está marcada para o dia 19.
A próxima reunião com o Cruesp acontece no dia 25 de junho, e o Fórum se reunirá novamente antes dessa data.
Quando fechávamos esta edição a coordenação do Fórum das Seis discutia indicativos que serão debatidos na plenária de hoje ao meio-dia.
Plenária hoje (15 de maio) ao meio-dia, no CB, organiza luta
Para debater o resultado da reunião com o Cruesp e organizar a proposta de greve pela isonomia e o reajuste salarial, o STU convoca para hoje a plenária de mobilização, a partir do meio-dia, no CB.
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Boletim do STU 025/2015

Baixe aqui Boletim 25/2015, de 15 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim_025.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Debate: Campinas Contra a Redução da Maioridade Penal

“Campinas Contra a Redução da Maioridade Penal” é o tema do debate que será realizado dia 22 de maio (sexta-feira), às 19h, no Salão Vermelho da Prefeitura Municipal de Campinas.

O evento conta com a presença dos vereadores Gustavo Petta (PCdoB-Campinas) e Ari Friedenbach (PROS/SP); do deputado Federal e membro da Comissão de Direitos Humanos, Orlando Silva (PCdoB); do coordenador nacional do MST, Gilmar Mauro; da psicóloga  Forense, Maria de Fátima Franco dos Santos, da presidente da Associação Brasileira de Ensino de Psicologia, Dra. Ângela Soligo; do Cientista Social e professor da PUC-Campinas, Arnaldo Lemos Filho; do presidente do Conselho Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de Campinas, Paulo Mariante; do presidente do Conselho Municipal da Comunidade Negra de Campinas, Tagino Alves dos Santos; da presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maria José Jeremias; da advogada e coordenadora do Curso de Direito da USF, Dra. Adelaide Albergaria e do Defensor Público da Vara da Infância e Juventude de Campinas, Dr. Edgar Pierini Neto.

O debate tem apoio do STU, DCE da Unicamp, Conselho Tutelar, Central dos Trabalhadores e Trabalhadores do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, Sindicato dos Professores de Campinas e Região (Sinpro-Campinas), Núcleo de Prevenção de Violências e Acidentes da Prefeitura Municipal de Campinas, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Conselho Municipal dos Direitos Humanos, Frente Nacional Contra a Redução da Maioridade Penal, Associação Brasileira de Ensino de Psicologia (ABEP), Área Juventude, Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) e Pastoral da Criança.

O Salão Vermelho da Prefeitura de Campinas fica na Av. Anchieta, 20 – Centro.

Sobre a PEC que reduz a maioridade penal

debate_maioridade penalNo final de março passado foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal a proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. A PEC que foi apresentada em agosto de 1993 ficou mais de 21 anos parada e agora volta ao centro do debate pelas mãos da bancada conservadora da Câmara que defende que, supostamente, a proposta está de acordo com a Constituição Federal e não fere o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O documento prevê que jovens com idade acima de 16 anos que cometerem crimes possam ser condenados a cumprir pena numa prisão comum.

Hoje, a partir dos 12 anos, qualquer adolescente é responsabilizado pelo ato cometido contra a lei. Essa responsabilização, executada por meio de medidas socioeducativas previstas no ECA, têm o objetivo de ajudá-lo a  recomeçar e a prepará-lo para uma vida adulta de acordo com o socialmente estabelecido. É parte do seu processo de aprendizagem que ele não volte a repetir o ato infracional.

É certo que a redução da maioridade penal ampliaria a desigualdade enfrentada pelos jovens negros na sociedade brasileira que são 2,5 vezes mais vítimas de armas de fogo do que brancos – decorrentes de abordagens arbitrárias das polícias, das balas perdidas entre traficantes ou a eles mesmos, em uma das poucas alternativas de trabalho e ocupação que é o próprio tráfico de drogas -, segundo o Mapa da Violência 2015.

De acordo com o portal 18 Razões Para a Não Redução da Maioridade Penal “não há dados que comprovem que o rebaixamento da idade penal reduz os índices de criminalidade juvenil. Ao contrário, o ingresso antecipado no falido sistema penal brasileiro expõe as(os) adolescentes a mecanismos/comportamentos reprodutores da violência, como o aumento das chances de reincidência, uma vez que as taxas nas penitenciárias são de 70% enquanto no sistema socioeducativo estão abaixo de 20%. A violência não será solucionada com a culpabilização e punição, mas pela ação da sociedade e governos nas instâncias psíquicas, sociais, políticas e econômicas que as reproduzem. Agir punindo e sem se preocupar em discutir quais os reais motivos que reproduzem e mantém a violência, só gera mais violência”.

A Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou recentemente à mídia que é contra a redução da maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos e que está “preocupada” com a tramitação da PEC que prevê a alteração da lei.

Isso quer dizer que não adianta endurecer as leis, mas melhorar o atendimento da Fundação Casa e o sistema prisional brasileiro cumprindo as leis já existentes.

Com a aprovação pela CCJ a Câmara Federal criará uma comissão especial para analisar a proposta. Só depois de ser votada duas vezes na Câmara e de passar pelo Senado (também em duas votações) é que poderá, se for aprovada, virar lei. A tramitação da PEC ainda pode ser questionada no Supremo Tribunal Federal(STF).

Com informações dos portais 18 Razões Para a Não Redução da Maioridade Penal e Vermelho

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Hoje (14/5) a Unicamp vai parar: em defesa da isonomia e contra o arrocho

Concentração com café da manhã, às 9h no CB e saída da caravana às 11h, da BC  * O ato unificado terá início às 14 horas no vão livre do Masp, de onde sairá passeata até o Cruesp. 
Hoje o Fórum das Seis se reúne às 16 horas com o Cruesp para discutir o reajuste salarial. Na última reunião os reitores afirmaram que não podiam apresentar nenhuma proposta antes que saísse o índice de inflação do mês de abril, o que fez com que a segunda rodada de discussões ficasse para hoje.
O Fórum das Seis reivindica o reajuste de 11,6% (inflação de maio/2014 a abril/2015 pelo Dieese – 8,4% – mais 3% de recuperação parcial de perdas).
Desde o ano passado os reitores repetem o discurso de que não têm dinheiro em caixa, colocando o ônus da crise orçamentária nas costas dos trabalhadores.
Na Unicamp, o reitor voltou atrás no compromisso de efetivar a isonomia salarial em abril, sendo que a Universidade tem reservas orçamentárias.
É fundamental construir uma grande mobilização unificada com os trabalhadores da USP e Unesp para garantir o reajuste e a isonomia. Por isso, além da participação no ato unificado, os servidores que ficarem na Unicamp farão vigília no Ciclo Básico durante a reunião.
Mães, pais e professoras em paralisação
Essa luta também é das professoras! Por isso, você que está paralisado não leve sua criança à DEdIC. O Espaço de Acolhimento Infantil do STU será na Escola de Educação Infantil Barãozinho, das 8 às 17 horas (Rua Dr. Ruy Vicente de Mello, 532 – Barão Geraldo). Não esqueça de informar na escola que a criança participa da parceria de acolhimento com o STU. Levar documentos do responsável e da criança, e mamadeira com leite, se necessário.
Amanhã tem plenária de mobilização pela isonomia e contra o arrocho
A plenária vai organizar a greve pela isonomia e reajuste salarial que, de fato, recupere nosso poder econômico. Os trabalhadores não vão pagar pela crise! A plenária ocorre no CB às 12h.
19 de maio tem paralisação e assembleia geral 
Neste período de mobilização na Unicamp é muito importante a participação da categoria em todos os espaços de discussão e deliberação das reivindicações dos trabalhadores. Dia 19 de maio faremos nova paralisação e, às 10 horas no CB, haverá assembleia para discutir o indicativo de greve e demais questões relacionadas à campanha salarial (isonomia, reajuste, pauta específica e unificada).
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STU, DCE e Adunicamp discutem reivindicações conjuntas com o reitor

Seguindo o compromisso assumido pelo Cruesp na primeira reunião com o Fórum das Seis, ontem aqui na Unicamp STU, DCE e Adunicamp se reuniram com o reitor. A proposta era discutir questões como punições, criminalização dos movimentos, assédio moral, entre outras.
As questões que dizem respeito à Unicamp foram tratadas na reunião e serão informadas posteriormente.
O STU aproveitou o momento e entregou documento cobrando nova reunião com o reitor para tratar da isonomia. A solicitação é que esse debate aconteça até o dia 19. Tadeu apontou dificuldades na agenda neste período, mas ficou de analisar a possibilidade de agendamento da reunião.
Amanhã tem plenária de mobilização pela isonomia e contra o arrocho
A plenária vai organizar a greve pela isonomia e reajuste salarial que, de fato, recupere nosso poder econômico. Os trabalhadores não vão pagar pela crise! A plenária ocorre no CB às 12h.
19 de maio tem paralisação e assembleia geral 
Neste período de mobilização na Unicamp é muito importante a participação da categoria em todos os espaços de discussão e deliberação das reivindicações dos trabalhadores. Dia 19 de maio faremos nova paralisação e, às 10 horas no CB, haverá assembleia para discutir o indicativo de greve e demais questões relacionadas à campanha salarial (isonomia, reajuste, pauta específica e unificada).
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Boletim do STU 024/2015

Baixe aqui Boletim 24/2015, de 14 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/3-Boletim024.pdf” language=”pt_BR”]

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Dia 14/5 a Unicamp para em defesa da isonomia e contra o arrocho!

Amanhã é o dia da negociação salarial com os reitores da Unicamp, USP e Unesp. É um dia em que devemos mostrar toda nossa força e unidade em defesa da isonomia e contra o arrocho salarial. Precisamos repor as perdas inflacionárias, apontadas em 8,4% pelo Dieese. E o Fórum das Seis reivindica ainda mais 3% a título de reajuste. Além disso, os trabalhadores da Unicamp cobram a isonomia com os pisos salariais pagos na USP.

O ato unificado começa às 14 horas no vão livre do Masp, de onde sairá passeata até a sede do Cruesp, onde ocorrerá a reunião entre o Fórum e o Cruesp às 16 horas. O STU levará caravana para o ato. Para se inscrever é necessário entrar em contato com a secretaria do sindicato.

O Andes também realiza paralisação nacional nesta data contra os cortes de verbas na educação.

Este é um momento muito importante em que sabemos que só a mobilização garantirá nossos direitos. Além do reajuste salarial, a pauta unificada das categorias reivindica isonomia salarial, respeito à liberdade de organização e manifestação, permanência estudantil, condições de trabalho e estudo, creches entre outros direitos.

Agora os trabalhadores também precisam enfrentar o mais recente ataque do governo Alckmin, que no projeto da Lei Orçamentária de 2016 (LDO) coloca como recursos a serem repassados para as universidades estaduais paulistas um máximo de 9,57% do ICMS-QPE, sendo que anteriormente esse era o valor mínimo previsto em lei. Com isso, Alckmin fere de morte a autonomia das universidades, uma vez que o governo pode reduzir a zero as transferências para as universidades.

Só a luta faz avançar! Todos ao ato unificado em São Paulo!

No dia 19 de maio, será realizada uma assembleia para discutir o indicativo de greve.

13 de maio às 10h tem reunião conjunta do STU, DCE e Adunicamp com Reitor

Hoje ocorre a reunião entre o STU, DCE e Adunicamp com a reitoria para discutir o ofício enviado com as reivindicações conjuntas das entidades, que são os itens I e V da pauta unificada. O item I trata a respeito da liberdade de organização e manifestação, contra a criminalização dos movimentos sociais e os ataques às mulheres. O item V trata de condições de trabalho e estudo. Essa reunião é desdobramento da reunião entre o Fórum das Seis e o Cruesp, ocorrida em abril.

 

13 de maio (Quarta-feira)

8h30 – Reunião do IQ, na copinha.

10h -Reunião com a reitoria para discutir o ofício encaminhado pelo STU, Adunicamp e DCE – na sala de reuniões do Gabinete do Reitor.

14h30 – Reunião no IFGW, no auditório.

14 de maio (Quinta-feira)

Paralisação e ato conjunto em São Paulo

9h – Concentração no Ciclo Básico para saída em passeta.

11h – Saída da caravana a SP, na BC.

12h – Debate “Ditadura, democracia – as comissões da verdade”, no auditório da Adunicamp.

À tarde haverá atividade cultural e vigília para acompanhar a reunião com o Cruesp.

15 de maio (Sexta-feira)

7h – Reunião no Centro Cirúrgico Geral.

12h – Plenária de mobilização da campanha salarial, no CB.

19 de maio (Terça-feira)

Paralisação dos Trabalhadores da Unicamp.

10h – Assembleia, no Ciclo Básico.

Indicativo de Greve das Universidades Estaduais

28 de maio (Quinta-feira)

Indicativo de Greve das Universidades Federais

29 de maio (Sexta-feira)

Dia Nacional de Lutas (rumo à construção da Greve Geral)

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Congresso da Fasubra organiza mobilização para greve nacional nas universidades

O XXII Congresso da Fasubra ocorreu entre os dias 4 a 8 de maio na cidade de Poços de Caldas (MG). Durante o congresso foi organizada a mobilização para a construção de uma greve geral dos trabalhadores da educação, com indicativo para o dia 28 de maio (o indicativo está sendo discutido com o Andes/Sindicato Nacional dos Docentes). Além disso, foi discutida a questão da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), que privatiza os hospitais universitários, a questão das MPs 664 e 665 e os cortes orçamentários na educação.
O XXII Confasubra foi o maior congresso da categoria até hoje, e sabemos o quanto é importante unificar as lutas de todos os trabalhadores do Ensino Superior. Por isso, ganha ainda mais peso o fato dos trabalhadores da Unicamp terem ampliado a sua representação na direção da Fasubra.
Este ano, organizamos uma delegação com 29 trabalhadores da Unicamp e conseguimos garantir a ampliação da nossa representação na entidade, bem como, a atuação incisiva dos aposentados que compõe o Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria que apresentaram abaixo assinado para que a Fasubra inclua em seu Plano de Luta as reivindicações da categoria.
Para a nova direção do triênio 2015-2017 foram inscritas duas chapas, a Chapa 1: Unidos para lutar e a chapa 2: Reafirmar a luta. A chapa 1 saiu vitoriosa com 648 votos a 620.
A representação da Unicamp na Fasubra é a seguinte:
Titulares: Antonio Alves Neto (Coordenação das Estaduais e Municipais), Adriana Cristina de Toledo Stella (Coordenação Jurídica e Relações de Trabalho).
Suplentes: Francisco Genézio Lima Mesquita.
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Centrais sindicais convocam para 29 de maio o Dia Nacional de Paralisação e Manifestações rumo à Greve Geral

Em resposta aos ataques dirigidos aos trabalhadores como a PL 4330 da terceirização, as MPs 664 e 665 e o ajuste fiscal as centrais sindicais CTB, CSP-Conlutas, CUT, Intersindical-CCT, UGT e Nova Central definiram em reunião no último dia 6 uma paralisação para o dia 29 de maio. As centrais acreditam que apenas a mobilização dos trabalhadores pode barrar esse retrocesso que vem sendo colocado no cenário atual. A paralisação também tem como eixo a luta pela democracia.
A data é uma preparação para uma possível greve geral, contra a terceirização em todas as atividades da economia, caso o projeto não seja barrado.
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Boletim do STU 023/2015

Baixe aqui Boletim 23/2015, de 13 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim_STU_023_001.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim 022/2015

Baixe aqui Boletim 22/2015, de 12 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/2-Boletim_022f.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 021/2015

Baixe aqui Boletim 21/2015, de 06 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim021_01.pdf” language=”pt_BR”]