Categoria Boletim

porFernanda de Freitas

Passeata demonstra força da greve contra reajuste zero

DSC08474Hoje (4) os trabalhadores fizeram uma grande manifestação na Unicamp para marcar os 74 dias de greve.

Pela manhã houve panfletagem nas entradas da universidade com objetivo de informar a população de que a Unicamp continua parada porque os trabalhadores ainda não receberam reajuste salarial.

Depois da panfletagem os trabalhadores realizaram uma grande passeata no entorno da universidade para demonstrar toda a sua indignação.

Se o reitor apostava no enfraquecimento da greve, com a saída dos docentes, com certeza ficou surpreso com o poder de mobilização dos trabalhadores que, a cada dia, tem se esforçado para fortalecer e ampliar o movimento.

A atividade foi encerrada com um gostoso churrasco e atividade musical.

 

Hoje ainda tem comando de greve e reunião com a reitoria

Ainda hoje, às 14h, tem reunião do Comando de Greve para discutir os encaminhamentos do nosso movimento e, principalmente, a reunião de negociação que ocorrerá nesta tarde.

Logo mais às 16h, o STU irá se reunir com a reitoria da Unicamp para negociação. Nosso objetivo é cobrar a implementação dos principais pontos da nossa Pauta Específica: isonomia, 30h na Área da Saúde, entre outros. Bem como exigir do reitor que ele cumpra a deliberação do Consu de buscar entendimento junto aos demais reitores para que a negociação seja reaberta e que os gestores apresentem um índice de reposição decente.

 

 

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Boletim 067/2014

Baixe aqui o Boletim 067/2014, de 04 de Agosto de 2014.

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Carta Aberta

Baixe aqui a Carta Aberta de 04 de Agosto de 2014.

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Nota de pesar

Informamos que na noite de ontem (quinta-feira, 31/7) faleceu o pai do coordenador do STU João Souza Kiko. O sepultamento do senhor Paschoal de Souza acontecerá às 16 horas de hoje no cemitério Parque das Acácias (Av. Engenheiro Antônio Francisco de Paula Souza, 4370, no bairro Jardim Von Zuben, Campinas – na saída para Valinhos). A diretoria do STU manifesta seu pesar ao companheiro Kiko e toda a sua família.

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31/7 – Assembleia decide manter a greve

Em assembleia cheia, os trabalhadores decidiram continuar a greve. Seguindo a indicação do Fórum das Seis, o STU cobrará da reitoria as conquistas de greves anteriores que ainda não foram implementadas, como as 30 horas para todos os trabalhadores na saúde e a segunda fase da isonomia dos pisos salariais com a USP. Neste sentido, será encaminhado ainda hoje ofício reivindicando reunião com a reitoria.
A assembleia também avaliou a decisão da reitoria de prorrogar o início do segundo semestre letivo para setembro, em função da greve. Os trabalhadores consideram que é importante intensificar a mobilização unificada, fortalecendo o ato no Palácio dos Bandeirantes em 14/08.
Além disso, a assembleia reafirmou a importância do ato durante o Consu de 05/08 (terça-feira), no qual as moções das congregações do IFCH, FE, FEE e IC cobrando a negociação na data-base serão apreciadas. A partir de proposta do comando unificado da FE, a assembleia aprovou ainda que o Consu deve tomar uma resolução para que reitor da Unicamp apresente um índice de reajuste ao Cruesp, cobrando o mesmo compromisso dos demais reitores.
30 horas na área de saúde – Está na pauta do Consu a votação da proposta da reitoria, disponibilizada ontem no site da SG, sem envio prévio ao STU conforme a reitoria havia se comprometido.
Funcamp – Discutir no Consu e adendar à pauta proposta que impede a demissão sumária dos trabalhadores Funcamp, implementando o mesmo processo demissional dos funcionários da Unicamp.
Educação Infantil – IIncorporar à pauta da greve as reivindicações das professoras da DEdIC por melhores condições de trabalho e melhorias no atendimento; reafirmação da DEdIC como espaço de educação (portanto, um direito); jornada de 30 horas com um terço destinado ao planejamento e organização do trabalho pedagógico; plano de carreira e vinculação da creche da Unicamp aos órgãos de ensino.

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Debate aborda a questão racial e o feminismo

O debate realizado ontem com o tema ‘Mulheres e Negras: o feminismo negro em debate’, na Praça da Paz, reuniu dezenas de trabalhadores. Estavam presentes como palestrantes a servidora da Unicamp Magali Mendes e Ivanilda Oliveira Silva Reis, integrante da Coordenação da Mulher Trabalhadora da Fasubra. As diretoras do STU Adriana Stella e Danielle Consolino coordenaram a atividade.
A tripla opressão vivida pelas mulheres negras (enquanto trabalhadoras, mulheres e afrodescendentes) foi abordada.
Magali lembrou que a creche na Unicamp é uma conquista da luta.
Ivanilda abordou também o recorte de classe no debate, lembrando que também existem negros e negras que defendem os interesses das elites e que a luta antirracista para ser consequente tem que ser levada pelos trabalhadores contra o capital.
As mulheres referendaram o espaço e destacaram a importância de desconstruir cotidianamente o machismo e o racismo nos locais de trabalho e em toda a Universidade. Foi pontuada também a necessidade de discutir o assunto durante períodos de greve, para que cada vez mais mulheres ocupem seu espaço e protagonizem as lutas travadas pelo conjunto da categoria.

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Boletim 066/2014

Baixe aqui o Boletim 066/2014, de 01 de Agosto de 2014.

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Hoje tem assembleia geral às 13h na Praça da Paz. Todos lá!

Serão discutidos a greve, os encaminhamentos do Fórum das Seis e outros assuntos de interesse da categoria. Só com a participação dos trabalhadores avançaremos na luta pelo reajuste e demais reivindicações!
É fundamental que as unidades se reúnam pela manhã para levarem à assembleia discussões e propostas coletivas.
Às 10 horas, a diretoria da Adunicamp se reunirá com o reitor José Tadeu Jorge, conforme anteriormente combinado com a categoria docente. Na assembleia também serão transmitidos informes sobre o debate com os professores caso este já tenha se encerrado.

Não vai ter segundo semestre letivo na Unicamp!

O Cruesp tentou pressionar e enfraquecer o movimento grevista, mas os trabalhadores mostraram que com a força da categoria unida a greve só se fortalece. Nas três universidades estaduais paulistas a greve continua firme e forte há mais de dois meses. Na Unicamp, a reitoria divulgou ontem um comunicado avisando que o início das aulas do segundo semestre “deverá ocorrer” o dia 1º de setembro.
Mas isso só será possível se até lá o Cruesp negociar a sério com as categorias. O adiamento do início do semestre só confirma a força greve e da mobilização de técnico-administrativos e docentes.
É um grande desrespeito ignorar a negociação com os trabalhadores por todo esse tempo. Por isso, no segundo semestre vai ter greve e vai ter luta. Todos à assembleia hoje!

Fórum das Seis autoriza cobrança de acordos não cumpridos: 30 horas e isonomia já!

A reunião do Fórum das Seis realizada ontem reafirmou a proposta do STU de realizar um ato no Palácio dos Bandeirantes no dia 14/8. O objetivo é denunciar o descaso do governador-candidato Geraldo Alckmin com a educação no Estado.
O Fórum também encaminhará ao Cruesp resposta ao ofício no qual os reitores sugerem que a próxima reunião para debate da pauta unificada aconteça em 3 de setembro. A proposta das entidades é que a reunião seja antecipada para a primeira semana de agosto.
Em relação à discussão da pauta específica, o Fórum autorizou que as entidades cobrem os acordos já firmados pelas reitorias e não cumpridos. No caso da Unicamp, isso significa que pode-se cobrar a imediata execução da segunda fase do processo de isonomia e retomada das 30 horas na saúde. Os outros pontos da pauta específica devem ficar subordinados ao debate da pauta unificada.

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Boletim 065/2014

Baixe aqui o Boletim 062/2014, de 28 de Julho de 2014.

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Boletim 064/2014

Baixe aqui o Boletim 064/2014, de 30 de Julho de 2014.

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Boletim Especial de Mulheres

Baixe aqui o Boletim Especial de Mulheres, de Julho de 2014.

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Boletim 063/2014

Baixe aqui o Boletim 063/2014, de 29 de Julho de 2014.

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porFernanda de Freitas

Souto Maior defende que a reposição da inflação é direito do servidor público

Souto Maior defende que as concessões de liminares e multas são arbitrárias quando a greve não é julgada ilegal

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Professor Paulo (Adunicamp), Marcílio (STU) e o jurista Souto Maior debatem judicialização e criminalização do movimento sindical

O juiz do trabalho e professor livre-docente da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Jorge Luiz Souto Maior, participou, nesta manhã de segunda-feira (28), do debate “Judicialização e Criminalização dos Movimentos Sociais” organizado pelo STU e a Adunicamp em frente à reitoria. Participaram da mesa o diretor do STU, Marcílio Ventura e o professor e presidente da Adunicamp, Paulo César Centoducatte.

Por sua veemente defesa do pleno direito ao exercício de greve, Souto Maior, se destacou no cenário nacional como um jurista com ponto de vista diferenciado sobre a Justiça brasileira.

O professor comentou que a greve é um direito inalienável dos trabalhadores, sendo eles públicos ou privados, independente da situação ou regime de contrato, como no caso da Unicamp, os trabalhadores em Estágio Probatório.

Ele defende que as inúmeras restrições ao direito de greve concedidas pela Justiça caminham no sentido de dificultar ou impedir os trabalhadores de fazer greve. Exemplo disso, é a exigência por parte do patrão de que o movimento tem que manter um número mínimo de trabalhadores em exercício. Segundo Souto Maior, deve ser mantido os serviços considerados essenciais ou que comprometam as necessidades inadiáveis da população. No entanto, o compromisso que garante o funcionamento desses serviços deve ser feito de comum acordo entre empregador e empregado, ou entidade de sindical que o represente.

Ele explicou que o patrão não pode substituir o grevista por outro trabalhador, no intuito de garantir

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Trabalhadores em greve ouviram atentamente o jurista Souto Maior

o funcionamento da atividade nem estabelecer percentual para o funcionamento de qualquer serviço, que também deve ser discutido por ambas as partes.

Souto Maior defende que o piquete é um importante instrumento de luta que deve ser respeitado

porque na maioria das vezes é utilizado contra as investidas do patrão em garantir, a qualquer custo e mediante assédio, o funcionamento do serviço.

Sobre a obrigação de reajustar salários, o jurista revelou que os gestores de órgãos públicos devem respeitar a legislação que prevê, no mínimo, a reposição da inflação. E foi mais além ao dizer que a Justiça “comum” não é competente para julgar direitos trabalhistas. Para isso, temos que fazer uso da Justiça do Trabalho que entende a complexidade dos direitos dos trabalhadores e da relação patrão-empregado.

O especialista afirmou que aplicar multa à entidade sindical, ameaçar funcionário, demitir grevistas, entre outras formas de assédio, antes mesmo de ser garantido o julgamento da legalidade da greve é uma medida arbitrária, antissindical e que põem em risco os direitos democráticos da sociedade. Além disso, configura-se como uma manobra política em favor “do mais forte”, ou seja, o patrão. O jurista foi categórico em defender que a Unicamp cometeu uma arbitrariedade, com conivência da Justiça, ao garantir multas e liminares sem antes ter sido julgada a legalidade da greve dos técnico-administrativos.

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Debate proposto por grevistas ocorreu em frente à reitoria

Questionado sobre a situação da USP em afirmar que não pode conceder reajuste por não poder utilizar a reserva orçamentária da universidade e, pior, que tal medida resultaria em ato de improbidade administrativa sob a avaliação do Ministério Público, o professor afirmou que tal pretexto é totalmente irresponsável. “O gestor não pode utilizar a desculpa de não conceder reajuste salarial porque implicará numa situação de improbidade administrativa porque é admitir o exercício de má gestão”. Para ele o trabalhador não pode pagar pelos erros administrativos do gestor que não previu em seu orçamento o legítimo direito ao reajuste salarial, mesmo que seja o mínimo possível, isto é, a reposição da inflação que nem sempre garante a reposição das perdas salariais.

O Souto Maior também destacou que a greve é um momento que gera tensão para todos – empregador e empregado – e também deve ser vista do ponto de vista da saúde e do sofrimento mental e físico, já que muitos profissionais sofrem inúmeras represálias e perseguições durante a paralisação e quando retornam ao trabalho são assediados pela chefia e discriminados pelos colegas de trabalho.

A lição que tiramos das explicações do juiz Souto Maior é que a Unicamp, USP e Unesp tem se amparado, sob a proteção da Justiça, em práticas antissindicais, antidemocráticas e arbitrárias para atacar nosso legítimo direito de greve.

Durante cerca de duas horas o jurista explanou sobre a violência com que o Estado tem tratado os funcionários públicos e, principalmente, os movimentos sociais impondo severas repressões e perseguições, inclusive por meio de ações policiais e processos judiciais.

Através de parceira com o coletivo Socializando Saberes o debate foi transmitido ao vivo e estará disponível, a partir de amanhã (29), no link www.socializandosaberes.net.br.

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Atos marcaram 2 meses de greve

Trabalhadores da Unicamp fizeram desta última sexta mais um dia de manifestações para marcar dois meses de greve sem negociação e dar o recado de que a categoria continua firme na luta pelos seus direitos.
De manhã, a Festa-Ato pelo segundo ‘mesversário’ da greve contou até com os pequenos, que participaram com suas famílias da luta por uma educação pública, gratuita, de qualidade e voltada para os trabalhadores.
Outra manifestação, ocorrida à tarde, cobrou o posicionamento dos diretores das unidades, que foram convocados pelo reitor para discutir a greve. Os trabalhadores também cobraram mais uma vez o repasse da documentação sobre a retomada das 30 horas na saúde, democracia na gestão e participação dos servidores nas decisões sobre as condições de trabalho.
Em reunião no dia 24/7, o chefe de gabinete do reitor prometeu encaminhar os documentos sobre as 30 horas na saúde, o que não ocorreu até o fechamento desta edição.
A reitoria, ao invés de cumprir com sua obrigação, tenta criminalizar o movimento. Tadeu não fornece os dados e nem se esforça para negociar via CRUESP com o Fórum das Seis, conforme deliberação do Consu (27/5). A reitoria diz que a greve é legítima para a mídia, mas ataca os trabalhadores.
Por isso a participação de todos no debate de hoje com o juiz do Trabalho Jorge Luiz Souto Maior é fundamental para que todos conheçam seus direito

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Boletim 062/2014

Baixe aqui o Boletim 062/2014, de 28 de Julho de 2014.

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Ato no Consu hoje às 14h30!

A reitoria convocou os diretores de unidades para uma reunião hoje às 14h30, na sala do Conselho Universitário. A pauta oficial é: discussão da data-base, pauta específica, encerramento do semestre, assuntos do próximo Consu e outros. Mas a verdade é que, após entrar com várias ações judiciais contra a greve (reintegrações dos restaurantes e centro cirúrgico) e impor uma multa de R$ 500 mil ao STU, a reitoria começa a pressão pela liberação das notas do primeiro semestre e coação a docentes e técnico-administrativos. Por isso, a assembleia decidiu realizar um ato em frente ao Consu.
Antes, às 10 horas, tem a festa-ato do ‘segundo mesversário’ da greve, na reitoria, com direito a brinquedos para as crianças.
As discussões são de interesse de toda a categoria e os trabalhadores querem negociação efetiva e participação nas decisões sobre condições de trabalho. Participe você também da festa e do ato. Essa luta é sua!

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25/7: Dia da Mulher Negra Latinoamericana e Caribenha

O 25 de julho é um marco na luta pela valorização da cultura e identidade feminista negra, e na resistência à opressão, exploração e violência vividas pelas mulheres que ainda recebem menos que as brancas para realizar as mesmas tarefas, são 60% das vítimas de mortes violentas no Brasil e maioria entre nas profissões mais precarizadas. Foi criado em 1992, durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, na República Dominicana.
Para comemorar a data, o STU realiza exposição de fotos durante a festa-ato do ‘2º mesversário’ da greve unificada.

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Boletim 061/2014

Baixe aqui o Boletim 057/2014, de 21 de Julho de 2014.

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porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp aprovam continuidade da greve

A assembleia geral de ontem aprovou a continuidade e intensificação da greve e reafirmou a perspectiva de inviabilizar a retomada das aulas e atividades no segundo semestre, conforme já havia sido encaminhado como indicativo ao Fórum das Seis.
Os trabalhadores também aprovaram indicar ao Fórum que submeta às assembleias de base a busca por avançar junto ao Cruesp na negociação do conjunto da pauta unificada – que inclui além do índice a retomada da isonomia salarial e a jornada de 30 horas – e liberar a negociação das pautas específicas nas universidades. O objetivo é fortalecer a mobilização e a unidade do Fórum das Seis, além de comprometer os reitores com as reivindicações das categorias e atuar em unidade com a Adunicamp.
Docentes na luta

Os docentes, em assembleia também realizada ontem, aprovaram pedir nova audiência com o reitor e retomar a cobrança dos 5,2% retroativos a maio com pagamento já em setembro, extensivo aos aposentados. Esse índice foi apresentado por Tadeu na reunião ocorrida em 27 de junho com os docentes e aprovado em assembleia daquela categoria, mediante o compromisso do Cruesp de negociar o reajuste salarial em setembro/outubro.
Os técnico-administrativos consideraram importante o posicionamento dos docentes. Assim como a manutenção da postura de não entrega das notas do primeiro semestre, que já atinge 15 mil alunos.

 

Outras deliberações
Uma delegação do Sintusp participou da assembleia. Para fortalecer a luta unitária e o repúdio à ameaça de corte de ponto feita pela reitoria Zago – já condenada pelo Fórum das Seis – foi aprovado o indicativo de uma plenária unificada das três universidades (estudantes, funcionários e professores) para avaliação da greve e novos encaminhamentos. A proposta será discutida no comando de greve do Sintusp e levada à reunião do Fórum no dia 30.
Ato no Palácio – A assembleia considerou importante a proposta do Fórum das Seis de realizar um ato na sede do Governo Estadual, mas avaliou que a ação deve ser antecipada para a primeira semana de agosto, denunciando o governador-candidato – que não tem compromisso com a educação e tenta estrangular as universidades não repassando os recursos devidos.
Ato pelas 30 horas no Consu – Os trabalhadores também decidiram realizar um ato em frente ao Conselho Universitário no dia 5 de agosto, com o objetivo aprovar as 30 horas na saúde. Essa é uma reivindicação antiga da categoria, conquistada através da luta e tirada dos trabalhadores em 2006. O STU segue cobrando à reitoria o repasse da proposta que vai ao Consu.

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Todos à assembleia geral de hoje, às 13 horas no CB!

Após o importante debate ocorrido ontem sobre a necessidade dos sindicatos e categorias se unirem na luta contra a repressão e a criminalização dos movimentos sociais (fotos ao lado), hoje teremos mais uma oportunidade de aprofundar esse debate na assembleia geral.
Além da unidade das lutas, a assembleia debaterá encaminhamentos à reunião do Fórum das Seis do próximo dia 30 (entre eles, a proposta de um ato em frente ao Palácio dos Bandeirantes e a formação de uma frente de solidariedade às lutas). A assembleia acontece após o Fórum das Seis reafirmar posicionamento de que a discussão das pautas específicas deve estar subordinada ao debate sobre o reajuste salarial e contra o ZERO% do Cruesp. O STU havia encaminhado ao Fórum que delegasse a discussão da pauta específica em sintonia com a pauta geral.
Para fortalecer os encaminhamentos do Fórum e a greve unificada, o STU já apresentou proposta aprovada na última assembleia de organizar a mobilização para que não sejam iniciadas as aulas no segundo semestre letivo. Esse tema também será discutido na reunião do Fórum do dia 30, com a presença do STU.

Trabalhadores cobram respeito à reitoria Tadeu

Após o ato contra a judicialização e criminalização dos movimentos sociais, ontem, uma comissão de trabalhadores organizada pelo STU foi até à reitoria e entregou documento ao chefe de gabinete, Paulo Cesar Montagner, cobrando a retirada das ações judiciais e multas contra a greve e reafirmando que as questões entre trabalhadores e reitoria devem ser discutidas na mesa de negociação e não nas barras dos tribunais. Principalmente numa universidade, onde se espera que haja respeito às divergências, debates de ideias e democracia. O documento foi assinado pelo STU, Adunicamp, Fasubra, CTB, CSP-Conlutas, UNE e Anel.