Categoria Boletim

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Boletim do Fórum das Seis de 7 de novembro

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 7 de novembro 2016.

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Unicamp no 25º Seminário de Segurança da Fasubra

A plenária dos trabalhadores da Vilância ocorrida no último dia 4 elegeu os servidores Antônio Quirino Correia, José Veloso M. Neto e Joel Gomes de Souza como delegados ao 25º Seminário Nacional de Segurança das Instituições Públicas de Ensino Superior (IPES) e Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT).
O Seminário promovido pela Fasubra acontece de 07 a 12 de novembro, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Na programação, além do debate sobre a conjuntura, haverá mesas sobre Educação e Democracia Universitária; Desenvolvimento e Aprimoramento da Carreira; Políticas Sociais de Gênero, Raça e combate as opressões; Estatuto do desarmamento e as realidades vivenciadas pelos seguranças das IPES e EBTT. Também serão debatidas questões como Segurança Pública, Violência nas Instituições de Ensino e a implementação do Plano Nacional de Segurança da Fasubra, projetos de leis em tramitação no Congresso Nacional de interesse da cateoria, balanço dos 25 anos do Seminário, luta por concurso público e o combate a terceirização.
Ao final do evento será eleita a nova coordenação e definida a sede do 26º Seminário.

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Somos todos estudantes em defesa da educação pública

Nas últimas semanas, após o governo Temer baixar por medida provisória uma reforma educacional muito similar à que foi promovida durante a ditadura militar, milhares de estudantes se levantaram em luta no país inteiro. Segundo informação divulgada neste domingo pelo Movimento pela Universidade Pública Brasileira, havia 169 universidades em todo o Brasil ocupadas pelos estudantes. A União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes) também divulgou na última sexta-feira que mais de mil escolas seguem ocupadas no que já está sendo chamado de Primavera Secundarista. Já são mais de 30 dias de ocupações contra a PEC 241 (agora no Senado com o número 55) e a MP 746, que reforma o ensino médio excluindo disciplinas do currículo. A esse movimento se soma a greve nacional dos servidores técnico-administrativos das universidades federais contra a PEC 55, iniciada em 24 de outubro. No Paraná e em Brasília (na UnB) houve ainda ataques físicos de grupos com características facistas contra as ocupações. Na UnB, por exemplo, a palavra de ordem da horda contra a ocupação era “Desocupa senão a gente estupra!”, denunciaram vários veículos de mídia. No Rio de Janeiro o judiciário ameaçou os estudantes de desocupação do Colégio Pedro II com uso de força, e em Brasília, o juiz Alex Costa de Oliveira, da Vara da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal autorizou o uso de técnicas de tortura contra os jovens em luta pela educação (corte de água, energia, isolamento familiar e uso de instrumentos sonoros para impedir os alunos de escolas ocupadas de dormirem). Esta é uma situação inaceitável, que o STU repudia e manifesta integral apoio aos estudantes, que como na onda de ocupações de 2015 em São Paulo, derrotaram a proposta do governo Alckmin de fechar escolas. Os estudantes mostram o caminho.

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Solidariedade ao MST contra a criminalização das lutas

Na sexta-feira (4), a sede da Escola Nacional Florestan Fernandes, em Guararema (SP), foi invadida por policiais armados numa operação que visava prender duas pessoas que não estavam nas dependências da escola e não têm relação com o MST. A operação ilegal sequer tinha mandado, mas policiais pularam a guarita de segurança e entraram atirando num espaço onde havia crianças brincando num parquinho. Um idoso que sofre de Mal de Parkinson teve uma costela quebrada ao ser derrubado no chão por policiais ao ser detido por “desacato”. Uma artista que realizava atividades na escola também foi detida. Os dois foram liberados horas depois porque não havia nada que os incriminasse. O espaço é mantido pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) por meio de convênio com a Unesco, universidades brasileiras e doações de apoiadores da luta pela reforma agrária desde 2005. A ação foi repudiada por militantes do mundo inteiro e em um ato no sábado (5) moções de solidariedade de mais de 120 países foram recebidas pelo movimento. O STU repudia mais essa tentativa do golpismo de criminalizar os movimentos sociais, atacando o principal movimento de luta em defesa do direito à terra. Não passarão!

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Boletim do STU 103/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 27 de outubro de 2016.

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Assembleia de 8/11 discutirá luta contra os ataques aos direitos e a defesa do serviço público

Na semana em que se comemora o dia do servidor público o que vimos no cenário brasileiro foi um verdadeiro vendaval de ataques aos direitos dos servidores e ao conjunto do serviço público. Congelamento dos gastos sociais por 20 anos, reforma da previdência, entrega do patrimônio público e da Petrobrás, reformas conservadoras na educação e desregulamentação dos direitos trabalhistas estão entre as medidas contra a classe trabalhadora. Todas as medidas anunciadas e debatidas nas esferas de poder apontam em um único sentido: fazer o andar de baixo da sociedade pagar a conta da crise econômica. Nenhuma medida para o andar de cima. O momento é profundamente crítico e as medidas afetam o presente e o futuro da nossa categoria. Sem reação e resistência veremos direitos sociais históricos serem desmantelados e um período de muita dificuldade para repormos nossas perdas econômicas. 11 de novembro é dia de luta Para enfrentar estes ataques contra os trabalhadores a Fasubra e as centrais sindicais estão convocando o dia 11/11 como um dia nacional de greves e paralisações, rumo a construção de uma greve geral. Na Unicamp os trabalhadores já aprovaram o estado de greve contra o ajuste fiscal e a assembleia que será realizada no próximo dia 8/11 debaterá a organização dessa paralisação entre os trabalhadores da Universidade. Participe!

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STF decreta que desaposentação é inconstitucional

Na última quarta-feira (26), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por 7 votos a 4 considerar ilegal a desaposentação – possibilidade de o aposentado solicitar a revisão do benefício por ter retornado ao trabalho e voltado a contribuir para a Previdência Social. O julgamento tem repercussão geral, portanto o entendimento será aplicado em mais de 180 mil processos que estavam parados em todo o país aguardando a decisão do Supremo. O INSS também deverá adotar o mesmo entendimento na análise de novos pedidos de revisão do benefício. O STU repudia mais esse ataque aos aposentados brasileiros, que serão prejudicados. A decisão também mostra um alinhamento da Suprema Corte com o projeto do governo vigente, deixando no desalento aqueles que viam no Judiciário a possibilidade de defesa dos direitos frente aos ataques governamentais. Se já não bastasse as medidas do PLP 257/2016 – que afetam diretamente a categoria -, a reforma da previdência, a elevação das alíquotas de contribuição previdenciária dos servidores e a instituição de regimes de previdência complementar (privados), agora os aposentados também não poderão reaver seus próprios direitos. A Cobap (Confederação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos) e a Fapesp (Federação das Associações e Departamentos de Aposentados, Pensionistas e Idosos do Estado de São Paulo) permanecem mobilizadas com o intuito de barrar os avanços de medidas que possam prejudicar ainda mais os aposentados e os trabalhadores em geral. O Sindicato apoia e reforça essa luta, pois acredita na valorização dos aposentados e preza por uma qualidade de vida melhor para todas e todos.

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STF aprova corte no ponto de servidores públicos em caso de greve

Apenas um dia após a aprovação da PEC 241/2016 na Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira (27), o Supremo Tribunal Federal aprovou por 6 votos a 4 a determinação do corte de ponto de servidores públicos que decidirem entrar em greve. A decisão afirma que os órgãos públicos devem realizar tais cortes antes mesmo de uma decisão da Justiça que considere a greve ilegal. Os ministros definiram que os cortes não podem ocorrer somente se a paralisação for motivada por alguma ilegalidade do Poder Público, como falta de pagamento de salário. Também foi decretado que há possibilidade de reposição do pagamento se houver acordo para compensação das horas paradas. De toda maneira, tal decisão afeta brutalmente a luta dos trabalhadores do funcionalismo público, que atualmente já enfrentam grandes dificuldades durante negociações de campanhas salariais onde, por vezes, os administradores públicos não se disponibilizam nem mesmo para diálogo com as categorias para entender suas demandas. Neste cenário, a greve se torna o principal instrumento de reivindicação do servidor perante o estado e simplesmente permitir a punição pelo exercício do que lhes é de direito, através do corte de ponto, é o mesmo que vetar a luta desses trabalhadores. Servidores públicos que lutam pela valorização e melhora de seus serviços, para que a população possa ser verdadeiramente bem atendida, não deveriam em hipótese alguma serem desencorajados a participar de mobilizações. Dessa forma, o STU reforça a ideia de que a greve é um direito garantido pelos artigos 9° e 37, incisos VI e VII, da Constituição Federal e pela Lei Federal 7.783/1989 e que, por mais que tentem, não vão parar a luta dos trabalhadores.

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Boletim do STU 102/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 1 de novembro de 2016.

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Vote nos candidatos ao Consu comprometidos com as pautas da categoria

Baixe aqui Boletim do STU – Especial Eleições do Consu, de 27 de outubro de 2016.

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Seminário Nacional de Segurança das IPES e EBTTs

A Fasubra confirmou a realização do 25º Seminário Nacional de Segurança das Instituições Públicas de Ensino Superior (IPES) e Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT), que acontece de 07 a 12 de novembro, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O anfitrião do evento será o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Sintufrj) e a organização também será feita pela Fasubra Sindical, como todos os anos.
O evento contará com análise de conjuntura nacional, debates sobre o Reconhecimento de Saberes por Competência (RSC), Educação e Democracia Universitária, desenvolvimento e aprimoramento de carreira, todos temas que envolvem segurança pública e a violência nas instituições de ensino. As novidades ficam por conta das oficinas de “Defesa pessoal por meio do esporte”, “Gestão de conflitos”, “Qualidade de vida na segurança” e “Primeiros socorros”.
A diretoria do STU organizará a Plenária dos Trabalhadores da Vigilância da Unicamp no dia 04/11, das 14 às 15h30, no Auditório da Vigilância, para eleger os delegados que participarão do seminário.

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Aprovada PEC 241 em segundo turno na Câmara dos Deputados. Assembleia dia 8 organiza luta contra a PEC 241 e o ajuste

Aprovada PEC 241 em segundo turno na Câmara dos Deputados

Na noite da última terça-feira (25), a Câmara dos Deputados aprovou em segundo turno a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, mais conhecida como PEC Fim do Mundo, pois estabelece o congelamento dos gastos públicos em 20 anos, afetando gravemente a Educação e a Saúde.
Foram 359 votos a favor, 116 contrários e duas abstenções. Um grande retrocesso para a sociedade, que neste momento luta firmemente contra o avanço de tal projeto.
A diretoria do STU acredita que a hora é de fortalecer a luta unitária de estudantes e trabalhadores para barrar a aprovação da PEC no Senado, reafirmando o posicionamento contrário aos golpistas que querem massacrar o povo brasileiro. É necessário barrar essa proposta, porque o que está em jogo é o futuro de todo o país e suas próximas gerações.

Escolas e universidades ocupadas em todo o país
Desde os anúncios da PEC 241, que congela o repasse de verbas para educação e saúde por 20 anos, e da Medida Provisória 746/2016, que promove a reforma do ensino médio, estudantes de todo o Brasil têm se mobilizado com o objetivo de barrar o avanço dessas propostas devastadoras para o povo.
Até o momento as ocupações das instituições de ensino vêm progredindo a cada dia. Na cidade de Campinas já são duas escolas ocupadas: E. E. Ruy Rodrigues, desde 24/10, e E. E. Professor Carlos Alberto Galhiego, desde 25/10.
Segundo dados da UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), até o momento já estão ocupados 1.022 escolas estaduais e institutos federais, 82 universidades, 3 Núcleos Regionais de Educação e 1 legislativo (a Câmara Municipal de Guarulhos).
Os trabalhadores técnico-administrativos de universidades federais também estão na luta contra a política de ajuste e em 26 campi já foi deflagrada greve desde a segunda-feira (24). Nas demais estão sendo realizadas assembleias para definir a forma de participação na luta.
Os estudantes, assim como os trabalhadores, querem um país de melhores oportunidades e que seja capaz de fornecer uma educação de qualidade e gratuita para todos.
A direção do sindicato acredita que é necessário fornecer o máximo de ajuda possível aos estudantes e fortalecer a mobilização, a começar pelo próximo dia 11 de novembro, construindo um grande dia nacional de greves e paralisações.

Assembleia dia 8 organiza luta contra a PEC 241 e o ajuste

A diretoria do STU convoca toda a categoria a reservar agenda para participar da assembleia geral que acontece na próxima terça-feira (8 de novembro) a partir do meio-dia, no CB. Além disso, orienta todas as unidades realizarem reuniões antes da assembleia para discutir o enfrentamento à proposta de emenda constitucional do fim do mundo (PEC 241/2016) e à proposta de Reforma da Previdência em formulação pelo governo golpista.
Com a aprovação da PEC em segundo turno nesta terça-feira, ficou evidente que o golpismo pretende fazer retroceder aceleradamente todas as conquistas sociais e é necessário construir um grande processo de mobilização antes da votação no Senado. Só a volta de milhares às ruas em todo o país pode impedir o congelamento dos gastos sociais, incluindo concursos públicos, salários e aposentadorias, pelos próximos 20 anos. A Fasubra e as centrais sindicais discutem um dia de paralisação nacional em 11 de novembro.
O momento é de intensificar a mobilização também na Unicamp, que na última assembleia já aprovou o estado de greve. E a assembleia discutirá a organização dessa paralisação entre os trabalhadores da Universidade.

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Boletim do STU 101/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 27 de outubro de 2016.

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Boletim do STU/100

Baixe aqui Boletim do STU, de 24 de outubro de 2016.

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24/10: Dia de luta contra a PEC 241! Nenhum direito a menos!

Entidades sindicais e movimentos sociais realizam na próxima segunda (24) manifestações em todo o país contra a proposta que congela gastos sociais por 20 anos e medidas do governo golpista que atacam direito à aposentadoria e entregam patrimônio público.

Em assembleia realizada na última quinta-feira (20) os trabalhadores da Unicamp aprovaram a participação no Dia Nacional de Luta contra a PEC 241/2016, que congela os investimentos sociais, em especial nas áreas de saúde e educação, por 20 anos.
A mobilização está sendo convocada por diversas entidades sindicais, estudantis e populares como forma de pressão contra a aprovação da medida que pode entrar na pauta da Câmara dos Deputados para votação em segundo turno no dia de hoje.
Na Unicamp as atividades terão início na próxima segunda-feira (24) logo cedo com a realização de manifestação e distribuição do Boletim do STU para conversar com os servidores sobre os impactos da PEC na vida dos trabalhadores e nos serviços públicos em geral.
A assembleia dos trabalhadores também aprovou a participação efetiva do STU nos movimentos e frentes que estão articulando a luta contra o ajuste fiscal do governo golpista de Michel Temer, particularmente no Fórum dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo e nas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

11 de novembro: Dia Nacional de Paralisação
A assembleia também aprovou a participação no dia 11 de novembro, que está sendo convocado como um dia nacional de greves e paralisações contra as propostas que tiram direitos da classe trabalhadora, entre elas, a PEC 241, a reforma da Previdência, com idade mínima de 65 anos para homens e mulheres e redução de benefício; mudanças na Lei trabalhista para permitir acordos de redução de salários, fatiamento do 13º e das férias, reforma da educação (MP do Ensino Médio), PL Escola Sem Partido e a aprovação da lei que altera o regime de partilha da PETROBRÁS, retirando a sua exclusividade como operadora única do Pré-sal (e a consequente perda de recursos da educação e da saúde). A diretoria do STU deverá convocar nova assembleia antes desta data e realizar atividades e debates sobre os impactos das medidas na vida dos trabalhadores.

Unicamp em Estado de Greve
Após rodada nacional de assembleias convocada pela Fasubra, 25 universidades federais entram em greve a partir de hoje e outras 18 realizam assembleia nesta semana para deliberar sobre a luta contra a PEC 241. Na Unicamp a assembleia dos técnico-administrativos aprovou o Estado de Greve para a construção da resistência às medidas de ajuste e reafirmou o compromisso com a construção da greve geral.
A diretoria do STU chama todos os servidores a participarem das atividades da mobilização e discussões a respeito das medidas que o governo tenta impor e ressalta que os impactos destas sobre a vida dos servidores serão desastrosas.

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Boletim do STU 099/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 20 de outubro de 2016.

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Boletim do STU 098/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 19 de outubro de 2016.

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Sem avanços na conciliação, STU vai instaurar processo de dissídio coletivo

O STU participou na manhã de ontem (11) de nova audiência de conciliação junto ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, em Campinas (foto).
A reitoria da Unicamp apresentou na reunião o estudo sobre a “real” situação da universidade e avaliando a demanda apresentada pelo sindicato, conforme determinado na reunião de mediação anterior, realizada em 20 de setembro. No referido estudo a reitoria alega não ter possibilidade econômica de atender a reivindicação da categoria.
Agora, mantida a não conciliação, o STU encaminhará a instauração do dissídio coletivo para reivindicar a reposição da inflação e a correção dos benefícios, conforme aprovado pela categoria nas assembleias de 11 de agosto e 6 de setembro, e informado nas audiências de conciliação.
É inaceitável que a reitoria siga falando em falta de condições econômicas para atender às reivindicações dos técnico-administrativos, enquanto mantém as duplas matículas.
A diretoria do STU seguirá lutando e tomando as medidas necessárias para que os trabalhadores  recuperem seu o poder de compra.

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Reitoria enrola no debate sobre pauta específica

A reunião de negociação com a reitoria ocorrida no último dia 7 trouxe poucos avanços para o atendimento da pauta de reivindicações específicas da categoria. Apesar do compromisso assumido pelo reitor no fim da última greve, mais uma vez a Universidade não trouxe nenhuma proposta concreta à mesa de debates.
Na última quinta-feira, em relação à participação do sindicato no Conselho da DEdIC, a reitoria manifestou-se contrária à posição do STU participar. Os trabalhadores contestaram a administração porque entendem que a participação do sindicato fortalece o Conselho.
Sobre a atualização do acordo coletivo da área de saúde no que diz respeito às condições de trabalho, jornada e postos de trabalho, a reitoria ficou de apresentar uma agenda de discussão com os gestores da área.
No ponto sobre o cumprimento do decreto 8.737/2016, que estende a licença paternidade de servidores para 20 dias, o posicionamento da Procuradoria Geral da Universidade é de que não seria possível estender o benefício em razão de não existir lei estadual. Os representantes da categoria contrargumentaram apontando que no Ministério Público Estadual esse direito vem sendo garantido aos servidores e a PG se comprometeu a verificar como se dá a questão no âmbito do MP. O tema voltará a ser cobrado em próxima reunião.
Também foi discutida a demanda de publicização dos vencimentos de todos os servidores nos moldes do que prevê a Lei de Acesso à Informação, com a divulgação de todos os itens que se referem à composição da receita dos contracheques
Sobre esse tema, embora já seja uma cobrança reiterada em diversas oportunidades, a PG apresentou parecer inconclusivo pedindo explicação sobre quais itens os trabalhadores querem ver publicizados. Os representantes do STU reafirmaram a posição da categoria e o assunto também terá que ser objeto de nova reunião após manifestação da Procuradoria.

porFernanda de Freitas

Boletim do Fórum das Seis – 08/10/16

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis de 8 de Outubro de 2016.

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