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STU acerta agenda de negociações com a reitoria

A direção do sindicato se reuniu nesta segunda-feira (8) com o novo reitor, Marcelo Knobel. O objetivo da reunião foi reapresentar a pauta específica já protocolada em duas oportunidades (2015 e 2016) e cobrar os pontos não atendidos. Pela nova gestão estavam presentes, além do reitor, a coordenadora geral da Universidade, Tereza Dib Atvars, e o chefe de gabinete, professor Joaquim Murray Bustorff Silva. Foi reiterado que nos próximos dias deve ser realizada uma nova assembleia para atualização das demandas. E ficou estabelecido que será planejada em diálogo com o professor Joaquim uma agenda de discussão de todos os pontos apresentados, a fim de assegurar respostas à categoria.
Entre os temas em discussão vão estar: isonomia, carreira,  reajuste dos benefícios, ampliação das vagas na creche, a pauta da Área da Saúde, entre outros pontos. Especificamente sobre a área de saúde, a Tereza Dib Atvars informou que foi recentemente criada uma diretoria executiva da área  (CECOM, Caism, FCM, FO, HC, Hemocentro e Gastrocentro) para que todas as questões sejam tratadas de maneira global junto aos governos municipal, estadual e federal para reverter o subfinanciamento existente, e com a perspectiva de avançar também na solução das questões administrativas e de demanda funcional.
Em relação à isonomia foi frisado que o compromisso assumido pela gestão anterior com a efetivação da retomada da isonomia salarial com a USP é visto pela categoria como um compromisso institucional.

Ajuste fiscal – Os trabalhadores cobraram que essa discussão seja feita de forma democrática, o que não ocorreu, e com base na transparência de todos os dados orçamentários. Foram questionadas em particular as últimas resoluções da reitoria (GR 25 e 26/2017) que aprofundam a proibição de concursos, mobilidade na carreira e outros ataques.
Segundo o reitor, a medida teria sido necessária porque não estão consolidados os compromissos administrativos a serem cumpridos e suas ordens de prioridades. Então a nova gestão afirma que decidiu fazer contingenciamento até a segunda revisão orçamentária desta administração. O STU reforçou o problema das decisões tomadas sem debate com a comunidade universitária, e continuará acompanhando se haverá mudança de postura após o mês de agosto (quando acontece a segunda revisão orçamentária anual na Universidade).

Mudança de regime – A direção do sindicato questionou o que a nova administração pretende fazer em relação à ação judicial em curso no Supremo Tribunal Federal, que afeta cerca de dois mil servidores.
O reitor informou que a administração pretende criar um grupo de acompanhamento permanente da ação, com participação da DGRH, da Procuradoria Geral da Universidade, servidores envolvidos no processo. E que pretende acompanhar pessoalmente o caso.

Segurança – Foi apresentada uma cobrança pautada no posicionamento do sindicato contra o aprofundamento da terceirização no país a partir da aprovação da Lei 13.429/2017. Recentemente houve enxugamento da vigilância terceirizada nas portarias da Universidade e foi ressaltado que uma servidora do Caism chegou a sofrer um sequestro-relâmpago recentemente, tendo sido deixada na Avenida Dom Pedro.
A coordenadora da Universidade, Tereza Dib, manifestou que estão sendo avaliados os resultados do novo sistema implantado no final da gestão passada (baseado em monitoramento por câmeras) e serão levantadas as informações sobre a situação dos profissionais que atuavam nas portarias. Também foi cobrado pelo sindicato que sejam levantados e publicizados os indicadores de segurança da Unicamp, ao que a vice-reitora se comprometeu a fazer mantendo os critérios de segurança estratégica da comunidade universitária.

Liberações sindicais – por deliberação da categoria em assembleias esta diretoria estendeu formalmente o mandato em razão da antecipação do pleito anterior em quatro meses. No entanto, no momento as liberações para exercício de mandato sindical estão em aberto e há necessidade de prorrogá-las até a próxima eleição, que acontece em setembro.
O reitor comprometeu-se a encaminhar a solução do problema.

Duplas matrículas – Foi cobrado o documento formal de extinção deste dispositivo e o reitor informou que como ele foi criado por ato administrativo, sem resolução ou portaria, foi encerrado o seu pagamento também por ato administrativo. Segundo o reitor, nenhum dirigente da Unicamp recebe mais a dupla matrícula e não haverá rescisão, mecanismos compensatórios ou quaisquer outros dispositivos que recoloquem o pagamento extra e acima do teto.
Situação do país e ataques a direitos – A direção do sindicato também colocou na mesa a necessidade da Universidade se manifestar sobre o difícil cenário que o país enfrenta do ponto de vista dos ataques do governo golpista de Michel Temer aos direitos dos trabalhadores. Foram destacados o congelamento do orçamento social pelos próximos 20 anos, a aprovação da lei que amplia a terceirização para todas as atividades econômicas e as reformas da Previdência e trabalhista.

Assédio moral – Foi cobrada a retirada da punição injustamente imposta à diretora do STU e da Fasubra, Adriana Stella, compromisso assumido pelo ex-reitor José Tadeu Jorge. 

Questionamentos do TCE – A direção do sindicato cobrou também explicações sobre recente decisão do Tribunal de Contas do Estado questionando a criação de cargos na Universidade. Tereza Dib esclareceu que este vem sendo um sistemático questionamento do TCE, há anos, ao qual sempre é respondido que a Universidade não cria cargos, mas provê funções autárquicas. O problema só terá solução definitiva quando o Poder Executivo encaminhar à Assembleia Legislativa projeto de lei regulamentando a criação de cargos nas universidades estaduais paulistas. A nova administração, no entanto, não estava a par do questionamento específico e comprometeu-se a verificar que medidas estão sendo tomadas para evitar prejuízos a servidores.

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Reforma da Previdência: para servidores, texto aprovado em comissão é pior que o original

Tema foi discutido nesta quinta-feira em audiência pública da Comissão de Legislação Participativa

Representantes de servidores públicos avaliam que o relatório da reforma da Previdência aprovado em comissão especial (PEC 287/16) cria condições mais duras para o funcionalismo do que a proposta original do governo, principalmente para quem ingressou na administração pública antes de 2003. Os sindicatos vão lutar para que a mudança seja derrotada em Plenário. O tema foi discutido, nesta quinta-feira (4), em audiência pública da Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados.

Para os futuros servidores, o texto aprovado fixa idades mínimas de aposentadoria de 62 anos para a mulher e 65 anos para o homem. O tempo mínimo de contribuição será de 25 anos. Já os atuais servidores serão submetidos a regras de transição conforme a data de ingresso no setor público. Antes de ir a Plenário, a comissão especial votará na próxima terça-feira (9) os destaques apresentados à matéria.

“Essa reforma vai na linha da retirada de direitos para então fazer a redução de despesas. O Estado deveria estar atrás de mecanismos para melhorar a receita, diminuir isenções e anistias, ser mais efetivo na cobrança da dívida ativa”, criticou o vice-presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), Floriano Martins.

Marcelo Barroso, do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário, promete questionar a reforma na Justiça. Ele lembrou que já foram feitas outras mudanças nas regras de aposentadoria dos servidores. “As reformas que vieram nas emendas 20, de 1998; 41, de 2003; e 47, de 2005, principalmente, já deram uma guinada para que o deficit [da Previdência] seja reduzido.”

Governo x oposição
Apesar da aprovação do texto-base do relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) pela comissão especial, parlamentares contrários à reforma acreditam que é possível derrotar ou alterar a proposta no Plenário da Câmara. “A reforma da Previdência tem o repúdio da esmagadora maioria da população brasileira. E o parlamentar tem de prestar contas à sociedade”, declarou Erika Kokay (PT-DF).

Deputados favoráveis à reforma não participaram da audiência pública. Eles consideram que os representantes dos servidores públicos defendem privilégios. “Aposentadorias precoces são o grande problema do buraco da Previdência pública. O Tesouro Nacional tira da saúde, da educação, da segurança pública para pagar dois milhões de aposentados do setor público – aposentadorias legais, mas injustas porque acontecem em torno dos 50 anos”, argumentou Darcísio Perondi (PMDB-RS), vice-líder do governo.

Regras
A proposta de reforma da Previdência aprovada na comissão especial prevê regras diferentes de acordo com a data de entrada no serviço público.

Quem entrou depois da criação dos fundos de previdência complementar, em 2012, vai seguir as regras dos trabalhadores do setor privado para o cálculo da aposentadoria: 70% da média das contribuições desde 1994, mais um percentual por ano que contribuir acima do mínimo de 25. O teto é o mesmo do INSS, e o reajuste vai ser feito pela inflação. A idade mínima será de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres, com regra de transição começando com 60 anos para eles e 55 anos para elas – que já são a idade mínima para aposentadoria dos servidores públicos.

Os que ingressaram na administração pública antes da reforma de 2003 têm duas opções. Pela regra atual, podem se aposentar com 60 anos se forem homens e 55 se forem mulheres, recebendo o valor do último salário – a chamada integralidade – com reajuste igual ao de quem está na ativa – a chamada paridade. Com a nova reforma, para garantir a integralidade e a paridade, terão de trabalhar até os 65 anos, se forem homens, ou 62, se forem mulheres.  Se preferirem se aposentar antes, com a idade prevista nas regras de transição, o valor da aposentadoria vai ser igual a 100% da média das contribuições desde 1994. Como essas contribuições são de 11% do total do salário, superando o teto do INSS, o valor da aposentadoria também poderá ficar acima do teto.

Já quem entrou no serviço público depois de 2003 e antes de 2012 passa a receber 70% da média das contribuições desde 1994, mais um percentual por ano que contribuir acima do mínimo de 25. O valor da aposentadoria ainda poderá ser superior ao teto do regime geral. O reajuste ocorrerá pela inflação.

Fonte: Agência Câmara Notícias

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Apesar da reprovação popular, reforma da Previdência avança na Câmara dos Deputados

Na noite dessa quarta-feira (4), foi votado na comissão especial da Câmara dos Deputados o texto-base da reforma da Previdência (PEC 287/2016). Por 23 votos a 14, a comissão aprovou a matéria com as alterações realizadas a partir do relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). 

A proposta que terá que ser votada duas vezes em plenário e receber no mínimo 308 votos para ir ao Senado estabelece nova idade mínima para as mulheres que se aposentarem dentro do regime geral (62 anos) e reduz de 49 para 40 anos o tempo de contribuição exigido para obter aposentadoria integral. No entanto, mantém os 65 anos mínimos para os homens, o tempo mínimo de contribuição – que dará acesso a 70% do valor da aposentadoria (25 anos). O “pedágio” para aqueles que enfrentarão a transição também caiu de 50% para 30%.

De maneira geral a reforma ainda penaliza a classe trabalhadora, em especial as mulheres. As servidoras públicas ainda deverão permanecer mais tempo em serviço para se aposentaram recebendo valores mais próximos do salário da ativa e as professoras de educação básica, em específico, também tiveram aumento significativo na idade mínima, de 55 anos para 60 anos.

Agora, a comissão especial deve votar 10 destaques pendentes apresentados pela bancada na última sessão, antes da matéria ser apreciada em plenário. Segundo o presidente da comissão, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), os trabalhos devem ser retomados na próxima terça-feira (9).

O STU permanecerá acompanhando o andamento do projeto, pois acredita ser possível barrar seu avanço na votação final. A força da Greve Geral já resultou na não tramitação da reforma Trabalhista (agora PLC 38/2017) em regime de urgência no Senado, então a união e persistência dos trabalhadores vai impedir a concretização do desmonte da Previdência.

Fonte: Com informações da Agência Brasil.

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A maior greve geral dos últimos 30 anos. Cerca de 40 milhões de trabalhadores pararam o país

A adesão de cerca de 40 milhões de trabalhadores fez do dia 28 de abril a maior greve geral dos últimos 30 anos * Os atos do 1º de Maio em todo o país fecharam um fim de semana que colocou a luta contra as reformas trabalhista e da previdência em outro patamar
 
A participação efetiva dos trabalhadores na greve geral ficou evidenciada pelo esvaziamento da universidade. Técnicos administrativos, docentes e estudantes atenderam ao chamado das entidades e Centrais e engrossaram a greve geral.
Já pela manhã a manifestação juntou com a comunidade de Barão e construiu um importante protesto com uma caminhada na Rodovia Zeferino Vaz “Tapetão”.
 
Depois muita gente de vários setores saíram da Unicamp e foram até o centro da cidade participar com as demais categorias em greve. A passeata da Unicamp desceu com muita empolgação do largo do Rosário até o Largo do Pará. 
 
Durante todo dia as várias categorias em greve, que incluía uma diversidade enorme de categorias, fez manifestações e passeatas pelo centro da cidade, culminando com um grande Ato no final do dia. 
 
A continuidade da manifestação aconteceu no 1º de maio, quando as manifestações se repetiram no Largo da Catedral.
 
Uma greve que parou o Brasil
 
Os brasileiros mostraram a Michel Temer e ao Congresso Nacional que o país pode entrar em convulsão se o governo ilegítimo e sua base parlamentar insistirem em tentar acabar com o direito à aposentadoria e a CLT. De Norte a Sul do país houve ruas e terminais de transportes desertos pela manhã e manifestações expressivas do período da tarde.
 
A classe trabalhadora deu seu recado apesar da brutal repressão que deixou em coma o estudante Matheus Ferreira da Silva – agredido com um cassetete pelo capitão PM Augusto Sampaio de Oliveira Neto –, prendeu três militantes do MTST em São Paulo e impediu a manifestação no Rio de Janeiro sob bombas disparadas a esmo.
 
Acuado, o governo já começou uma sórdida campanha de mídia de que as reformas serão “suavizadas” ou que sem elas o país para. Tudo mentira. Conforme dados da própria Procuradoria da Fazenda Nacional, só os devedores da Previdência somam um calote de R$ 426,07 bilhões, quase três vezes o que o governo diz que existe de “rombo” no setor. 
 
Agora é hora de intensificar a mobilização e mostrar ao Congresso Nacional e ao governo golpista que suas reformas não passarão!
 
Próximos passos da luta
 
O Conselho de Representantes  (CR) e diretoria do STU se reunirão para discutir os próximos passos da luta contra as reformas, a campanha salarial e também o seu regimento interno. A reunião ocorrerá hoje (4/5) a partir das 9 horas na sala multiuso do IFCH.
 
Fonte: Boletim STU 014 – 04/05/2017
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Boletim do STU 014/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 4 de maio de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Boletim_014.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU – Especial Greve Geral

Baixe aqui Boletim do STU, de 28 de abril de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Especial-Greve.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 013/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 27 de abril de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Boletim_13.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 012/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 26 de abril de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Boletim_12.pdf” language=”pt_BR”]

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1ª Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária da Unicamp

As Jornadas Universitárias em Defesa da Reforma Agrária são uma iniciativa do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra em parceria com universidades brasileiras. As atividades acontecem em todo o país, em abril, mês de mobilização e reflexão em torno da divisão e desmercantilização da terra.

A primeira Jornada da Unicamp será baseada no cruzamento de dois temas, a saber, reforma agrária e meio ambiente, donde desdobram questões como mudança climática, agroecologia, alimentação saudável, arte da agricultura camponesa e movimentos sociais e a luta pela terra.

Segue a programação:

(Durante todo o evento haverá feira de produtos agroecológicos da reforma agrária e banca de livros da Expressão Popular)

Dia 26 de abril, quarta-feira
Atividades no IFCH
10h – Debate no CERES IFCH sobre a MP 759/16 de Temer sobre regularização fundiária e títulos de propriedade em assentamentos. Local: Sala Multiuso, Prédio da Direção, IFCH.

Atividades na Faculdade de Educação (Salão Nobre)
 14h – Lançamento do filme Sem Clima. Debatedores: Débora Lima (pós-graduação no IG-Unicamp) Fabrício Lima
16h – Debate: Educação e Agroecologia no MST – Expositoras: Eunice Pimenta (Assentamento Milton Santos) e Cristina Vargas (Setor de Educação do MST)
18h – Atividade cultural: Mestre Marcos Simplício – Samba Lenço Rural Paulista
19h – Debate: A Reforma Agrária hoje Gilmar Mauro (MST) e André Takahashi (De Olho nos Ruralistas)

Dia 27 de abril, quinta-feira
Atividades na Faculdade de Educação (Sala da Congregação) – Atividade em parceria com o grupo de pesquisa HISTEDBR
14h – “Ditadura, agricultura e universidade”, Rodrigo Sarruge Molina (Doutor pela FE Unicamp)
15h30 – Café com produtos do MST (Assentamento Milton Santos, de Americana ) e feira de livros.
16h30 – Reforma Agrária e Agroecologia Wilon Mazalla Neto, Pós-Doutorado FCA-Limeira e FEAGRI Unicamp.
18h – Roda de capoeira com o grupo Meninos de Sinhá.

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Boletim do STU 010/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 24 de abril de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Boletim_010_2017s.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do Fórum das Seis e Pauta Unificada 2017

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 7 de abril de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Boletim-do-Forum-7-4-2017.pdf” language=”pt_BR”]

Baixe aqui a Pauta Unificada do Fórum das Seis 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Pauta-Unificada-2017-Forum-das-Seis.pdf” language=”pt_BR”]

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28 de abril – Vamos parar o Brasil

Baixe aqui Manifesto da Greve Geral. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/04/centrais-1.pdf” language=”pt_BR”]

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A Saúde vai parar no dia 28 de abril

Baixe aqui Panfleto do STU – Especial Saúde. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Panfleto-Saúde_2mil.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim Especial da Saúde – Abril/2017

Baixe aqui Boletim do STU – Especial Saúde, de 7 de abril de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Boletim_saude_abril_2017.pdf” language=”pt_BR”]

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10 de abril: Debate sobre as reformas trabalhista e previdenciária em Campinas

 

O deputado Orlando Silva (PCdoB), presidente da Comissão de Trabalho, Administração e Serviços Públicos da Câmara Federal, participa de um debate na próxima segunda-feira (10), às 19 horas, no Salão Vermelho da Prefeitura Municipal de Campinas, com nove Centrais Sindicais que atuam na cidade e na região, para debaterem os reflexos e os impactos  para os trabalhadores e trabalhadoras da proposta das Reformas Trabalhista e Previdenciária.

Na mesa de debate, além do deputado, participam os seguintes representantes das Centrais Sindicais: Paulo Nobre – CTB, Carlos Fabio (Índio) – CUT, Carlos Ferreira – Força Sindical, Vitor Hugo – Intersindical , Mané Melato – Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora, Adriana Stella – CSP/Conlutas Campinas, Francisco Soares de Souza (Chico) –  UGT, Luiz Gonçalves (Luisinho) – NCST e Aires Ribeiro – Pública/Central dos Servidores. A intermediação será do vereador Gustavo Petta (PCdoB).

Esta atividade está sendo organizada por diversos sindicatos de Campinas e região, entre eles: STU, Sindicato dos Frentistas, Regional Campinas do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, Sindicato dos Químicos e dos Condutores de Americana, Sinpro Campinas, Sindicato dos Trabalhadores Empreendedores Individuais de Ponto Público Fixo e Móvel de Campinas, Apropucc, (Associação dos Professores da PUC-Campinas) e Servidores Públicos Municipais.

 

Para entender as reformas que estão em tramitação:

Reforma Previdenciária:  A PEC 287 – emenda à Constituição que está em discussão no Congresso propõe, por exemplo, mudar para 65 anos a idade mínima para aposentadoria de homens e mulheres, aumentar o tempo mínimo de contribuição para 25 anos, a exigência de 49 anos de contribuição para acesso à aposentadoria integral, criar um pedágio para homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 45: o que significa um acréscimo de 50% no tempo para aposentar.

Reforma Trabalhista: O PL 6787 tira a força de lei da CLT. Cria acordos internos sem a participação do Sindicato, permite que o “negociado” pela empresa tenha mais força que a CLT, facilita o contrato por tempo parcial, dificulta o acesso à Justiça do Trabalho, permite parcelamento de:  férias, jornada de trabalho flexível e remuneração por produtividade.

Vale ressaltar que em janeiro deste ano, o Ministério Público do Trabalho pediu a rejeição completa desta proposta.

 

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Boletim do STU 010/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 6 de abril de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Boletim_10.pdf” language=”pt_BR”]

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Ato hoje à tarde denuncia feminicídio de estudante em Limeira

Na última sexta-feira (31) a estudante Sandy Andrade Santos foi encontrada morta a cerca de 2,5 quilômetros da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp (FCA), de Limeira.

Sandy estava no segundo ano do curso de Engenharia de Manufaturas, e de acordo com informações da Polícia Militar seu corpo apresentava marcas de violência, possivelmente devido a estrangulamento.

A brutalidade sofrida pela estudante é mais uma prova de que a violência contra as mulheres é uma realidade que, infelizmente, está presente em todos os espaços. Na sociedade onde vivemos, com a propagação da cultura do estupro até mesmo no ambiente universitário, as mulheres se tornam alvo a todo instante.

Não podemos permitir que mulheres sejam assassinadas todos os dias apenas por exercerem seu direito de ir e vir, seu direito à liberdade de edtudar, seu direito à vida. Então, para ecoar o grito de basta de todas aquelas que não suportam mais se sujeitar aos abusos dessa sociedade machista e misógina, o sindicato estará presente no ato de hoje (4), organizado pela Frente Feminista de Limeira, às 14h, com concentração na FCA, e chama todas e todos a participarem.

O STU expressa as mais profundas condolências aos familiares e amigos de Sandy, e também exige que a Unicamp tome providências concretas para evitar que feminicídios se repitam dentro ou no entorno de suas dependências.

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Carta Aberta DEdIC

Baixe aqui Carte Aberta do STU, de 31 de março de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Carta-aberta-greve-dedic.pdf” language=”pt_BR”]

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Carta Aberta – Paralisação 31 de março

Baixe aqui Carte Aberta do STU, de 31 de março de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Carta-aberta-greve.pdf” language=”pt_BR”]