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Boletim 079/2014

Baixe aqui o Boletim 079/2014, de 20 de Agosto de 2014.

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Comando debate hoje impasse na negociação

Em reunião com trabalhadores, reitor recusou contraproposta da categoria e afirmou que negociação só em outubro * Unidades devem discutir posicionamento dos trabalhadores e organizar participação na reunião do comando de greve, às 14 horas no Ciclo Básico.

 

Depois de muita pressão, o reitor Tadeu se reuniu com representantes do STU e do comando de greve no dia de ontem. Logo no início do debate, os trabalhadores explicitaram que a contraproposta apresentada pela categoria como resolução da assembleia geral do último dia 8 visa recompor efetivamente os compromissos com a segunda fase da isonomia, não se configurando uma “recusa” ao que abono e referência no piso da carreira apresentado pela reitoria, como a administração da Unicamp dera a entender em declarações à mídia. Os servidores explicaram ainda que o índice de 21% para os funcionários a título de abono foi pago aos docentes e os funcionários já aprovovaram também a extensão do abono a todos servidores da ativa e aposentados.

 

O reitor, no entanto, reafirmou que a Universidade não se dispõe a rediscutir a proposta de negociação antes de outubro, quando disse ainda haver uma “esperança” de que seja possível à USP conceder o reajuste devido desde a data-base (1º de maio). De acordo com o reitor, só se a USP concordar com a reposição das perdas salariais o Cruesp se disporá a rever o índíce salarial.

 

ISONOMIA – Ainda segundo Tadeu, a segunda etapa da isonomia será ajustada à realidade orçamentária, o que significa retroceder no calendário da proposta que a reitoria apresentou em comunicado de julho de 2013, que assegurava três referências para os que estivessem abaixo do piso da USP e mais uma no processo de avaliação. A reitoria falou do seu “compromisso programático”, mas não fixou calendário, remetendo a discussão para outubro.

 

Desrespeito – Para a categoria, ficou evidente que se mantém uma situação de desrespeito aos trabalhadores e uma tentativa dos reitores de empurrar para as costas dos técnico-administrativos a responsabilidade pela suposta crise nas universidades.

 

Enquanto isso, os supersalários pagos a dirigentes e alguns gestores da alta administração seguem em vigor, embora por diversas vezes questionados pelo Tribunal de Contas do Estado.

 

É inaceitável a possibilidade de que o reajuste simplesmente não ocorra, como se não fosse um direito dos trabalhadores previsto em lei.

 

mobilização – Enquanto acontecia a reunião com a comissão, os trabalhadores ficaram do lado de fora em vigília aguardando o resultado das discussões. No ato, os trabalhadores chamaram atenção para o fato de que o crescimento da Universidade tem a ver com a dedicação dos servidores.

 

COMANDO – Ao final da discussão, Tadeu se comprometeu a marcar nova reunião com a categoria após a próxima assembleia.

 

A reunião do comando de greve de hoje deve decidir a data da próxima assembleia geral. Por isso, é muito importante que as unidades se reúnam e discutam, diante do não avanço das negociações, a organização das atividades dos próximos dias e encaminhamentos a serem discutidos no comando de greve que terá início hoje às 14 horas, no CB.

 

DEdIC – As trabalhadoras do Sistema de Educação Infantil também realizaram ontem uma vigília em frente à DGRH cobrando o agendamento de uma reunião com a coordenadora do órgão para discutir a pauta específica do segmento. O encontro ficou marcado para hoje, às 9h30, e o reitor prometeu enviar alguém de seu gabinete para acompanhar.

 

Reivindicações dos trabalhadores:

 

– Abono (21% sobre os salários, já descontado o imposto de renda)

 

– 1 referência para todos os servidores, fora do processo de isonomia

 

– Efetivação da segunda etapa do processo de isonomia (três referências para todos os pisos, conforme compromisso assumido pelo reitor em julho/2013)

 

– Vale-refeição

 

– Definição do calendário de discussão do restante da pauta específica, incluindo as reivindicações da DEdIC

 

Proposta da Reitoria

 

– Abono 21% incluso os aposentados;

 

– Uma referência nos pisos;

 

– Definição de um calendário de discussão da Pauta Específica somente depois de outubro, incluindo as reivindicações da DEdIC.

 

Repúdio à substituição de grevistas

 

O Comando de greve da Unicamp repudia qualquer ação que infrinja o direito de greve do funcionário, desconsiderando sua legítima manifestação pacífica.

 

O parágrafo segundo do artigo 6º da Lei 7783/1989 estabelece textualmente que “é vedado às empresas adotar meios para constranger o empregado ao comparecimento ao trabalho, bem como capazes de frustrar a divulgação do movimento”. Mesmo para o funcionamento de serviços essenciais – que não é o caso de laboratórios de ensino – o acordo de funcionamento deve ser feito entre empregadores e empregados (e no caso da área de saúde da Unicamp os próprios trabalhadores vêm assegurando o atendimento essencial).

 

Constitui ato ilícito e violação do direito de greve a realocação de funcionários para desempenhar funções que deixaram de ser exercidas em decorrência da greve, cabendo denúncia junto ao Ministério Público quando houver indícios da prática do delito.

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Boletim 078/2014

Baixe aqui o Boletim 078/2014, de 19 de Agosto de 2014.

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Participe da vigília durante a reunião com o reitor hoje, a partir das 9 horas

O reitor agendou reunião de negociação com o STU para hoje às 10 horas. O comando de greve insistiu na reunião, tendo enviado comunicado à reitoria para que essa negociação fosse realizada na última sexta-feira. Mas consideramos importante o agendamento nesse momento da greve, uma vez que a reitoria havia dito em ofício anterior que não havia possibilidade da reunião sem que a paralisação fosse suspensa.

 

Na negociação será discutida a contraproposta aprovada na assembleia do último dia 8, que contou com a participação de mais de 1.100 trabalhadores.

 

Os trabalhadores esperam que de fato avance uma negociação efetiva. Se a greve continua, a responsabilidade é do governo do Estado e do Cruesp.

 

Mobilização – A concentração de trabalhadores de todas as unidades em greve está marcada para 9 horas, no Ciclo Básico, de onde será realizada uma caminhada até à reitoria. Vamos construir um grande dia de mobilização para que as negociações avancem.

 

DEdIC – As trabalhadoras farão vigília na DGRH a partir das 7h30, para que a coordenadora do órgão agende reunião para discutir a pauta específica do segmento. E aproveitarão a oportunidade para dialogar com os trabalhadores da DGRH. A cobrança da pauta da DEdIC também será feita ao reitor, conforme deliberação do comando de greve.

 

Transmissão online – A reitoria informou também que providenciará a transmissão via web da reunião, condicionando a concordância do STU. Cabe ressaltar que o sindicato sempre reivindicou que as reuniões de negociação fossem transmitidas para garantir total transparência aos processos de negociação. E o comando de greve também já havia tomado decisão nesse sentido.

 

Comissão de negociação se reúne às 8h30 no STU

 

A comissão de negociação, formada por 14 membros indicados pelo comando de greve, se reúne às 8h30 para organizar a discussão com o reitor.

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Ato na sexta cobrou negociação

Na sexta-feira (15) os trabalhadores realizaram um ato-churrasco em frente à reitoria para cobrar avanços na reunião de hoje.

Uma educação de qualidade não se faz sem o trabalho dos servidores, que também dedicam suas vidas à construção de uma instituição de ensino de excelência. É uma vergonha que queiram jogar nas costas dos trabalhadores a culpa por uma suposta crise financeira nas universidades. Enquanto não houver negociação a categoria não vai baixar a cabeça!

Fórum das Seis seguirá cobrando respostas ao Governador e aos deputados

Vence no próximo dia 29 o prazo solicitado pelo governador Geraldo Alckmin aos representantes do Fórum das Seis recebidos na quinta-feira (14) no Palácio dos Bandeirantes, para responder aos questionamentos feitos pelas categorias.

Além de apresentar ao governador as mesmas propostas discutidas com a Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Assembleia Legislativa no dia 13, as categorias cobraram: dados sobre o crescimento dos quadros de pessoal das universidades entre 1995 e 2013; resposta ao ofício Cruesp nº 22/2005, de 29 de julho de 2005, que expunha ao governador do Estado na época, o próprio Geraldo Alckmin, “a necessidade de recursos para continuidade e manutenção das ações [expansionistas] até aqui implementadas” pelas três universidades; cumprimento do acordo firmado entre o governador e a Unicamp em dezembro de 2005, que previa elevar os repasses da instituição em 0,05% para garantir a implementação do campus de Limeira; acréscimo orçamentário para a USP implantar o campus de Lorena (ofício GS. SCTDE nº 1707/2005); e resposta à carta enviada pelo Fórum das Seis aos deputados relatando a expansão das universidades e os recursos necessários.

Diante da fala do presidente da CFOP/Alesp, deputado Mauro Bragatto, que deixou evidente que os reitores não têm pressionado o Estado por mais recursos para a educação superior paulista, se fazem mais necessárias as respostas do governador. E o Fórum das Seis seguirá cobrando.

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Boletim 077/2014

Baixe aqui o Boletim 077/2014, de 18 de Agosto de 2014.

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Ato em São Paulo cobrou a Alckmin respeito e mais verbas para as universidades

Em mais um ato unitário, trabalhadores, estudantes e docentes da Unicamp, USP e Unesp deram seu recado ao governador Geraldo Alckmin na tarde de ontem: “Não tem arrego! A greve continua unida e forte!”. Centenas de pessoas enfrentaram o frio e quase duas horas de caminhada da Cidade Universitária até o Palácio dos Bandeirantes com muita disposição. O governador tenta se abster da responsabilidade sobre a greve nas universidades estaduais dizendo que os reitores têm autonomia para decidir o que fazer, mas o tucano não engana os servidores.

Os reitores são nomeados pelo chefe do Governo, que além de tudo deixou de repassar cerca de R$ 2 bilhões de reais para USP, Unicamp e Unesp nos últimos seis anos. Alckmin tem sim responsabilidade no sucateamento da educação paulista. E a comissão recebida pelo governador deixou isso claro e cobrou atendimento às propostas apresentadas também à Alesp (ver no verso).

Ontem o jornal ‘Folha de S. Paulo’ divulgou que o reitor da USP pensa em “solucionar a crise financeira” com um plano de demissões incentivadas, entrega de hospitais e redução de salários. Os trabalhadores não baixarão a cabeça para estas medidas arbitrárias e seguirão cobrando de Alckmin e do Cruesp mais verbas para as universidades paulistas; repasse do que é devido à USP, Unicamp e Unesp; respeito à data-base; reajuste salarial já e transparência na gestão! Essa é a verdadeira solução para a crise.

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Com reitores ausentes, Fórum das Seis apresenta soluções para as universidades a deputados

O STU esteve representado na reunião da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Assembleia Legislativa de São Paulo, na última quarta-feira. Na oportunidade, o Fórum das Seis apresentou aos deputados presentes propostas imediatas e de médio prazo para as universidades. Os reitores não participaram da reunião, sendo que a presidente do Cruesp e reitora em exercício da Unesp, Marilza Rudge, numa manifestação entendida pelos trabalhadores como chacota, disse que não atenderia o convite dos parlamentares porque está “em férias”.

Como propostas de execução imediata, o Fórum reivindicou que os recursos das políticas estaduais de habitação não sejam mais descontados da base de cálculo do repasse do ICMS às universidades. Só neste ano, o fim dessa prática resultaria em mais R$ 59,72 milhões no caixa da educação superior paulista, conforme cálculos do Fórum. Além disso, as categorias propuseram um aporte emergencial de 0,7% da quota-parte do ICMS no início de outubro, o que garantiria “recursos da ordem de pouco mais que uma folha de pagamento dessas três universidades”, e a inclusão na próxima Lei Orçamentária Anual (LOA-2015) de liberações mensais adicionais de 0,7% da QPE do ICMS aos 9,57% já estabelecidos, calculados sobre a mesma base de cálculo corrente e excluído o desconto da Habitação.

Como medidas de médio e longo prazo, a inclusão na LDO a partir de 2016 do percentual mínimo de 33% da receita de impostos e transferências na manutenção e desenvolvimento do ensino público; e a fixação dos orçamentos das universidades no orçamento estadual com repasses mensais de, no mínimo, 10% da arrecadação do ICMS, mais 10% das transferências da União decorrentes de compensações pela desoneração do ICMS. Além do estabelecimento do teto salarial no Estado em 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal (vencimento atual de um desembargador do Tribunal de Justiça paulista).

O documento apresentado aos deputados está disponível na página do STU na internet. O Fórum seguirá acompanhando o debate entre os deputados sobre as propostas.

 

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Boletim 076/2014

Baixe aqui o Boletim 076/2014, de 15 de Agosto de 2014.

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Hoje tem ato em São Paulo!

Trabalhadores, estudantes e professores se reúnem hoje em mais um ato unificado em São Paulo. Após 84 dias de greve, as categorias na Unicamp e nas outras universidades estaduais paulistas continuam em luta pelo reajuste salarial e demais reivindicações.

Os estudantes da Unicamp, que ontem em assembleia organizada pelo DCE decidiram continuar em greve, mesmo com a suspensão da paralisação dos alunos da FE, também vão participar do ato.

O ônibus sai às 9 horas do estacionamento da BC. A concentração para o ato será na USP, em frente à Faculdade de Educação Física, e de lá todos sairão juntos até o Palácio dos Bandeirantes, cobrando uma reunião de negociação com o Cruesp e respeito do governador Geraldo Alckmin com a educação pública.

Este vem se revelando o pior governador do Estado de São Paulo. Afundou a educação pública e vem afundando as universidades estaduais numa crise de proporções histórias; retirou R$ 2 bilhões das universidades nos últimos seis anos; permitiu que a crise de desabastecimento de água chegasse a níveis alarmantes por falta de investimento em novos sistemas e em políticas de prevenção contra longos períodos de estiagem que a meteorologia já permite prever; e demitiu metroviários em greve.

Todos ao Palácio dos Bandeirantes. Se a greve continua, Alckmin, a culpa também é sua!

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Servidores reafirmam luta e chamam à sindicalização

Ontem, durante o café da manhã unificado em frente à DGA e DGRH, os trabalhadores aproveitaram para discutir a lacônica nota da reitoria e reafirmaram a cobrança de reabertura das negociações.

Também foi consenso que este é o momento de fortalecer a luta. Você que ainda não é sindicalizado, filie-se ao STU, participe da greve e seja parte das conquistas da categoria.

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Docente contra a isonomia também é responsável por impasse na Unicamp

O Boletim do STU já publicou o repúdio da categoria à moção apresentada por docentes ao Consu de 5 de agosto, responsabilizando a isonomia dos pisos salariais dos funcionários com os valores pagos na USP pelo comprometimento orçamentário da Unicamp.

Os signatários parecem ter “esquecido” os supersalários pagos na Universidade – inclusive a alguns dos que subscrevem o documento – e também que a isonomia é um princípio pactuado com o Cruesp em 1991, que vem sendo assegurado aos docentes.

Por decisão do comando, publicamos a lista: Adriana Z. Mercadante (FEA); Alim Pedro de Castro Gonçalves (FEEC); Amauri Hassul (FEM); Anderson de Souza Sant’Ana (FEA); André Leon Sampaio Gradvohl (FT); André Ricardo Fioravanti (FEM); Arai Augusta Bernárdez Pécora (FEM); Arnaldo César da Silva Walter (FEM); Arnaldo Yoshiteru Kuaye (FEA); Carla Kazue Cavaliero (FEM); Carlos Henrique Daros (FEM); Celso de Almeida (FEEC); Claudia Maria Bauzer Medeiros (IC); Cláudio A. de Carvalho Silva (FT); Edmundo S. Braga (FEEC); Eduardo Alves do Valle Júnior (FEEC); Eduardo C. Xavier (IC); Eduardo Tavares da Costa (FEEC); Eleri Cardozo (FEEC); Elizabete Jordão (FEQ); Ely Carneiro de Paiva (FEM); Erick de Moraes Franklin (FEM); Euclides de Mesquita Neto (FEM); Fabiano Fruett (FEEC); Felix G.R Reyes (FEA); Fernando José Von Zuben (FEEC); Flávio Luís Schmidt (FEA); Gabriela Alves Macedo (FEA) ; Gastão Wagner (FCM); Gilmar Barreto (FEEC); Grace S.Deaecto (FEM); Hélia Harumi Sato (FEA); Hélio Fiori de Castro (FEM); Ivan Luiz Marques Ricarte (FEEC); Janito Vaqueiro Ferreira (FEM); João Batista Fogagnolo (FEM); Joaquim Seabra (FEM); José Cândido S. Santos Filho (FEEC); José Cláudio Geromel (FEEC); José Maria Campos dos Santos (FEM); José Mário De Martino (FEEC); Juan Francisco Camino (FEM); Juliana Alves Macedo (FEA); Júlio Roberto Bartoli (FEQ); Leandro Tiago Manera (FEQ); Léo Pini Magalhães (FEEC); Letícia Rittner (FEEC); Lucas H. Gabrielli (FEEC); Luís Geraldo Meloni (FEEC); Luiz Antônio Betin Cicolin (FT); Luiz Henrique A. Rodrigues (FEAGRI); Luiz Otávio Saraiva Ferreira (FEM); Madson Cortes de Almeida (FEEC); Marcelo Knobel (IFGW); Marco Aurélio Amaral Henriques (FEEC); Marcos Akira D’Ávila (FEM); Maria Helena Robert (FEM); Mário Roberto Maróstica Júnior (FEA); Marisa Beppu (FEQ); Melissa Gurgel Adeodato Vieira (FEQ); Meuris Gurgel Carlos da Silva (FEQ); Michel Zamboni Rached (FEEC); Míriam Dupas Hubinger (FEA); Neura Bragagnolo (FEA); Niederauer Mastelari (FEM); Noé Cheung (FEM); Paulo Roberto Zampieri (FEM); Peter Jürgen Tatsch (FEEC); Peterson Bueno de Moraes (FT); Ricardo C.L.F. Oliveira (FEEC); Ricardo Pannain (IC); Roberto A. Lotufo (FEEC); Roberto Lacerda de Orio (FEEC); Roberto Bertazzoli (FEM); Rodolfo Azevedo (FEM); Rogério Gonçalves dos Santos (FEM); Ronalton Evandro Machado (FT); Rosângela B.Z.Lopes Moreno (FEM); Rubens Caram Jr. (FEM); Rui Fragassi Souza (FEEC); Sérgio Bertelli P. Júnior (FEA); Sergio Pérsio Ravagnani (FEQ); e William Roberto Wolf (FEM).

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Boletim 075/2014

Baixe aqui o Boletim 075/2014, de 14 de Agosto de 2014.

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Após pressionar reitoria em ato no Consu, hoje tem café em frente à DGRH

Ontem a categoria esteve presente ao ato em frente ao Consu, cobrando à reitoria a antecipação da reunião entre o Cruesp e o Fórum das Seis para 15 de agosto e resposta sobre a contraproposta apresentada pela assembleia do último dia 8.

Além disso, os trabalhadores se mobilizaram contra o fechamento do curso noturno de Arquitetura e Urbanismo, uma medida que prejudicaria estudantes e servidores. Numa vitória da luta e das bancadas de servidores e estudantes, o Consu, por maioria, rejeitou a proposta de fechamento do turno da noite daquele curso.

O ato de ontem também foi um importante momento para reunir as unidades e promover a confecção de faixas e cartazes para o ato unificado das três universidades amanhã, em São Paulo.

Já são 83 dias de greve e nada de negociação sobre o reajuste. Os trabalhadores seguem mobilizados, mostrando que a categoria não vai se calar diante do congelamento salarial e do desrespeito do Cruesp.

Hoje será realizado um café da manhã em frente à DGA e DGRH. Durante o ato-café a categoria seguirá aguardando o retorno da reitoria à contraproposta dos trabalhadores. É fundamental somar forças nesse momento para que a luta avance.

Assembleia adiada por falta de resposta de Tadeu

Tendo em vista que até o final da reunião do comando de greve ontem a reitoria não havia marcado reunião ou se manifestado sobre a proposta da categoria para encaminhamento da campanha salarial, o comando deliberou por adiar a assembleia prevista para a próxima sexta-feira.

A categoria ressalta a cobrança ao reitor e solicitou que a reunião de negociação solicitada pelo STU à reitoria aconteça no dia 15 para discutir as reivindicações. Na segunda-feira (18) acontece nova reunião do comando às 10 horas, quando deve ser deliberada a data da assembleia.

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Boletim 074/2014

Baixe aqui o Boletim 074/2014, de 14 de Agosto de 2014.

 

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Às 9 horas de hoje, todos ao ato em frente ao Consu!

Categoria segue esperando manifestação do reitor José Tadeu Jorge sobre a contraproposta aprovada na assembleia do último dia 8, e cobrará também a manutenção do curso noturno de Arquitetura e Urbanismo.

 

Após deliberação da assembleia da última sexta-feira, a categoria aguarda manifestação da reitoria sobre a contraproposta apresentada (box).

 

Com o objetivo de pressionar a reitoria a responder às demandas colocadas pela assembleia, o comando de greve reunido ontem deciciu convocar a categoria a se concentrar hoje a partir das 9 horas em frente à sede do Conselho Universitário e realizar um novo ato em defesa das reivindicações e para que Tadeu atue no sentido de antecipar a reunião entre o Cruesp e o Fórum das Seis para o dia 15 de agosto. O ato também manifestará posição contra o fechamento do curso noturno de Arquitetura e Urbanismo.

 

A hipótese de encerramento das atividades deste curso à noite, que será pauta do Consu hoje, vai na contramão de uma política de ampliação do acesso de trabalhadores à Unicamp.

 

Durante o ato, as unidades confeccionarão as faixas que serão levadas à manifestação no Palácio do Governo. É importante a presença de todos, a organização das listas de interessados em ir ao ato, e também garantindo muita garra na mobilização.

 

Contraproposta aprovada na assembleia é da categoria

Após mais de 70 dias de greve sem negociação com o Cruesp – que insiste no reajuste zero – e após intensa discussão, considerando o debate no Fórum das Seis, o STU parte para a negociação da pauta específica.

A própria reitoria informou que em sua proposta só o segmento básico chegaria ao piso da USP, e os níveis médio e superior apenas se aproximariam. Seriam cerca 3700 trabalhadores ativos e 800 aposentados beneficiados, deixando de fora quase metade dos servidores. Na discussão dessa proposta, os trabalhadores – a partir das reuniões de unidades – entenderam em sua maioria que é importante recuperar os compromissos assumidos pela reitoria com a isonomia e estabelecer negociação das propostas. E isso foi aprovado na assembleia geral.

Estranho é que agora, alguns servidores que foram à assembleia para defender a proposta da reitoria tentem deslegitimar o sindicato com um abaixo-assinado para enfraquecer a entidade ou tentando construir um processo de desfiliação ao STU. Mas o trabalhador sabe que nossas conquistas são fruto das nossas lutas e não vai cair nessa. Fortaleça a mobilização e defenda seu sindicato. Os que tentam nos dividir não estão do nosso lado. Queremos:

– Abono (21% sobre os salários, já descontado o IRPF)

– 1 referência para todos, fora do processo de isonomia

– Efetivação da segunda etapa da isonomia (três referências, conforme compromisso assumido pelo reitor em julho/2013)

– Vale-refeição

– Calendário de discussão do restante da pauta específica.

Assembleia do dia 15 depende de resposta da reitoria

Conforme publicado no Boletim do STU nº 72 (que circulou nesta segunda-feira), a assembleia do dia 8 convocou uma próxima para 15/8, cuja realização está condicionada à existência anterior de reunião de negociação com o reitor. Se não houver tal reunião, ou esta se realize muito próximo à data indicada para a assembleia, o Comando de Greve poderá remarcar a mesma para garantir condições de deliberação sobre uma proposta concreta. E qualquer proposta que venha da reitoria deve ser discutida pelas unidades.

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Boletim 073/2014

Baixe aqui o Boletim 073/2014, de 12 de Agosto de 2014.

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Campanha de solidariedade aos grevistas da USP

Em reunião nesta segunda-feira (11), o comando de greve decidiu iniciar uma campanha financeira em solidariedade aos trabalhadores da USP, que tiveram seus salários descontados, em alguns casos integralmente, por lutarem em defesa da universidade pública de qualidade e por melhoria salarial. Mesmo com os descontos, os técnico-administrativos daquela Universidade seguem paralisados.

O montante arrecadado em cada unidade da Unicamp será repassado aos grevistas da USP no ato unificado do dia 14. Assim como parte da arrecadação do churrasco que acontece hoje durante o ato em frente ao Consu. E a campanha financeira continuará.

A categoria sabe a dificuldade que é manter a luta com a faca no pescoço, e entende que a solidariedade de classe é parte da construção de uma sociedade em que os trabalhadores sejam verdadeiramente valorizados. Por isso, fará um esforço coletivo de buscar arrecadar dinheiro para colaborar com os grevistas da USP.

A campanha é parte da unidade da greve.

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Greve continua: Assembleia aprova apresentação de contraproposta

Na sexta-feira, assembleia com mais de 1.100 trabalhadores avaliou que a proposta apresentada pelo reitor José Tadeu Jorge no último dia 6 não atende às demandas da categoria. Por isso, foi aprovada a continuidade da greve e apresentação de uma contraproposta.

 

Os trabalhadores querem, além do abono, uma referência para todos os servidores – fora do processo de isonomia -, a efetivação imediata da segunda etapa do processo de isonomia (que significa três referências para todos os pisos) e a concessão do vale-refeição.

 

Além disso, deve ser estabelecido um calendário para discutir os outros itens da pauta específica.

 

O STU já encaminhou ofício ao gabinete do reitor informando a decisão da assembleia e solicitando agendamento emergencial de reunião.

 

A assembleia também reiterou a cobrança ao reitor José Tadeu Jorge para que busque antecipar o agendamento da próxima reunião com o Cruesp, e a abertura de efetivo processo de negociação do reajuste salarial.

 

Nova assembleia foi marcada para sexta-feira (15).

 

O que querem os trabalhadores:

 

Abono (21% sobre os salários, já descontado o imposto de renda)

1 referência para todos os servidores, fora do processo de isonomia

Efetivação da segunda etapa do processo de isonomia (três referências para todos os pisos, conforme compromisso assumido pelo reitor em julho/2013)

Vale-refeição

Definição do calendário de discussão do restante da pauta específica.

 

 

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Todos ao ato do dia 14! Ato na sede do Governo

Quinta-feira (14) acontece o ato unificado das universidades estaduais no Palácio dos Bandeirantes. É muito importante a presença dos trabalhadores da Unicamp para que a categoria possa mostrar a força do movimento e que a greve continua firme em defesa dos direitos e por uma educação de qualidade.
O tema do ato é “Defesa da educação pública e de mais recursos para as universidades”. O ponto de encontro será na Cidade Universitária (USP) a partir das 11 horas, com saída às 13 horas rumo ao Palácio dos Bandeirantes.
Os ônibus sairão da Unicamp às 9 horas, do estacionamento da BC e entrada F-1 do HC. Os interessados em participar devem se inscrever junto à secretaria do STU.
A luta continua e a pressão sobre o Cruesp não vai parar. Reajuste salarial, já!

Unicamp também vai à ALESP discutir situação das universidades

A Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento realiza no dia 13 (quarta-feira) uma reunião para debater a situação das universidades estaduais paulistas e buscar soluções para a greve unificada. A atividade terá início às 14 horas no Salão dos Líderes da Assembleia Legislativa.
Essa é outra atividade na qual é importante a presença dos trabalhadores das três universidades, para pressionar que a discussão encaminhe as reivindicações da categoria.
O STU levará uma delegação para participar do debate. Quem quiser participar deve também comparecer à sede do STU para se inscrever até às 17 horas de hoje.