Arquivo de tag terceirização

porFernanda de Freitas

Boletim 044/2013

Baixe aqui o Boletim 044/2013, de 6 de Agosto de 2013.

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porFernanda de Freitas

Após cinco dias de greve, trabalhadores da Limpadora Centro entram com representação no Ministério Público do Trabalho contra a empresa

Os trabalhadores terceirizados da Limpadora Centro entraram com uma representação contra a empresa no Ministério Público do Trabalho na última sexta-feira (26). A ação marcou o fim da greve da categoria, iniciada cinco dias antes.

O movimento, que não contou com o apoio da entidade sindical que representa legalmente os funcionários da Centro, o Siemaco, foi sufocado pela patronal, que se recusou a negociar com os trabalhadores e se utilizou de assédio moral para evitar que houvesse maior adesão.

Para piorar, na quinta-feira (25), a Polícia Militar, cuja entrada no campus depende de autorização da reitoria, foi chamada para “averiguar” a ocupação do escritório da Centro na Universidade, ação organizada pelos grevistas com o objetivo de pressionar a empresa a convocar uma negociação.

O STU, que esteve presente durante toda a greve e contribuiu para a organização do movimento, cobrou explicações da reitoria sobre a presença da polícia no campus, mas a Universidade não se pronunciou.

Em reunião de negociação sobre as condições de trabalho dos funcionários da Funcamp realizada na semana passada, o STU aproveitou para cobrar providências da reitoria em relação à greve dos trabalhadores da Centro. Em resposta, os professores Álvaro Crósta e Paulo

César Montagner disseram que o único meio de intervenção da Universidade no assunto seria com a aplicação de multas à empresa devido ao descumprimento das cláusulas contratuais.

O STU já tem em mãos cópia de um dos contratos entre a Centro e a Unicamp e buscará levantar junto às unidades os problemas referentes à adequação de estrutura.

 

porFernanda de Freitas

Boletim 043/2013

Baixe aqui o Boletim 043/2013, de 30 de Julho de 2013.

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porFernanda de Freitas

Informativo dos Trabalhadores da Limpadora Centro

Baixe aqui o Informativo dos Trabalhadores da Limpadora Centro, de 24 de Julho de 2013.

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porFernanda de Freitas

Informativo STU 22/07/13

Baixe aqui o  Informativo STU_22/07/13, de 22 de Julho de 2013.

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porFernanda de Freitas

Terceirizados da Limpadora Centro definem indicativo de greve para o dia 22

Os trabalhadores da Limpadora Centro, empresa terceirizada responsável pela limpeza da Unicamp, reuniram-se ontem na Praça da Paz para discutir os resultados das recentes reuniões de negociação com a patronal.

Durante a reunião, as trabalhadoras que compõem a comissão de negociação informaram que a empresa se comprometeu em anunciar uma contraproposta às reivindicações no próximo dia 19/07.

Diante disso, a categoria avaliou que aguardará até esta data e, a depender dos resultados da contraproposta, poderá entrar em greve a partir da segunda-feira (22).

Os trabalhadores reivindicam aumento salarial (o piso atual é de R$ 755,00) e da cesta básica (hoje em R$ 75,00), a revisão da regra que suspende a cesta básica dos trabalhadores em licença ou ausência por motivo de doença, a ampliação imediata do quadro funcional e o fim do assédio moral.

 

porFernanda de Freitas

Boletim 039/2013

Baixe aqui o Boletim 039/2013, de 2 de Julho de 2013.

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porFernanda de Freitas

Terceirizados da limpadora Centro reivindicam melhores salários e condições de trabalho

Os trabalhadores da Limpadora Centro, empresa terceirizada responsável pela limpeza na Unicamp, participaram de reunião na semana passada com representantes da patronal e do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação, Limpeza Urbana e Ambiental de Campinas e Região (Siemaco), que representa legalmente a categoria. Eles reivindicam aumento salarial (o piso atual é de R$ 755,00) e da cesta básica (hoje em R$ 75,00). Querem também a revisão da regra que suspende a cesta básica dos trabalhadores em licença ou ausência por motivo de doença, a ampliação imediata do quadro funcional e fim do assédio moral.

A categoria também está insatisfeita com as péssimas condições de trabalho e alega que a enorme sobrecarga de serviço, fruto do enxugamento do quadro, é responsável pelo crescente índice de adoecimento. Como a empresa efetua desconto de salário e benefícios nos casos em que o atestado médico está carimbado somente pelo médico e não pelo Centro de Saúde, o adoecimento virou um critério de punição.

Os funcionários consideram que a empresa não estaria cumprindo uma regra básica nesse tipo de contrato que é o estabelecimento de um número mínimo de profissionais responsáveis pela limpeza por metro quadrado. Há trabalhadoras denunciando que ficam responsáveis por até três andares. O caso é alvo de uma ação do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Campinas (Cerest) encaminhada ao Ministério Público do Trabalho, que denuncia a falta de fiscalização por parte da Unicamp em relação ao cumprimento do contrato e à legalidade nas relações trabalhistas. Também há denúncias de assédio moral.

Para o STU, os funcionários contratados pela limpadora Centro estão na Unicamp pra prestar um serviço ao bem público e devem ser tratados com isonomia de direitos em relação aos concursados. Vale lembrar que até pouco tempo existiam funcionários de carreira contratados para exercerem esta função, de modo que a terceirização, mais uma vez, é utilizada pela Universidade como um mecanismo retirada de direitos do servidor público e divisão dos trabalhadores.

O STU apoia a mobilização dos trabalhadores da Centro e cobrará da reitoria a revisão do contrato celebrado com a empresa de modo a não comprometer os direitos trabalhistas dos funcionários. O sindicato é contra as terceirizações na Universidade e denuncia constantemente as violações de direitos trabalhistas envolvendo empresas que prestam serviços à Unicamp. O próprio Tribunal de Contas do Estado apontou a “terceirização desmedida” na Universidade em relatório de análise das contas do exercício de 2011.

porFernanda de Freitas

Boletim 038/2013

Baixe aqui o Boletim 038/2013, de 26 de Junho de 2013.

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porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Limpadora Centro cobram providências diante das péssimas condições de trabalho

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Texto e fotos: Fernanda de Freitas

Na quarta-feira passada (19) os trabalhadores contratados pela Limpadora Centro realizaram uma Plenária para discutir as condições de trabalho enfrentadas em várias unidades dentro da Unicamp.

A demanda foi recebida pelo Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação (Limpeza Urbana e Ambiental) de Campinas  e Região (SIEMACO Campinas), o gerente de Contrato Operacional da Limpadora Centro, Gilberto Borba e os diretores do STU, Rosana Aranha, Reginaldo Alves Nascimento, Daniel Monte Cardoso e Antonio R. do Prado.

Os trabalhadores querem reajuste de salário e da cesta básica; Equipamentos de Proteção Individual (EPI) mais adequados; ônibus fretado mais confortável; contratação de mais funcionários; coibição do assédio moral; pagamento de insalubridade para trabalhadores em atividade em unidades de risco; regulamentação para aceite de Atestado Médico e para a notificação de Acidente de Trabalho, entre outros pontos.

A sobrecarga de trabalho, devido ao déficit de funcionários; salários baixos e valor da cesta básica defasado são alguns dos questionamentos urgentes, tendo em vista que a empresa paga R$ 75,00 por cesta quando a média praticada em São Paulo é de R$ 336,00.

A Limpadora Centro, em sua maioria, é formada por funcionárias mulheres, muitas delas são chefes de família e um dos questionamentos é sobre o não aceite de atestado médico – muitas vezes em caso de acompanhamento dos filhos menores de idade – quando o documento está carimbado somente pelo médico e não pelo Centro de Saúde. Ou pior, quando este vem descrito apenas o período compreendido pela consulta, sendo que o tempo de deslocamento entre casa/unidade de saúde/Unicamp ficam descobertos e as trabalhadoras têm suas horas descontadas no salário.

Elas também reclamaram do alto índice de assédio moral provocado, principalmente, por funcionários da Unicamp, sendo alguns casos de humilhações públicas e ameaças de punição. Além do grande número de acidente de trabalho devido aos EPI inadequados e as condições insalubres dos locais de trabalho.

Outra demanda é o retrabalho que as funcionárias acabam tendo, em caso de limpeza de sanitários, já que o contrato da empresa prevê limpeza por metro quadrado e, em alguns casos, apenas uma vez ao dia. Mas devido às reclamações constantes dos funcionários da Unicamp as trabalhadoras precisam executar o trabalho várias vezes ao dia gerando sobrecarga e atraso na execução das tarefas.

Diante da gravidade das denúncias o SIEMACO Campinas realizou nova reunião, no dia seguinte à plenária, com uma comissão de trabalhadoras e a direção da empresa Limpadora Centro que recebeu as demandas e solicitou prazo até dia 19/07 para responder os questionamentos levantados pelas funcionárias.

Segundo informações do SIEMACO Campinas, o sindicato irá aguardar o prazo e em caso de resposta desfavorável ou impossibilidade de negociação será discutida a deflagração da greve.

A questão da terceirização desmedida dentro da Unicamp, principalmente das áreas meios, tornou-se uma pedra no sapato da instituição pela falta de transparência e critério na contratação das empresas e a alta rentabilidade para o setor privado, que sempre lucra à custa da precarização dos trabalhadores.

plenaria_limpadora_centro_19_06_13_rosana“O fim da terceirização dentro da universidade é uma luta histórica do STU, por isso, nossa diretoria acompanhará o caso junto ao sindicato da categoria e, de antemão, já se coloca à disposição para ajudar a encaminhar as demandas apresentadas”, explicou a diretora do STU, Rosana Aranha.

A situação dos trabalhadores da Limpadora Centro não é isolada porque reflete o momento de enxugamento no quadro de funcionários pelo qual a Unicamp tem passado. E isso só será resolvido com a abertura de concursos públicos e lisura no processo de contratação pela Funcamp.

porFernanda de Freitas

Mais um caso de irregularidade na Unicamp: contratação de procuradores sem concurso público

Luciana Araújo

A um dia do fim de seu mandato, o reitor Fernando Costa ainda não respondeu uma série de questionamentos sobre sua administração. Entre os temas sobre os quais a atual reitoria se nega a discutir com a comunidade universitária está a forma de contratação dos procuradores da Universidade.

No relatório da auditoria sobre a prestação de contas da Unicamp relativa ao ano de 2011, o Tribunal de Contas do Estado questionou o fato desses profissionais serem contratados em caráter temporário, o que vai contra a Constituição Federal tendo em vista que essa é uma atividade de caráter permanente, cujos cargos devem ser ocupados mediante concurso público.

Os auditores destacam ainda a contratação de três procuradoras que além de terem entrado na Universidade sem concurso, tiveram os contratos prorrogados por diversas vezes e, em 2011, foram enquadradas pela atual reitoria na função de Procurador Assistente. São elas: Fernanda Lavras Costallat Silvado, Luciana Alboccino Barbosa Catalano e Rosa Maria da Silva Bittar. Rosa foi contratada em 2002, as outras duas, em 2003.

A diretoria do STU questiona ainda o fato de uma delas, Luciana Alboccino, ter tido o contrato prorrogado para suprir a vacância de um outro procurador que foi cedido à Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

Supersalários e terceirização
Também não foi explicado o que o TCE classificou como “terceirização desmedida à Funcamp”, os supersalários apontados pela auditoria e que medidas a Unicamp tomou em relação à determinação do conselheiro Dimas Ramalho para devolução de valores salariais recebidos acima do limite constitucional em 2009. Nesse caso, o próprio reitor era chamado a ressarcir aos cofres públicos R$ 102.598,65.

Fernando Costa deve explicações também sobre a nomeação do ex-pró-reitor Paulo Eduardo “Paulão” para o cargo de Assessor da Administração Superior após inúmeros questionamentos a sua atuação como gestor público. Paulão foi enquadrado na lei da ficha limpa e por isso impedido de concorrer à vice-prefeitura da cidade, é citado em diversos processos do TCE onde são apontadas irregularidades em licitações conduzidas por ele, além de ser um dos supersalários questionados pelo Tribunal.

 

tabela_do_BoletimSTU18-de-abril-2013 cópia

porFernanda de Freitas

Fórum das Seis solicita informações sobre recursos das universidades

O Fórum das Seis encaminhou ao Conselho de Reitores (Cruesp), com base na Lei Federal nº 12.527/11, que regula o acesso às informações dos órgãos públicos de todas as esferas, ofício cobrando informações a respeito dos orçamentos das três universidades paulistas e do Centro Paula Souza.

A intenção é obter esses dados para saber como as verbas estão sendo empregadas e para subsidiar as entidades que compõe o Fórum das Seis frente ao Cruesp durante a Campanha Salarial 2013, que em breve se inicia. Principalmente, porque o Cruesp todos os anos insiste em alegar que não há verbas, quando na verdade sabemos que o que falta é vontade política de empregar melhor os recursos universitários.

Desta forma, foram solicitadas informações sobre como, neste ano, os recursos serão alocados pelas instituições nas seguintes frentes:

  • Recursos (contas ou aplicações);
  • Folha de pagamento;
  • Teto salarial;
  • Terceirização de serviços;
  • Permanência estudantil.

A Lei de Acesso à Informação, como ficou conhecida, estabelece o prazo de 20 dias, prorrogáveis por mais 10 dias para o envio das informações.

Confira no arquivo abaixo a íntegra do Ofício nº 05/2013.

 

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poradmin

Mobilização no CEPETRO garante pagamento, mas trabalhadores seguem em alerta

O STU continua acompanhando a situação dos trabalhadores terceirizados pela Construtora Ohana que atuam no canteiro de obras do Centro de Estudos de Petróleo (Cepetro-Unicamp). Num dos mais importantes centros de pesquisa em petróleo do Brasil, cerca de 30 trabalhadores tiveram os salários atrasados por quase dez dias. Os pagamentos só foram realizados no dia 29 passado depois que os funcionários cruzaram os braços na manhã da segunda-feira (28). O STU denunciou a situação e apoiou os trabalhadores no movimento de pressão sobre a empresa.

De acordo com os operários o pagamento de salários vem atrasando há pelo menos seis meses. Entretanto, esta foi a primeira vez que o transtorno superou a marca de uma semana.

Para o STU, a situação dos trabalhadores da Ohana demonstra a face mais perversa da terceirização que tomou conta da Universidade nas últimas décadas. Enquanto o setor privado lucra milhões todos os anos, os trabalhadores dessas empresas enfrentam a precarização das condições de trabalho, discriminação no pagamento de benefícios, assédio moral e atrasos nos pagamentos. Por isso, o STU seguirá acompanhando o caso em conjunto com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil em Campinas.

poradmin

Boletim 005/2013

Baixe o arquivo do Boletim do STU 005/2013, distribuído no dia 05 de fevereiro de 2013.

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