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porFernanda de Freitas

STU entrega a pauta interna e registra indignação com o reajuste zero

Cumprindo a deliberação da assembleia, o STU protocolou a Pauta Específica de Reivindicações dos/as Trabalhadores/as da Unicamp – 2021.

Pio, Marcílio e Kiko entregam a pauta ao chefe de gabinete da reitoria. (Créditos: Kiko)

Os coordenadores gerais do STU, Marcílio Ventura e José Luís Pio Romera, e o diretor Kiko, entregaram o documento ao chefe de Gabinete do Reitor, Prof. Dr. Paulo Cesar Montagner, nesta quarta-feira (28/07).

Os diretores aproveitaram para expressar a indignação da assembleia pela postura do reitor Tom Zé em compactuar com o reajuste zero “oferecido” pelo Cruesp, ao invés de colocar na mesa uma proposta concreta. Pior ainda, fugiu da discussão da data-base anunciando uma possível proposta para a carreira.

Há muitos anos o processo de progressão e/ou reformulação na carreira tem gerado insatisfação na maioria dos trabalhadores por sempre atingir um determinado grupo.

Os diretores reiteraram que o Sindicato, historicamente, tem debatido com a categoria um modelo de carreira que atenda as necessidades dos funcionários e esteja alinhado com a defesa do serviço público.

Pauta interna busca minimizar as perdas

Mesmo no período de pandemia a Unicamp segue aumentando o seu caixa, enquanto os funcionários amargam arrocho salarial e condições de trabalho extenuantes nos hospitais.

Para minimizar essas perdas, especialmente, as salarias que vêm corroendo nossos bolsos desde a Campanha Salarial de maio/2012, as principais reivindicações da pauta são:

  • Auxílio alimentação no valor de R$ 1.409,73. Corrigido pela cesta de índice (IGP-M  FGV, IPCA-IBGE e IPC-FIPE) de 01/2014 (R$ 850,00  até 04/2021);
  • Vale refeição no valor de R$ 770,00;
  • Auxílio teletrabalho no valor de R$ 500,00 mensais;
  • Abertura de concursos públicos e melhores condições de trabalho;
  • Carreira: Progressão e promoção em 2021, pois a Lei Complementar 173/20 permite implantar.

O documento incorpora as reivindicações dos trabalhadores da Área saúde, DEdIC, Orquestra Sinfônica da Unicamp, além de cobrar compromisso de isonomia salarial com a USP, entre outros itens. CLIQUE AQUI, para baixar a pauta completa.

Aproveitando a ocasião, os dirigentes já solicitaram uma agenda para com o reitor para iniciar as discussões das demandas internas. Montagner se comprometeu a entregar o documento ao reitor e o pedido de reunião.

Confira abaixo a íntegra da Pauta Específica de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp – 2021.

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Boletim do STU 024/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 18 de maio de 2016.

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Boletim do STU 05/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 16 de março de 2016.

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Fórum das Seis prepara campanha salarial unificada 2016

Recomposição salarial e isonomia dos pisos entre nas três universidades são as prioridades.

Com a proposta de manutenção do eixo da campanha salarial do ano passado – “Arrocho não! Isonomia já!” – a pauta retoma as reivindicações não atendidas no ano passado, a luta pela isonomia salarial na USP, Unicamp e Unesp, e inclui a atualização da proposta de reajuste.
Sobre o percentual para reposição de perdas o Fórum propõe que seja avaliada nas assembleias de base nas três universidades a reposição pelo ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 e a reposição parcial das perdas históricas, onde já se aponta um índice de 3% para diminuir a defasagem salarial acumulada ao longo dos anos.
Também será avaliado pelas assembleias se a pauta manterá a reivindicação de “nova negociação salarial em setembro/outubro 2016”, reafirmando a responsabilidade dos reitores em cumprir o acordo firmado em 1991, ou se manter essa demanda pode facilitar às administrações parcelar o percentual de reajuste.
A diretoria do STU lembra que em 2015 o parcelamento não garantiu a reposição da inflação acumulada ao longo do ano.

Financiamento
A luta pelo aumento do financiamento dos atuais 9,57% do ICMS para 11,6% também está na pauta. Congelada há mais de 20 anos, a destinação de recursos às universidades estaduais paulistas é absolutamente insuficiente e tem levado ao desmonte dos principais centros de pesquisa e formação superior do país. Na USP já foi aprovada a entrega do hospital de Bauru à Secretaria de Saúde e houve extinção de cargos, fechamento de creches e leitos no HU. Na Unesp estão suspensas as avaliações para progressão nas carreiras docente e técnico-administrativa. E na Unicamp os contingenciamentos estabelecidos pelas resoluções GR 02/2015 e GR 015/2015 afetam a reposição de pessoal, planejamento estratégico e o funcionamento cotidiano da Universidade.

Fortalecer a mobilização na Unicamp
Aqui na Universidade é preciso construir uma grande mobilização a partir das unidades para garantir a retomada da discussão com a reitoria sobre a isonomia dos pisos salariais com a USP e o reajuste dos vencimentos e do auxílio alimentação.
Há dois anos não é realizada a avaliação para as progressões na carreira e ainda estamos quatro referências abaixo dos valores praticados na Universidade de São Paulo. Além disso, desde 2013 o auxílio alimentação não é reajustado. E o reitor descumpriu os compromissos relativos à integralização da isonomia dos pisos salariais com a USP.
Para discutir a pauta geral e específica da campanha salarial é fundamental a realização das reuniões de unidade e o fortalecimanto da mobilização em cada local de trabalho, além de realizarmos uma grande assembleia no próximo dia 9/3.

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Funcamp: STU convoca reunião com trabalhadores para 5ª feira (1º/10)

Conforme noticiado no Boletim do STU nº 58/2015, o sindicato busca apurar porque os trabalhadores da Funcamp continuavam até semana passada sem informação sobre a efetivação do reajuste referente à data-base deste segmento da categoria, que é 1º de agosto.
O STU solicitou audiência em caráter de urgência com o diretor executivo da Funcamp, Fernando Sarti, e encaminhou também ao coordenador geral da Universidade, Alvaro Crosta, ofício ressaltando a importância de sua presença na reunião. A diretoria do STU cobra que esta audiência aconteça até o dia 30 deste mês. E a Unicamp, na qualidade de responsável subsidiária pelo cumprimento da legislação trabalhista na Universidade, precisa acompanhar este processo.
Somente após protestos de trabalhadores e a divulgação do caso pelo STU, na noite da última sexta-feira o SEAAC divulgou notícia em seu site informando que “as negociações estavam paradas desde o dia 25 de agosto, quando representantes da Fundação apresentaram proposta de parcelar o reajuste dos salários”. A entidade que juridicamente representa os trabalhadores contratados pela Funcamp informou ainda que aconteceu audiência de mediação do acordo na Superintendência Regional do Trabalho e a Fundação teria se comprometido a apresentar nova proposta. Ainda segundo o SEAAC, “já ficou decidido que o reajuste e todas as cláusulas do Acordo Coletivo, terão efeito retroativo a 1º de agosto. Enquanto o novo acordo não for assinado ficam garantidas todas as cláusulas e direitos previstos no atual ACT”.
O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp segue na luta em defesa da isonomia de tratamento entre os servidores contratados pela Funcamp e a Unicamp, incluindo a unificação da data-base em 1º de maio; pelo reconhecimento do STU como representante legal da categoria, fim das terceirizações, melhores condições de trabalho e pelo fim do assédio moral. Para a diretoria do sindicato, é fundamental construir um processo de mobilização e a realização de uma plenária da categoria para debater suas demandas. Por isso, o STU convoca uma reunião com os trabalhadores da Funcamp, quinta-feira (1º) às 12h no anfiteatro do HC (3º andar).

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Boletim do STU 056/2015

Baixe aqui Boletim 56/2015, de 01 de setembro de 2015.

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