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porFernanda de Freitas

Negociação da Data-base 2021 | Participe da Sala Virtual do Fórum – 07/03 – 12h

Nesta segunda-feira (7), às 14h, o Fórum das Seis e o CRUESP discutem a nossa data-base 2021.

O Fórum solicitou ao CRUESP (Conselho de Reitores) a transmissão ao vivo da negociação que será virtual, mas os reitores, até a publicação deste post, não informaram se a solicitação das entidades será atendida.

O Fórum abrirá uma sala online, a partir das 12h, mesmo que a negociação não seja transmitida. O objetivo é garantir um espaço para que trabalhadores/as e docentes da Unicamp, USP e Unesp possam discutir os informes com os/as representantes das entidades sindicais.

O link do encontro virtual ampliado é: https://bit.ly/F6eCruesp

Segunda-feira é dia de paralisação na Unicamp

Nossa última assembleia aprovou paralisarmos nossas atividades na data da negociação.

A partir das 14h vamos nos concentrar na sede do STU e participar da sala aberta pelo Fórum das Seis.

Vamos juntos/as acompanhar e debater os rumos da nossa Campanha Salarial.

porFernanda de Freitas

Cruesp diz NÃO ao reajuste na data-base

Foi a primeira vez que uma reunião do Cruesp com o Fórum das Seis foi transmitida on-line e mais de 1000 trabalhadores da USP, Unicamp e Unesp puderam acompanhar a reunião.

Print da Sala Virtual da Reunião de Negociação entre Cruesp e Fórum das Seis (Créditos: Adusp).

Mas qual foi a resposta dos reitores à pauta do reajuste, ao plano de reposição das perdas e a elevação do piso na carreira?

Não!

Utilizaram uma boa parte da reunião para justificar, através dos procuradores das três universidades, que o entendimento das Procuradorias Geral era de que a Lei Complementar 173 impede reajustar salários ou quaisquer benefícios, também nas Universidades Públicas Paulistas. A lei vigora até 30 de dezembro de 2021.

O Fórum já tinha colocado argumentos contrários, reforçando que as universidades têm autonomia e, além disso, apresentou uma série de pareceres e manifestações de Tribunais de Contas dos Estados que têm outro entendimento.

Mas diante dessa reposta, então, qual seria o próximo passo do Cruesp para discutir as perdas salarias que vem corroendo, desde maio/2012, nossos salários já acumulam 29,81%, numa situação em que os preços estão pela hora da morte?

NENHUMA, discussão sobre plano de reposição, nem para pagar em 2022, quando a Lei 173 perde seu efeito.

Sem argumentos os reitores da USP e Unesp entraram numa linha de provocar as entidades, desrespeitando a pauta da reunião e o Fórum das Seis.

O reitor da Unicamp, Tom Zé, se limitou a dizer que vai promover processos de progressão e promoção na carreira de técnicos e docentes nesse ano, mas que o gasto com as promoções vai acontecer só em 2022.

Reitores não querem se comprometer com nada

A reunião terminou sem sequer o Cruesp discutir o plano de retorno das atividades nas universidades com segurança sanitária.

Diante desse cenário nos resta construir os processos de mobilização e derrotar essa postura arrogante dos reitores, que se aproveitam de um momento de fragilidade em função da pandemia para impor mais arrocho, numa situação em que as três universidades estão fazendo caixa com dinheiro dos nossos salários. Essa postura enfraquece a autonomia das universidades e vai exigir resposta da comunidade.

porFernanda de Freitas

Cruesp usa LC 173 para justificar arrocho, mas avança com formação de GT para definir plano de recuperação de perdas e valorização nos níveis iniciais

Nova negociação acontece em 15/7. Fórum das Seis prepara indicativos de mobilização

A primeira negociação entre Fórum das Seis e Cruesp na data-base 2021, ocorrida na manhã de 10/6/2021, por plataforma virtual, teve dois pontos relevantes: 1) o uso de extensa e questionável argumentação legal e jurídica, por parte das reitorias, para justificar a manutenção do arrocho salarial, 2) a constituição de um grupo de trabalho para elaborar um plano de recuperação de perdas e valorização dos níveis iniciais da carreira.

Para entender melhor cada um deles, confira o relato da reunião a seguir.

Presidente do Cruesp – Vahan Agopyan

Números que falam por si

Ao falar na abertura da negociação, o coordenador do Fórum das Seis, Paulo César Centoducatte, criticou a demora no agendamento da primeira reunião, 40 dias após a data-base (1º de maio) e quase dois meses após o protocolo da Pauta Unificada (6/4). Ele lembrou que a pauta tem como focos centrais o combate ao arrocho, a valorização dos níveis iniciais das carreiras e a construção de um Plano Sanitário e Educacional em cada universidade, com a participação da comunidade universitária.

Em relação à forte corrosão do poder aquisitivo dos servidores docentes e técnico-administrativos nos últimos anos, frisou a contradição existente entre os bons resultados na arrecadação do ICMS (o acumulado jan/jun de 2021 é 24,88% superior a igual período do ano passado, e 7,43% superior à arrecadação prevista, mês a mês, pela Secretaria da Fazenda para 2021), o que tem garantido às universidades situação financeira confortável e bons níveis de reserva, e a crescente queda no comprometimento com folha de pagamento, que já se aproxima dos 70% na média das três universidades, menor nível da década.

Ele lembrou que, em 2020, diante das incertezas que cercavam a economia nos primeiros meses da pandemia, o Fórum das Seis havia suspendido a data-base. “Neste ano, é evidente que as reivindicações que demandam recursos financeiros são possíveis de serem efetivadas.”

Ao final de sua fala, o coordenador do Fórum solicitou ao reitor da USP e atual presidente do Cruesp, Vahan Agopyan, que se manifestasse sobre as reivindicações.

Leis e argumentações extensas

A pedido do presidente do Cruesp e falando em nome das procuradorias jurídicas das três universidades, o professor e procurador Ignácio Maria Poveda Velasco (USP) expôs interpretação de que a LC 173/2020 – lei proposta pelo governo federal, que exigiu sua aprovação pelo Congresso Nacional como condição para regulamentar a ajuda ao distrito federal, estados e municípios, por conta da pandemia, e que trouxe restrições à concessão de reajustes e benefícios até dezembro de 2021 – impediria qualquer concessão neste momento. Ele citou o julgamento do STF, que decidiu pela constitucionalidade das regras previstas na LC 173, e também um posicionamento do Tribunal de Contas (TC-SP) frente ao questionamento apresentado por vários municípios em novembro de 2020, quando foi reafirmada a impossibilidade de concessão de reajustes até dezembro de 2021. Por fim, falou da existência de uma ação no TJ-SP, movido pelo Ministério Público (MP-SP) contra as universidades, questionando a autonomia destas instituições para conceder o reajuste salarial de maio/2019, pois esta seria uma atribuição da Assembleia Legislativa de São Paulo.

 Após a fala do procurador, os três reitores disseram que, embora reconheçam a existência das perdas salariais apontadas pelo Fórum das Seis, bem como os demais prejuízos decorrentes da aplicação da LC 173, como é o caso da ausência de contratações, congelamento das carreiras e outros, viam-se tolhidos pelo temor de problemas futuros com a legalidade. Mas procuraram destacar que “isso não impede de abrir espaço para a recomposição destas perdas nos horizontes dos nossos mandatos”, como pontuou o recém-empossado reitor da Unicamp, Antonio José de Almeida Meirelles (Tom Zé). “Reafirmo minha preocupação com a valorização salarial e com as carreiras, mas não assumo compromissos com coisas que coloquem em risco a estabilidade financeira e jurídica das universidades”, completou o reitor da Unesp, Pasqual Barretti, no cargo desde o início deste ano.

Leis, interpretações e decisões políticas

Os representantes de todas as entidades do Fórum das Seis falaram na sequência do representante jurídico da USP e dos reitores. Enfatizaram que há muitos pareceres distintos e até decisões judiciais na contramão do que havia sido dito por eles.

Citaram alguns exemplos, como um parecer do próprio Ministério da Economia, que deixa claro que concessões asseveradas por legislações anteriores à publicação da LC 173 não poderiam ser prejudicadas, assim como as promoções e as progressões nas carreiras. Neste último caso, o próprio parecer citado por Poveda, relativo à consulta feita pelos municípios, ao mesmo tempo em que restringe reajustes salariais, diz que nada impede as promoções e progressões, mas este ponto não foi abordado pelos representantes jurídicos das universidades.

Frisaram, ainda, sentenças do próprio TJ-SP após ação movida pela Adusp, que afirmam que os ditames da LC 173 não se aplicam às universidades estaduais paulistas, pelo fato de que elas não são “entes federados” (distrito federal, estados e municípios) e sim autarquias de regime especial e com autonomia.

Neste sentido, o Fórum das Seis também lembrou às reitorias que a LC 173 trata de alterações à Lei de Responsabilidade Fiscal, que é aplicada a entes federados e não a autarquias (caso das universidades estaduais paulistas).

Frente à afirmação do reitor da Unesp, de que prevê pagar em 2022 os 3% de reajuste não honrados na data-base de 2016 – “mas sem compromisso com os atrasados” –, os membros do Fórum ressaltaram que não há nada na LC 173 que impeça a sua imediata aplicação, uma vez que é evidente tratar-se de concessão muito anterior à lei federal citada.

  Em relação à ação movida pelo MP-SP contra a autonomia das universidades em conceder reajustes salariais, a representação do Fórum questionou: “Se a ação levar anos para ser julgada, vamos ficar com os salários congelados?”

  Em todas as falas dos representantes das entidades, foram lembrados os nefastos efeitos do arrocho salarial, agravado pelo aumento da contribuição decorrente da reforma previdenciária; a situação de dificuldade por que passam muitos servidores das universidades, especialmente os aposentados; professores arcando com recursos próprios os custos das atividades remotas emergenciais e de suas pesquisas; o crescente número de pedidos de demissão de docentes e servidores técnico-administrativos, entre outros. Eles realçaram o fato de que as entidades não estão reivindicando reajuste ou aumento real, mas unicamente a recomposição do poder de compra, como garantido pela própria Constituição Federal. Pediram, por fim, que as reitorias adotem ações políticas efetivas em defesa da autonomia e da garantia dos direitos de seus servidores, e que as procuradorias das universidades atuem no sentido de sustentar essa postura e não ao contrário.

A preocupante evasão de estudantes, notadamente entre as parcelas mais vulneráveis socioeconomicamente, também foi enfatizada pelos representantes do Fórum, que conclamaram as reitorias a atentarem mais para a situação deste segmento: “Temos muitos estudantes em situação de insegurança alimentar, casos de suicídio de alunos em vulnerabilidade. Isso é urgente. É preciso acolher e dar apoio a estes estudantes, em sua maioria negros e pobres”, disseram.

Lembrando que a expectativa das entidades é que o espaço de discussões entre Fórum das Seis e Cruesp possa ser mais democrático e comprometido com as reivindicações do que vem ocorrendo nos últimos anos, os representantes do Fórum reforçaram a compreensão de que a discussão é política: trata-se de estancar a rápida deterioração a que está submetido o ensino superior público paulista há muito tempo, o que exige decisões políticas.

Os encaminhamentos da primeira negociação

Frente à cobrança da necessidade de transformar em ações concretas o reconhecimento do arrocho e da “justeza” das reivindicações apresentadas, os reitores comprometeram-se a:

– Promover uma reunião entre os representantes das Procuradorias da USP, da Unesp e da Unicamp com os jurídicos dos sindicatos, para esclarecimentos técnicos das interpretações da LC 173/2020.

– Criar um grupo de trabalho entre as partes para, imediatamente, estudar e propor um plano de recuperação das perdas salariais e de valorização dos níveis iniciais das carreiras. O grupo deverá apresentar suas sugestões até a próxima reunião do Cruesp com o Fórum das Seis.

– Realizar nova negociação no dia 15 de julho, para avaliar as propostas do grupo de trabalho e demais itens da Pauta Unificada 2021, inclusive os relativos à construção de um Plano Sanitário e Educacional no âmbito das universidades.

– Transmitir ao vivo as próximas negociações entre as partes, conforme solicitado pelo Fórum das Seis.

Fórum das Seis reúne-se em 14/6 para aprovar indicativos de mobilização

As entidades sindicais e estudantis do Fórum das Seis voltam a se reunir na segunda-feira, 14/6, para debater e aprovar indicativos de mobilização às categorias. Fique atento à divulgação!

Assembleia Geral Virtual do STU

🗓16/06/21 quarta-feira) – 10h

PAUTA:

  • Campanha Salarial 2021
  • Reunião com reitor Tom Zé
  • Eleição de Delegados(as) à Plenária Nacional da FASUBRA
  • Informes

🖥Link será disponibilizado em breve.

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp suspendem greve e aprovam contrapropostas

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Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp realizada no Ciclo Básico

A Assembleia Geral dos trabalhadores da Unicamp, realizada hoje (11), decidiu suspender a greve iniciada em 23 de maio. Os funcionários técnico-administrativos retornam ao trabalho na próxima segunda-feira (15).

Após 80 dias de greve, a categoria decidiu que o STU deve ajuizar um pedido de abertura de processo de dissídio coletivo para solucionar o impasse entre a instituição e os trabalhadores no que diz respeito às questões econômicas como isonomia e reajustes de salário e de benefícios.

Nossa Campanha Salarial cobrou reajuste salarial de 12,34% e o Cruesp concedeu apenas 3%, índice que não repõe a inflação período e reconhecido pelo reitor José Tadeu Jorge como insuficiente.

De acordo com o diretor do STU, Antônio Alves Neto, o que fica para os trabalhadores é um saldo organizativo da greve em diversas unidades da Unicamp, como a Área da Saúde e a Divisão de Educação Infantil e Complementar (Sistema Educativo), que têm mais dificuldades de mobilização e sofrem pressão por conta da especificidade do serviço. “Os próximos passos é conseguir junto à reitoria a devolução do desconto de greve, garantir que não haja punição aos trabalhadores e avançar na mesa de negociação dos pontos da Pauta de Reivindicações Específicas”, explicou o dirigente sindical.

Na próxima quarta-feira (17) haverá reunião com a reitoria da Unicamp e uma Comissão de Negociação formanda na assembléia com indicação de representantes das unidades que estiveram na greve. O objetivo é cobrar a retirada imediata dos descontos e a construção de um calendário de negociação da pauta. Também iremos apresentar uma contraproposta construída e aprovada em assembleia.

“Encerramos a greve, mas vamos continuar mobilizados fazendo reuniões e cobrando negociação com o reitor de todos os itens da nossa Pauta de Reivindicações Específicas”, afirmou a coordenadora geral do STU, Margarida Barbosa.

A diretoria do sindicato defende que a decisão de continuar ou não em greve sempre esteve nas mãos dos trabalhadores e cada passo dado foi no sentido de garantir o cumprimento das nossas reivindicações. “A assembleia apresentou um conjunto de contrapropostas a ser debatido e esperamos que na próxima reunião com o reitor possamos avançar nos pontos que interessam aos trabalhadores”, relatou o diretor Antônio Alves Neto.

A categoria apontou para a próxima quinta-feira (18) a realização de uma Assembleia Geral com Paralisação para discutir o resultado da negociação entre os trabalhadores, STU e reitoria.

A assembleia formou uma comissão de trabalhadores para analisar junto com a assessoria jurídica do STU os trâmites para o pedido de dissídio que ainda não tem data para ser ajuizado.

Conselho de Representantes

Também foi aprovado que o sindicato inicie um processo de recomposição do CR (Conselho de Representantes) para garantir a continuidade e fortalecimento da mobilização.

O processo eleitoral e os procedimentos para recomposição do conselho deverá ser feito no prazo máximo de 15 dias, respeitando o regimento e estatuto da entidade.

Fórum das Seis Entidades se reúne com o Cruesp

No momento, ainda está em andamento a reunião entre o Cruesp e o Fórum das Seis Entidades. A intenção é cobrar dos reitores respeito à isonomia, nenhuma repressão aos grevistas e empenho na busca de mais recursos financeiros para as universidades estaduais paulistas.

porFernanda de Freitas

Reitor protela para janeiro/16 discussão sobre a isonomia

Hoje à tarde (22) a diretoria do STU se reuniu com o reitor José Tadeu Jorge para checar os valores da arrecadação de ICMS e discutir as perspectivas de efetivação da isonomia salarial com a USP. A Fasubra também esteve presente à discussão.

De acordo com o reitor, os números apresentados no mês de novembro não atingiram a expectativa projetada inviabilizando a implantação da etapa da isonomia ainda em 2015.

No vídeo abaixo o diretor Kiko explica os principais detalhes tratados nessa reunião, confira:

 

poradmin

Reitoria protela aplicação de uma referência para todos

Foi realizada nesta segunda-feira (23/11) a reunião de negociação entre a reitoria e a direção do STU para tratar do pagamento de uma referência para todos os técnico-adminstrativos da Unicamp em conformidade com o acordado em maio deste ano quando da campanha salarial.
A expectativa e cobrança do STU era de que o pagamento da referência para todos pudesse ser efetivada a partir de outubro, de acordo com as projeções da Aeplan, que segue projetando que a arrecadação deste ano deve chegar nos R$ 92,5 bi, e com o acordado anteriormente com a reitoria.
Apesar de a reitoria seguir afirmando que a previsão da Aeplan é de que o governo arrecade os R$ 92,5 bi no ano, valor acima dos R$ 92,2 bi necessários para que seja garantido o acordo de pagamento de uma referência para todos, o reitor afirmou que a arrecadação não foi suficiente para disparar o “gatilho” de confirmação para o pagamento. Segundo ele, a arrecadação atingiu em outubro R$ 74,55 bi e deveria ter atingido mais de R$ 76 bi para que ele liberasse o pagamento da referência para todos.
A próxima reunião para tratar do tema será realizada no primeiro dia útil de dezembro após a liberação dos dados da arrecadação referentes ao mês de novembro, que terá como referência o dia 20/12.
Reserva Técnica – A reitoria afirma que o estudo detalhado e as especificações serão apresentadas em breve.
Auxílio Alimentação – A reitoria afirma que a sua prioridade é a isonomia e que toda sobra orçamentária seja designada para a sua efetivação.
Demissões no CAISM – Foram apresentados novamente os casos de demissões na Funcamp, particularmente do servidor que foi demitido mesmo estando em laudo médico. A reitoria ficou de dar resposta imediata.
DeDIC – A reunião pendente ficou de ser agendada, independente da presença do reitor, fato que até agora impediu o avanço da pauta.
A avaliação da negociação e os próximos passos a serem dados pelo sindicato estarão na pauta da próxima assembleia e devem ser pautadas nas unidades para que o STU possa dar os encaminhamentos necessários à luta de todos.

A diretoria do STU convoca os trabalhadores da Unicamp para assembleia geral no próximo dia 2 de dezembro (quarta-feira), a partir das 12 horas (local a confirmar). Em pauta a negociação com a reitoria, plenária da Fasubra e assuntos gerais.

poradmin

STU se reúne com a reitoria para cobrar pagamento da referência da isonomia. Assista a reunião ao vivo

Daqui a pouco, às 16 horas, a diretoria do STU se reúne com o reitor José Tadeu Jorge para cobrar o pagamento imediato da referência para todos, a partir do mês de outubro de 2015, conforme projeções já confirmadas pela Aeplan de que a arrecadação deverá atingir os 92,5 bilhões.
Na última reunião, realizada em 27 de agosto, em que o STU cobrou o cumprimento da promessa da reitoria com a isonomia o reitor afirmou que seria viabilizado o acordo inicial feito no primeiro semestre de assegurar uma referência para todos caso a arrecadação estadual atinja R$ 92,2 bilhões.
Além disso, o STU seguirá cobrando a equiparação salarial com os funcionários da USP e os demais ítens da pauta específica da categoria. Vale lembrar que o auxílio alimentação está congelado desde a posse do Tadeu.

A reunião será transmitida ao vivo. Para assistir basta clicar aqui.