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porFernanda de Freitas

Universidades ameaçadas por Bolsonaro: FASUBRA orienta parar as atividades e ir às ruas

COMUNICADO URGENTE!

UNIVERSIDADES AMEAÇADAS POR CANDIDATO BOLSONARO

A FASUBRA ORIENTA PARAR AS ATIVIDADES E IR ÀS RUAS EM DEFESA DA DEMOCRACIA E DA  AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA

O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) já não esconde mais os ataques planejados contra as universidades federais. A equipe econômica do político, liderada por Paulo Guedes, divulgou que em caso de vitória irá cobrar mensalidades nas instituições, com a argumentação de que a maioria das vagas das universidades federais é ocupada por estudantes que cursaram escolas particulares e, portanto, integrantes de famílias que poderiam arcar com mensalidades. Porém, segundo um estudo da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior  -Andifes, de 2016, revelou que dois em cada três estudantes de universidades federais são de classe D e E. Feito com base em entrevistas de 2014 com graduandos, o estudo mostra que 66,2% dos alunos vinham de famílias cuja renda não ultrapassava 1,5 salários mínimo per capita. Além de contrariar a Constituição Federal, que garante a gratuidade do ensino público.

Bolsonaro prevê ainda mudança na forma da escolha dos reitores, ferindo de morte a autonomia universitária e a paridade, onde foi conquistada, desrespeitando a lista tríplice e comprometendo ainda mais as pesquisas nas universidades públicas do Brasil.

O candidato, afirma que ira impedir gestões “aparelhadas pela ideologia de esquerda” e identificando “quem é quem” nas universidades federais para segundo ele impedir gestões democráticas. Já em entrevista a um canal de televisão, disse que os brasileiros têm “tara” pelo diploma superior e que seria melhor se muitos deles buscassem apenas o ensino profissionalizante, para atuar em áreas como conserto de eletrodomésticos e mecânico de automóveis.

E não só os (as) estudantes serão prejudicados com uma possível eleição do representante da extrema-direita no país. Os (as) trabalhadores(as) técnicos(as) administrativos(as) das instituições federais correm sérios riscos de ter os seus direitos atingidos. O vice de Bolsonaro, Mourão (PRTB), manifestou publicamente o desejo de acabar com a estabilidade no serviço público, aproximando a categoria das regras aplicadas na iniciativa privada e o fim do 13º salário.

Mourão, criticou de forma enfática o 13º salário e o adicional de férias, ao mostrar que está do lado oposto do que espera o (a) trabalhador (a). O programa de Bolsonaro prevê a manutenção da EC 95, que prevê Congelamento de gastos públicos, a manutenção da lei da terceirização irrestrita e a entrega definitiva dos HU´s à iniciativa privada. Com estas medidas, nossa carreira estará profundamente prejudicada, pois com a manutenção da EC 95, não haverá investimento as universidades.

É bom relembrar que a FASUBRA encaminhou a todos os candidatos a plataforma que foi aprovada em nossa plenária e, deste candidato, não obteve nenhuma resposta. Por essas e outras, é preciso fazer frente a um projeto político que representa tantos retrocessos. Na votação do próximo domingo, dia 28, a FASUBRA reitera a deliberação da nossa plenária defesa da democracia e voto na candidatura do campo da esquerda, a candidatura de Fernando Haddad (PT) e Manuela (PC do B).

Diante deste cenário, de possíveis ataques às universidades, a FASUBRA orienta a intensificação das ações propostas em defesa da democracia, da universidade pública, e ainda onde for possível manter a paralisação até sexta feira.

 

  1. Realizem assembleias, ainda no dia de hoje;
  2. Manter a paralisação por 48 h (quinta e sexta feira) e ir ruas;
  3. Realizar aulas públicas nas praças; 
  4. Participar das atividades com as demais entidades em defesa da democracia, da autonomia universitária e contra a cobrança mensalidades.

 

O futuro do país e das universidades públicas está em nossas mãos, não podemos como trabalhadores da educação, deixar de prestar este serviço à sociedade

 

Em defesa de uma sociedade Justa e Igualitária.

FASUBRA na Luta sempre!

Fonte: Fasubra

porFernanda de Freitas

FASUBRA orienta as entidades de base para o 2º turno

A votação do último domingo (7) decidiu por um segundo turno entre Fernando Haddad, do PT, e Jair Bolsonaro, do PSL, na corrida presidencial. A próximas três semanas serão decisivas. No segundo turno configuram-se dois projetos distintos para a classe trabalhadora. Bolsonaro mantém o projeto Temer, “Ponte para o Futuro”, com requintes ainda mais à direita. O candidato do PSL anuncia – através de seu mentor político Paulo Guedes – em seu programa de governo a entrega de estatais e desmonte do serviço público. Guedes já afirmou, mais de uma vez, dentre outros ataques, que pretende privatizar “todas” as estatais. Sendo assim, as Instituições Públicas de Ensino estão claramente em xeque.

Esta é a proposta política para reduzir o gasto público. Aliado a isso, Bolsonaro mantém seu discurso contra as minorias. Das candidaturas alternativas do campo da esquerda, Fernando Haddad foi o escolhido nas urnas para o segundo turno. Portanto, entendemos que neste momento temos que cerrar fileiras para enfrentar o autoritarismo e o conservadorismo da direita. A FASUBRA, seguindo a deliberação congressual, na defesa da democracia, indica o apoio à candidatura que expressa essa política. Neste caso, a candidatura de Haddad (PT) e Manuela (PCdoB).

Porém, a Federação mantém a sua independência e autonomia política, para cobrar que o PT não cometa os mesmos erros, fazendo as mesmas alianças dos governos anteriores. A aliança terá que ocorrer com a classe trabalhadora. Nesse sentido, a FASUBRA, independente do governo, estará nas ruas para cobrar as revogações das reformas que atacam o direito da classe trabalhadora e em especial do serviço público.

A tarefa agora é intensificar as mobilizações para impedir que o outro candidato, identificado com a extrema-direita, possa ocupar o posto político de maior importância do país. Afinal, quase 50 milhões de brasileiros – 46% do eleitorado – mostraram-se favoráveis às ideias fascistas desse candidato, o que alerta para um cenário bastante preocupante. Seguindo as deliberações do último congresso, a FASUBRA Sindical orienta as entidades de base que convoquem assembleias na próxima semana para a construção ou participem de comitês em defesa da democracia. É fundamental reforçar que os(as) trabalhadores(as) se oponham frontalmente a Bolsonaro nas urnas e estejam presentes em atos organizados pelas centrais e pelas entidades do FONASEFE.

Analisando os nomes eleitos para deputados e senadores, vemos que a nova formação do Congresso Nacional promete ser tão conservadora quanto a anterior. Com uma renovação de 47,3% na Câmara e 85% no Senado. Os partidos que participaram do golpe em 2016 foram os que mais perderam cadeiras. Lamentavelmente, a maioria das cadeiras no Legislativo ficaram entre partidos que se alinham com o projeto conservador de direita.

Não há dúvidas de que no próximo período iremos às ruas para garantir nossos direitos e conquistas, para evitar que o Brasil retroceda todos os direitos sociais e trabalhistas. A hora de se mobilizar é agora! Vamos às ruas para gritar #elenão, #elenunca! A democracia não pode esperar! Para tanto, a FASUBRA orienta:

1. Que as direções das entidades de base realizem uma reunião esta semana para analisar o resultado
do primeiro turno e discutir voto contra o fascismo no segundo turno;
2. Que as entidades de base convoquem AG´s, para construção e/ou participação dos comitês
estaduais em defesa da democracia;
3. Nenhum voto a Bolsonaro e no fascismo;
4. Participação em todos os atos em defesa da democracia – ato dia 20/10;
5. Participar do calendário convocado pelas centrais;
6. Realizar nas entidades de base, neste período, debates sobre opressões, para responder aos ataques
da candidatura Bolsonaro e preparar os delegados para encontros da FASUBRA de mulheres, negros e
LGBTIs.

porFernanda de Freitas

Fasubra realizará encontro das universidades estaduais e municipais

Com o objetivo de integrar trabalhadores de todo o país à Coordenação das Estaduais e Municipais da federação realizará o I Seminário das Estaduais e Municipais da Fasubra. Será nos dias 2, 3 e 4 de dezembro, na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e a diretoria do STU informará em breve os critérios de participação da bancada da Unicamp no seminário.

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O evento será realizado em um momento importante para a luta dos técnico-administrativos em todo o país onde o corte de verbas e o ajuste fiscal atingem a maioria das universidades e os prejudicados, em regra, são os trabalhadores e a população usuária.

O documento prossegue afirmando que a Fasubra “tem a responsabilidade de instituir políticas que apresentem resposta aos ataques de desmonte do setor da educação dos governos. Não apenas, por ter as mesmas lutas e anseios, mas para fortalecer a participação dos sindicatos na luta política em todas as esferas, caracterizada como a maior missão da Federação”.De acordo com a convocatória assinada pela coordenação “há uma grande necessidade de aproximação com as entidades sindicais de base que representam os trabalhadores técnico-administrativos das Universidades Estaduais e Municipais do Brasil”.

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral elege delegados para Plenária Nacional Estatutária da Fasubra

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A Assembleia foi realizada no Pavilhão Básico / Foto: Pedro Amatuzzi

Hoje à tarde (14), a Assembleia Geral dos trabalhadores da Unicamp elegeu cinco delegados titulares e dois suplentes para a Plenária Nacional Estatutária da Fasubra Sindical, que acontece nos dias 19 e 20 de junho em Brasília/DF.

Na pauta está prevista a discussão sobre conjuntura e plano de lutas, prestação de contas da federação, entre outros assuntos. Também será reservado um espaço para debate sobre a organização dos trabalhadores técnico-administrativos das universidades estaduais e municipais.

Foram eleitos para delegados titulares: Fanuel Vander Ananias (HC), Luiz Gonzaga de Carvalho (Aposentado), Maria de Lourdes Mello Leme (Aposentada), Roberto Carlos de Souza (Fubá/STU) e Sandra Aparecida Ramos (STU); e suplentes: Rafael Oliveira Jorge (CCUEC) e João Raimundo Mendonça de Souza (Kiko/STU).

Vale ressaltar que, recentemente, a Fasubra se manifestou contra o impeachment, contra a Reforma Fiscal prevista no Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/16, contra a Reforma da Previdência e contra as políticas que retiram direitos dos trabalhadores.

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Plenária Nacional da Fasubra aprova posição contra o impeachment e a retirada de direitos

A Plenária Nacional da Fasubra, realizada no último final de semana, aprovou deliberação política contra o impeachment da Dilma, entendendo que a proposta é uma resposta da direita para restringir mais direitos, conquistas sociais, privatizações e conservadorismo. Que é preciso barrar o impeachment com mobilizações, mas também enfrentar o governo Dilma que aprofunda o ajuste sobre os trabalhadores.

14 de abril: Dia Nacional de Mobilização e Paralisação
A plenária também aprovou um indicativo de mobilização e paralisação nas universidades no dia 14 para barrar o PLP 257/16 que traz enormes prejuízos para os trabalhadores do serviço público.

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Boletim do STU 07/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 6 de abril de 2016.

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Assembleia mantém encaminhamentos para a campanha salarial unificada

A assembleia da última quarta-feira (23) reafirmou o poscionamento aprovado no dia 9/3 de que a Campanha salarial Unificada deste ano
deve lutar pela reposição do ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 mais 3% de recuperação parcial das perdas historicamente acumuladas, e
a reivindicação de 14,16% (em parcela única e igual para todos os trabalhadores) a título de recuperação da perda provocada pelo parcelamento do reajuste do ano passado, retroativo a data base.

Novamente os trabalhadores rejeitaram a proposta do Fórum de incluir na pauta unitária a luta pela mudança do teto salarial no Estado para o equivalente a 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal.

A decisão foi referendada por 41 votos pela manutenção da deliberação anterior contra 23 votos a favor de uma proposta similar à que foi provada na assembleia do Sintusp, que autorizava a inclusão do debate sobre o teto na luta unificada para fortalecer a mobilização unificada do Fórum das Seis. Dois servidores se abstiveram.

A coordenação do Fórum se reúne nesta segunda (28) com o objetivo de fechar a pauta unificada e discutir a entrega das reivindicações ao Cruesp.

Plenária da Fasubra – Na assembleia também foram eleitos os representantes da categoria à próxima plenária nacional estatutária da Fasubra. A atividade acontece de 1° a 3 de abril, em Brasília, e vai debater a conjuntura, carreira e a emergência internacional colocada pela epidemia do Zika vírus e como esse cenário afeta os direitos das mulheres trabalhadoras. Ficou decidido pela assembleia que os trabalhadores serão representados respeitando a proporcionalidade dos grupos que compõem a diretoria do sindicato. A Unicamp tem direito a cinco delegados ou delegadas à plenária (1 indicado pela Coletivo Alerta Unicamp, 1 do Vamos à luta!, 1 indicado pelo Coletivo Apesar e 1 representante da chapa Lutar pra Valer – Independência e Democracia na Base, que concorreram nas últimas eleições para a diretoria do sindicato e obtiveram votos necessários para integrar o colegiado). Além disso, um representante indicado pela diretoria do STU será também delegado à plenária.

Também foram aprovadas pela assembleia uma moção contra a punição da diretora do STU e da Fasubra Adriana Stella (leia abaixo) e o encaminhamento para a Comissão Nacional e  Estadual da Verdade de moção sugerindo a alteração dos nomes das rodovias estatuais e nacionais que contenham nomes de ditadores e apoiadores da ditadura militar.

 

Moção pela retirada das punições à Adriana Stella e anulação da Sindicância

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp vem manifestar irrestrito apoio e solidariedade à funcionária da Unicamp e diretora do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) e da FASUBRA, Adriana Cristina de Toledo Stella, vítima de assédio moral em seu local de trabalho e de sindicância que determinou sua punição por não se calar e denunciar seu chefe assediador.

Adriana Stella sofreu assédio moral por seu chefe que repetida e sistematicamente a hostilizou, ridicularizou, inferiorizou, e culpabilizou por sua gravidez e sua atuação sindical junto à categoria.

Há exatamente um ano, a Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp já aprovou uma moção de apoio e retirada das punições. No mesmo ano, o tema das punições e perseguições aos ativistas foi alvo de debate com a Reitoria na Campanha Salarial. A Universidade assumiu que a prática de assédio moral é constante e assinou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao Ministério Público para coibir essa prática. O Reitor, chegou a assumir publicamente em reunião realizada junto ao STU que o processo de Adriana foi conduzido de forma irregular e que, portanto, deveria ser considerado como nulo.

Mesmo assim, passado quase um ano do processo que ficou engavetado na Reitoria desde abril de 2015 até o início do ano de 2016, ao início da Campanha Salarial deste ano a Reitoria encaminha ao STU comunicado informando que a sindicalista Adriana receberá as punições. Além de não cumprir o que o Reitor publicamente expressou em reunião gravada e não cumprir o TAC, a Reitoria se utiliza de métodos coercitivos para amedrontar os trabalhadores da Unicamp ao punir uma trabalhadora que denuncia o assédio.

A prática da Reitoria reforça que aqueles que não se calam e lutam contra o assédio e perseguição serão duramente punidos, como forma “exemplar” de calar a voz dos trabalhadores desta Universidade. Em época de Campanha Salarial, a Reitoria reforça ainda mais que irá perseguir aqueles que lutam.

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp considera grave a perseguição institucional e a tentativa de punição exemplar de uma trabalhadora que ousou não se calar frente ao assédio! Por isso, exige a imediata retirada das punições e anulação da Sindicância.

Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp

Campinas, 23 de março de 2016

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Fasubra responsabiliza governo por alongamento da greve

Por Luciana Castro, para a Fasubra

Na tarde de quinta-feira, 24, o Comando Nacional de Greve (CNG) da FASUBRA Sindical se reuniu com o secretário de Relações de Trabalho, Sérgio Mendonça na sede do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), após uma hora de atraso. A proposta imposta pelo governo federal de reajuste de 5,5% e m agosto de 2016 e 5% em 2017 e elevação no “step” na carreira de 0,1%, foi aprovada pela categoria, após rodada de assembleias dos sindicatos de base. Também participaram da reunião o secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação, Jesualdo Farias e a Assessoria Jurídica da federação.

A FASUBRA enviou a minuta de acordo no período da tarde à Secretaria de Relações de Trabalho (SRT), documento com base no que a maioria da categoria deliberou. A representação da FASUBRA cobrou mais agilidade no processo negocial, devido a afirmação de Mendonça em analisar o termo de acordo construído pela federa&cce dil;ão somente na próxima semana. “Não haverá discussão enquanto não analisarmos este assunto entre nós, até terça enviamos nossa proposta e na quarta à tarde discutimos o texto, para que realizem as assembleias de vocês”, disse Mendonça. Na ocasião, o secretário da SRT/MPOG falou sobre o teor do acordo, “o que vale são as respostas apresentadas por meio de ofícios do Ministério do Planejamento e a carta do Ministério da Educação”.

De acordo com a FASUBRA, se o governo está pedindo um tempo para análise, deve haver garantias do não corte de ponto, além da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que proíbe esta ação por parte do governo. Sobre este assunto Mendonça declarou, “se estamos caminhando para uma convergência, n&atild e;o vai haver surpresas”.

A representação da FASUBRA questionou a decisão do governo em delongar a greve e afirmou, “vocês estão jogando a greve para mais duas semanas, agora está na mão do governo”. A federação também advertiu informar à imprensa sobre a continuidade da greve, devido a morosidade do governo em resolver a qu estão. “Só vamos sair da greve depois que assinarmos o acordo”.

Agenda

29/09 – Governo encaminhará documento de termo de acordo após análise do que foi apresentado pela federação. Atos nas reitorias para cobrar celeridade nas negociações.

30/09 – Reunião do CNG para análise em conjunto da redação das cláusulas no MPOG.

 

Atos nos estados

O Comando Nacional de Greve da FASUBRA Sindical participou na manhã do dia 23, do Ato contra pacote de medidas do governo federal que atinge o funcionalismo público. A manifestaç&ati lde;o aconteceu em todos os estados. Em Brasília-DF, os grevistas se concentraram em frente ao Ministério da Fazenda.

O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) engrossaram as fileiras de insatisfação diante da redução de investimentos no programa Minha Casa, minha vida.
Diante da conjuntura atual de crise econômica e política os trabalhadores afirmam que não vão pagar a conta.

Confira a matéria no site de origem: http://www.fasubra.org.br/index.php/fasubra/846-fasubra-apresenta-minuta-do-termo-de-acordo-ao-governo

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Com ajuste fiscal, governo recua em negociações e adia reajuste para agosto de 2016

Após o anúncio das novas medidas do ajuste fiscal, feito na segunda-feira (14) pelo ministro Levy, o comando nacional de greve da Fasubra ocupou na terça-feira (15) o Ministério da Educação. As medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda preveem o adiamento de reajuste ao funcionalismo, suspensão de concursos, eliminação do abono de permanência criado na reforma da previdência do governo Lula para os servidores que continuam trabalhando mesmo tendo tempo para se aposentar, entre outras medidas.
Após a ocupação do Ministério os servidores conseguiram antecipar uma reunião agendada para ontem com o Planejamento, mas não teve avanços nas negociações. Ao contrário, houve recuo da proposta apresentada semana passada. O governo propôs aplicar 5,5% do reajuste apenas em agosto de 2016 e 5% em janeiro de 2017 com progressão do STEP (evolução na carreira) – o que resultará em cerca de 3% de acréscimo aos salários. Os benefícios também seriam corrigidos em média à razão de 22% (equivalente ao IPCA do período em que ficaram congelados), com o auxílio alimentação passando de R$ 373,00 para R$ 458,00.
Será realizada nova audiência na próxima quarta-feira (23).
Em nota, a Fasubra destaca que “a última versão do ajuste fiscal ampliou o golpe, imputando aos trabalhadores a conta da crise que, além de diminuir o impacto do reajuste em 2016, que não cobria sequer a inflação de 2015, amplia a retirada de direitos dos trabalhadores, inclusive componentes que integram a remuneração salarial dos servidores federais”.
A categoria, cuja greve segue em 62 das 63 universidades federais do país e hoje completa 113 dias mesmo com ameaça de corte de ponto, realizará assembleias de base até terça-feira para discutir a proposta.
Paralisação nacional – Entidades do funcionalismo realizaram na terça-feira reunião convocada pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais. A decisão foi intensificar a mobilização, iniciar uma nova jornada de greves contra o ajuste e convocar um dia nacional de paralisação do serviço público em 23 de setembro. Já estão paralisados trabalhadores do Judiciário Federal, INSS, Ibama, órgãos federais do Executivo em diversos estados e médicos peritos.

porFernanda de Freitas

Assembleia discute pauta de reivindicação e aprova calendário da isonomia

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Assembleia aprova calendário de lutas pela isonomia

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em Assembleia Geral, hoje (4) à tarde, deram o pontapé inicial para a construção da Campanha Salarial 2015.

Na ocasião foram discutidas as perspectivas de mobilização tendo em vista o recente anúncio do governador Alckmin de ajustes financeiros à custa do arrocho salarial dos servidores públicos. Os trabalhadores não aceitaram que a crise político-econômica, pela qual o país está passando, seja justificativa de impeditivo para a implementação da isonomia e dos avançarmos na discussão sobre reposição das perdas salariais.

Após duas horas de avaliação da conjuntura nacional e dos indicativos do Fórum das Seis, a assembleia deliberou:

  • Indicar ao Fórum das Seis que seja fixado um índice salarial que reivindique a recuperação das perdas salariais somada à inflação acumulada de 2014/2015;
  • Que o STU cobre, novamente, resposta oficial do reitor a respeito da efetivação da isonomia, bem como seus respectivos dados;
  • Que as unidades realizem suas reuniões para debater a Campanha Salarial, o calendário da isonomia e também eleger o membro para o Conselho de Representantes (CR);
  • Aprovar um calendário de lutas que tem como norte a construção da greve caso não se efetive a isonomia com a USP, sem prejuízo de participação no calendário indicado pelo Fórum das Seis para debater as questões da data-base 2015.

Os trabalhadores agendaram para 16 de abril a realização de nova assembleia para discutir o indicativo de paralisação ou de deflagração da greve, com vistas na resposta do reitor Tadeu sobre a efetivação da isonomia, cujo prazo vence em 19 de abril.

Encaminhamentos gerais 

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Trabalhadores indicam nota de repúdio ao calendário do mês da mulher proposto pelo GGBS e apoio ao povo indígena Kariri Xocó

A assembleia aprovou uma nota de repúdio ao calendário do Dia Internacional da Mulher proposto pela Unicamp que tem como tema “Afinal, o que querem as mulheres?”.

A iniciativa encampada pelo GGBS propõe ações totalmente desconectadas às lutas das mulheres porque indicam atividades com temática como “A Mulher e o Amor”, Minicurso de Auto Maquiagem, Minicurso de Moda no Ambiente de Trabalho e Feira da Beleza.
Essas atividades reforçam preconceitos e estereótipos extremamente machistas que vão de encontro à pauta feminista por melhores condições de trabalho, equiparação salarial com os homens, mais vagas na creche, combate a toda forma de violência etc. A assembleia defende que a discussão proposta pelo GGBS está ultrapassada porque as mulheres querem mais do que se embelezar. Sua luta é por um mundo justo, igualitário e sem exploração e opressão.

A assembleia também aprovou, por unanimidade, a Moção de Apoio ao Povo Kariri Xocó que vive no município de Porto Real do Colégio, em Alagoas (AL) e que está mobilizado pela “reintegração de posse” de suas terras já regulamentada há anos. Os indígenas reivindicam que os posseiros e fazendeiros, que perderam em última instância o direito de posse na Justiça, desocupem imediatamente as terras.

Plenária Fasubra

A assembleia geral aprovou a indicação de quatro trabalhadores para participarem da Plenária da Fasubra, que ocorrerá neste fim de semana.

A comissão será composta por um representante de cada coletivo que compõe a diretoria do STU, bem como seu respectivo suplente. Os coletivos são “Alerta Unicamp – Compromisso com o Trabalhador”, “Vamos à Luta”, “Apesar de Você” e “Lutar Pra Valer”.

Calendário de Lutas

  • 06/03 – Ato Nacional contra a EBSERH e em Defesa dos Hospitais Universitários da Fasubra (Rio de Janeiro/RJ)
  • 07/03 – Ato do Dia Internacional de Luta das Mulheres (Campinas/SP)
  • 07 e 08/03 – Plenária da Fasubra
  • 10/03 – Reunião da Comissão de Aposentados das Três Universidades Paulistas (Piracicaba/SP)
  • 19/03 – Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp
  • 31/03 – Ato dos Aposentados contra as Medidas do Governo Federal – MP’s (Piracicaba/SP)
porFernanda de Freitas

Caderno de Teses do XXII Confasubra

De 4 a 8 de maio acontece o XXII Congresso da Fasubra (Confasubra), na cidade de Poços de Caldas (MG).

O encontro irá reunir os servidores das instituições federais e estaduais de Ensino Superior para debater temas como Conjuntura Nacional e Internacional; Seguridade Social; Educação, Organização e Estrutura Sindical, etc. Além de tratar da Prestação de Contas da Direção Nacional; Balanço da Gestão; Eleições e Posse da Nova Direção Nacional.

Confira abaixo o caderno de Teses do XXII Confasubra:

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poradmin

Repúdio à criminalização das lutas nas universidades

A diretoria do STU manifesta repúdio ao processo de criminalização das lutas sociais nas universidades públicas brasileiras, que nesse início de ano teve dois episódios deploráveis.

A primeira: a tentativa da promotora Eliana Passarelli, do Ministério Público de São Paulo, de processar por “formação de quadrilha” os 72 estudantes que foram detidos durante a desocupação da reitoria da USP em 2011. A outra é a ação de reitorias das universidades federais de perseguir, cassar liberações e promover punições e desconto de ponto contra dirigentes sindicais. A Fasubra protocolou denúncia ao Ministério da Educação no último dia 5/2, exigindo providências urgentes.

Da mesma forma que a reitoria Fernando Costa, as administrações das universidades federais se acham acima da lei e buscam coibir as lutas em defesa da educação pública e de melhores condições de trabalho.

Nossa solidariedade aos estudantes da USP e aos técnico-administrativos e dirigentes sindicais das universidades federais. Não às punições e perseguições nas universidades.

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Boletim 006/2013

Baixe o arquivo do Boletim 006/2013, distribuído no dia 14 de fevereiro de 2013.

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