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porStéphane Powaczuk

STU participa de Plenária Nacional da Fasubra em Brasília

Permanecer na luta por democracia nas universidades e aguardar respostas do novo governo.

O STU participou da última Plenária deste ano da Fasubra, em Brasília, de 08 a 10 de dezembro. No primeiro dia, foi realizada uma comemoração ao aniversário de 44 anos da federação, no Auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados. A solenidade contou com a presença de vários parlamentares reconhecendo a importância da federação durante todos esses anos de existência.

Essa plenária foi muito importante, devido ao momento da conjuntura que estamos passando. “Foi uma das maiores Plenárias que eu já participei, pois contou com quase 200 delegados. Foi tirado um conjunto de encaminhamentos para serem debatidos no primeiro semestre de 2023, onde o governo Lula já terá assumido e precisará dar uma resposta a população”, comentou a diretora Bianca Zupirolli que esteve representando o STU como uma das delegadas na Plenária.

Dentre as pautas estava a análise e aprovação das contas da FASUBRA dos anos 2020 e 2021, o que realmente aconteceu. De acordo com João Daniel, que faz parte do Conselho Fiscal da Fasubra, foi mostrado que a federação ampliou seu patrimônio e manteve a saúde financeira.

Mesa Conselho Fiscal. Foto: Assessoria Fasubra Sindical.

“A Plenária da FASUBRA cumpriu o papel de atualizar a pauta de reivindicações para ser entregue ao governo Lula no dia 2 de janeiro. Outro ponto importante foi o debate de democracia na universidade que para nós é tão caro”, comenta Toninho Alves, Coordenador da Fasubra e do STU.

O debate pela democracia nas universidades também foi muito discutido no encontro. A defesa contra os interventores e contra os cortes na educação resultou em um calendário de mobilização ainda em dezembro. E a partir de janeiro, o objetivo é acompanhar as mesas de negociação com o novo presidente para garantir a carreira dos técnico-administrativos/as em educação e as reivindicações históricas retomando o acordo feito em 2016, ainda no governo Dilma. Porque durante o governo golpista Temer e o governo Bolsonaro não houve nenhuma mesa de negociação.

Segundo a Diretora Geral do STU, Elisiene Lobo que também esteve na Plenária, um dos encaminhamentos foi a realização do próximo CONFASUBRA, que será em maio/2023, em Brasília. Este congresso vai eleger a nova coordenação da Fasubra.

Lembrando as vítimas da Covid-19, antes de iniciar a Plenária Nacional, foi realizado um minuto de silêncio em homenagem aos técnico-administrativos/as em educação que perderam suas vidas durante a pandemia.

O STU enviou como delegadas para a Plenária Nacional da Fasubra as diretoras Elisiene Lobo, Sandra Ramos, Bianca Zupirolli. O João Daniel do STU também esteve na Plenária apresentando as contas da Fasubra e coordenando a mesa do Conselho Fiscal. O diretor do STU Toninho Alves faz parte da coordenação geral da federação e também estava participando do encontro.

João Daniel, Elisiene Lobo, Toninho Alves, Sandra Ramos e Bianca Zupirolli.

Confira abaixo um poema escrito pela delegada técnico-administrativa aposentada da UFRRJ, Ivanilda Reis que leu para os/as participantes da Plenária:

A vitória de Lula e o direito de voltar a sorrir

Voltar a sorrir não é força de expressão

Representa uma explosão de amor no coração

Eu que adoro dá aquele sorrisão

Estava triste vivendo uma grande apreensão

Sofrendo em vê tanto ódio, tanta destruição

Com Lula nasceu uma grande esperança em meu coração

Sei que não será fácil não

Afinal os seguidores do ódio, da defesa da opressão

Continuam no nosso meio sem compaixão

Mas saber que o mito deles derrotamos com muita determinação

Me traz o sorriso de volta e a certeza que nossa luta não foi em vão

Sou mulher, negra lutando contra a exploração

Viver com um machista racista no poder desta nação

Foi um sofrimento que você não tem noção

Ganhamos! Não foi só uma eleição

Foi como renascer

viver uma  ressurreição

Agora é seguir feliz, mas sem trégua, sem ilusão

Sem esquecer

que só com muita luta e mobilização

Poderemos garantir a transformação

Pois só a eleição

Não mudará nossa vida não

Precisamos seguir lutando com muita garra organização e união

Sem medo

Só assim teremos um mundo mais

justo, democrático e sem submissão

porFernanda de Freitas

Assembleia de quinta-feira (01/12) vai discutir rumos da nossa data-base

Nesta quinta-feira (01/12), às 12h, na sede do STU, teremos mais uma Assembleia Geral. Vamos discutir o desfecho da reunião da Comissão Técnica, entre Cruesp e Fórum das Seis, que discutiu a nossa questão salarial.

Estamos entrando na reta final do ano, se quisermos arrancar nosso reajuste de 21% e outros itens da nossa pauta interna será preciso aumentar a pressão pra cima do reitor fujão, Tom Zero.

A diretoria do STU orienta que as reuniões de unidades sejam intensificadas para que na assembleia seja possível fazer uma avaliação do andamento do movimento e das pautas da Carreira e do Ponto Eletrônico.

Agende a sua reunião de unidade e comunique o STU via e-mail [email protected].

Na assembleia vamos escolher também nossos/as delegados/as para a Plenária Nacional da Fasubra, que ocorre entre 8 e 10/12, em Brasília/DF.

Sua participação é fundamental na construção dessa luta!

porStéphane Powaczuk

Vitória do serviço público: PEC 32 será retirada de pauta

Uma das principais lutas recentes das servidoras e servidores públicos no governo Bolsonaro foi a derrota da PEC 32 – (Reforma Administrativa). O trabalho incansável nos últimos dois anos da FASUBRA Sindical e das entidades que compõem o FONASEFE contra a destruição do serviço público proposta pela PEC teve êxito. A votação da PEC 32 na Câmara dos Deputados chegou a ser adiada mais de uma vez por conta da mobilização em Brasília e em todos os estados. Servidoras e servidores públicos podem finalmente respirar aliviados: a PEC 32 será retirada da pauta do Congresso Nacional.

Logo após o 1º turno das eleições, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), ameaçou pautar novamente a famigerada PEC 32, o que poderia ocorrer ainda este ano. Na última semana, no entanto, Lira voltou atrás e anunciou em reunião de líderes que apenas as prioridades do novo governo eleito (LULA/Alckmin) serão pautadas até o final deste ano, o que representa que a Reforma Administrativa não irá ser votada mais.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva e seu governo de transição também já atuam para cumprir a promessa de retirar a PEC 32 da pauta nessa Legislatura. A medida, portanto, não vai mais tramitar. A proposta era um dos carros-chefe do governo Bolsonaro e buscava literalmente privatizar o serviço público brasileiro por meio do fim de concursos públicos, da estabilidade de servidoras e servidores, além de abrir brechas para a terceirização irrestrita, entre outros malefícios.

A FASUBRA Sindical e suas entidades de base participaram ativamente da luta para derrubar a PEC 32, em conjunto com as demais categorias que compõem o FONASEFE. Servidoras e servidores públicos conseguiram não só derrotar Bolsonaro e Paulo Guedes, como também uma de suas principais bandeiras de exploração da classe trabalhadora e de desmantelamento do Estado brasileiro. É importante afirmar que derrotamos Bolsonaro nas urnas e agora com essa vitória é o caminho para derrotá-lo nas ruas!

VITÓRIA contra a destruição do Serviço Público!
PEC 32 NÃO!

Texto e Imagem: FASUBRA

porStéphane Powaczuk

7/09: Grito dos Excluídos e Excluídas traz como lema “Brasil: 200 anos de (in)dependência para quem?”

O Grito dos Excluídos e Excluídas volta às ruas em todo o país neste 7 de setembro. A 28ª edição da marcha organizada pelas pastorais sociais ligadas à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) traz como lema este ano “Brasil: 200 anos de (in)dependência para quem?”. Fruto da Campanha da Fraternidade de 1995, o tema permanente do Grito é “Vida em Primeiro Lugar”.

Em carta de apoio do 28º Grito, o bispo da diocese de Brejo (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Sociotransformadora da CNBB, dom José Valdeci Santos Mendes, conclama a sociedade para ações efetivas em defesa de todas as formas de vida que se encontram ameaçadas. “O avanço do desmonte de direitos sociais e do próprio estado democrático, com a disseminação da cultura do ódio, sustentada pelas notícias falsas manifestadas nas redes sociais são sinais do descaso pela vida”, destaca.

O documento reforça ainda o aprofundamento das desigualdades sociais, o aumento da fome, do desemprego, fruto do avanço do poder financeiro aumentando os lucros dos bancos, institucionalizando ainda mais os seus privilégios. “O avanço dos grandes projetos sobre as terras indígenas, povos quilombolas, pescadores e as agressões ao meio ambiente têm sido outra marca da atual política. E com isso o aumento da violência contra defensores e defensoras de Direitos Humanos, como foi o caso de Bruno e Dom, na Amazônia, e de lavradores e lavradoras barbaramente assassinados”, afirma.

Diante deste cenário, a CNBB convoca as pastorais, organismos, movimentos populares e pessoas de boa vontade para defender e garantir os direitos dos pobres e marginalizados em nível local, regional e nacional. É marca histórica do Grito, desde seu início, a defesa da democracia e da soberania dos povos!

A Direção Nacional da FASUBRA orienta a participação das entidades de base nos atos, seguindo todos os protocolos de segurança contra a pandemia, com distanciamento, máscara e álcool em gel. A Federação orienta ainda que se mantenham em grupos e não respondam às provocações de bolsonaristas, evitando confrontos.

Confira onde acontecerão ações do Grito dos Excluídos e Excluídas: https://bit.ly/3wUbiMw.

porStéphane Powaczuk

Assine a Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Serviço Público e das Servidoras e Servidores

Em um país como o Brasil, o serviço público é um setor estratégico para atender a população e para diminuir essas desigualdades.

É por isso que o Fonasefe, lança a Carta- manifesto às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Serviço Público e das Servidoras e Servidores.

Assine a carta através do link e compartilhe com os seu amigos: https://fonasefe.org/carta-as-brasileiras-e-aos-brasileiros-em-defesa-do-servico-das-servidoras-e-servidores-publicos

Que o serviço público brasileiro seja do tamanho da necessidade do povo brasileiro, sempre!

Texto e Imagem: Fasubra

porStéphane Powaczuk

Lei de Cotas completa uma década e reforça sua eficácia como política de inclusão

A FASUBRA Sindical foi precursora na luta pela criação da Lei de Cotas (Lei 12.711/2012), em conjunto com o Movimento Negro, que hoje (29/8) completa dez anos. Uma política pública exemplar, a lei aumentou a inclusão e mudou o perfil de acesso às universidades públicas e institutos federais. A adoção do sistema de cotas é uma importante ferramenta para superar a segregação, democratizar o ensino superior e beneficiar ex-alunos da rede pública. Metade das vagas são destinadas a candidatos negros, pardos, indígenas, quilombolas com deficiência e/ou baixa renda.

A Federação discute a implementação de cotas raciais e sociais para a educação superior desde 1995, quando realizou o I Encontro Nacional dos Técnico-Administrativos Negros e Militantes antirracismo da FASUBRA “Universidade: Relações raciais no trabalho e a cor da exclusão”. Em 2008, a Federação participou do I Seminário de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, em Brasília/DF. No mesmo ano realizou Encontro Nacional de Negros, Negras e Militantes Antirracismo das Universidades brasileiras. Já em 2009, em 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, a FASUBRA lançou campanha em defesa das cotas. Esta campanha, além de reafirmar a defesa pela implantação das cotas raciais e sociais, teve como objetivo provocar o debate e a denúncia contra a postura de setores ultraconservadores e racistas da sociedade.

As ações da Federação auxiliaram, portanto, para que as primeiras universidades aderissem à política de cotas, antes mesmo da aprovação da Lei 12.711/2012. A UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) foi a primeira instituição pública de ensino a aplicar a lei, em 2002, seguida pela UnB (Universidade de Brasília, em 2004. Em 2008, foi a vez da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) instituir o programa de ações afirmativas.

A Lei sancionada em 2012 prevê revisão do texto quando completar 10 anos, o que deve ocorrer ainda este ano, após as eleições. Até ser revisada, a política de cotas não deixará de existir e nenhuma universidade deixará de ofertar vagas. A FASUBRA permanece na luta pela manutenção e ampliação dessa importante política pública. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que, entre 2010 e 2019, o número de negros nas universidades do país cresceu 400%, o que comprova que a Lei de Cotas chega ao marco de uma década reafirmando sua eficiência.

O Senado Federal realizou nesta segunda-feira sessão especial para celebrar os dez anos da Lei de Cotas por iniciativa do senador Paulo Paim (PT-RS), um grande defensor da política. Segundo Paim, a Lei de Cotas muda a vida das pessoas para melhor, inclui, oferece oportunidades, fortalece o direito de ter sonhos e realizá-los. “Precisamos de cotas, sim, para que o Brasil deixe de ser o segundo país mais desigual do mundo. A Lei de Cotas combate o racismo”, afirmou em uma rede social.

A DN FASUBRA esteve presente nesta sessão solene reafirmando seu compromisso e disposição de luta em defesa das cotas. Para o coordenador-geral Toninho Alves é importante que nesse momento que o Brasil deverá ter um novo governo é necessário intensificar as ações em defesa das cotas, para que essa política se transforme em política de Estado e não uma lei com data de validade!

Foto: Assessoria do senador Paulo Paim.
Texto: FASUBRA.

porStéphane Powaczuk

STU vai participar do IV Encontro LGBTQIA+ nesta semana

A FASUBRA Sindical, por meio da Coordenação LGBTI, realiza na sexta-feira (5/7) e no sábado (6/7), em Brasília/DF, o IV Encontro LGBTQIA+ com a temática central “Cidadania LGBTQIA+ na Educação Pública e na Sociedade”. O objetivo é identificar estratégias de interação entre as trabalhadoras e os trabalhadores das universidades e a comunidade LGBTQIA+, a partir de políticas de diversidade e inclusão.

O encontro também busca fomentar políticas de convivência na comunidade universitária, aumentar o interesse das entidades de base em discutir o tema com a categoria e coletar informações sobre as políticas de diversidade e inclusão no movimento sindical e nas universidades, possibilitando a identificação de diversas estratégias para o convívio entre a pluralidade de gênero no meio acadêmico, entre outros aspectos.

Durante dois dias, as técnica-administrativas e os técnico-administrativos em educação vão debater diversas temas de interesse das pessoas LGBTIA+, entre eles:

– Combate à violência e promoção dos direitos de cidadania LGBTQIA+ nas políticas públicas;

– Sobrevivência LGBTQIA+ no Brasil de hoje;

– Sindicalismo e as lutas pela visibilidade e igualdade de direitos das pessoas LGBTQIA+ no mundo do trabalho;

– As leis de proteção da comunidade LGBTQIA+ no Congresso;

– Estratégias para a defesa e proteção dos direitos da pessoa LGBTQIA+ no ambiente sindical;

– Democracia e garantias de direito na legislação brasileira e o papel dos movimentos sociais nas lutas contra a discriminação e violência à pessoa LGBTQIA+.

O encontro ainda contará com apresentação de peça teatral e dinâmica de grupo.

Representando o STU vão as Coordenadoras de LGBTQIA+, Elisiene Lobo e Gabriela Barros e o Coordenador Rafael Jorge.

Confira a programação do evento:

porStéphane Powaczuk

FASUBRA promove o IV Encontro LGBTQIA+ no início de agosto

A FASUBRA Sindical, por meio da Coordenação LGBTI, realiza nos dias 5 e 6 de agosto, em Brasília/DF, o IV Encontro LGBTQIA+ com a temática central “Cidadania LGBTQIA+ na Educação Pública e na Sociedade”. O objetivo é identificar estratégias de interação entre as trabalhadoras e os trabalhadores das universidades e a comunidade LGBTQIA+, a partir de políticas de diversidade e inclusão.

O encontro também busca fomentar políticas de convivência na comunidade universitária, aumentar o interesse das entidades de base em discutir o tema com a categoria e coletar informações sobre as políticas de diversidade e inclusão no movimento sindical e nas universidades, possibilitando a identificação de diversas estratégias para o convívio entre a pluralidade de gênero no meio acadêmico, entre outros aspectos.

Durante dois dias, as técnica-administrativas e os técnico-administrativos em educação vão debater diversas temas de interesse das pessoas LGBTIA+, entre eles: combate à violência e promoção dos direitos de cidadania LGBTQIA+ nas políticas públicas; sobrevivência LGBTQIA+ no Brasil de hoje; sindicalismo e as lutas pela visibilidade e igualdade de direitos das pessoas LGBTQIA+ no mundo do trabalho; as leis de proteção da comunidade LGBTQIA+ no Congresso; estratégias para a defesa e proteção dos direitos da pessoa LGBTQIA+ no ambiente sindical; democracia e garantias de direito na legislação brasileira e o papel dos movimentos sociais nas lutas contra a discriminação e violência à pessoa LGBTQIA+. O encontro ainda contará com apresentação de peça teatral e dinâmica de grupo.

A Coordenação LGBTI da FASUBRA recomenda que suas entidades de base priorizem a participação de representação que estejam inseridas no debate LGBTQUIA+ na universidade e ou na cidade de origem. As inscrições dos participantes serão realizadas por meio do e-mail [email protected].

Imagem e Texto: FASUBRA

porFernanda de Freitas

Denúncias de suposta corrupção no MEC escancaram a crise na educação

Não dá mais para Bolsonaro repetir que não há corrupção no seu governo!

Denúncias apontam que o ex-ministro do MEC (Ministério da Educação), Milton Ribeiro, tinha um gabinete paralelo, composto por pastores evangélicos aliados de Bolsonaro, que controlava a distribuição da verba às prefeituras e a agenda do ministério.

Terceirizar a gestão de verbas a pastores de confiança por “debaixo dos panos” fere gravemente o artigo 37 da Constituição Federal que diz a administração pública “obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”.

Novos fatos, como o vazamento do telefonema de Milton Ribeiro a aliados e sua filha, citando o nome do presidente, demonstraram que tudo isto foi articulado com o Planalto. Agora só depende do presidente do senado para abrir a CPI do MEC.

Financiamento público serve para ampliar o acesso aos bens e serviços, não é moeda de troca.

Triste realidade

Na pandemia da Covid-19, a má gestão do presidente aprofundou a fome, miséria, desemprego e exclusão escolar; sem contar os milhares de mortos.

Não bastasse isso, o governo abriu as portas para a militarização de escolas, quer autorizar a educação domiciliar, desvaloriza os servidores e desrespeita o processo de escolha dos reitores das Universidades.

A política de corte de verbas tem feito com que entidades da educação travem uma dura batalha para impedir o desmonte dos serviços públicos. Segundo dados da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), cerca de 88% das faculdades federais tiveram prejuízos após o corte orçamentário de 7,2% do Governo Federal.

Para o coordenador geral da Fasubra, Toninho Alves, precisamos recompor essas verbas para as Universidades Públicas porque a falta de insumos nessas instituições é uma realidade constante.

“Ações como essa do MEC de desviar verba podem comprometer não só o ENEM, mas o futuro das Universidades Públicas. Uma vez que as Universidades já não têm verbas para poder sobreviver a partir do mês de outubro, correndo o risco de não ter atendimento já no segundo semestre”, explica.

Defesa da educação

Diante desse absurdo a Fasubra, e entidades da educação têm atuado, para instalar urgentemente a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do MEC, no Senado Federal.

“Nós estamos acompanhando e entendendo que essa CPI vai desnudar a política que o MEC tem feito, que não é uma política de atender a educação como um projeto prioritário para o país. Mas de utilizar as verbas do MEC para outras destinações que não são o serviço público, a educação e a universidade públicas”, ressalta o dirigente.

A FASUBRA tem feito diversas ações para a recomposição do orçamento, no final junho participou de reunião com parlamentares da Comissão de Educação da câmara, esteve presente na atividade convocada pela frente em defesa das universidades federais em parceria com a ANDIFES e em conjunto com as entidades da educação ANDES (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), SINASEFE (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica) realizaram uma reunião com o MEC (secretária executiva e Sesu) para cobrar um posição do MEC referente aos cortes.

Se reuniu também com o senador Marcelo Castro (MDB/PI), presidente da Comissão de Educação, quinta-feira passada (30/06), para discutir uma atuação conjunta na defesa da CPI do MEC.

Para a federação é preciso ampliar a mobilização e intensificar a pressão nos parlamentares. Nesta semana será realizada a “Jornada de Lutas”, para enfrentar os ataques à educação e denunciar as privatizações das estatais.

Para superar esses desafios, o STU acredita que precisamos derrubar esse governo, retomar a pauta de implementação de políticas públicas inclusivas e aumentar o investimento em educação.

PROGRAMAÇÃO – JORNADA DE LUTAS

5 de julho (terça-feira)

  • 7h – Recepção dos(as) deputados (as) no aeroporto em Brasília
  • 14h – Mobilização em frente ao Anexo II da Câmara

6 de julho (quarta-feira)

  • Manhã – Reunião com os parlamentares sobre os orçamentos
  • 14h – Vigília em frente ao Anexo II da Câmara e visita aos gabinetes dos parlamentares

7 de julho (quinta-feira)

  • 10h – Manifestação em frente ao Senado pela imediata abertura da CPI da Educação.
porStéphane Powaczuk

Em defesa do SUS, FASUBRA é eleita para Comissões do Conselho Nacional de Saúde

A FASUBRA Sindical participou do processo eleitoral para a composição das Comissões Intersetoriais que assessoram o Conselho Nacional de Saúde – CNS.

Por meio do Fórum de Entidades Nacionais dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Saúde – FENTAS, a FASUBRA participa da formulação das políticas públicas nacionais de saúde, sempre em atenção ao interesse dos trabalhadores e trabalhadoras e do serviço público, e em defesa do SUS.

A FASUBRA foi eleita como integrante das seguintes comissões para o mandato 2022-2025:

1. Comissão Intersetorial de Orçamento e Financiamento;

2. Comissão Intersetorial de Educação Permanente para o Controle Social do SUS;

3. Comissão Intersetorial de Vigilância em Saúde;

4. Comissão Intersetorial de Políticas para a Promoção da Equidade;

5. Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relações de Trabalho;

6. Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora.

Texto e foto: FASUBRA

porStéphane Powaczuk

Dia Nacional de Luta por Reajuste tem manifestações em Brasília e em outras capitais

A FASUBRA Sindical e entidades de base (SINT-IFESgo e Sintfub) participaram, na manhã da terça-feira (18/01), do ato em frente ao Banco Central, no dia nacional de luta em defesa de reajuste salarial para todas as servidoras e servidores públicos. Trabalhadoras e trabalhadores do FONASEFE (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais) se somaram aos atos do Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado), sendo que centenas de pessoas participaram da manifestação.
“Nós da FASUBRA estamos aqui com os companheiros da nossa base. Isso é a continuidade das mobilizações que fizemos ano passado, onde exitosamente conseguimos construir uma ampla unidade contra a PEC 32. Hoje defendemos um reajuste, pois estamos há cinco anos sem negociação, sem proposta nenhuma e esse governo destruindo os servidores e servidoras. Um governo genocida que não sabe valorizar os trabalhadores do serviço público. Os trabalhadores do serviço público, seja do Legislativo, do Judiciário e do Executivo estão unidos e, com essa unidade, essa força, nós vamos conseguir o reajuste. Estamos juntos nessa trajetória e vamos vencer: trabalhadores unidos, jamais serão vencidos”, destacou o coordenador Jurídico e de Relações do Trabalho João Paulo Ribeiro (JP).

À tarde, centenas de servidoras e servidores protestaram em frente ao Ministério da Economia e protocolaram ofício, com a presença de deputadas e deputados da Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, de reivindicação de reajuste emergencial de 19.99% (índice correspondente a inflação dos três anos do governo Bolsonaro), sem abrir mão das perdas salariais históricas do período dos governos FHC, Lula, Dilma e Temer que somam mais de 30%. Os trabalhadores e trabalhadoras criticaram a política destrutiva de Paulo Guedes e Bolsonaro e lamentaram o aumento apenas para as forças policiais. Além de Brasília, outras cidades como Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Aracaju também registraram manifestações e paralisações.

Veja o ofício na íntegra: https://bit.ly/3FEYOKj

Fotos Banco Central: SINT-IFESgo

Fotos Ministério da Economia: Scarlett Rocha/SINASEFE

Texto: Fasubra

porStéphane Powaczuk

Plenária da Fasubra aprova Confasubra presencial para maio 2022

A Fasubra realizou a última Plenária deste ano nos dias 16 e 17 de dezembro. Foram mais de 60 pontos deliberados. Dentre eles, a aprovação do Congresso da Fasubra presencialmente.

Veja os principais encaminhamentos da Plenária apresentada pelo Coordenador Geral da Fasubra e do STU, Antônio Alves Neto, o Toninho.

Também estiveram presentes, representando a bancada do STU, escolhidos em assembleia geral, no dia 09 de dezembro, as seguintes delegadas e delegados:Adriana Stella, João Paulo Ribeiro, João Daniel de Moura e Marli Rodrigues Armelin, como representantes da categoria para participarem virtualmente da Plenária da Fasubra.

 A próxima Plenária Nacional está programada para março de 2022 e deve ser presencial.

Confira a seguir alguns prints da Plenária Virtual Nacional da Fasubra:

porStéphane Powaczuk

“Qual o Futuro dos Aposentados das Autarquias e Fundações?”

Na quarta-feira, 15, às 16h, a Fasubra vai realizar uma live para falar sobre o futuro dos aposentados das Autarquias e fundações. A live vai ser transmitida pelo youtube e facebook da federação e vai contar também com intérprete de libras.

As convidadas para participarem da live são as coordenadoras de aposentados e aposentadas e assuntos de aposentadoria da Fasubra, Ela Dutra e Tereza Fujii, como mediadoras e os(as) convidados(as): Dra. Luna Ramacciotti – advogada, mestre em Direitos e Garantias Fundamentais, especialista em Direito do Trabalho pela Faculdade de Direito de Vitória – FDV e Dr. Cláudio Santos – advogado especializado em assessoria e consultoria a entidades sindicais e atuação perante os Tribunais Superiores, mestre em Direito das Relações Internacionais, professor de Direto do Trabalho do UniCEUB e assessor jurídico da FASUBRA.

Participe dessa live e fique por dentro dos assuntos da Federação!

Com informações da Fasubra.
Foto: Fasubra

porFernanda de Freitas

Assembleia escolhe delegados e delegadas para Plenária da FASUBRA, debate importância da campanha salarial e recebe denúncia contra CIPA da Unicamp

Assembleia Geral reuniu dezenas de trabalhadores para debater a eleição para delegados à Fasubra e outros assuntos.

Nossa Assembleia Geral, de quinta-feira (09), debateu e reforçou a importância da Campanha Salarial 2021, que já tem reunião de negociação marcada entre o Fórum das Seis e o CRUESP para 22/12.

Foi feita uma retrospectiva sobre as negociações da data-base, que tem uma grande expectativa devido a Unicamp ter dinheiro em caixa e o menor gasto com folha de pagamento dos últimos tempos. Por isso, o reajuste de 20% solicitado pelo Fórum das Seis para janeiro/2022, quando os efeitos da LC 173 estarão encerrados, é referente à defasagem salarial da data-base de 2021.

Categoria elege delegados à Plenária da Fasubra

Também foi deliberado sobre os delegados e delegadas que vão representar o sindicato na Plenária Nacional da Fasubra, que acontece nos dias 16 e 17 desse mês.

A assembleia elegeu os delegados titulares: Adriana Stella, João Paulo Ribeiro, João Daniel de Moura e Marli Rodrigues Armelin, como representantes da categoria para participarem virtualmente da Plenária da Fasubra . Os suplentes foram: Eduardo Favarão Gemis e Rafael Oliveira Jorge. Representando a direção do STU temos: Elisiene Nascimento Lobo (titular) e Cleusa Leite de Campos Schetini (suplente).

Por meio de informes de coordenadores da Fasubra, a assembleia atualizou sobre as mobilizações em Brasília contra a PEC 32 da Reforma Administrativa e a PEC 23, dos Precatórios, mais conhecida como a PEC do Calote.

Além disso, a coordenadora de Organização Sindical da Fasubra , Adriana Stella, o coordenador Geral da Fasubra , Antônio Alves Neto (Toninho), o coordenador Jurídico e Relações do Trabalho da Fasubra , João Paulo Ribeiro, e o Conselheiro Fiscal da Fasubra , João Daniel de Moura, reforçaram para a categoria que chegamos na 13ª semana de luta contra a PEC 32 em Brasília. A expectativa de derrotar a votação dessa reforma, neste ano é muito grande. No próximo sábado está sendo articulado um ato em frente à casa do Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, em Maceió, com suporte das entidades de base do Nordeste.

Denúncias sobre a CIPA

A assembleia acolheu a denúncia a respeito da CIPA da Unicamp não estar cumprindo a norma NR5, regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego, que trata sobre algumas tarefas da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

Essa revelação foi surpreendente, principalmente por que, segundo relato, existe unidades na Unicamp sem alvará dos bombeiros para funcionar, e não tem ocorrido treinamento de combate ao incêndio em todos os lugares.

A assembleia decidiu encaminhar um ofício à CIPA para cobrar respostas e também pretende solicitar à reitoria uma reunião presencial para discutir a situação.

Eleições Sindicais

É importante que a categoria fique atenta à eleição do STU, convocada em Edital para ocorrer no dia 15 de março na Área da Saúde e nos dias 16 e 17 nos campi de Campinas, Paulínia, Limeira e Piracicaba.

Em breve será convocada assembleia para definir o Regimento Eleitoral e eleger a Comissão Eleitoral.

Todas as informações serão publicadas em nosso site e redes sociais, fique de olho nos comunicados.

Por fim, foi informado que o STU vai distribuir exemplares do livro “A história de luta dos trabalhadores da Unicamp”, que registra uma história rica em detalhes com depoimentos importantes, documentos e imagens que constroem a trajetória da Assuc (Associação dos Servidores da Unicamp), entidade pioneira na organização dos funcionários públicos.

O livro com 400 páginas foi publicado pela Editora da Unicamp que decidiu repassar cerca de 600 exemplares à entidade que vão chegar às mãos dos filiados e filiadas que poderão se aprofundar sobre a luta da categoria que construiu uma das universidades de maior destaque no Brasil e no mundo.

porFernanda de Freitas

GT LGBTI da FASUBRA Sindical é adiado

A Coordenação LGBTI da FASUBRA, por motivos de calendário, precisou adiar o Grupo de Trabalho (GT) LGBTI.

Será dia 19/04, das 9h às 12h e das 14h às 17h, pela plataforma Zoom Meeting.

Reforçamos o convite às companheiras e aos companheiros de base para participarem do encontro que discutirá, entre outros aspectos, a homofobia nas universidades federais brasileiras.

porFernanda de Freitas

STU integra rede de solidariedade da Fasubra Sindical

O STU em parceria com os movimentos sociais entregou mais de 130 cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade social decorrente da pandemia. A doação integrou a parceria do STU com a Campanha de Solidariedade da Fasubra Sindical.

A entrega aconteceu dia 16/08 para as famílias do Jd. Fernanda e Região e também para os trabalhadores terceirizados da Unicamp.

As doações foram acompanhadas pelas diretoras sindicais, Edith Almeida e Gabriela Barros que levaram o carinho e apoio de toda a diretoria para essas famílias que sofrem pela falta de políticas públicas e sanitárias eficientes no país.

A ONU (Organização das Nações Unidas) já alertou que muita gente vai morrer de fome se não morrer do Coronavírus. No Brasil o desemprego na pandemia continua subindo e chegou a quase 13 milhões de pessoas. Já o número de mortos pela Covid-19 ultrapassou a triste marca de 121 milhões de pessoas.

São milhões de seres humanos afetadas não só pela pandemia como pelo desgoverno de Bolsonaro, que continua demonstrando preocupação em socorrer a economia quando deveria salvar vidas.

O STU soma esforços com entidades sindicais e movimentos populares para auxiliar os trabalhadores e as trabalhadoras que perderam ou tiveram redução em sua renda familiar por conta do empresariado que “está se lixando” para a manutenção dos empregos, pois segue preocupado em proteger seus lucros, como rege a cartilha do governo Federal.

Campanha de Solidariedade: Todas as Vidas Importam – A Vida Acima do Lucro!

Desde o lançamento em âmbito nacional o STU integra a Campanha Fasubra Solidária, que visa promover ações que auxiliem os trabalhadores e trabalhadoras da educação no enfrentamento à pandemia da Covid-19. A intenção da Fasubra é criar uma frente de entidades sindicais para a proteção da vida e pela vida acima do lucro.

Na contramão do mundo, o governo Bolsonaro insiste em não seguir as normas de segurança recomendadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde), troca ministros, pressiona os estados para diminuição do isolamento social e estimula o uso da cloroquina, sem a devida comprovação científica de eficácia, enquanto crescem os números de casos de contaminação e de mortes pela COVID-19.

Faltam políticas de Estado em todos os setores para conter a grave crise sanitária, em especial voltada para os mais vulneráveis que sequer conseguem sacar o auxílio emergencial devido à burocracia.

O governo deixa a desejar no controle da pandemia e expõe milhões de brasileiros e brasileiras ao Coronavírus, à fome e à morte com sua política genocida. Somado a esses fatores, mantém os constantes ataques à classe trabalhadora, com a aprovação de projetos que retiram direitos e diminuem salários.

O Brasil beira ao caos e a Fasubra Sindical sentiu a necessidade de colaborar para garantir condições adequadas de trabalho aos trabalhadores e trabalhadoras da educação.

A Campanha de Solidariedade da Fasubra inicialmente focou na aquisição e distribuição de EPIs, mas depois foi ampliada conforme as necessidades foram identificadas pelas entidades de base em cada região.

Como doar?

A Campanha de Solidariedade do STU arrecada itens de saúde, como EPI’s para os trabalhadores que atuam no combate à Covid-19; cestas básicas; produtos de higiene, de limpeza entre outros.

Recebemos na sede nova (ao lado da Adunicamp), sem contato físico, doações dos itens mencionados. E se você não tem como levar, retiramos no local indicado. Em ambos os casos, entrega na sede ou retirada em casa, basta entrar em contato e agendar a visita pelo WhatsApp (19) 99744-4890.

Acreditamos que nesse momento de pandemia, que tem feito as famílias perderem suas rendas somada à burocracia do governo Federal em liberar verbas para renda emergencial, é fundamental ampliarmos essa rede.

Também é possível fazer transferência ou depósito bancário de qualquer valor, para a conta do STU.

  • Banco: Caixa Econômica Federal
  • Agência: 2966
  • Operação: 003
  • Conta Corrente: 515-3
  • CNPJ: 66.072.414/0001-34

Fotos: divulgação

porFernanda de Freitas

LIVE | STU discute Trabalho Remoto

Nessa conjuntura de pandemia decretada pelos órgãos de saúde, o trabalho remoto se tornou uma “tendência” incorporada por empresas e setores públicos que aderiram ao isolamento social.

Muitos profissionais se depararam com uma nova realidade: a necessidade de se adaptar ao trabalho em casa. Esse novo panorama nas relações de trabalho tem gerado dúvidas a respeito da diferença entre trabalho remoto e home office e do dever do empregador e direto do funcionário.

Para debater sobre esse assunto o STU promoverá uma Live ao Vivo sobre “Trabalho Remoto”. Será nesta quinta-feira (13/08/20), às 19h, no Facebook do STU [facebook.com/stu.unicamp]. Contaremos com a participação de:

  • VÂNIA H. GONÇALVES – Coordenadora Geral da Fasubra
  • JOÃO PAULO RIBEIRO (JP) – Coordenação Jurídica e Relações do Trabalho da Fasubra e funcionário da Unicamp
  • ÉRIKA MARIA – Diretora do STU
  • RAFAEL JORGE – Diretor do STU e mediador do diálogo

Se você tem dúvida sobre esse assunto ou precisa de orientação em relação ao trabalho remoto que desenvolve na Unicamp, participe esse encontro virtual.

porFernanda de Freitas

Haddad envia carta à FASUBRA e outras entidades com propostas para a educação

Após o encontro da FASUBRA, do ANDES, da ANPG, do SINASEFE e da UNE com Fernando Haddad, na sexta-feira (19), o candidato enviou às entidades uma carta reafirmando o seu compromisso com a revogação das reformas aprovadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer e com outras propostas colocadas pelos representantes do sistema federal de ensino durante a reunião.

Segundo ele, a educação será uma das prioridades de sua possível gestão, visando investir 10% do PIB no setor.

Haddad também se coloca à disposição para o diálogo com os movimentos, a fim de debater sempre que possível as reivindicações voltadas à defesa de uma universidade pública e de qualidade para todos e todas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Fasubra (Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação)