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Assembleia prepara ato e luta pela isonomia e pauta específica

Assembleia nesta segunda-feira (11) ao meio-dia, no PB 14, vai iniciar o debate sobre a construção da pauta de reivindicações específicas dos trabalhadores da Unicamp na campanha salarial deste ano. Também está na pauta a discussão sobre o indicativo de realizar um ato em frente à reitoria da Universidade, com paralisação, no dia 14 de abril (quinta-feira).
O indicativo busca somar forças com a mobilização nacional convocada pela Fasubra contra o PLP 257/16 – que aplica o ajuste fiscal ao funcionalismo e aos serviços públicos, reduzindo investimentos (leia abaixo).
Internamente à Unicamp a proposta da diretoria do STU é que o dia 14 marque também o reforço à cobrança pela aproximação de mais um aniversário de descumprimento do compromisso assumido em campanha por Tadeu com a retomada da isonomia dos pisos salariais com a USP.

Em pauta:
PLP 257/16 e Dia Nacional de Mobilização dos Servidores Públicos (14/4)
Luta pela Isonomia
Campanha Salarial Unificada
Pauta Específica Unicamp

PLP 257/16 ataca servidores de todas as esferas

No dia 14, a Fasubra – em conjunto com outras entidades dos servidores públicos e centrais sindicais – realiza um Dia Nacional de Mobilização com atividades em todo o país contra o PLP 257/16.
Entre outros ataques, a proposta do governo federal impõe o estabelecimento de regime de previdência complementar (privado) para os servidores; eleva a taxação dos aposentados do serviço público criada na contra-reforma previdenciária do governo Lula de 2004, que passaria de 11% para no mínimo 14% sobre a parcela dos proventos de aposentadoria que exceder o teto do INSS (hoje em R$ 5.189,82), e muda novamente os limites de benefícios. Além de prever a demissão voluntária de servidores e o fim da regra de valorização do salário mínimo estabelecida como política governamental nos últimos 13 anos.
Nota publicada unitariamente pelas entidades que convocam a mobilização ressalta que “a implementação de políticas neoliberais, em governos anteriores, foi rejeitada e derrotada pela unidade dos servidores públicos que, mais uma vez, não deverão permitir este retrocesso”.
Em artigo publicado em 23/3 o diretor do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) Antônio Augusto Queiroz afirma que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/16 “terá um efeito devastador sobre os servidores públicos das três esferas de governo”.
A íntegra do artigo de Antônio Queiroz e outras análises sobre o PLP estão disponíveis na página do STU na internet (www.stu.org.br).

 

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Boletim do STU 08/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 8 de abril de 2016.

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Hoje tem assembleia de prestação de contas

Baixe aqui Boletim Especial de Finanças, de 30 de março de 2016.

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Assembleia mantém encaminhamentos para a campanha salarial unificada

A assembleia da última quarta-feira (23) reafirmou o poscionamento aprovado no dia 9/3 de que a Campanha salarial Unificada deste ano
deve lutar pela reposição do ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 mais 3% de recuperação parcial das perdas historicamente acumuladas, e
a reivindicação de 14,16% (em parcela única e igual para todos os trabalhadores) a título de recuperação da perda provocada pelo parcelamento do reajuste do ano passado, retroativo a data base.

Novamente os trabalhadores rejeitaram a proposta do Fórum de incluir na pauta unitária a luta pela mudança do teto salarial no Estado para o equivalente a 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal.

A decisão foi referendada por 41 votos pela manutenção da deliberação anterior contra 23 votos a favor de uma proposta similar à que foi provada na assembleia do Sintusp, que autorizava a inclusão do debate sobre o teto na luta unificada para fortalecer a mobilização unificada do Fórum das Seis. Dois servidores se abstiveram.

A coordenação do Fórum se reúne nesta segunda (28) com o objetivo de fechar a pauta unificada e discutir a entrega das reivindicações ao Cruesp.

Plenária da Fasubra – Na assembleia também foram eleitos os representantes da categoria à próxima plenária nacional estatutária da Fasubra. A atividade acontece de 1° a 3 de abril, em Brasília, e vai debater a conjuntura, carreira e a emergência internacional colocada pela epidemia do Zika vírus e como esse cenário afeta os direitos das mulheres trabalhadoras. Ficou decidido pela assembleia que os trabalhadores serão representados respeitando a proporcionalidade dos grupos que compõem a diretoria do sindicato. A Unicamp tem direito a cinco delegados ou delegadas à plenária (1 indicado pela Coletivo Alerta Unicamp, 1 do Vamos à luta!, 1 indicado pelo Coletivo Apesar e 1 representante da chapa Lutar pra Valer – Independência e Democracia na Base, que concorreram nas últimas eleições para a diretoria do sindicato e obtiveram votos necessários para integrar o colegiado). Além disso, um representante indicado pela diretoria do STU será também delegado à plenária.

Também foram aprovadas pela assembleia uma moção contra a punição da diretora do STU e da Fasubra Adriana Stella (leia abaixo) e o encaminhamento para a Comissão Nacional e  Estadual da Verdade de moção sugerindo a alteração dos nomes das rodovias estatuais e nacionais que contenham nomes de ditadores e apoiadores da ditadura militar.

 

Moção pela retirada das punições à Adriana Stella e anulação da Sindicância

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp vem manifestar irrestrito apoio e solidariedade à funcionária da Unicamp e diretora do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) e da FASUBRA, Adriana Cristina de Toledo Stella, vítima de assédio moral em seu local de trabalho e de sindicância que determinou sua punição por não se calar e denunciar seu chefe assediador.

Adriana Stella sofreu assédio moral por seu chefe que repetida e sistematicamente a hostilizou, ridicularizou, inferiorizou, e culpabilizou por sua gravidez e sua atuação sindical junto à categoria.

Há exatamente um ano, a Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp já aprovou uma moção de apoio e retirada das punições. No mesmo ano, o tema das punições e perseguições aos ativistas foi alvo de debate com a Reitoria na Campanha Salarial. A Universidade assumiu que a prática de assédio moral é constante e assinou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao Ministério Público para coibir essa prática. O Reitor, chegou a assumir publicamente em reunião realizada junto ao STU que o processo de Adriana foi conduzido de forma irregular e que, portanto, deveria ser considerado como nulo.

Mesmo assim, passado quase um ano do processo que ficou engavetado na Reitoria desde abril de 2015 até o início do ano de 2016, ao início da Campanha Salarial deste ano a Reitoria encaminha ao STU comunicado informando que a sindicalista Adriana receberá as punições. Além de não cumprir o que o Reitor publicamente expressou em reunião gravada e não cumprir o TAC, a Reitoria se utiliza de métodos coercitivos para amedrontar os trabalhadores da Unicamp ao punir uma trabalhadora que denuncia o assédio.

A prática da Reitoria reforça que aqueles que não se calam e lutam contra o assédio e perseguição serão duramente punidos, como forma “exemplar” de calar a voz dos trabalhadores desta Universidade. Em época de Campanha Salarial, a Reitoria reforça ainda mais que irá perseguir aqueles que lutam.

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp considera grave a perseguição institucional e a tentativa de punição exemplar de uma trabalhadora que ousou não se calar frente ao assédio! Por isso, exige a imediata retirada das punições e anulação da Sindicância.

Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp

Campinas, 23 de março de 2016

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Assembleia dá inicio a campanha salarial unificada 2016

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia geral nesta terça-feira (9) deliberaram sobre a proposta de pauta unificada encaminhada pelo Fórum das Seis. Os trabalhadores vão à luta pela isonomia salarial entre as três universidades, reposição do ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 mais 3% de recuperação parcial das perdas historicamente acumuladas. Somente a inflação acumulada dos últimos 12 meses já totaliza 10,96% – e ainda é preciso incluir os índices de março e abril para definição do percentual total a ser cobrado do Conselho de Reitores (Cruesp).
Além disso, a assembleia aprovou também levar ao Fórum das Seis a proposta de incluir na pauta da campanha salarial a cobrança da recuperação da diferença salarial gerada pelo parcelamento, sem a devida retroatividade da segunda parcela, do reajuste do ano passado, a ser pago em parcela única e dividida igualmente por todos os trabalhadores.
Os trabalhadores decidiram ainda na assembleia propor ao Fórum das Seis que o ato unificado, com paralisação, para a entregada pauta ao Cruesp aconteça no dia 5 de abril.
O único ponto da proposta do Fórum das Seis reprovado na assembleia foi o que visava encaminhar ações no sentido de elevar o teto salarial no Estado ao equivalente a 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Nesta quinta-feira (10) a coordenação do Fórum se reúne para debater as propostas aprovadas nas assembleias realizadas nas três universidades estaduais paulistas e organizar os encaminhamentos para a nova rodada de assembleias que devem ocorrer entre 11 e 18 de março. O calendário do Fórum das Seis prevê ainda uma nova reunião da sua coordenação para o dia 22/3 para buscar fechar a pauta a partir das assembleias de cada entidade e, assim, fechar a pauta da Campanha Salarial Unificada 2016.

GT Isonomia – Ontem aconteceu também a reunião do grupo de trabalho sobre o resgate da isonomia salarial nas três universidades. Foi debatido o plano de trabalho e o calendário de funcionamento do GT, que deve encerrar suas atividades e apresentar uma proposta concreta às categorias até o mês de novembro. O diretor do STU Marcílio Ventura, participou da reunião do GT, que aconteceu na sede do Cruesp em São Paulo.

Confira abaixo a íntegra das propostas aprovadas para a pauta unificada

  • Isonomia salarial entre as três universidades
  • ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016
  • 3% Perdas passadas
  • Recuperar a diferença gerada pela não retroatividade entre a 1ª e 2ª parcela em 2015, com pagamento em parcela única e igual para todos
  • 5 de abril – Entrega da pauta e ato com paralisação

 

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Boletim do STU 04/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 9 de março de 2016.

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Boletim do STU 03/2016

Baixe aqui Boletim 03/2016, de 2 março de 2016.

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Boletim do STU 71/2015

Baixe aqui Boletim 71/2015, de 10 dezembro de 2015.

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porFernanda de Freitas

Vigilantes elegem cinco representantes para seminário da categoria

vigilantes

Assembleia dos Vigilantes contou com presença da Fasubra

Nesta quarta-feira (12) os vigilantes realizaram assembleia para eleição de representantes ao XXIV Seminário Nacional de Segurança das IPES, que acontece de 14 a 19 de setembro, em Minas Gerais. A atividade contou com a presença do diretor da Fasubra, Mozarte Simões da Costa Junior.

Os trabalhadores presentes elegeram cinco delegados, sendo eles: Anderson Manoel B. de Araujo, José Velozo Miranda Neto, William Alexandre e Uzias Ribeiro do Nascimento.

porFernanda de Freitas

Assembleia indica mobilização pela pauta da DEdIC e por mais verbas para a Educação

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Assembleia Geral discute os rumos da mobilização unificada

Hoje à tarde os trabalhadores da Unicamp se reuniram em assembleia geral para debater a conjuntura nacional e os rumos da mobilização.

A avaliação da categoria é de que precisamos criar uma unidade da classe trabalhadora para barrar os ataques aos direitos trabalhistas combatendo firmemente o Projeto de Lei que amplia a terceirização, as MPs 664 e 665 que reduzem os direitos previdenciários e o seguro desemprego e o ajuste fiscal promovido pelo governo Dilma.

A assembleia decidiu encampar o calendário indicado pelo Fórum das Seis que tem como horizonte a manutenção da mobilização e paralisações como forma de garantir mais recursos para as universidades. Esse estado de mobilização visa forçar avanços na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2016 que será discutida em audiência pública a ser confirmada a qualquer momento na Assembleia Legislativa. Além disso, temos que nos manter mobilizados e organizar nossa luta unificada para avançarmos na discussão sobre o pagamento do “saldo residual” do 3,09% de reajuste salarial, previsto para setembro deste ano.

A assembleia também ressaltou que o STU deve cobrar que a Unicamp divulgue os salários dos trabalhadores da Universidade, nos mesmos moldes que foram publicados os dos trabalhadores da USP, de acordo com a Lei da Transparência. Vale lembrar que essa reivindicação consta em nossa Pauta de Específica, que será discutida em negociação com o reitor.

Foi deliberado que precisamos avançar na discussão da Pauta Específica, protocolada ontem (8), principalmente porque temos reivindicações importantes como garantia do auxílio-refeição; fim da Portaria GR-02 (que estabelece o contingenciamento das contratações); isonomia com a Unicamp para todos os trabalhadores da Funcamp; cobrança de reajuste dos benefícios como auxílio-criança e auxílio-alimentação, isonomia salarial com a USP, entre outros itens. O próximo passo do Sindicato é cobrar do reitor abertura da negociação da pauta apresentada, além de reafirmar a luta pela implementação da Pauta Específica da DEdIC.

Referendar a luta da DEdIC

A assembleia indicou apoio total e irrestrito ao ato-piquenique organizado pelas professoras da creche que ocorrerá amanhã (10), às 16h, em frente à reitoria.

O objetivo é legitimar a luta pela implementação da Pauta Específica da DEdIC que tem como foco a defesa da Educação, do direto à creche e a valorização das professoras.

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Boletim do STU 035/2015

Baixe aqui Boletim 35/2015, de 09 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim-STU-35_final.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova pauta unificada de reivindicações 2015

Hoje à tarde (19) os trabalhadores da Unicamp realizaram mais uma rodada de assembleia para discutir a Campanha Salarial 2015.

Foi aprovada, por unanimidade, a Pauta Unificada com destaque para a proposta que reivindica reposição salarial na data-base para docentes e servidores técnico-administrativos das três universidades e do Centro Paula Souza, de acordo com o ICV do Dieese, correspondente à inflação do período maio/2014 a abril/2015, mais 3% a título de recuperação parcial de perdas históricas, com nova negociação salarial em setembro/outubro 2015. Isso significa reposição da inflação mais as perdas salariais.

A categoria apresentou algumas considerações à pauta indicada pelo Fórum das Seis, entre elas, a inclusão do item “fim dos super salários, cumprindo a Lei do teto salarial do funcionalismo”.

A assembleia também aprovou:

  • Mobilização da categoria para participação no ato nacional do dia 26 de março em defesa da classe trabalhadora, com a realização de um debate na Unicamp sobre conjuntura;
  • Moção cobrando a retirada das punições da diretora Adriana Stella e a anulação da sindicância;
  • Moção de apoio aos professores da rede estadual paulista que estão em greve;
  • Intensificar o calendário de mobilização com vistas no fortalecimento da luta pela isonomia.

Além disso, a assembleia também aprovou um calendário de luta que incorpora as mobilizações apontadas pela Fasubra e pelo Fórum das Seis.

Calendário de Luta:

  • 23/03, 10 às 15h – Reunião do Fórum das Seis, na sede da Adunesp (Praça da Sé)
  • 24/03, 16h – Reunião com o reitor, na sala do CONSU (com transmissão online).
  • 31/03 – Assembleia Orçamentária do STU
  • 7, 8 e 9 de Abril – Jornada Nacional com Paralisação dos Servidores Públicos Federais (com ampla participação dos trabalhadores das Universidades Públicas) – Fasubra
  • 16/04 – Assembleia Geral (isonomia)
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Assembleia aprova paralisação no dia 7 pela isonomia

A reitoria desrespeitou o compromisso com os trabalhadores de efetivar a isonomia.

A resposta da categoria é mobilização e luta.

Na assembleia realizada ontem, os trabalhadores da Unicamp demonstraram sua indignação diante do descaso da reitoria, que vem descumprindo o compromisso firmado no ano passado de efetivar a isonomia salarial com a USP. Diante da sinalização do reitor José Tadeu Jorge de que a isonomia está condicionada a uma melhoria da arrecadação do ICMS, numa discussão que durou pouco mais de três horas, os servidores decidiram construir um processo de mobilização até o dia do próximo Conselho Universitário, que se reúne em 25 de novembro.

No próximo dia 7 será realizada uma paralisação de advertência ao longo do dia, seguida de nova assembleia às 14 horas. Nesta oportunidade será discutido também o cronograma da eleição do Conselho de Representantes do STU, debate que não foi possível realizar ontem.

No dia 18, nova assembléia está prevista para avaliar a existência ou não de avanços no diálogo por parte da reitoria e, caso não exista mudança no cenário, preparar uma nova paralisação para o dia 21 de novembro (que além da questão da isonomia, homenageie o Dia da Consciência Negra, celebrado no 20, em memória do assassinato do líder quilombola Zumbi dos Palmares).

É de extrema importância que as unidades organizem reuniões para fortalecer a mobilização dos próximos dias. Só com luta e unidade é possível avançar!

Calendário de mobilização

  • Realização de reuniões nas unidades (para discutir a luta pela isonomia e também o calendário)
  • 07/11 – Paralisação e assembléia às 14 horas
  • 18/11 – indicativo de nova assembléia
  • 21/11 – indicativo de nova paralisação
  • 25/11 – Paralisação e ato em frente à reunião do CONSU
  • 27/11 – Reunião de negociação com a reitoria
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Boletim 105/2014

Baixe aqui o Boletim 105/2014, de 31 de outubro de 2014.

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porFernanda de Freitas

Grevistas da Unicamp discutem situação da USP frente aos ataques do reitor Zago

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Decisão do Conselho Universitário da USP preocupa funcionários da Unicamp

Por ocasião de um imprevisto com o debatedor representante do comando de greve e da Comissão de Carreira da USP, Marcelo Cardaggi, não foi possível realizar o debate “Isonomia e Carreira” previsto para ocorrer hoje de manhã (27).

No entanto, o momento foi propício para que os trabalhadores em greve discutissem os desdobramentos da decisão do Conselho Universitário (CO) da USP, que aprovou ontem (26) a transferência do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC), do campus de Bauru, para a Secretaria de Saúde de Estado.

É bom lembrar que a desvinculação do Hospital Universitário (HU) foi retirada de pauta e a proposta do plano de demissão voluntária de cerca de dois mil funcionários não chegou a ser discutida.

Sendo assim, os trabalhadores da Unicamp debateram as propostas apresentadas pelo reitor da USP, Marco Antonio Zago. Essas ações, na verdade, representam o desmonte do serviço público patrocinado pelo governo Alckmin e, principalmente, configuram-se como ataques aos funcionários que estão pagando a conta pela má gestão do orçamento da universidade.

Os grevistas da Unicamp estão preocupados que esse modelo de gestão, que responsabiliza os servidores pelos problemas decorrentes da administração, possa chegar às demais universidades – Unicamp e Unesp. Os depoimentos dos trabalhadores foram marcados pela solidariedade de classe, já que a desculpa de “crise financeira”, supostamente instalada pelo “alto custo” da folha de pagamento das universidades, afeta não só a comunidade universitária, como também a população usuária dos serviços públicos.

 

Amanhã tem Comando de Greve e Assembleia

Seguindo o calendário da greve, amanhã (28), às 10h30, no Ciclo Básico (CB-01), o debate sobre os próximos passos da greve e a situação da USP serão aprofundados no Comando de Greve. Logo em seguida, às 14h, acontece a Assembleia Geral, também no CB.

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova Dia Estadual de Mobilização para segunda-feira (12)

assembleia_campanha_08_05_14A assembleia geral dos trabalhadores da Unicamp realizada na tarde desta quinta-feira (8) aprovou o indicativo do “Dia Estadual de Mobilização” proposto pelo Fórum das Seis. O ato será realizado na próxima segunda-feira (12) e tem como objetivo mobilizar a categoria para a pauta da Campanha Salarial com destaque para a luta pela isonomia e valorização salarial. Na data ocorre a primeira reunião de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp.

Na ocasião os trabalhadores irão cobrar a implementação das 30h para a Área de Saúde e também explicações da reitoria quanto ao atraso no calendário divulgado pelo reitor, que previa a viabilização do projeto ainda este mês.

A assembleia referendou a proposta do sindicato de agendar reunião de negociação com o reitor Tadeu Jorge para discutir os pontos mais emergenciais da nossa pauta. Sendo eles: a imediata antecipação da isonomia dos pisos e o calendário para início da proposta das 30h na Área de Saúde, mais vagas nas creches, implantação do vale refeição (que na USP é de R$ 29,00/dia), mudança de Regime, Carreira, extensão do auxílio alimentação para aposentados, isonomia para os contratados pela Funcamp e redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e à melhoria do serviço.

Os trabalhadores endossaram a proposta das Congregações do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), do Instituto de Arte (IA) e da Faculdade de Educação (FE) de solicitar ao Conselho Universitário (Consu) a revogação do título de Doutor Honoris Causa concedido pela Unicamp, em 1973, ao Coronel Jarbas Passarinho, então Ministro da Educação e Cultura do governo do general Emilio Garrastazu Médici, por conta do seu papel de conspirador durante os 21 anos da Ditadura Militar. Outra medida neste sentido foi a indicação de que o STU se articule junto à bancada de funcionários do Consu para encaminhar ações em parceiras com a Adunicamp e o DCE da Unicamp.

Mais uma vez a assembleia reforçou a necessidade de que a bandeira central do Fórum das Seis seja a luta pela isonomia já e a valorização salarial, enfrentando firmemente a falácia da “falta de recursos” nos cofres das universidades, quando na verdade sabemos que há sobra orçamentária, pelo menos na Unicamp, de R$ 1,317 bilhões.

O STU ressalta que 12 de Maio será marcado como um importante dia de mobilização para dar início a Campanha Salarial 2014 de forma unificada e fortalecida. E para que nosso movimento cresça é preciso intensificar a mobilização realizando reuniões de unidade. Ligue no STU e agende a sua!

 

Reunião do Núcleo de Negros e Negras

Por ocasião dos recentes ataques preconceituosos propagados através da campanha “Somos Todos Macacos” faz-se urgente a intensificação das ações do Núcleo de Negros e Negras da Unicamp.

Desta forma, está agendada uma reunião para a próxima terça-feira (13), às 12h, no Ciclo Básico (CB-02).

A intenção é debater a questão do “racismo à brasileira”, visto que nosso país sempre fez vista grossa para os enfrentamentos raciais, apesar do racismo ser real. Também entra na pauta as discussões sobre as cotas raciais no vestibular e nos concursos públicos. Visto que ambas as propostas – que visam o ingresso de estudantes e de funcionários negros na universidade – foram amplamente debatidas e defendidas no XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, ocorrido em novembro do ano passado.

 

Calendário de Mobilização

Segunda-feira (12)

Dia de Estadual de Mobilização – com ato na Unicamp

15h – Negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp

 

Quarta-feira (14)

12h – Assembleia Geral para analisar proposta do Cruesp, no Ciclo Básico (CB-2)

 

 

porFernanda de Freitas

Boletim 011/2014

Baixe aqui o Boletim 011/2014, de 7 de Maio de 2014.

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porFernanda de Freitas

Assembleia aprova estatuto e calendário eleitoral do STU

assembleia_estatutaria_12_12_13Texto e Foto: Fernanda de Freitas

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia hoje à tarde (12/12) aprovaram as alterações estatutárias indicadas pelo XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp e a antecipação das eleições para a direção do STU, bem como as adequações do estatuto da entidade ao novo Código Civil.

Para a eleição ficou decidido o seguinte Calendário Eleitoral:

  • Convocação para Eleições: 07/01/14
  • Assembleia da Comissão Eleitoral: 05/02/14
  • Inscrição das Chapas: até 07/02/14
  • Eleições: 08, 09 e 10/04/14
  • Apuração: 11/04/14
  • Posse: 30/04/14

Foi deliberado que a diretoria do STU será composta por 27 membros, de forma proporcional, direta e qualificada entre as chapas inscritas, que obtiverem no mínimo de 10% dos votos válidos e divididas em coordenações, sendo eleita pelo voto direto e secreto de seus associados em dia com as obrigações estatutárias. E só poderá votar os trabalhadores que se sindicalizarem até três meses antes da data da realização das eleições.

Vale lembrar que, de acordo com o congresso, foram instituídas novas coordenações: de Mulheres; de LGTTB e de Negros e Negras, sendo que os membros desta última comporão também a coordenação de Políticas Sociais e Antirracistas.

Abaixo segue o Edital de Convocação da Assembleia Geral, publicado no Jornal Folha de S. Paulo, no Caderno Cotidiano (C6), no dia 04/12/13.

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Baixe aqui o Estatuto do STU, aprovado na assembleia do dia 12/12/13.

 

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porFernanda de Freitas

Boletim STU 066/2013

Baixe aqui o Boletim STU 066/2013, de 12 de Dezembro Boletim_STU_12_de_dezembro_2013de 2013.

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porFernanda de Freitas

Assembleia no dia 12 discute atualização dos estatutos do STU

O STU, com base no Artigo 18 do estatuto da entidade, convoca todos os seus associados para Assembleia Geral Ordinária, para apreciação e votação das propostas de alterações estatutárias definidas no XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, assim como adequação do estatuto da entidade ao novo Código Civil.

A Assembleia será realizada no dia 12 de dezembro de 2013 (quinta-feira), no Ciclo Básico – sala 01, às 12h, em primeira convocação, havendo quorum, ou às 12h30, em segunda convocação, com qualquer número de associados.