A eleição também se diferenciou pela adoção do modelo de postos de votação eletrônicos presenciais, aprovado em assembleia da categoria.
Essa mudança buscou agilizar e facilitar o acesso e a participação, descentralizando o processo e permitindo que os trabalhadores votassem em trânsito, ou seja, em qualquer posto instalado nos campi.
Além disso, pela primeira vez a maioria das urnas ficaram abertas até às 21h, para ampliar o acesso e a participação da categoria.
A iniciativa reforçou o compromisso coletivo com a modernização e praticidade, aproximando ainda mais a eleição do dia a dia da base.
Todo o procedimento eleitoral, semelhante ao utilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral, que vai do teste das urnas ao relatório da zerésima, buscou a lisura da disputa.
Segundo a empresa The Perfect Link, responsável pela auditoria da eleição, o relatório final de análise e validação dos dados será divulgado em até dois dias úteis.
Transparência fortalecida pela dedicação e compromisso da Comissão Eleitoral
A eleição do STU só foi possível graças ao trabalho árduo da Comissão Eleitoral, que cuidou de cada detalhe da organização: da integridade física das urnas e segurança do processo ao acompanhamento dos mesários e à garantia da democratização do acesso das chapas.
Com seriedade e compromisso, a Comissão atuou em conjunto com a empresa responsável pela plataforma digital e com a auditoria independente, assegurando transparência, lisura e comunicação fluída em todas as etapas.
É fundamental reconhecer a dedicação de Elisabeth Cardozo (presidente), Rosângela Martinhago, Maria Eliene Ferreira Barros e Valério Paiva, Silvana Di Blásio e Luiz Eduardo Odoni, sem os quais este processo democrático não teria sido possível.
Confira algumas fotos da Comissão Eleitoral:
