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porStéphane Powaczuk

NOTA PÚBLICA

Pelo fim do genocídio em Gaza e o convênio entre Unicamp e a “Technion – Israel Institute of Technology” e em apoio à Global Sumud Flotilha.

Confira abaixo a NOTA PÚBLICA da Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU):

porStéphane Powaczuk

STU divulga nota reiterando compromisso com a democracia

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), foi procurado pela revista Carta Capital e a Coordenação de divulgação e imprensa do STU vem a público divulgar uma nota que reitera o compromisso com sua categoria e comunidade universitária a favor da democracia.

Confira a nota na íntegra a seguir:

porFernanda de Freitas

Nota de solidariedade às vítimas dos ataques racistas em Barão Geraldo

Na última sexta-feira (06), um grupo fascista iniciou ataques contra negros que estavam no Bar do Ademir, em frente à moradia de estudantes da Unicamp. 

Um carro preto parou no local, onde homens com roupas pretas e jaquetas de couro atacaram clientes do bar e o gerente, que tentou conter a confusão.

Os frequentadores do bar relataram terem visto símbolos nazistas na roupa de pelo menos um deles e que foram ameaçados com armas de fogo. Mais tarde, um grupo com as mesmas características foi preso em Paulínia após terem ferido duas pessoas com tiros nas mãos, pés e abdome. 

Os relatos dos ataques são semelhantes e testemunhas relacionam o carro utilizado com o que esteve no atentado contra o Acampamento Marielle Vive, em Valinhos/SP, fato que está sob investigação policial.

O fato desta última semana não ocorreu de forma isolada. No final de abril, alunos do CACH (Centro Acadêmico) do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Unicamp denunciaram pichações nazistas feitas em paredes do instituto, com suásticas e dizeres em apoio ao golpe ocorrido em 1964. As pichações foram apagadas pelos próprios alunos, em mutirão. 

Sobre os ataques ao bar do Ademir, a reitoria respondeu à matéria do G1 “não terem ocorrido dentro do campus”. Mas sabemos que embora o local do ataque não pertença à Universidade, é historicamente um ponto de encontro e socialização dos estudantes até por se localizar em frente à moradia estudantil. 

O STU expressa a sua solidariedade às vítimas desses ataques covardes. E reafirma o nosso compromisso com a luta contra todo e qualquer tipo de preconceito, racismo, homofobia e ao ódio e violência incentivados pelos discursos bolsonaristas.

Aproveitamos também para cobrar que os órgãos cabíveis fiscalizem e punam os envolvidos no episódio.

porFernanda de Freitas

Centrais sindicais divulgam nota de repúdio a Bolsonaro

O repúdio a candidatura Bolsonaro fez com que as Centrais Sindicais se pronunciassem. Em nota, intitulada “Sindicalistas contra o projeto fascista de Bolsonaro”, seis centrais classificam Bolsonaro como “anti-trabalhadores” e repudia o candidato do PSL “por sua postura antidemocrática, intolerante com minorias, que faz apologia da violência, e pela sua conivência com práticas repugnantes, como a defesa de torturadores”. A nota é assinada pela CSP-Conlutas, Força Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), CSB, Nova Central e Intersindical.

Leia a íntegra da nota das centrais sindicais:

 

“Sindicalistas contra o projeto fascista de Bolsonaro

Nós, sindicalistas brasileiros, das mais variadas tendências, que apoiamos candidatos de diversos partidos na próxima eleição presidencial, repudiamos o candidato Jair Bolsonaro.

Repudiamos por sua já conhecida postura contra a organização sindical, portanto, anti-trabalhadores, por sua postura antidemocrática, intolerante com minorias, que faz apologia da violência, e pela sua conivência com práticas repugnantes, como a defesa de torturadores.

O horizonte que ele nos apresenta é de um país marcado pela exploração do trabalhador, pela violência, pelo racismo, pela discriminação, pela repressão, pela dilapidação do patrimônio nacional, pelo desrespeito aos direitos humanos e pelo desrespeito aos direitos democráticos, garantidos na constituição, e ameaça de retorno a ditadura militar.

E nossa luta, como sindicalistas, é justamente o oposto disso: queremos um país com geração de empregos, trabalhadores valorizados e com poder aquisitivo, com licença-maternidade, férias, décimo-terceiro salário, com a PEC das domésticas, com aposentadoria e respeito aos aposentados, valorização dos servidores públicos, um país marcado pela convivência pacífica e produtiva entre pessoas das mais diversas raças, origens, gêneros e culturas, queremos um Estado laico e, sobretudo, respeito aos direitos sociais e democráticos garantidos pela Constituição e à soberania nacional.

Por eleições democráticas e por dias melhores para o Brasil, conclamamos a que todos digam não a Bolsonaro!

São Paulo, 22 de setembro de 2018

 

Miguel Torres, Presidente interino da Força Sindical

João Carlos Gonçalves, Juruna, Secretário Geral da Força Sindical

Adilson Araújo, Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

Wagner Gomes, Secretário Geral da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

José Avelino Pereira, Chinelo, Presidente interino da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)

Álvaro Egea, Secretário Geral da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)

José Calixto Ramos, Presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)

Moacyr Auersvald, Secretário Geral da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)

Edson Índio, Secretário Geral da Intersindical

Nilza Pereira, da Direção Nacional da Intersindical

Atnagoras Lopes, da Secretaria Executiva Nacional da CSP-CONLUTAS

Joaninha de Oliveira, secretaria Executiva Nacional da CSP-CONLUTAS”

porFernanda de Freitas

Nota Pública: Repúdio a Bolsonaro em Defesa da Democracia

Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp, desta quarta-feira (17) aprovou repúdio ao candidato  à presidência do país, Jair Bolsonaro (PSL), como forma de defesa da democracia, das liberdades civis e do serviço público.

O encontro orientou o STU a participar dos comitês em defesa da democracia, integrando os calendários de lutas apontados pelas entidades como Fasubra, Fórum das Seis, centrais sindicais em unidade com as demais entidades do campo progressista.

A assembleia aprovou também a participação do STU no Ato contra o Bolsonaro, previsto para o próximo sábado (20), no Centro de Campinas. Bem como contribuir na organização de atividades internas, ao lado do DCE e ADunicamp, que construam a candidatura de Haddad com vistas na defesa da democracia, do serviço público e dos servidores.

Nossa assembleia deliberou ainda pela suspensão do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, previsto para os dias 29 e 30/11 e 01/12, com a manutenção das convocações para realização de reuniões de unidades para discutir a conjuntura nacional, especialmente o acirramento decorrente das eleições gerais.

Em breve será convocada nova Assembleia Geral com objetivo de referendar a suspensão do congresso, conforme determina o Estatuto Social do Sindicato.

Confira abaixo a íntegra da nota pública do STU:

porFernanda de Freitas

Nota do Fórum das Seis em Defesa da Educação Pública

Leia a Nota do Fórum das Seis em Defesa da Educação Pública no Estado de São Paulo, de 10 de maio de 2016.

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porFernanda de Freitas

Adunesp e Sintunesp: Nota sobre a repressão na Unesp

Confira aqui a nota conjunta divulgada pela Adunesp e pelo Sintunesp sobre o caso de “desligamento” dos 17 estudantes que participaram da mobilização da greve unificada de 2014. Além dos casos de repressão em curso na Unesp, contra os três segmentos (funcionários, docentes e estudantes).

O STU reafirma que repudia a criminalização dos movimentos sociais e se soma à campanha pela reintegração dos 17 estudantes expulsos.

 

Adunesp e Sintunesp: Nota sobre a repressão na Unesp

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