Categoria Eventos, Lazer & Esportes

porFernanda de Freitas

Filme e debate no MIS relembram os 90 anos das execuções de Sacco e Vanzetti

Em 23 de agosto de 1927 Nicolau Sacco e Bartolomeu Vanzetti foram executados na cadeira elétrica numa prisão estadunidense. Um caso flagrante de erro judicial que causou enorme indignação internacional. Manifestações de protesto ocorreram em todo o mundo, inclusive no Brasil.

Mesmo sem provas, eles foram condenados à morte. A principal razão desta sentença injusta foi o preconceito social. Os dois eram imigrantes italianos e anarquistas. Na época, os Estados Unidos viviam em meio a uma onda anticomunista. Milhares de militantes de esquerda acabaram sendo presos e centenas deportados. 

O filme Sacco e Vanzetti, drama político ítalo-francês de 1971, dirigido por Giuliano Montaldo, trata desse episódio trágico da história estadunidense. Estrelado por Gian Maria Volonté e Riccardo Cucciola, ganhador do prêmio de melhor ator em Cannes. Outro destaque é a belíssima trilha sonora feita pelo maestro Ennio Morricone e interpretada por Joan Baez.

Durante a ditadura militar o filme foi proibido no Brasil e somente pode ser exibido em 1980, quando do início do processo de abertura política.  

Para relembrar essa história o MIS (Museu da Imagem e do Som) exibirá o filme “Sacco e Vanzetti” na próxima quarta-feira (23), às 19h. O MIS fica na Rua Regente Feijó, 859 – Centro de Campinas/SP.

 

Sacco e Vanzetti (1971)

Um filme de Giuliano Montaldo

Estrelando Gian Maria Volonté e Riccardo Cucciola, ganhador do prêmio de melhor ator em Cannes.

Música: Ennio Morricone e Joan Baez

 

Organização

A promoção do evento é da Fundação Maurício Grabois (FMG), Instituto João Zinclar (IJZ), Associação dos Professores da PUC-Campinas (Apropucc), Sindicato dos Professores de Campinas e Região (Sinpro), Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), Sindicatos dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo e União da Juventude Socialista (UJS). Com  apoio do MIS, Museu da Cidade (Muci), Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Campinas (SMCC). 

 

 

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Começam os debates com chapas em disputa da diretoria do STU

Nesta quarta-feira (9) teve início o ciclo de debates eleitorais entre as chapas que disputam a diretoria do STU para gestão 2017-2020. O primeiro deles aconteceu no campus da FOP de Piracicaba, com a participação de Toninho, da chapa 1 – Unidade e Luta! VAL Nacional, Zé Luiz, da chapa 2 – Muda STU, Genézio, da chapa 3 – Sindicato Forte Sem Radicalismo e Marcílio, da chapa 4 – Alerta: Sindicato Somos Todos Nós. Já o segundo debate aconteceu em Paulínia, no refeitório do CPQBA, no dia 10 (quinta-feira), dessa vez com a presença de Toninho, pela chapa 1, Zé Luiz, da chapa 2, Fuba, da chapa 3 e Kiko, da chapa 4.

Em ambos os debates todos os representantes das chapas participantes tiveram o mesmo tempo de exposição para apresentação da chapa, responderam perguntas do público presente e fizeram perguntas entre os representantes das chapas. Além disso, os trabalhadores e trabalhadoras também puderam acompanhar a transmissão das discussões ao vivo através da página do Facebook do STU.

Os próximos debates também contaram com transmissão ao vivo via Facebook. Confira abaixo o calendário para os próximos dias:

14/08 (segunda-feira)

  • 14h – Limeira, Planta Física (sala 12)

16/08 (quarta-feira)

  • 12h – CAISM, Auditório (subsolo)

17/08 (quinta-feira)

  • 12h – Básico, Pavilhão Básico

22/08 (terça-feira)

  • 14h – Cotuca

23/08 (quarta-feira)

  • 12h – HC, Auditório (3º andar)
  • 22h – HC, Hall (5º andar)
  • 23h – Caism, Ambulatório

24/08 (quinta-feira)

  • 12h – Administrativo, Auditório DGA
  • 22h – HC, Hall (5º andar)
  • 23h – Caism, Ambulatório

Fonte: Da redação.

porFernanda de Freitas

50 anos da Assuc é marcado por emoção e resgate das lutas sindicais

Nesta quinta-feira (6) o STU celebrou os 50 anos de construção da Assuc (Associação dos Servidores da Unicamp) com o lançamento do livro “A História de Luta dos Trabalhadores da Unicamp” escrito pela jornalista Glória Lopes e o cientista político Rodrigo Paixão.

A tarde foi bem agitada com a presença de militantes dos movimentos sociais e sindicais; ex-dirigentes da Assuc e do STU; trabalhadores da base; o presidente do PT, Durval Carvalho; do Andes/Conlutas, José Vitório Zago; da Intersindical, Ademar José de Oliveira (Palhinha); o coordenador das Estaduais e Municipais da Fasubra, Antônio Alves Neto; o chefe de gabinete da reitoria, Joaquim Bustorff e o reitor Marcelo Knobel. Também marcaram presença os ex-funcionários da Assuc, Sérgio Gonçalves e Célio Franco que trabalharam na entidade no período de fev/82 a abr/84 e jan/80 a jul/85, respectivamente.

Muitas pessoas foram ao encontro para saudar os autores do livro e homenagear a organização que deu origem ao STU.

Todos foram unânimes em reconhecer a importância histórica da entidade como instrumento de luta e organização dos trabalhadores da Unicamp, construindo greves e mobilizações significativas – como a SOS Universidade, Autonomia Universitária etc. –, lutando contra o governo militar e enfrentando interventores dentro da Unicamp.

Durval lembrou que a Assuc contribuiu ativamente na organização do movimento sindical na cidade, tendo atuação destacada na defesa das bandeiras do funcionalismo público brasileiro, culminando nas lutas pelos direitos de greve, de organização e de sindicalização para funcionários públicos e a liberdade de organização partidária da classe trabalhadora. Além da luta pela criação de uma central única de trabalhadores, independente do Estado e dos patrões.

Durante as falas foi lembrada a forte organização da comunidade universitária na construção das oposições sindicais que lutaram contra a Ditatura Militar, que durou mais de duas décadas no Brasil.

A coordenadora geral do STU, Margarida Barbosa, se emocionou e levou o público às lágrimas ao relembrar os tempos difíceis enfrentados e as principais conquistas da categoria, hoje direitos históricos consolidados com muita luta, como o funcionamento da creche, equipamentos de segurança adequados nas áreas hospitalar e de obras, comissão de funcionários do HC, o pagamento do adicional noturno, o fornecimento de uniforme para os funcionários e a mudança do atendimento da Santa Casa para a Unicamp (campus Barão de Geraldo). 

Foi ressaltado que o sindicato nasceu em 1991 fruto das intensas lutas dos trabalhadores da universidade no final da década de 80, inicio dos 90. A Assuc criou condições para a construção do STU independente em relação à reitoria com compromisso de lutar pelas demandas da categoria e também construir as bases para a luta mais ampliada por uma sociedade mais justa e igualitária.

O reitor Marcelo Knobel saudou os presentes e se mostrou surpreso ao ver retratadas no telão as principais lutas travadas pelos trabalhadores da Unicamp. Felicitou a categoria pela importante demonstração de luta e organização na defesa dos seus direitos e reconheceu o importante papel da entidade. Ressaltou ainda que a Unicamp se consolidou como uma universidade de referência pela dedicação de milhares de trabalhadores, docentes e estudantes.

Os autores aproveitaram também para contar como foi o processo de elaboração e de escrita da obra e os principais entraves no resgate da memória dos funcionários. Além de destacar o trabalho de construção do acervo do Projeto Memória do STU.

O encontro foi encerrado com uma linda apresentação da Dama do Samba, Aureluce Santos, com seu vozeirão que preencheu o auditório com a canção “Não deixe o samba morrer”.

Vale registrar que Aureluce participou da gestão de 1969 da Assuc, hoje é funcionária aposentada da Unicamp.

 

Exposição Fotográfica marca os 50 anos da Assuc

O lançamento do livro aconteceu no auditório da DGA em sequência foi aberta a exposição “50 anos de Assuc – Lutas e Conquistas”, no saguão da mesma unidade.

A exposição é gratuita e vai até 31 de julho. Vale a pena conferir para relembrar os principais momentos de consolidação da Assuc.

 

Livro resgata a memória da Assuc

O livro “A História de Luta dos Trabalhadores da Unicamp”, escrito por Glória Lopes e Rodrigo Paixão, está à venda na sede do STU por R$ 25.

Ao longo das 400 páginas do livro os autores contam a história da luta e da organização dos trabalhadores da Unicamp. E o tema desse livro caminha ao lado da história da própria universidade, que no ano passado comemorou 50 anos de fundação.

O atual STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp) surgiu pouco depois da Unicamp, como Assuc (Associação dos Servidores da Unicamp) e toda essa trajetória para a construção do sindicato está retratada na obra.

O ambicioso projeto da direção da entidade resgatou e organizou testemunhos, documentos e imagens que possibilitaram a edição dessa obra, que reconstitui a organização sindical dos trabalhadores da Unicamp. Inédito no âmbito acadêmico, o livro auxiliará no processo de difusão de informações para um grande contingente de pesquisadores, os quais contavam com escassa documentação disponível. Essa obra é parte integrante do projeto Unicamp Ano 50, registrando o papel dos trabalhadores e de sua entidade de classe na construção desta que é uma das universidades de maior destaque do Brasil e do mundo.

A publicação apresenta uma história rica em detalhes com depoimentos importantes que constroem a trajetória dessa entidade pioneira na organização dos funcionários públicos.

Vale a pena a leitura! Adquira logo seu exemplar na Secretaria do sindicato porque a edição é limitada.

 

Sobre os autores

Glória Aparecida Pereira Lopes é jornalista na imprensa sindical. Como roteirista, ganhou o Grand Prix da Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) e o Prêmio Estímulo à Cidadania, na categoria Vídeo, ambos no XXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, da Intercom, com o documentário A arte de incluir. Fez parte do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp e, atualmente, trabalha no Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e região. 

Rodrigo Paixão é cientista político, especialista em gestão pública, vereador e professor. Trabalha também com assessoria e consultoria para entidades governamentais e não governamentais e atua como comentarista político de rádio e televisão.

 

Capa do livro

 

 

porFernanda de Freitas

100 anos da Greve Geral Paulista de 1917

Na sexta-feira (30), às 19h, no Museu da Imagem e do Som, acontece a exibição do documentário “Libertários”, dirigido por Lauro Escorel. Na sequência haverá o debate “A história e os impactos da greve de 1917 em São Paulo e Campinas” com os historiadores Américo Baptista Villela e Augusto Cesar Buonicore.

O evento é promovido pela Fundação Maurício Grabois, Apropucc, Sipro Campinas e Região, Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, Sindicatos dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo e Instituto João Zinclar com apoio do MIS (Museu da Imagem e do Som, Museu da Cidade e Secretaria Municipal de Cultura.

O MIS fica na Rua Regente Feijó, 859, Centro de Campinas. A atividade é gratuita e aberta ao público.

Clique aqui e confirme presença no evento convocado no Facebook.

 

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porFernanda de Freitas

Seminário: O Centenário da Greve Geral e o Arquivo Edgard Leuenroth

O AEL (Arquivo Edgard Leuenroth) da Unicamp está organizando o seminário “GREVE GERAL DE 1917 – O Centenário da Greve Geral e o Arquivo Edgard Leuenroth”. Será quarta-feira (28), das 9h30 às 16h30, no AEL (Rua Cláudio Abramo, 377, Cidade Universitária/Unicamp).
Neste evento além de debater o significado, processo e legado na primeira Greve Geral do Brasil, que foi um grande marco organizativo para os trabalhadores brasileiros e também na conquista dos primeiros direitos trabalhistas, também será lançando um olhar sobre os próprios direitos trabalhistas e o pior ataque sobre esses: as propostas de Reformas do Governo Temer.

 

PROGRAMAÇÃO
9h30 – Abertura
Prof. Dr. Alvaro Bianchi – Diretor – AEL
Prof. Dr. Christiano Key Tambascia – Dir. Adjunto – AEL

10h – Mesa: Direitos Trabalhistas de 1917 a 2017 Da Greve Geral à Reforma Trabalhista de Temer
Profa. Dra. Andréia Galvão (Coord. da mesa)
Prof. Dr. Ricardo Antunes
Prof. Dr. José Dari Krein
Dra. Desembargadora Magda Barros Biavaschi

13h30 – Lançamento do “Jornal de Borda” (com edição fac-símile do “Jornal A Plebe”)
Concepção e Edição de Fernanda Grigolin

14h – Mesa: A greve Geral de 1917 – Importância e Legado
Prof. Dr. Cláudio Batalha (Coord. da mesa)
Prof. Dr. Luigi Biondi
Profa. Dra. Glaucia Fraccaro
Profa. Dra. Christina Lopreato

 

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O seminário é gratuito e aberto ao público. Confirme sua presença no Facebook, clique aqui.

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Feijoada do Machadinho

 Centro Cultural e Recreativo “Benedito Carlos Machado”- Núcleo de Resistência Negra realiza no dia 11/6 (domingo), a partir das 12h30, a tradicional Feijoada do Machadinho, com a participação de Ilcéi Mirian e os Dinossauros do Samba.

Vendas de convites com Márcio (HC/CC) 98112-7196, Bispo 99712-6666 ou Fátima 99335-2747.

A entidade negra “Machadinho” foi fundada em 8 de maio de 1945 e atualmente é gerida por um núcleo de militantes do movimento negro. A renda arrecadada com as atividades é revertida para a manutenção da entidade.

O Clube Machadinho fica na Rua Cerqueira, 66 – Vila Industrial em Campinas.

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Dõe o Imposto Sindical para a nova sede do STU

O STU está em campanha de arrecadação financeira para a construção da nova sede do sindicato. O objetivo da campanha é completar os recursos que faltam para a finalização das obras que tiveram início no mês de abril.
Neste mês os associados poderão contribuir através da doação do imposto sindical para a campanha. Para efetuar essa doação basta preencher o formulário aqui ou entrar em contato com o financeiro do sindicato.
Agora precisamos da sua contribuição para dar prosseguimento à construção da sede.

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porFernanda de Freitas

Caravana para Audiência Pública que discutirá auxílio alimentação para aposentados

Dia 29/05 (segunda-feira), às 14h, na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), tem audiência pública para debater o projeto de lei que estende o direito ao auxílio alimentação para aposentados e pensionistas das universidades estaduais paulistas. O projeto, de autoria do deputado estadual Carlos Gianazzi (PSOL), é fruto de reivindicações históricas dos trabalhadores e dos aposentados das universidades estaduais.

O benefício já é assegurado aos servidores da ativa, porém, sem qualquer extensão aos inativos, rebaixando suas remunerações e conferindo tratamento diferenciado aos aposentados e pensionistas, que dedicaram suas carreiras às Universidades Públicas. Além disso, em outros níveis da esfera pública – como na Assembleia Legislativa – o benefício é concedido aos aposentados.

A Comissão de Aposentados das Universidades Paulistas, na qual o Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU integra, está orientando a participação do maior número de pessoas para pressionar e convencer os parlamentares da justiça da proposta.

Desta forma, o STU está organizando uma caravana para levar os aposentados e trabalhadores da ativa interessados em participar da audiência. Ligue para o STU e reserve sua vaga!

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1ª Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária da Unicamp

As Jornadas Universitárias em Defesa da Reforma Agrária são uma iniciativa do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra em parceria com universidades brasileiras. As atividades acontecem em todo o país, em abril, mês de mobilização e reflexão em torno da divisão e desmercantilização da terra.

A primeira Jornada da Unicamp será baseada no cruzamento de dois temas, a saber, reforma agrária e meio ambiente, donde desdobram questões como mudança climática, agroecologia, alimentação saudável, arte da agricultura camponesa e movimentos sociais e a luta pela terra.

Segue a programação:

(Durante todo o evento haverá feira de produtos agroecológicos da reforma agrária e banca de livros da Expressão Popular)

Dia 26 de abril, quarta-feira
Atividades no IFCH
10h – Debate no CERES IFCH sobre a MP 759/16 de Temer sobre regularização fundiária e títulos de propriedade em assentamentos. Local: Sala Multiuso, Prédio da Direção, IFCH.

Atividades na Faculdade de Educação (Salão Nobre)
 14h – Lançamento do filme Sem Clima. Debatedores: Débora Lima (pós-graduação no IG-Unicamp) Fabrício Lima
16h – Debate: Educação e Agroecologia no MST – Expositoras: Eunice Pimenta (Assentamento Milton Santos) e Cristina Vargas (Setor de Educação do MST)
18h – Atividade cultural: Mestre Marcos Simplício – Samba Lenço Rural Paulista
19h – Debate: A Reforma Agrária hoje Gilmar Mauro (MST) e André Takahashi (De Olho nos Ruralistas)

Dia 27 de abril, quinta-feira
Atividades na Faculdade de Educação (Sala da Congregação) – Atividade em parceria com o grupo de pesquisa HISTEDBR
14h – “Ditadura, agricultura e universidade”, Rodrigo Sarruge Molina (Doutor pela FE Unicamp)
15h30 – Café com produtos do MST (Assentamento Milton Santos, de Americana ) e feira de livros.
16h30 – Reforma Agrária e Agroecologia Wilon Mazalla Neto, Pós-Doutorado FCA-Limeira e FEAGRI Unicamp.
18h – Roda de capoeira com o grupo Meninos de Sinhá.

porFernanda de Freitas

Plenária discute as reformas e os impactos na população negra

“Reforma da Previdência e Trabalhista e os Impactos na População Negra” é o tema da plenária que acontece no sábado (8), das 8h30 às 13h, no Clube Machadinho, organizada pelo Fórum Movimento Negro da Região Metropolitana de Campinas.

As reformas trabalhista e previdenciária que estão em tramitação no Congresso Nacional e a Lei da Terceirização atingem a classe trabalhadora como um todo. Mas os setores historicamente discriminados e explorados da sociedade – mulheres, negros, população LGBT, trabalhadores do campo, entre outros – que já são a maioria da população pobre, tendem a ser muito mais afetados nessa conjuntura política, econômica e social que visa acabar com os direitos duramente conquistados.

A mesa de discussão será composta pela coordenadora geral do STU e militante da OLPN (Organização de Libertação do Povo Negro), Margarida Barbosa; o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região e militante do Movimento Negro, Jair dos Santos e o advogado especialista em Direitos Previdenciários, presidente do Conselho de Desenvolvimento e Participação da Comunidade Negra de Campinas e militante da Unegro (União de Negros pela Igualdade), Tagino Alves dos Santos. A coordenadora da mesa é a Secretária Municipal de Educação e militante do Coletivo de Mulheres Negras de Santa Bárbara D’Oeste, Tânia Mara da Silva.

A plenária pretende conscientizar a população negra do perigo dessas propostas explicando a dimensão do prejuízo que pode atingi-la.

A plenária é aberta ao público e gratuita. O Clube Machadinho fica na Rua Cerqueira, 66, Vl. Industrial em Campinas.

 

Fórum Movimento Negro da Região Metropolitana de Campinas

O Fórum do Movimento Negro da Região Metropolitana de Campinas é um espaço plural e permanente de discussões voltadas para questões políticas, socioeconômicas e culturais de temas relacionados à população negra.

O Fórum promove atividades que tenham como eixo central as demandas do povo negro, garantindo a participação de militantes ou organizações que possam colaborar na construção de um movimento negro forte e politicamente unido para combater de forma coletiva o racismo, preconceito, discriminação em nossa região e se somar à luta do povo negro em todo Brasil.

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

XIX Congresso Mundial de Educador@s Sociais

De 10 a 12 de abril acontece na Unicamp o XIX Congresso Mundial de Educador@s Sociais.

O encontro irá debater os rumos da profissão e de um campo de pesquisas, de educação e de práticas voltadas à construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Também será a oportunidade de reunir alguns dos mais expressivos pensadores nacionais e internacionais da educação social, educação popular e educação não formal como agentes dos processos cotidianos de transformação social que, atuando nas fissuras do sistema, constroem estratégias de sobrevivência e resistência para aqueles que são oprimidos e explorados pelo sistema econômico dominante.

O congresso também abordará os aspectos legais e organizacionais do processo de estruturação do Educador Social como profissional, incluindo sua formação, o processo de escolarização e a regulamentação de sua profissão.

As mesas de debates discutirão o papel político da educação social, o protagonismo feminino no cenário de resistência democrática e transformação social, o dever ético da transformação social para a construção de um estado democrático, o panorama Latino-Americano, a mídia e novas tecnologias na resistência à endireitação planetária entre outros temas.

 

Atuação

O educador social pode ter diversos perfis profissionais e atuar em muitas áreas, passando por monitores e cuidadores, arte-educadores, agentes sociais de saúde, educação e cultura, lideranças comunitárias e militantes de movimentos sociais. Todos eles têm em comum o trabalho com grupos comunitários em que as relações sociais demandam uma intervenção que vise a melhora da qualidade de vida.

O encontro é o organizado pela AEESSP (Associação dos Educadores e Educadoras Sociais do Estado de São Paulo) e a AIEJI (Associação Internacional de Educadores Sociais) em parceria com diversas entidades, entre elas, o STU.

Para se inscrever, conferir a programação ou obter mais informações, acesse o site do encontro em http://xixcongresso.aeessp.org.br/inscricoes/

porFernanda de Freitas

Economista explica impacto da Reforma da Previdência

O combate à PEC 287/16 estará em debate na palestra Reforma da Previdência, que será realizada dia 5 de abril (quarta-feira), às 18h30, no salão do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil.  O encontro abordará também quais as principais medidas que afetam os trabalhadores e o impacto da mudança nas aposentadorias.

O palestrante será o economista, doutor em Ciências Sociais, professor do CEA (Centro de Economia e Administração) da PUC-Campinas, diretor do Sinpro e presidente da Apropucc, Ednilson Arendit.

Para garantir a vaga o interessado deverá enviar e-mail para [email protected], com nome completo, nome da entidade a qual pertence, telefone e endereço eletrônico. 

A atividade é gratuita, organizada pelo CES (Centro Nacional de Estudos Sindicais e do Trabalho) e conta com o apoio da Apropucc (Associação dos Professores da PUC-Campinas). , SEAAC e Sinpro Campinas e Região.

O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil fica na Rua Barão de Jaguara, 704, no Centro de Campinas.

 

PROGRAMAÇÃO:

PALESTRA SOBRE REFORMA DA PREVIDÊNCIA

  • 5 de abril (quarta-feira), às 18h30, no salão do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil – Rua Barão de Jaguara, 704, no Centro.

 

Fonte: Apropucc

porFernanda de Freitas

Aposentados discutem demandas da categoria

O Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria da STU se reuniu nesta quarta-feira (8), na sede da entidade, para dar prosseguimento à discussão das demandas e ações para o ano de 2017.

No encontro, foram discutidas as pautas de interesse da categoria e aberto espaço para que os aposentados tirem dúvidas e deem sugestões sobre a organização da agenda do departamento.

O tradicional encontro contou com a participação dos diretores e coordenadores da pasta, Sandra Ramos e Aparecido Calderaro e da coordenadora geral do sindicato, Margarida Barbosa.

Os aposentados debateram as questões relacionadas à FAPESP e as ações em torno da luta pela Previdência Social, o CR (Conselho de Representantes), programação das atividades de lazer, as diversas PEC’s que promovem corte de direitos, entre outros assuntos. Durante a reunião, a coordenação da pasta fez um relato do cenário atual de negociação em torno do dissídio coletivo que reivindica reajuste salarial e de benefícios.

Para o STU essas reuniões são fundamentais para ouvirmos os aposentados e organizamos a luta em torno da pauta específica dessa categoria que muito contribuiu para a construção da Unicamp. Além disso, a entidade procura sempre organizar atividades que sejam de interesse da categoria e auxiliem na confraternização entre os ativos e inativos.

Durante as discussões, foi servido um café, para que eles pudessem ter um momento descontraído e de confraternização.

 

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Vamos às ruas contra o aumento da tarifa de ônibus

Amanhã (8), a partir das 17h, no Largo do Rosário, acontece mais um ato “Isso é exploração! R$4,50 não!” contra o reajuste da tarifa de transporte em Campinas.

Os movimentos sociais, estudantis e sindicais vão cobrar a revogação imediata do aumento das passagens e da cobrança de integrações, além de mais transparência nas contas do setor.

O STU se soma a essa luta contra o aumento abusivo da tarifa que joga nas costas dos trabalhadores e estudantes as contas de um serviço de péssima qualidade cuja tarifa é uma das mais caras do país.

O transporte público é uma conquista social que não pode ser vista como mercadoria. Trata-se de uma necessidade básica, é um direito universal de todos os cidadãos.

Venha para o ato! # R$4,50 não!

Clique aqui e confirme sua presença no ato “Isso é exploração! R$4,50 não!”.  

 

 

porFernanda de Freitas

Construção da sede da entidade finalmente sairá do papel

Em assembleia nesta quinta-feira (12) à tarde, os sócios do STU aprovaram o ajuste orçamentário para dar prosseguimento ao projeto de construção da nova sede.

Os trabalhadores presentes, algum deles aposentados, aprovaram a garantia de complementação dos recursos para a construção de uma nova sede com os recursos do fundo de greve.

O XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, realizado em 2015, deliberou que a entidade deveria adequar o projeto de construção da sede do sindicato com vistas a viabilizar a ocupação do terreno da entidade que fica ao lado da Adunicamp e, para isso, deveria destinar o valor descontado do imposto sindical dos não sócios para o Fundo de Construção da Sede.

Para se tornar economicamente viável a sede será construída em containers e contará com sala para reunião, espaço para atividades culturais, recepção, área para realização de assembleia e a guarda do patrimônio histórico dos trabalhadores da Unicamp (materiais de comunicação e processos judiciais).

A assembleia também reiterou que a Comissão de Construção da Sede deve cobrar da reitoria uma contrapartida nos custos da construção e indicou que o STU adeque os termos de concessão do terreno às mesmas condições presentes na concessão da sede da Adunicamp.

A conquista de uma sede adequada para a entidade é um projeto que a categoria cultiva desde os tempos da Assuc (Associação dos Servidores da Unicamp) e com a aprovação desse aporte financeiro esse sonho poderá ser concretizado, em cerca de 6 meses.

O objetivo de construir uma sede é oferecer mais conforto aos trabalhadores da Universidade e otimizar o trabalho do STU através de uma estrutura compatível com as demandas dos mais de 8 mil trabalhadores representados pela Sindicato.

 

Greve de 2011

A assembleia de Sócios também aprovou a realização de um acordo com a reitoria a respeito do processo judicial (criminal e civil) decorrente da greve de 2010.

A Justiça reconheceu que houve danos ao patrimônio público durante uma ação de ocupação da reitoria e indicou que os funcionários da Unicamp, arrolados no processo, arcassem com o custo. Desta forma, o acordo prevê que o STU realize o pagamento à reitoria mediante a retirada de todos os processos e punições contra os trabalhadores.

A assembleia também aprovou que o STU busque garantir junto à reitoria que o recurso pago seja revertido em benefícios ao trabalhador. Além disso, deve abrir dialogo com as entidades que compõem o Fórum das Seis para que parte desse custo seja rateado, tendo em vista que a ocupação se deu durante um Ato Conjunto  na data-base salarial de 2010.

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Sábado tem Torneio Zumbi dos Palmares

O Torneio de Futebol Zumbi dos Palmares será realizado neste sábado (26), 8 horas, no Euroamérica (Estrada da Rhodia, Km 15, Vila Hollandia). Os pais e mães podem levar seus filhos de 7 a 16 anos para participar. No evento serão homenageadas Conceição Geremias e Maria de Lourdes do Amaral. Participe!

porFernanda de Freitas

Debate: “Resistir é Preciso!”

O STU, a Adunicamp e o SOS Universidade Pública estão organizando o debate “Resistir é Preciso!”. Será amanhã (11), às 12h, no Pavilhão Básico da Unicamp.

Os debatedores serão os professores Andréia Galvão (IFCH), Fernando Teixeira (IFCH) e José Dari Krein (IE) e o diretor do STU, Kiko.

A atividade será transmitida ao vivo pelo Coletivo Socializando Saberes em www.socializandosaberes.net.br.
Essa atividade integra a programação do “Dia Nacional de Greve e Paralisação” convocado pela Fasubra, Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo e as centrais sindicais como: CUT, CTB e CSP-Conlutas, Intersindical.

Ato Unificado em Campinas

Logo mais, às 17h, no Largo do Rosário, haverá um ato conjunto para protestar contra a agenda golpista, que pretende liberar a terceirização e a precarização geral e irrestrita, desmontar os serviços públicos, acabar com o direito à aposentadoria e as leis trabalhistas e entregar o pré-sal e as riquezas do país para as empresas multinacionais.

A intenção das entidades campineiras é avançar na construção e organização da greve geral necessária para barrar esses ataques promovidos pelo governo Temer.

[https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/11/DEBATE_RESISTIR_11112016_WEB.png] 

 

 

 

 

 

 

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XV Semana da Consciência Negra Unicamp

Veja aqui  Programação da XV Semana da Consciência Negra Unicamp

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Unicamp no 25º Seminário de Segurança da Fasubra

A plenária dos trabalhadores da Vilância ocorrida no último dia 4 elegeu os servidores Antônio Quirino Correia, José Veloso M. Neto e Joel Gomes de Souza como delegados ao 25º Seminário Nacional de Segurança das Instituições Públicas de Ensino Superior (IPES) e Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT).
O Seminário promovido pela Fasubra acontece de 07 a 12 de novembro, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Na programação, além do debate sobre a conjuntura, haverá mesas sobre Educação e Democracia Universitária; Desenvolvimento e Aprimoramento da Carreira; Políticas Sociais de Gênero, Raça e combate as opressões; Estatuto do desarmamento e as realidades vivenciadas pelos seguranças das IPES e EBTT. Também serão debatidas questões como Segurança Pública, Violência nas Instituições de Ensino e a implementação do Plano Nacional de Segurança da Fasubra, projetos de leis em tramitação no Congresso Nacional de interesse da cateoria, balanço dos 25 anos do Seminário, luta por concurso público e o combate a terceirização.
Ao final do evento será eleita a nova coordenação e definida a sede do 26º Seminário.

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Festa de fim de ano está chegando

Seguem à venda os convites para a festa de de fim de ano do STU. Este ano a festa acontece na Chácara Imperial (Rua Lydia C. Caruso, 231- Fazenda Santa Cândida – Campinas) a partir das 10 horas.
Os ingressos custam R$ 10 para sócios e R$ 15 para não sócios e podem ser adquiridos junto a secretaria do STU.
A diretoria do STU convida todos os servidores a participar deste momento de confraternização, com direito a música ao vivo, churrasco, atrações infantis, sorteios e muita animação.