Categoria Eventos, Lazer & Esportes

porFernanda de Freitas

Confraternização dos Aposentados

A Coordenação de Aposentados do STU está organizando uma Confraternização Comunitária de Final de Ano para os Aposentados e suas famílias.

Será dia 13/12 (sexta-feira), das 9 às 18h, na chácara localizada no Jardim do Sol (Rua Caminho).

Para participar cada sócio aposentado contribuirá com R$10 e um kit churrasco.

Os aposentados não sócios e convidados deverão contribuir com R$15 e um kit churrasco.

Essa contribuição financeira é indispensável, pois servirá para arcar com os custos da locação e uso do espaço e para a organização da festa.

poradmin

Outubro Rosa no CAISM enfatiza o autocuidado

Nesse mês de outubro o Hospital da Mulher da Unicamp está com atividades constantes ressaltando a importância do autocuidado. O CAISM está com eventos de formação abertos ao público, encontros de socialização de pacientes, atividades culturais, esportivas e ações interativas e terapêuticas para as pacientes.

Durante todo o mês, ações que contam com o apoio de parceiros e patrocinadores, ficaram integradas ao atendimento contínuo no Hospital.

 As mulheres poderão usufruir das oficinas de maquiagem, oficina de lenços e turbantes, reiki e práticas integrativas, pinturas, painéis interativos, café da manhã especial, oficinas de dança e atividade física para as pacientes assistidas no CAISM e cuidadores.

A programação será disponibilizada no site do CAISM e em suas redes sociais. Maiores informações poderão ser obtidas em [email protected]

No próximo dia domingo (27/10) haverá MED Run na Praça Arautos da Paz, Participe! Seja Rosa!

poradmin

Divino Tserewahú (cineasta da etnia Xavante)

Divino Tserewahú: Nascido em 1974, Xavante da aldeia de Sangradouro (município de General Carneiro, MT), Divino seguiu o trabalho iniciado pelo irmão e começou a aprender sobre cinema em 1990, quando a comunidade Xavante de Sangradouro recebeu sua primeira câmera de filmagem (VHS). Então começam as produções e registros de, sobretudo, cerimoniais para o público da aldeia. Sua primeira atuação profissional na área foi como parte da equipe do Programa de Índio, série de TV realizada na Universidade Federal do Mato Grosso entre 1995 e 1996. Em 1997, Divino participou do primeiro encontro e oficina de formação de cineastas indígenas do Brasil, organizado pelo Vídeo nas Aldeias e realizado no Parque Indígena do Xingu. Já entre 2001 e 2002, por intermédio do Vídeo nas Aldeias, ele conseguiu uma vaga para estudar na Escola Internacional de Cinema de San António de Los Baños, em Cuba, onde se capacitou nas técnicas de edição, roteiro de documentário e ficção, animação, entre outras.

Diversos dos filmes de Divino Tserewahú receberam prêmios em festivais de cinema nacionais e internacionais. Estes trabalhos, junto a sua trajetória pioneira no âmbito da realização cinematográfica indígena, têm sido objeto de estudo acadêmico, dando origem a teses e dissertações realizadas em diferentes instituições brasileiras.

Seus principais filmes são: “Wapté Mnhõnõ, A Iniciação do Jovem Xavante”, premiado em vários festivais, “Waiá Rini, O Poder do Sonho” (2001), “Daritidzé, Aprendiz de Curador” (2003), “Sangradouro”2009, “PI’ÕNHITSI, Mulheres Xavante sem nome”.

Associação NINA e Coletivo Socializando Saberes e ADunicamp apresentam:

O Mestre e o Divino (2013)

Muitas surpresas são reveladas no premiado longa O Mestre e o Divino, que a ADunicamp, em seu Cine Debate, exibe nessa terça feira 15/10; às 19h, em sua sede que fica no campus da Unicamp.

O filme desvenda com muita beleza a relação de um encontro multiétinico entre dois seres ligados pela mesma paixão, mas de posturas contraditórias em relação a ela. Produzido por Vincent Carelli/Video nas Aldeias (produtor/produtora do ótimo Martírio/2016) o filme foi vencedor dos prêmios de melhor documentário, montagem e trilha sonora no Festival de Brasília 2013.

Divino Tserewahú, importante cineasta indígena da etnia xavante e personagem central do documentário, que veio à Campinas para interlocuções culturais, ao final da exibição, abrirá o debate e responderá a questões instigadas pelo filme e sobre sua rica produção cinematográfica, referência internacional em cinema etnográfico. Produção essa que estará a venda no dia em formato DVD.

A iniciativa é do Ponto de Cultura NINA que conta com o Coletivo Socializando Saberes, Adunicamp e STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp)

  • O Mestre e o Divino
  • Direção: Tiago Campos;
  • Documentário | Livre
  • 85 min | Brasil | 2013

Dois cineastas retratam a vida na aldeia e na missão de Sangradouro, Mato Grosso: Adalbert Heide, um excêntrico missionário alemão, que, logo após o contato com os índios, em 1957, começa a filmar com sua câmera Super-8, e Divino Tserewahu, jovem cineasta Xavante, que produz filmes para a televisão e festivais de cinema desde os anos 90. Entre cumplicidade, competição, ironia e emoção, eles dão vida a seus registros históricos, revelando bastidores bem peculiares da catequização indígena no Brasil.

  • O QUÊ: “O Mestre e o Divino”/2013 – documentário em Cine Debate;
  • QUANDO: Dia 15/10; às 19h;
  • ONDE: na ADunicamp – Associação de Docentes da Unicamp – Rua Dr. Érico Verissímo, 1479 – Cidade Universitária – Campinas
  • LIVRE!
porFernanda de Freitas

Excursão dos Aposentados para Campos do Jordão

A Coordenação de Aposentados está organizando um passeio para Campos do Jordão no dia 09/11, com almoço incluso.

A saída para o passeio será dia 08/11, às 23h55, do Largo do Pará, em Campinas. O investimento é de R$ 95 para sócio do STU e crianças (a partir de 11 anos), R$ 77,50 para criança (6 a 10 anos), R$ 60 para crianças (até 5 anos) e criança abaixo de 5 anos não paga.

Inscrição imediata para sócios do STU, priorizando os aposentados. A lista de espera será chamada a partir de 17/10 e tem acréscimo nos valores mencionados acima.

Informações, reservas e pagamentos devem ser feitos diretamente na Secretaria do STU no período da manhã.

porFernanda de Freitas

25ª Grito d@s Excluíd@s de Campinas

Neste sábado (7), Dia da Independência do Brasil, tem a 25ª edição do Grito d@s Excluíd@s de Campinas, a partir da 9h, no Largo do Pará.

Vamos ocupar as ruas por Justiça, Dignidade e Liberdade para todos os cidadãos e cidadãs.

porFernanda de Freitas

Debate Reforma Agrária e a defesa do Acampamento Marielle Vive.

Amanhã (29), às 15h, na Câmara Municipal de Campinas, tem debate sobre a importância da Reforma Agrária e a defesa do Acampamento Marielle Vive.
Vamos discutir a distribuição da terra para realização de sua função social e o direito à vida digna.

 

porFernanda de Freitas

Promotoras Legais Populares inauguram espaço integrativo

As Promotoras Legais Populares Cida da Terra de Campinas e Região irá inaugurar seu espaço em parceria com o CIC (Centro de Integração da Cidadania de Campinas). Será quinta-feira (28), às 10h, no CIC localizado na Rua Odete Therezinha Santucci Octaviano, 92, no Vida Nova em Campinas.

 

Promotoras Legais Populares

É um projeto de cidadania sob uma perspectiva da construção da igualdade de direitos entre as diversidades étnico-racial, sexual e classe social.

O Projeto PLPs (Promotoras Legais Populares) foi criado a partir da iniciativa da União de Mulheres do Município de São Paulo , com o apoio da organização THEMIS – Gênero e Justiça (RS), do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública (IBAP), e do Movimento do Ministério Público Democrático (MPD).

A atuação das PLPs é pautada por ideais de justiça, democracia, dignidade e defesa dos direitos humanos das mulheres e do acesso à justiça e ampliação da cidadania, lutando pela equidade de gênero e por uma sociedade onde as mulheres sejam reconhecidas e respeitadas no que se refere ao seu valor humano, social, político e econômico.

Usada em diferentes países, a nomenclatura “Promotoras Legais Populares” corresponde ao projeto de formação de mulheres que trabalham para o fortalecimento dos direitos da população e para o combate à discriminação e à opressão, por meio do conhecimento dos direitos e dos caminhos de acesso à justiça.

As promotoras legais populares podem prestar orientação, aconselhar e promover a função instrumental do direito no dia a dia das mulheres, com intervenções individuais ou coletivas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Promotoras Legais Populares Cida da Terra de Campinas e Região

 

 

porFernanda de Freitas

Festa Julina dos Aposentados

A Festa Julina dos Aposentados será dia 05/07, a partir das 12h, na sede nova do STU.

Vamos ter  muitas músicas, bingo, cachorro quente e outras delicias típicas.

 

Venha confraternizar conosco!

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Passeio para Porto Ferreira e Cachoeira de Emas

Passeio para Porto Ferreira e Cachoeira de Emas para aposentados ainda restam vagas.

porFernanda de Freitas

I Seminário de Avaliação de Ações Afirmativas da Unicamp

O I Seminário de Avaliação de Ações Afirmativas na Pós-graduação da Unicamp acontece amanhã (6), das 14 às 16h, no Instituto de Economia.

O encontro tem como objetivo principal discutir balanços ou andamentos das políticas de ações afirmativas na pós-graduação da Unicamp.

De acordo com os organizadores, a dinâmica central do evento consistirá em apresentações para a comunidade acadêmica (por parte de coordenadores convidados de programas de pós-graduação que aderiram ao sistema de cotas raciais e processos seletivos para indígenas) sobre o processo de implementação dessas políticas, seus resultados preliminares e desafios ou tarefas que podem ser apontadas.

Confirme presença e confira a programação no Facebook em: https://m.facebook.com/events/415502872576682/.

 

PROGRAMAÇÃO – 6 DE JUNHO
14h: Mesa de abertura
Reitoria (representante)
Frei David (EDUCAFRO)
Debora Jeffrey (Grupo de Estudos e Pesquisas em Política e Avaliação Educacional – GEPALE/FE-UNICAMP)
Isadora Brandão Araújo Silva (Defensoria Pública de São Paulo)

15h15: Mesa Ações Afirmativas na Pós-graduação da Unicamp
Michel Nicolau Neto (Coordenação de Pós-graduação do IFCH-UNICAMP) – a confirmar
Isabella Tardin Cardoso (Coordenação de Pós-graduação do IEL-UNICAMP)

16h: Discussão
Debora Jeffrey (FE-UNICAMP)
Célio Hiratuka (Coordenação de Pós-graduação do IE-UNICAMP)

16h45: Mesa de fechamento
Raquel Teixeira (Coletivo de Mulheres Negras Lélia Gonzalez)
Du Kiddy (Núcleo de Consciência Negra)
Frente Pró-cotas da Unicamp

Este evento está sendo organizado pelos seguintes coletivos:

  • Grupo Pró-cotas da Pós-graduação do IEL
  • Comissão de Cotas Carolina Maria de Jesus
  • Coletivo de Mulheres Negras Lélia Gonzalez
  • Núcleo de Consciência Negra da Unicamp
  • Frente Pró-cotas da Unicamp
porFernanda de Freitas

Mulheres Negras Movendo as Estruturas: femenagem a Profª Lucilene Reginaldo

O mandato da vereadora Mariana Conti (PSOL) convida todos para memorar Marielle Franco através da femenagem à Profª. Dra. Lucilene Reginaldo. O evento será na próxima terça-feira (04), às 18h30, no Auditório Marielle Franco do IFCH, e contará com uma roda de conversa sobre as experiências de mulheres negras na Universidade, partindo do ponto de que elas são exemplos de resistência e inspiração na luta por tempos melhores.
No começo deste ano o mandato da vereadora elaborou o Projeto de Lei que institui a Medalha Marielle Franco na Câmara Municipal de Campinas. A entrega da medalha, neste momento, está sendo realizada pelo próprio mandato dando força ao projeto para que a Câmara passe a fazê-lo.
A professora Lucilene Reginaldo foi indicada pela ADunicamp para ser femenageada pelas sua história de vida, além das importantes pesquisas na área de Teoria e Metodologia da História, História da Bahia e História de Angola e Congo, século XVIII e da participação destacada no processo de defesa das cotas étnico-raciais na Unicamp.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2018, apenas 10,4% das mulheres negras com idade entre 25 a 44 anos concluem o Ensino superior. E uma pesquisa doS Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aponta que o percentual de mulheres negras (pretas e pardas) doutoras professoras de programa de pós-graduação é inferior a 3%.

Clique aqui e confirme presença no evento divulgado pelo mandato no Facebook.

 

Sobre a homenageada Lucilene Reginaldo

Possui graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1991), mestrado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1995) e doutorado em História pela Universidade Estadual de Campinas (2005). Atualmente é professora da Área de Estudos Africanos – História da África da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Tem experiência nas áreas de Teoria e Metodologia da História, História da Bahia e História de Angola e Congo, século XVIII. Desenvolve pesquisas sobre os seguintes temas: irmandades negras no Império português, igreja e missões católicas em Angola e Congo. Lucilene teve participação destacada no processo de defesa das cotas étnico-raciais na Unicamp.
Fonte: Mandato da Vereadora Mariana Conti

porFernanda de Freitas

Câmara de Vereadores de Campinas vai debater os cortes na educação e os impactos nas instituições

“Cortes na Educação e os Impactos na Unicamp e Instituto Federal” é o tema que será discutido na primeira parte da Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Campinas. Será na próxima quarta-feira (29), das 17 às 17h50, no Plenário da Câmara Municipal de Campinas.
A iniciativa é do vereador Gustavo Petta (PCdoB) que está atento às discussões que ocorrem na CPI das Universidades, na Assembleia Legislativa de São Paulo, e aos cortes promovidos pelo governo federal na Educação Pública.
A Câmara Municipal fica na Av. da Saudade, 1004 – Ponte Preta.

 

 

porFernanda de Freitas

Coordenação de Aposentados organiza passeio para Porto Ferreira

A Coordenação dos Aposentados do STU está organizando mais um passeio para os aposentados e funcionários da Unicamp.

Desta vez será para Porto Ferreira, a Capital Nacional da Cerâmica Artística e da Decoração. Será dia 17/08 (sábado). A cidade possui ampla variedade de produtos do segmento como cerâmica utilitária e artística, mesa, móveis em ferro, madeira, artigos em vidro, resina, iluminação, decoração de interiores e móveis entre outros artigos.

Tudo isso transformou o município de Porto Ferreira em um dos principais pólos comerciais do Estado de São Paulo. Hoje, com mais de 300 lojas, além de indústrias e fábricas, a cidade possui intenso turismo de negócios.

Depois de visitarmos Porto Ferreira iremos para a cidade de Cachoeira das Emas para saborear um almoço gostoso, regado a comida caseira e um peixe gostoso.

O valor de investimento nesta viagem é de R$ 67  incluindo almoço (bebidas a parte) e o ônibus.

Ligue no STU e faça a sua reserva, o quanto antes.

 

porFernanda de Freitas

Cineclube do MIS exibe “A classe operária vai ao paraíso”

O filme “A classe operária vai ao paraíso” será exibido nesta quarta-feira (8) às 19h, no Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS), localizado na Rua Regente Feijó, nº 859, Centro.

O magnífico filme do diretor Elio Petri, ganhador da Palma de Ouro de Cannes em 1972 é uma das obras cinematográficas que melhor retrata o processo de alienação do trabalhador no sistema fabril fordista e taylorista. Reflete a ebulição do movimento operário na Itália do início dos anos 1970, como afirma Sérgio Prieb: “Esse é talvez o mais representativo dos filmes políticos italianos dos anos 1970.

O engajamento passa pelo próprio diretor, militante por muitos anos do PCI, mesmo depois de sair do Partido, continuou colaborando na seção de cinema do jornal comunista, o L’Unitá. O ator principal, Gian Maria Volonté, por toda a vida foi militante do PCI, sendo protagonista de inúmeros filmes políticos italianos entre os anos 1960 e 1980.

O filme conta a história de Lulu, um operário disciplinado, cumpridor das metas de produção estabelecidas pela empresa e, por isso, admirado por seus chefes. Tal fato o incompatibiliza com os demais trabalhadores. Um dia o Sindicato convoca uma greve contra o aumento do ritmo da produção e os baixos salários. Lulu decide não se envolver com o movimento até sofrer um acidente que lhe custa um dedo. Com o descaso de seus patrões, ele decide, sem muita consciência, participar de um grupo político de esquerda e mais radical, dirigido por estudantes.

Outro destaque do filme é a belíssima trilha sonora de Ênio Morricone.

Informações do Filme

  • Comentadora: Stela Godoy, professora do Curso de Ciências Sociais da PUC-Campinas.
  • Direção: Elio Petri.
  • Elenco: Gian Maria Volonté, Mariângela Melato, Salvo Randone.
  • Música: Ênio Morricone
  • Ano: 1971
  • Duração: 2h05
  • Nacionalidade: Italiano (legendado)
  • Promoção: Cineclube Outubro.
  • Parcerias: Fundação Maurício Grabois (FMG); Sindicato dos Professores de Campinas e Região (Sinpro); Associação dos Professores da PUC-Campinas (Apropucc); Associação dos Docentes da Unicamp (Adunicamp); Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp); Sindicatos dos Trabalhadores da Unicamp (STU).
  • Apoio: Museu da Imagem e do Som (MS) e Museu da Cidade (Muci) de Campinas.

Fonte: Museu da Imagem e do Som

 

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

1º de Maio – Em Defesa da Previdência Pública e dos Direitos dxs Trabalhadorxs

Neste ano, o Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora será marcado pela luta contra o fim da aposentadoria e por mais empregos e salários decentes, soberania nacional e a defesa de uma proposta de reforma Tributária que assegure justiça social na arrecadação de impostos.

Na pauta está também a luta contra o desrespeito aos direitos humanos, o desmonte dos serviços públicos e as ameaças ao meio ambiente.

Em Campinas vamos nos reunir às 9h30, no Largo do Pará para saída da caminhada até o Largo da Catedral, onde acontece o ato político às 10h30.

No mesmo momento estará acontecendo a Missa dos Trabalhadores na Igreja Catedral das 9 às 10h30.

 

Ofensiva contra a classe trabalhadora

Aliado às forças conservadoras e ao capital financeiro, o governo Bolsonaro vem adotando medidas extremas contra aos setores mais pobres da população.

A economia está com dificuldades para se recuperar, o desemprego segue alarmante, o arrocho salarial e a precarização do trabalho intensificam as desigualdades.

A conjuntura de retrocesso político e de crise econômica e social pela qual passamos exige unidade de dos movimentos populares e sindicais.

Não podemos vacilar! Neste 1º de Maio, temos que ocupar as ruas da cidade para defender nossas conquistas e o futuro da nossa nação.

 

Ato em São Paulo

Dada a gravidade da situação da classe trabalhadora, as centrais sindicais decidiram somar forças realizando um Ato Unificado em SP, que reunirá a CUT, CTB, Força Sindical, Intersindical, CSP-Conlutas, Nova Central, CGTB, CSB e UGT, além das Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo. A mobilização será no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, a partir das 10h.

Os movimentos sindicais e populares anunciarão neste ato de 1º de maio os próximos passos da luta contra os ataques do governo de Jair Bolsonaro (PSL), com perspectiva de convocação de Greve Geral em defesa da Democracia, Soberania, Emprego, Previdência Pública e Aposentadoria Digna.

 

 

 

porFernanda de Freitas

Medalha Marielle Franco é o símbolo de que “não irão calar a nossa voz”

Dia 27 de março aconteceu a honraria de entrega da Medalha Marielle Franco para as mulheres guerreiras e exemplo de luta contra o machismo, racismo e sexismo.

Entre as homenageadas estava a diretora do STU, Margarida Barbosa.

Margarida foi a primeira enfermeira negra a atuar no HC/Unicamp, na época da sua contratação em 1979. Foi docente da FCM (1994-1996), integrou equipe de Educação Continuada do Caism e assumiu diversos cargos de chefia nesse hospital.

É militante da Organização para a Libertação do Povo Negro e sua luta sempre foi pautada na defesa das

mulheres trabalhadoras da Saúde, especialmente, das mulheres negras.

A honraria foi uma iniciativa da vereadora Mariana Conti (PSOL), que luta para que a medalha entre para o calendário de honrarias da Câmara Municipal de Campinas.

 

Marielle Franco

Marielle Franco é mulher, negra, mãe e “cria” da favela da Maré. Socióloga, defensora dos Direitos Humanos foi eleita vereadora da Câmara do Rio de Janeiro pelo PSOL e presidiu a Comissão da Mulher da agora.

No dia 14/03/18 foi assassinada por milicianos e, depois de quase um ano do crime, os assassinos foram identificados, mas os mandantes ainda permanecem anônimos.

A Medalha Marielle Franco é um símbolo de que somos muitas para ecoar a sua voz e não deixaremos que sua história e sua memória sejam esquecidas.

Essa honraria é um recado para os poderosos do país entender que “Marielle Vive… em cada uma de nós!”.

Que floresçam todas as Marielles!

 

 

porFernanda de Freitas

Lançamento do Manifesto em Defesa da Escola Sem Censura

Nesta quarta-feira (27), a partir das 19h, no Colégio Carlos Gomes, lançaremos o Manifesto em Defesa da Escola Sem Censura num ato em defesa dos educadores e contra a perseguição promovida pelo projeto “Escola Sem Partido.

O projeto não foi aprovado na última Legislatura Federal, mas projeto semelhante já foi reapresentado há poucos dias. As entidades estão cada vez mais preocupadas com os ataques a liberdade de cátedra e às práticas educacionais que possibilitam a formação crítica e reflexiva aos estudantes. Além disso, o projeto “Escola Sem Partido” restringe conteúdos de ensino a partir de uma premissa de que deve haver neutralidade do conhecimento, possibilitando a perigosa prática de censura em sala de aula, o que poderá resultar na criminalização da atividade docente.

Além da ADunicamp, participam da organização e assinam o manifesto o STU, a Apropucc (Associação dos Professores da PUC-Campinas), o Sinpro-Campinas (Sindicato dos Professores de Campinas) e a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo).

O Colégio Carlos Gomes fica na Avenida Anchieta, 80, Centro de Campinas.

 

Fonte: ADunicamp

porFernanda de Freitas

8 de Março tem ato pela vida das mulheres, por democracia e direitos

Dia 8 de Março, o Movimento de Mulheres de Campinas e Região está organizando um ato a partir das 16h30, no Largo do Rosário, Centro de Campinas, pelo Dia Internacional da Mulher.

A resistência feminina se levanta não só contra a opressão machista, mas em repúdio ao ataque do governo Bolsonaro expressado na Reforma da Previdência, que prejudicará bem mais as mulheres se a medida for aprovada pelo Congresso Nacional.

Veja a nota do coletivo sobre o ato de 8 de março:

Mulheres, 2019 será um ano de muitos desafios. O governo do Jair Bolsonaro quer anular direitos, piorar a vida do povo, aumentar a exploração e a violência e entregar nossas riquezas para empresas internacionais.

As mulheres já demonstraram sua capacidade de resistir de forma permanente: fomos nós que saímos às ruas para dizer #EleNão. A muito resistimos e lutamos contra as políticas que atacam diretamente nossas condições de vida, trabalho e dignidade.

Sabemos que estes ataques se intensificaram a partir do golpe de 2016 com o governo Temer e agora se aprofundam com o governo Bolsonaro, como temos visto dia a dia.

Vamos nos organizar, ampliar e enraizar nossa luta a partir dos lugares em que vivemos, trabalhamos e estudamos para mudar a vida de todas as mulheres.

Neste 8 de março, vamos ocupar as ruas na defesa dos nossos direitos pelo direito de decidir sobre nosso corpo e pelo direito a uma vida sem violência para todas as mulheres.

Venha e junte-se a nós, traga sua bandeira, faixa e batuque para organizarmos uma grande marcha das mulheres de Campinas e Região.

 

Imagem (foto banner): Márcia Regina Quintanilha