Categoria Comunicados

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Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 13 de Junho de 2014.

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AGENDA: Reunião do Fórum das Seis define próximas ações da greve unificada

Na sexta-feira (13), o Fórum das Seis se reuniu em São Paulo e aprovou encaminhar um documento ao Conselho de Reitores repudiando a intransigência e falta de diálogo com a categoria.
Além disso, os presentes discutiram sobre a conjuntura da greve, fazendo avaliações e tirando as próximas ações unificadas.
A reunião acertou os detalhes da aula pública que será realizada na quarta-feira, 18/6, na Praça da Sé (São Paulo), com concentração a partir das 12h. O tema da aula pública será “Direito à educação e à saúde”.
A reunião também aprovou os seguintes indicativos:

Segunda-feira, 16/6: Assembleias para avaliar as propostas de ações unitárias de 23 a 27/6.

Quarta-feira (18/6): Aula pública na Praça da Sé (SP):  “Direito à educação e à saúde”.

Segunda-feira, 23/6: Realização de nova rodada de assembleias de base.

AGENDA DA LUTA

Segunda-feira (16/06)

7h30 -> Atividade nas guaritas da Unicamp
10h -> Passeata até a rampa do HC – saída da entrada da FEA
14h -> Sobremesa coletiva e concentração no CB, para atividade no Instituto de Química.

Atividades na Área da Saúde

6h – 8h -> Atividade nas entradas do HC
11h -> Reunião do Comando de greve da Saúde

Terça-feira (17/06)

9h -> Café da manhã unificado no CB.
9h30 -> Arrastão da greve – passagens nas unidades.

Quarta-feira (18/06)

9h – Concentração na frente da Reitoria
10h – Saída para São Paulo no F1
12h – Aula pública na praça da Sé

 

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Sem negociação, Unicamp continuará parada

Hoje trabalhadores farão atividade nas guaritas da Unicamp seguida de passeata até o HC

Devido à intransigência do Cruesp, que desrespeita os trabalhadores ao “oferecer” reajuste zero, a luta segue na Unicamp e a greve unificada se mantém firme.
O reajuste é o mínimo de dignidade que os trabalhadores exigem, uma vez que a inflação vem consumindo os salários. Só a cesta básica, em São Paulo, subiu 12,01% apenas nos primeiros cinco meses de 2014.
Outras categorias já conseguiram repor a inflação. E, por meio da luta, os funcionários da Unicamp seguem exigindo uma negociação efetiva.
A AUSÊNCIA DE NEGOCIAÇÃO É, NA REALIDADE, UM TERCEIRO 0% QUE O CRUESP APRESENTOU À CATEGORIA. E ISSO OS TRABALHADORES NÃO VÃO ACEITAR.

Vamos devolver o terceiro zero ao Cruesp

Na Unicamp, continua a pressão pela reabertura de negociação com o Fórum das Seis. Na sexta-feira, foi realizado mais um ato na Universidade que mostrou que os trabalhadores repudiam a decisão do Cruesp.
Os reitores têm mostrado um enorme descaso com os trabalhadores ao não atender as reivindicações e ainda por cima cancelar a reunião já marcada com o Fórum. Em virtude disso, as três universidades estaduais de São Paulo continuam em greve por tempo indeterminado. Os reitores se recusam a negociar, mantendo à risca a proposta do Governo Geraldo Alckmin de arrochar os salários e sucatear os serviços públicos.
A pressão não vai parar, os trabalhadores querem negociação imediata!

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STU lança nova Carta Aberta à população

Baixe aqui o Carta_Aberta_STU, de 16 de Junho de 2014.

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Unicamp pede nova reintegração judicial, agora no RA

Na última sexta-feira a Unicamp novamente utilizou o Judiciário contra a greve e pediu a reintegração de posse do R.A. O mesmo já havia acontecido nos outros restaurantes.
O processo aconteceu pacificamente, mas a diretoria do STU e o Comando de Greve registram que é uma lástima que o reitor prefira usar a força do Judiciário do que negociar com a categoria.

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Cruesp mantém intransigência e desmarca reunião

Após formalizar a retomada de diálogo com os trabalhadores para esta sexta-feira (13), no fim do dia de ontem o pró-reitor de Administração da Unesp, Carlos Antonio Gamero, informou ao Fórum das Seis que a negociação está “suspensa”. De acordo com Gameiro, a reunião foi desmarcada porque ainda “persistem ocupações, piquetes e manifestações”.
Parece que agora os reitores vão atuar de forma ainda mais intransigente e, na prática, exigir o fim da greve sem ao menos dialogar com as categorias.
A coordenação do Fórum se reunirá nesta sexta pela manhã para discutir os próximos passos da mobilização.
Aqui na Unicamp, conforme deliberação do Comando de Greve que tem representação de toda a categoria, a mobilização segue. E a diretoria do STU cobra imediato posicionamento do reitor José Tadeu Jorge pela reabertura das negociações. A forma como o Cruesp agiu é desrespeitosa às categorias em luta e ao direito de greve, e só contribui para acirrar os ânimos. Os servidores e docentes das universidades estaduais paulistas reafirmam que estão abertos e reivindicam a negociação, mas é fundamental que aqueles que constroem a excelência da Unicamp, USP e Unesp sejam tratados com dignidade. NEGOCIAÇÃO JÁ!

AGENDA DA LUTA

Quinta-feira (12/06)

6h30 às 7h30 – Atividade nas entradas do HC
9h – Reunião das unidades
9h – Reunião Planta Física/Limeira

Sexta-feira (13/06)

6h30 às 8h – Atividade nas entradas do HC
6h45 – Panfletagem da DEdIC: CAS/Pronto-Socorro/HC/Caism/CECI (Maternal e Pré-escola)
8h15 – Panfletagem da DEdIC: CECI (Maternal e Pré-escola / Bercário) / Prodecad
8h30 – Reunião do Caism – Planejamento Familiar
12h40 – Panfletagem da DEdIC: CECI (Pré-escola)/CAS/PS/HC/Caism
15h – Comando de Greve

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A luta na Unicamp continua forte!

A greve unificada das universidades estaduais paulistas não para e segue a cada dia com mais força e dedicação. Hoje, na Unicamp, temos mais um dia importante de luta. Os trabalhadores organizarão panfletagens nas principais guaritas da universidade. Com essa ação, a categoria quer conversar com a população, trabalhadores e estudantes sobre a greve e sobre a importância desta mobilização.
A luta é pelo reajuste salarial e também pela defesa de uma universidade pública, democrática, transparente e de qualidade. Intransigências e falta de transparência como a da reitoria da USP expõe nossas universidades a debates e ameaças privatistas e excludentes.
O STU reafirma também a total disposição de debater as nossas pautas e negociar um reajuste com os reitores. A categoria já está respondendo ao reajuste zero com a greve, agora resta que CRUESP se pronuncie diante das reivindicações dos trabalhadores.

AGENDA DE LUTA!

Quarta-feira (11/6)
07h30 – Concentração no estacionamento da creche para panfletagem do boletim nas guaritas e conversa com trabalhadores, estudantes e população.
09h00 – Concentração para passeata, na guarita da FEA.
14h00 – Comando de Greve, na CB-1.
17h00 – Debate: “Problemas Estruturais no Brasil e os Movimentos Sociais”, com João Pedro Stédile, no IE.

ÁREA DA SAÚDE

06h00 – Concentração na F-1 do HC, para dialogar com a população

 

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Trabalhadores em greve realizam forte ato na USP

Manifestação organizada pelo Fórum das Seis reuniu servidores e estudantes das estaduais paulista em frente à reitoria da USP nesta terça-feira

Ontem mais uma ação unificada entre Unicamp, USP e Unesp deu mais uma vez o recado para os reitores: a categoria não vai se calar diante do reajuste zero e da enrolação para discutir nossa pauta específica de reivindicações. Em um ato bem representativo em frente à reitoria da USP, com trabalhadores e estudantes de todas as universidades, mais uma vez os reitores foram pressionados para negociar com o fórum das Seis.
O reitor Marco Antonio Zago sequer estava presente, pois ao saber da manifestação tratou de cancelar a reunião do Conselho Universitário para não ter que dialogar com a categoria. Além do desrespeito para com os trabalhadores ao oferecer nada de reajuste salarial, o reitor não se dispõe de conversar com as pessoas que estão exigindo apenas o mínimo de dignidade para trabalhar.
A universidade só se constrói com o trabalho de todas as pessoas envolvidas, sendo que os funcionários dedicam a maior parte de sua vida às atividades na universidade. Fora o fato de que muitos trabalham por duas ou três pessoas devido à falta de contratação de mais funcionários. A resposta que os reitores dão aos trabalhadores é reajuste zero. Além disso, seguem protelando a discussão da pauta específica da categoria, que já foi entregue aos reitores há pelo menos dois meses e meio.
Por isso, a categoria não se calará enquanto não houver uma negociação de fato.
O STU vem divulgando que a Unicamp tem uma reserva orçamentária de mais de R$ 1,3 bilhão, portanto, não tem desculpa de que os salários precisam ser congelados. As universidades estaduais paulistas seguem em greve contra a intransigência do Cruesp!

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Todos ao ato unificado na USP

A greve unificada das universidades estaduais paulistas segue crescendo. Enquanto não houver negociação, a categoria seguirá unida e mobilizada. Hoje a luta acontece centralmente em frente à reitoria da USP, que de última hora ontem à tarde desmarcou a reunião do Conselho Universitário agendada para hoje. Mas os trabalhadores e trabalhadoras mantêm o ato, agora em frente à reitoria comandada por Marco Antônio Zago para cobrar o agendamento imediato da reunião imediata dos reitores com o Fórum das Seis para reabertura das negociações para enterrar “reajuste zero” do Cruesp.

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Manifestação arrancou primeira reunião na greve com Tadeu

Enquanto acontecia o ato em frente à reitoria nesta segunda-feira (9) o reitor José Tadeu Jorge recebeu pela primeira vez desde o início da greve uma comissão formada por servidores integrantes do comando de greve e diretores do STU.
Os trabalhadores cobraram o reitor sobre o reajuste zero e a paralisia das negociações com o Cruesp, e reafirmaram a necessidade da reitoria da Unicamp fazer gestões para que o Conselho de dirigentes das universidades paulistas defina hora e local para reunião, ainda nesta semana.
Tadeu se comprometeu a cobrar a reunião e disse que apresentou no Cruesp proposta de reposição pelo índice Fipe (cerca de 5%).
O STU e o comando afirmaram que a posição do Cruesp tem fragilizado as universidades, que sofrem ataques na mídia.
Em relação à pauta específica, o reitor se disse disposto a iniciar a negociação, comprometendo-se a iniciar o debate pela discussão da jornada de 30 horas na saúde.

 

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Dinheiro tem!

Como o Boletim do STU vem noticiando desde o início da greve, o problema para o atendimento das reivindicações da categoria não é financeiro. A Unicamp tem uma reserva orçamentária de mais de R$ 1,3 bilhão. Em verdade, desde 2008 a Universidade fecha o balanço financeiro com superávits.
Sobra dinheiro para aquisições duvidosas como a Fazenda Argentina, para os supersalários e para obras faraônicas (algumas delas praticamente abandonadas pelas empreiteiras que ganharam as licitações). Só para o salário dos trabalhadores, a jornada de 30 horas e a efetivação da isonomia é que não tem?
O que estamos vendo faltar é vontade política para atender às demandas de quem constrói a excelência da Unicamp. Por isso, a greve só cresce!

Grafico Superavits Unicamp

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STU apoia os metroviários de São Paulo contra a criminalização das lutas

O comando de greve da Unicamp aprovou ontem moção de solidariedade e apoio à luta dos metroviários e repúdio ao governador Geraldo Alckmin em razão da truculência contra a greve. Nesta segunda-feira 60 trabalhadores foram demitidos. Além disso, Alckmin já havia usado a Tropa de Choque da PM por diversas vezes contra os grevistas.
Os servidores em greve na Unicamp também repudiaram a declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que manifestou apoio do governo federal ao tucano.
Após a Justiça do Trabalho impor o reajuste de 8,7% em julgamento no domingo, a categoria estava disposta a encerrar a greve, mas a notícia das demissões levou à necessidade de manter a categoria unida para defender o direito constitucional de todos os trabalhadores de fazerem greve sem serem reprimidos.
Metrô de SP: corrupção, supersalários e arrocho

Em março deste ano, o Ministério Público Estadual denunciou 30 executivos de 12 empresas por formação de cartel no Metrô do Estado entre os anos de 1998 e 2008, com envolvimento dos tucanos. No dia 4 de junho, o jornal de distribuição gratuita ‘Estação’ divulgou reportagem informando que em 2013 os ganhos de diretores e conselheiros do Metrô foram dez vezes maiores que os valores pagos em 2012 (R$ 22,4 milhões). Enquanto isso, o governo do Estado e a empresa se negam a conceder o reajuste reivindicado pela categoria (12% aumento real + da reposição da inflação).

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9/6 – Todos ao ato na reitoria!

Vamos cobrar do reitor que atue para marcar o mais rápido possível a reunião de negociação entre o Cruesp e o Fórum das Seis, além do atendimento à pauta específica da categoria na Unicamp. A concentração terá início às 10 horas.

Na sexta-feira (6), o Cruesp enviou comunicado ao Fórum das Seis informando que os reitores aceitam se reunir com a categoria. Sabemos que foi a mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras que arrancou esta reunião, que na verdade o Cruesp queria jogar para o segundo semestre.
Agora os trabalhadores querem saber a data da negociação, e que seja o mais breve possível. Por isso, será realizado um ato hoje em frente à reitoria para cobrar do reitor Tadeu um posicionamento diante deste cenário. Os trabalhadores e trabalhadoras exigem a nova reunião de negociação e a aprovação da pauta de reivindicações protocolada na reitoria. A categoria está aberta ao diálogo, resta agora o reitor se pronunciar!

Amanhã a luta é em São Paulo

Amanhã, trabalhadores da Unicamp, USP e Unesp farão um ato em frente à reitoria da USP, em São Paulo, cobrando a reunião com o Fórum das Seis e a recomposição salarial, além de manifestar nossa indignação com o reajuste zero. A greve na USP, Unicamp e Unesp continua forte e a categoria mobilizada tem conseguido pressionar os reitores à negociação.
O STU informa que serão passadas listas nas unidades. Os interessados também podem ligar ou enviar e-mail ao sindicato.

Cruesp comunicado 060614

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Greve segue forte na saúde

Os trabalhadores e trabalhadoras da saúde estão dando um exemplo de luta e organização e a greve segue crescendo nas unidades.
A categoria não tem se intimidado, mesmo com o assédio moral e as tentativas de enfraquecer o movimento grevista por parte da administração da Universidade.
O Centro Cirúrgico e o Pronto Socorro aderiram à paralisação e agora os trabalhadores já discutem a dispensa de procedimentos eletivos.
Os direitos só são conquistados com luta!

Assédio contra a greve no Centro Cirúrgico

Na medida em que os trabalhadores avançam na greve e na organização, começam a aparecer as ameaças e a intensificação do assédio moral.
Na sexta-feira (6), no CCG/HC, os trabalhadores mantiveram a postura de atrasar os procedimentos por duas horas, como forma responsável de participar da greve assegurando o atendimento de urgência e emergência à população. Mas, para o espanto de todos, o docente Paulo Palma, de forma agressiva e descontrolada ofendeu funcionários do Centro Cirúrgico, chamando-os – dentre outras ofensas desferidas especialmente contra mulheres – de preguiçosos. Isso porque não havia material em condições para realizar os procedimentos cirúrgicos, tendo em vista os problemas de contaminação já relatados no Boletim do STU e o mau funcionamento das máquinas de autoclave.
As trabalhadoras reagiram elaborando documento à direção do HC relatando o ocorrido e foram orientadas pela diretoria do STU a registrarem boletim de ocorrência.
Assédio moral é crime! Denuncie.

Direito de greve também é desrespeitado no CAISM

No CAISM, as chefias imediatas da Unidade de Internação e Escolta ameaçam /os trabalhadores de descontos quando estes participam dos atos. As ameaças variam desde descontar as horas que os trabalhadores participam das manifestações até abertura de processos administrativos, caso ocorra algum problema na assistência. Essas posturas são uma evidente afronta ao direito de greve.
O STU continuará a acompanhar a situação e denunciará todo desrespeito e ataques contra a categoria.

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Hoje a luta da Unicamp é no Centro de Campinas!

A concentração para o ato será no Largo do Rosário, às 14 horas. Em seguida, faremos passeata pelo Centro da cidade para dialogar com a população sobre a justeza da greve.

Hoje é dia dos trabalhadores e trabalhadoras da Unicamp dialogarem com a população, divulgando nossas reivindicações e o motivo da greve. Além disso, é um momento importante de unificar a luta com todos os trabalhadores e organizações que defendem os serviços públicos e o funcionalismo.
Os funcionários e funcionárias da Unicamp vão mais uma vez às ruas contra o reajuste zero, pela isonomia, pela implementação das 30 horas na saúde, por mais vagas nas creches, pela extensão de benefícios aos aposentados, por melhorias no transporte e por todas as demais reivindicações da categoria.
Sairão ônibus do estacionamento da BC e da entrada F-1 do HC, às 13 horas. Organize-se e participe.

 

Agenda de luta

9h – café da manha na DAC
9h – café da manhã na DGA
10h – Concentração na reitoria
13h – Saída dos ônibus para o ato no Centro de Campinas
14h – Concentração no Largo do Rosário e passeata no Centro

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Greve cresce na saúde

Ontem, trabalhadores do Centro Cirúrgico Geral e do atendimento ambulatorial paralisaram as atividades por duas horas. Vão repetir a ação hoje e amanhã.
Os demais setores da saúde também intensificam a mobilização contra o reajuste de zero, pelas 30 horas e por condições de trabalho.
Problemas em equipamentos levam a suspensão de cirurgias

Apesar da mobilização dos trabalhadores do centro cirúrgico, não foi a greve a responsável pela não realização de cirurgias ontem no HC. Problemas no equipamento de higienização e esterilização de materiais ocasionaram a suspensão dos procedimentos cirúrgicos.
Outras cerca de 70 operações foram suspensas por determinação da direção do Hospital em função dos jogos da Copa.
Isso mostra que a diretoria do HC e a reitoria da Unicamp não estão preocupadas com a saúde da população, mas apenas pressionam os trabalhadores que querem construir a greve e tentam jogar a população contra o movimento.

Agenda da Saúde

6h – Concentração na rampa A-3 do HC
7h – Reunião no saguão A-2
7h30 – Café da manhã CCG/HC
8h – Visita aos setores
11h – Reunião do Comando (no F-2)
11h30 – manifestação (portaria F-1)
12h30 – Reunião do CCG/HC
14h – Reunião do comando do HC

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Ato em SP abre possibilidade de reabrir negociações

Presidente do Cruesp se compromete a buscar com demais reitores uma reunião com o Fórum das Seis para “o mais breve possível”. Categorias seguem mobilizadas.

O ato de ontem em frente à reitoria da Unesp mostrou a disposição de luta do movimento grevista unificado das três universidades estaduais. Funcionários, professores e alunos compareceram à manifestação pela abertura imediata das negociações com o Conselho de Reitores.
A manifestação fez com que a presidenta Cruesp, Marilza Vieira Cunha Rudge, recebesse uma comissão do Fórum das Seis. Na reunião, a reitora se comprometeu a intermediar com os outros dirigentes o agendamento de uma reunião de negociação. A coordenação do Fórum ressaltou que as categorias esperam o retorno dessa interlocução ainda nesta semana.
Logo após a reunião com Marilza, o Fórum das Seis decidiu que continuará cobrando a retomada das negociações. O Conselho Universitário da Unicamp também já aprovou que o reitor José Tadeu Jorge deve buscar assegurar que o Cruesp retome o diálogo com os trabalhadores. Tendo em vista essa realidade, o Fórum deliberou que se até a semana que vem não houver retorno, será realizado um novo ato unificado no dia 10 de junho, em frente à reitoria da USP (onde estará acontecendo o conselho universitário daquela instituição).
Até lá, as categorias seguem mobilizadas e em greve. Na Unicamp, diversos atos já foram realizados, já são três bandejões fechados e houve aumento de adesão dos servidores da Área de Saúde, que estão se revezando em escalas para assegurar o atendimento a urgências e emergências e fortalecendo a greve.

AGENDA DE LUTA

Dia 04/06 (quarta-feira)
9h – Visita em Limeira / Piracicaba
9h – Café conjunto na reitoria
10h – Atividade cultural – apresentação do Maracatu
11h – Reunião da CECOM
14h – Comando de greve – praça da paz
AREA DE SAÚDE
7h – HC atividades na entrada com concentração no 3º andar
e visita aos setores.
7h – CAISM atividades entrada saguão e visita aos setores
Dia 05/06 (quinta-feira)
9h Reunião FEM – saguão de entrada
10h – Ato/debate sobre o serviço público na educação
14h – Ato em defesa da saúde no centro de Campinas
Dia 06/06 (sexta-feira)
Festa Junina

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Ato conjunto: Hoje a luta é em São Paulo!

Os trabalhadores da Unicamp, USP e Unesp vão em caravana exigir do Cruesp abertura imediata de diálogo e negociação com o Fórum das Seis. O ato acontece em frente à reitoria da Unesp, no centro de São Paulo.
Será uma grande manifestação para mostrar a força da greve unificada e dizer basta à intransigência dos reitores. O arrocho salarial é inaceitável, ainda mais quando sabe-se que o governo estadual deixou de repassar R$ 2 bilhões para as universidades nos últimos seis anos e os reitores nada fizeram para exigir esta verba.
O Cruesp quer empurrar essa conta para os trabalhadores com a “proposta” de reajuste zero. Enquanto a cesta básica e as contas não param de aumentar (neste mês o convênio Unimed/GGBS foi reajustado em 5,6% para os trabalhadores da Unicamp) os reitores se recusam a dialogar. Não vamos aceitar tal afronta!
Todos ao ato unificado, para mostrar a força do movimento grevista!

Fortaleça a luta da categoria!

Os ônibus para o ato saem às 11 horas, do estacionamento da BC e da entrada F-1 do HC.

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Greve se fortalece nos locais de trabalho

Por deliberação da categoria, ontem o Comando de Greve fechou a caldeira do restaurante universitário e paralisou as atividades no HC por uma hora (assegurando os atendimentos de urgência e emergência). Também foi realizada uma  grande passeata – da reitoria até a rampa do HC – para mostrar que a greve está a todo vapor.

Confira as fotos das atividades da greve deste dia 2 de junho no Facebook do STU: stu.unicamp

 

AGENDA DE LUTA!

Terça-feira (3/6)

8h – Café nos setores com passeata até a reitoria
9h – Concentração na reitoria
9h – Reunião da FCM (saguão do Espaço das Artes)
9h – Reunião conjunta IQ e IB (com os estudantes, no gramado)
11h – Saída para São Paulo
14h – Ato em São Paulo
14h – Preparação da festa junina (em frente ao PB/DAC)

Quarta-feira (4/6)

09h – Visita aos campi de Limeira e Piracicaba
09h – Café conjunto (na reitoria)
10h – Ato-debate sobre o serviço público na educação, organizado pelo STU, DCEe Adunicamp (na reitoria)
11h – Reunião da CECOM
14h – Comando de greve

Sexta-feira (6/6)

Na sexta-feira (6), o Comando de Greve organizará uma grande festa junina. A Comissão de Cultura da greve está recebendo doações de prendas para as atividades da festa (que podem ser entregues na sede do STU). Colabore você também.

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Tribunal de Contas exige que Funcamp atue de acordo com a lei

No último dia 22, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo determinou novamente que a contratação de funcionários da Funcamp seja feita por concurso público.
A segunda câmara do TCE também manteve julgamento irregular da aquisição de bens e materiais sem licitação.
O tribunal ressalta que a Funcamp depende da Unicamp para existir, e por isso não faz sentido que atue fora dos marcos legais da administração pública.
Hoje, por meio da Funcamp, a Universidade compra equipamentos para o hospital e contrata funcionários. A decisão rejeitou recurso apresentado pela Fundação.
No dia 30, a primeira câmara do TCE também julgou irregular contrato firmado pela Unicamp sem licitação com a empresa Fort Knox Sistemas de Segurança S/S Ltda.