Segundo dia do XIV Congresso do STU apresentou as contribuições, teve mesa em defesa da educação e propostas sobre temas importantes

Rogério Marzola, Claudionor Brandão, Mariana Conti, Eduardo Gemmis, Toninho Alves, Eva Lopes, Gustavo Petta e Pio Romera na mesa em defesa da educação.

O segundo dia do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp começou com a apresentação de cinco contribuições inscritas no encontro.

As outras sete contribuições, como fazem parte da tese guia, foram automaticamente incorporadas ao texto base do congresso.

As contribuições apresentadas incluem temas relevantes, como: por um STU mais ativo e uma categoria mais solidária no combate ao sofrimento psíquico no trabalho; por uma nova tradição no STU que unifique efetivos e terceirizados, não a toda forma de opressão em defesa dos direitos democráticos e civis das pessoas LGBTQIAP+, mulheres nas universidades e na luta sindical e alteração do estatuto do sindicato.

Pela vida das mulheres

É importante registrar que a Comissão de Mulheres Contra Violência de Gênero do STU apresentou um posicionamento emblemático em defesa da vida das mulheres trabalhadoras da Unicamp. Elas denunciaram práticas de machismo e assédios no meio sindical prejudiciais às companheiras e cobraram da entidade ações que foram aprovadas na assembleia do ano passado e que ainda não foram implementadas.

A comissão concluiu que a luta pela equidade dentro do ambiente sindical é uma demanda muito urgente, por isso estão propondo alterações no estatuto do sindicato, para que a entidade se torne um espaço seguro para todas as mulheres.

Comissão de mulheres convidou todas as mulheres da plenária para se juntarem à frente da mesa.

Pelo direito à Educação

Na sequência aconteceu a conferência sobre Defesa da Educação com Gustavo Petta, Rogério Marzola, Mariana Conti, Claudionor Brandão, Pio Romera, convidados pelas teses inscritas.

Cada conferencista expos sobre as lutas que precisamos travar pela garantia de educação de qualidade.

Muito se falou sobre a extrema direita e a importância de continuar combatendo o fascismo, os ajustes fiscais, os desmontes das universidades públicas, a militarização das escolas bem como as privatizações.

Trabalhadores discutiram pautas cruciais

Na parte da tarde formou-se cinco grupos de trabalhos, sendo:

1 – Conjuntura: Políticas Afirmativas e Opressões;

2 – Conjuntura: Universidade, Educação e Saúde;

3 – Conjuntura: Precarização do Trabalho;

4 – Conjuntura: Estrutura Sindical;

5 – Conjuntura: Aposentados.

Cada grupo debateu o seu tema e sistematizou propostas que serão apreciadas pela plenária posteriormente.

Amanhã (25), inicia-se a plenária final onde será definido o plano de lutas e as alterações estatutárias.

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1 comentário até agora

MarcitaPostado em3:45 pm - maio 7, 2025

Reflexão/impacto:

Fico a pensar!
… O Órgão responsavel/Ministério do Trabalho… …Teve precisao a Reitoria/Unicamp, a implantaçao Relogio Ponto pra que Unicamp não viesse a pagar multa…”Eu trabalhadora penso na seguinte visao…”Melhor a Reitoria pagar nossas perdas salariais, para evitar-se que Órgãos responsaveis também venham um dia questionar perdas salariais/rombo da Conta do trabalhador….e Juros/multa sairão muito mais caro.

São situações a serem negociáveis, a evitar degastes maiores.

Atenciosamente

Grata
Márcita
BCCL

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