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porFernanda de Freitas

CAMPANHA SALARIAL | STU convoca Assembleia Geral Virtual para 23/02, às 10h, para discutir indicativos do Fórum das Seis

Nossa Campanha Salarial 2021 vai começar e nossa pauta principal será a valorização do servidor público, a garantia de reposição salarial, a discussão dos parâmetros do plano de retomada ao trabalho presencial e a vacina para as comunidades acadêmicas.
Para discutir todos os indicativos do Fórum das Seis, dia 23/02, às 10h, teremos nossa Assembleia Geral Virtual.
Esse é o primeiro passo rumo à construção da nossa Pauta Conjunta. Estamos sem reajuste salarial desde maio/2019, por isso, é fundamental que você participe da assembleia que vai apontar as diretrizes que vamos seguir.
A valorização dos funcionários da Saúde, que estiveram na linha de frente de combate à Covid-19 arriscando suas vidas para salvar as nossas, há quase um ano, deve ser priorizada também.
Estamos ainda num momento delicado da pandemia e precisamos nos esforçar para garantir nossa organização e unidade mesmo virtualmente.

Defesa do Serviço Público
O STU aposta na luta dos nossos interesse, mas não ignora a importância do enfrentamento aos ataques em curso contra o serviço e os servidores públicos.
Defendemos a inclusão na Pauta Conjunta do Fórum das Seis as bandeiras que garantam melhor qualidade de vida e de trabalho para todos os trabalhadores, não só da Educação.

Arrocho salarial
Um estudo da Adusp aponta que o ICMS subiu e o comprometimento com salários nas universidades paulistas ano passado foi o menor dos últimos anos.
Os números mostraram que o arrocho imposto em 2020 pelos reitores não faz sentido, pois havia margem financeira para negociação salarial.
Ainda que as Universidades justifiquem cumprir a Lei Complementar 173 do Bolsonaro para não conceder reajuste, há uma decisão favorável do Tribunal de Justiça de São Paulo, em relação à USP, que faculta ao reitor a decisão de seguir ou não por não estar submetida a essa legislação. Decisão que pode ser estendia às demais universidades paulistas.
Esse ano será de muito embate e teremos que resistir porque sabemos, mais uma vez, que o problema não é a falta de dinheiro, mas a política de desmonte do serviço público.

Defesa do Serviço Público
Nossa assembleia também elegerá os delegados para a Plenária Virtual da Fasubra, que será realizada entre 11 e 13/03, das 14h às 18h.
Na pauta da Fasubra estão previstas discussões sobre Conjuntura e Estado de Greve; PEC Emergencial; Reforma Administrativa; Campanha Salarial das Universidades Públicas; análise dos riscos do retorno do trabalho presencial entre outros temas.

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova paralisação e calendário de luta

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Trabalhadores indicaram um conjunto de ações para fortalecer a luta

A Campanha Salarial mal começou e os reitores querem usar a justificativa da crise para arrochar os salários e cortar verbas universitárias.

Na primeira reunião de negociação com o Cruesp, sob a presidência do reitor José Tadeu Jorge, o Fórum das Seis (F6) lamentou que o índice não fosse discutido, dadas as expectativas presentes na comunidade.

Diante da falta de discussão e, talvez, de perspectiva de reajuste, esse ano nossa data-base dá mostras de que para avançarmos teremos que apostar na mobilização.

Dessa forma, nossa Assembleia Geral aprovou, na tarde desta quinta-feira (27), o indicativo de luta proposto pelo Fórum das Seis (F6) “Contra o Arrocho e o Desmonte do Serviço Público”, além de um conjunto de ações para construir e fortalecer nossa unidade. Sendo elas:

  • Fortalecer nossa mobilização realizando reuniões de unidades para debater a data-base e a nossa luta pela isonomia;
  • Convocar Comando de Mobilização para a próxima segunda-feira (02), às 12h, para organização da paralisação contra os cortes de verbas e o contingenciamento;
  • Dia de Paralisação – quarta-feira (04) para protestar contra o contingenciamento e os cortes de verbas – encampar o indicativo do IFCH;
  • Organizar caravana, na próxima quinta-feira (05), em apoio ao Sintusp que sofre ameaças de demissões de dirigentes sindicais e aviso de “despejo” da sede que ocupa há 50 anos. Nesta data ocorre um ato convocado pelos companheiros;
  • Indicar ao F6 que aponte a perspectiva de greve, caso o Cruesp não atenda as reivindicações de reajuste;
  • Realizar um Dia de Luta, Mobilização e Paralisação de técnico-administrativos, em 16/05 (segunda-feira), data em que acontece a segunda rodada de negociação com os reitores. A proposta é que haja concentração no MASP com passeata até a sede do Cruesp;
  • Convocar Comando de Mobilização para dia 17/05 (terça-feira) para organizar nossa luta, avaliar o andamento das mobilizações nas unidades e debater o indicativo de greve;
  • Convocar Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp no dia 18/05 (quarta-feira) para discutir o resultado da reunião de negociação entre o F6 e o Cruesp e deliberar sobre o indicativo de greve;
  • Organizar Plenária Conjunta (STU, Adunicamp e DCE) para debater a situação do orçamento da universidade, os cortes de verbas universitárias, a unidade contra o arrocho e o desmonte do serviço público e a resistência da Unicamp ao golpe na forma de impeachment em curso;
  • Realizar um ato com ocupação da Fazenda Argentina, considerando que foi adquirida com recursos do IPESP que deveriam ser destinados ao pagamento de aposentadorias;
  • Elaborar abaixo assinado reivindicando “Isonomia Já!”, reforçando o compromisso não cumprido pelo reitor;
  • Reafirmar a cobrança de que as reuniões de negociação sejam realizadas na universidade que preside o conselho, como tradicionalmente acontecia. Cobrar também que o Cruesp se desfaça da sede na Rua Itapeva e converta o recurso do aluguel em investimentos para a comunidade das três universidades;

 A assembleia contou com a participação da direção nacional da Fasubra, que tem acompanhado de perto os encaminhamentos da data-base da categoria.

Caravana para a USP

O Sintusp está sob ameaça de novas demissões de dirigentes sindicais e o anúncio de “despejo” da sede que ocupam no campus há 50 anos.

Os interessados em participar da caravana em apoio ao Sintusp na próxima quinta-feira (05) devem reservar sua vaga, o mais breve possível, com a Secretaria do STU.

Calendário de Mobilização

Além das medidas aprovadas pela categoria, os trabalhadores reafirmaram o calendário de mobilização que já está em curso:

  • 1º de Maio – Dia do Trabalhador
  • 06/05: Audiência Pública – para discutir o projeto de lei nº 399/2015, que pleiteia a extensão do vale alimentação aos aposentados e pensionistas
  • 11/05: Dia de Luta contra o Racismo

Solidariedade Classe

Um representante da fábrica Mabe Eletrodomésticos esteve na assembleia para expor a situação dos trabalhadores que foram demitidos sem pagamento de verbas rescisórias. A empresa mexicana é dona das marcas Continental, GE e Dako e, recentemente, decretou falência como forma de se eximir das responsabilidades dos encargos trabalhistas.

O companheiro informou que a fábrica em Campinas foi desocupada depois de inúmeras pressões sofridas pelos trabalhadores e em Hortolândia por meio de medida coercitiva da Polícia Militar.

Pela situação precária em que se encontram os companheiros, a assembleia expressou solidariedade de classe e o STU se colocou à disposição para fortalecer a luta daquela categoria.

Vale lembrar que, o STU esteve presente em vários atos convocados como forma de manter a unidade na luta.

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Funcamp cobram respeito e cumprimento da data-base

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STU e trabalhadores da Funcamp se reúnem no Auditório do HC

Quinta-feira passada (1) o STU se reuniu com os trabalhadores da Funcamp para discutir a Campanha Salarial e a organização da categoria.
É bom lembrar que, a data-base dos trabalhadores da Funcamp ocorre em 1º de agosto e até o momento estamos sem previsão de reajuste salarial e sem justificativa formal para o não pagamento.

Diante dessa situação, o STU cobrou do Coordenador Geral da Unicamp, prof. Álvaro Crosta e do diretor executivo da Funcamp, prof. Fernando Sarti, reunião para tratar do tema, mas não obteve retorno até a presente data.

De acordo com informações publicadas no site do SEAAC, as negociações estão paradas desde 25 de agosto, quando os representantes da Fundação apresentaram proposta de parcelar o reajuste dos salários. Em 25 de setembro, a entidade disse que foi à Delegacia Regional do Trabalho de Campinas (DRT) buscar mediação do órgão para construir uma proposta definitiva de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Enquanto isso, sindicato e trabalhadores aguardam a Funcamp apresentar nova proposta.

Mobilização da Funcamp

Na reunião entre STU e os trabalhadores da Funcamp ficou decidido retomar imediatamente as atividades da Comissão de Trabalhadores Funcamp (CTF). Na ocasião foram eleitos mais membros para reforçar a representação na maioria das unidades.

A avaliação foi de que é necessário investir na organização e mobilização da categoria como forma de garantir o reajuste salarial, respeito aos direitos trabalhistas e melhores condições de trabalho.

Eles definiram também que o STU deve denunciar essa situação ao Ministério Público do Trabalho (MPT) relatando, inclusive, o tratamento desrespeitoso dado aos trabalhadores pelos gestores da Funcamp, além do descumprimento da data-base, cujo processo não garante a participação da categoria na negociação ou nos termos a serem acertados no ACT.

O SEAAC informou que assim que for assinado o acordo ele terá efeito retroativo a 1º de agosto e, até lá, ficam garantidas todas as cláusulas e direitos previstos no atual ACT. Mesmo assim, os trabalhadores ressaltaram que estão cansados da forma com que a entidade sindical conduz a negociação e que não será mais aceito que os trabalhadores não participem efetivamente do processo de decisão ou que sejam convocados apenas para dar o aceite na proposta firmada entre SEAAC e Funcamp.

Contribuição Assistencial

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Trabalhadores da Fucamp votam encaminhamentos da reunião

Outro ponto levantado pelos trabalhadores na reunião com o STU foi a cobrança de uma suposta taxa negocial pelo SEAAC.

Sabemos que o artigo 545 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) permite que seja descontado em folha de pagamento de seus trabalhadores, sindicalizados ou não, uma contribuição cujo valor é aprovado previamente em instrumentos coletivos. Esta contribuição é cobrada por ocasião da data-base de cada categoria e vai para os sindicatos da categoria. Entretanto, o trabalhador tem o direito de não pagar essa contribuição, devendo para isso manifestar sua contrariedade ao desconto.

Quanto à taxa negocial, a Justiça Trabalhista vem se manifestando contrariamente a sua cobrança, sendo que decisões proibitivas já foram emanadas pela Justiça do Trabalho de Botucatu, Araraquara, Porto Ferreira, dentre outras no país.

Foi relatado que o SEAAC tem dificultado o processo por não oferecer as devidas informações quanto ao recolhimento e, principalmente, orientações quanto à forma de cancelamento da cobrança.

O STU defende a manutenção da entidade sindical e da luta da categoria deve se dar por meio do apoio de seus associados. Sendo assim, combate veemente a prática de cobrança que gere dependência financeira do sindicato ou influencie na atuação da entidade.

Na luta com os trabalhadores da Funcamp

Os trabalhadores solicitaram que o STU acompanhe os encaminhamentos referentes à data-base e apoie os trabalhadores na organização dessa luta. Mesmo que o SEAAC seja o representante legal dos contratados pela Funcamp, o STU irá dar todo o suporte necessário para a categoria garantir o cumprimento da data-base e o avanço na pauta dos trabalhadores, bem como exigir respeito aos direitos trabalhistas e sociais e coibir qualquer tipo de prática antissindical pela Fundação.

O STU seguirá defendendo os contratados via Funcamp, como sempre fez historicamente, por entender que todos são trabalhadores Unicamp e devem ser tratados com o merecido respeito e isonomia.

porFernanda de Freitas

Boletim do Fórum das Seis – 15/05/15

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 15 de Maio de 2014.

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porFernanda de Freitas

Cruesp apresenta índice parcelado (4% + 3,09%)

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Trabalhadores da Unicamp em Ato Conjunto na porta do Cruesp

Os trabalhadores, docentes e estudantes atenderam o chamado das suas entidades e compareceram em peso ao Ato Conjunto da Campanha Salarial, dando demonstração de que estão dispostos a lutar para garantir suas reivindicações.

A reunião de negociação com o Conselho de Reitores (Cruesp) foi aberta com a discussão sobre o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2016. O Fórum das Seis (F6) cobrou que os reitores intervenham na tentativa do governador Alckmin de fixar o repasse de “no máximo” 9,57% do ICMS-QPE, porque tal medida representa um retrocesso na luta por mais verbas para a Educação, além de acabar de vez com a autonomia das universidades estaduais.

Em seguida os reitores apresentaram ao F6 a proposta de reajuste de 4% (maio/15) + 3,09% (out/15) com impacto no 13º salário.

A reunião chegou a ser suspensa por solicitação do F6 e depois foi retomada para tentar avanço nos índices com os reitores.

Após o retorno à reunião o Cruesp apenas se dispôs a antecipar a segunda parcela para outubro.

Então ficou desta forma a composição do reajuste: 4% (em maio/15) mais 3,09% (a partir de outubro/15), com impacto do total dos índices sobre o 13º salário.

Não houve acordo das entidades e a nossa assembleia acontece no dia 19/5.

Mais informações no Boletim do STU desta sexta-feira (15).

 

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da DGA apontam necessidade de fortalecer o movimento

Funcionários da DGA se reúnem para discutir Campanha Salarial 2015

Funcionários da DGA se reúnem para discutir Campanha Salarial

Nesta quarta-feira (25) teve início as reuniões de unidades para discutir a Campanha Salarial 2015.

O primeiro local a se reunir foi a DGA que contou com cerca de 50 trabalhadores e o acompanhamento dos diretores do STU – Kiko, Iuri, Paulo e Genézio.

Os trabalhadores fizeram uma análise da situação política e econômica brasileira e como ela tem refletido nas ações do governo do Estado de São Paulo e impactado as universidades estaduais.

É consenso que teremos um ano difícil, com muitos cortes de verbas e arrocho salarial. E apesar do horizonte desfavorável, os funcionários presentes à reunião demonstraram muita disposição de luta para enfrentar o achatamento dos salários e de benefícios e, principalmente, muita vontade de pressionar o reitor Tadeu para que ele cumpra seu principal compromisso de gestão, a implementação da isonomia.

Todos concordaram em continuar a se reunir até a data da assembleia geral, que será 4 de março, para discutir a construção de um calendário de mobilização. Outro ponto importante discutido pelos trabalhadores é a eleição dos seus membros para o Conselho de Representantes (CR) com finalidade de organizar a participação da unidade e fortalecer o movimento dentro da universidade.

Os funcionários também ressaltaram que para avançarmos nas conquistas precisamos unificar nossas ações com os funcionários da USP e Unesp.

Vale lembrar que amanhã (26) tem reunião dos trabalhadores do IFCH. Será às 9h na escadaria.

porFernanda de Freitas

Boletim do Fórum das Seis Entidades

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis Entidades, de 20 Fevereiro de 2014.

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