Arquivo de tag data-base 2026

porStéphane Powaczuk

Sexta-feira, 30/01, tem reunião do Fórum das Seis em São Paulo

Nesta sexta, 30/01, haverá reunião na Sede da Associação dos Docentes da Unesp (ADUNESP), em São Paulo, para debater estratégias de preparação da data-base 2026, agenda de reuniões do Fórum das Seis, reforma tributária, andamento dos GTs (Permanência e Previdência), entre outros assuntos.
O STU está participando ativamente das discussões do Fórum das Seis sobre a nossa data-base e outros assuntos que envolvem as Universidades Estaduais Paulistas.

Fique atento aos nossos canais de comunicação para ficar por dentro das notícias da nossa Campanha Salarial 2026.

Participe do grupo STU Notícias clicando aqui: https://chat.whatsapp.com/Fsv8mu6szwt6DFra73oqHl

porFernanda de Freitas

Data-base 2026: estamos em estado de greve

Entramos mais um ano sufocados por uma política de descaso da gestão Cesinha & Coelho que empilhou uma sequência de negativas que afetam diretamente a nossa dignidade, saúde e condições de trabalho.

Não podemos esquecer que não tivemos:

  • referências;
  • vale natalino;
  • implantação dos direitos das pessoas com deficiência;
  • redução da jornada;
  • reajuste dos benefícios como VA, VR e auxílio saúde;
  • paridade nas decisões nem um canal real de diálogo com a reitoria.

Do outro lado, o que sobra para quem mantém a universidade funcionando é:

  • excesso de trabalho;
  • a retirada das insalubridades;
  • vigilância via Ponto Eletrônico;
  • cortes em recursos para progressão;
  • assédio e perseguição;
  • falta de transparência que se tornou regra.

O poder de compra despencou, a saúde mental se deteriora e o assédio se espalha nas unidades. E, como de costume, na data-base reaparece o “discurso da crise”, usado para silenciar qualquer alternativa que não seja o arrocho.

Para agravar ainda mais esse cenário, o próprio reitor Cesinha já anuncia que o orçamento 2026 da universidade não prevê reajuste salarial, nem mesmo reposição da inflação.

A Unicamp, definitivamente, é a “prima pobre” das universidades paulistas!

Isso é uma afronta aos trabalhadores que dão o sangue para manter essa universidade de pé, garantindo ensino, pesquisa e serviços públicos de qualidade.

Diante disso, seguimos em ESTADO DE GREVE, aprovado em assembleia, por um reajuste digno na nossa data-base e pelo fim das perdas acumuladas, que já chegaram ao índice de 13%, segundo o Fórum das Seis.

Não vamos pagar a conta da má gestão financeira da atual reitoria. Queremos reajuste digno e que corrija as perdas acumuladas!

Seguimos em luta também pela democracia interna, pela paridade nas instâncias decisórias, por dignidade, recomposição salarial, pelo combate a todas as formas de assédio e violência, pela redução da jornada sem redução de salário, pelo fim da escala 6×1 para os terceirizados e da terceirização precarizada, pela implantação do trabalho híbrido e contra a autarquização da área da saúde.

Nossa resposta será coletiva, organizada e à altura dos ataques que estamos enfrentando.