Arquivo de tag ato campinas

porStéphane Powaczuk

Mês da Mulher: STU convoca mulheres trabalhadoras da Unicamp para ato dia 08/03

Está rolando uma agenda conjunta de defesa dos direitos das mulheres neste mês de março, e o STU apoia e se soma a esse calendário de luta através da realização de atividades para as mulheres trabalhadoras da Unicamp.

O Comitê de Mulheres pela Democracia, que foi criado em 2018, está com um agendão feminista para 2024, com várias programações que incluem um grande ato na próxima sexta-feira, 08/03, às 17h, no Largo da Catedral.

Vamos nos unir e participar juntas para dizer basta de violência contra as mulheres, por um mundo onde possamos ser respeitadas e permanecermos vivas! Contra as violências, as privatizações, o fascismo e o genocídio do povo negro, palestino e indígena.

Venha para o ato e some na luta!

Sexta-feira, 08/03, às 17h, todas, todos e todes no Largo doa Catedral!

Atualizada em 06/03/24 – às 16:27

porStéphane Powaczuk

STU participa de ato de Mobilização Nacional em defesa da competência da Justiça do Trabalho

O STU manifestou presencialmente o seu apoio, com a presença das diretoras Elisiene Lobo e Irene Rabelo, no ato de Mobilização Nacional em defesa da competência da Justiça do Trabalho, que aconteceu nesta manhã de quarta-feira, 28/02, em Campinas, em frente ao Fórum trabalhista.

Segundo a Coordenadora Geral do STU, Elisiene Lobo, desde a reforma trabalhista e da previdência, todos/as os/as trabalhadores/as estão perdendo, e não podemos mais admitir isso. Os/as sindicalistas são as vozes dos trabalhadores, e é preciso pressionar a justiça do trabalho, por isso que o STU compareceu ao ato.

A mobilização de hoje é uma reação à progressiva limitação das competências constitucionais da Justiça do Trabalho, provocada por recentes decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em sua fala no ato, Elisiene lembrou dos/as trabalhadores/as da saúde em meio a pandemia, que foram exaltados/as e aplaudidos/as, mas que hoje estão esquecidos/as. Não conseguem garantir a pauta das 30 horas, e nem o que já foi garantido pela justiça, que é o salário base corrigido. O setor privado não está fazendo essa garantia. “Precisamos que o Ministério Público garanta isso, que o Ministério da Justiça do Trabalho garanta isso, para a qualidade de vida do/a trabalhador/a, e para sua família”, diz Elisiene.

Muitas entidades sindicais e algumas personalidades políticas estiveram presentes no ato. Confira abaixo algumas fotos:

*Fotos: Wilson Tourinho