Arquivo de tag Área da Saúde

porFernanda de Freitas

STU cobra isonomia também de jornada entre os trabalhadores da Unicamp

Em virtude dos feriados, suspensões de expediente e do recesso universitário, no mês de dezembro a maioria dos servidores da Unicamp trabalhará cerca de 31,8% a menos (7 dias em 22) do que num mês típico. Os trabalhadores da área da saúde, no entanto, realizarão jornada equivalente aos outros meses.

No último dia 22, o STU encaminhou ofício à reitoria solicitando providências para extensão da redução aos trabalhadores da área de saúde.

Foram colhidas também assinaturas dos funcionários da área de saúde em um abaixo-assinado que reivindica a redução do número de plantões noturnos para o máximo de 10 (dez) no mês e a garantia de duas folgas extras para os plantonistas diurnos.

porFernanda de Freitas

STU cobra agenda de discussão com GT das 30 horas

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Diretores do STU, Toninho e Danilo, cobram agenda de discussão com a coordenação do GT das 30 horas

Texto e Foto: Fernanda de Freitas

Na tarde de ontem (17/10) os diretores do STU, Antônio Alves Neto e Danilo Mello Negreti cobraram do coordenador do Grupo de Trabalho (GT) das 30 horas, Adilton Dorival Leite, a data da reunião, entre o STU e GT, para discutir o andamento do estudo sobre a implantação da jornada de 30 horas para a Área da Saúde.

De acordo com o coordenador do GT o relatório que analisa e propõe as providências a serem tomadas está em fase de desenvolvimento e que em breve será acertada uma agenda para discutir os apontamentos do documento com o STU.

O STU continuará cobrando a reunião com o GT, conforme entendimentos na mesa de negociação com o reitor. Lembramos também que o grupo já foi oficializado com um pedido de reunião, tendo em vista o interesse do Sindicato em discutir a jornada de 30 horas para a Área da Saúde antes da sua apreciação pelo CONSU e implantação pela reitoria. A discussão sobre a redução da jornada é de suma importância para a categoria, principalmente, porque a entidade tem propostas e considerações a acrescentar a esse debate.

 

Grupo de Trabalho foi instituído em maio/13

O GT foi criado pelo reitor Tadeu Jorge através da Portaria GR-046/2013, de 22/05/2013, com objetivo de viabilizar a “implantação da jornada de 30 horas para os profissionais envolvidos nas atividades de assistência”, conforme anunciado em seu programa de gestão.

O programa de gestão do reitor também recomenda que “para que isso ocorra é preciso providenciar a alteração dos contratos de 40 horas, hoje existentes, passando-os para 30 horas semanais, sem redução salarial, adequando o quadro existente para que não ocorram deficiências no atendimento”.

O GT é formado pelos trabalhadores:

  • Enfº Adilton Dorival Leite (CAISM) – coordenador
  • Enfª Flora Marta Giglio Bueno (HC)
  • Enfª Simone Pollini Gonçalves (CAISM)
  • Laurione Cândido de Oliveira (HC)
  • Enfª Edina Tavares de Lima Montagnoli (CAISM)
  • Enfª Diva Helena Zanchetta Baldin (HC)
  • Enfª Margarida Barbosa (CAISM)
  • Luciana Alboccino Barbosa Catalano (PG)
  • Alexsandra Ortiz Marcatto (DGRH)
  • Lila Lea Cruvinel (CECOM)
porFernanda de Freitas

Justiça obriga Unicamp a ressarcir servidora do HC que fazia 40h semanais de forma irregular

Em meio à luta pela retomada da jornada de 30 horas na área da saúde, a Justiça do Trabalho julgou procedente a ação movida por uma servidora do Hospital de Clínicas contra a Unicamp devido ao não cumprimento da jornada de 30 horas. A reclamante, que exerce a função de ascensorista no HC desde 1987, trabalhou durante todo esse tempo sob o regime de 40 horas semanais. No entanto, a Lei nº 3.270 de 30/09/1957, que regulamenta a profissão do operador de elevador, determina que a carga horária para esta função não deve exceder as 30 horas semanais.

De acordo com a sentença da juíza Solange Denise Belchior Santaella, da 8ª Vara do Trabalho de Campinas, a Universidade terá que pagar à servidora 10 horas extras semanais pelos últimos cinco anos de trabalho, honorários advocatícios, correção monetária e juros de mora. O processo foi movido pelo departamento Jurídico do STU. Cabe recurso à decisão judicial, mas a vitória é importante para estabelecer o debate necessário acerca das irregularidades dentro da Universidade.

porFernanda de Freitas

Para diretor do STU, mudança no sistema de saúde depende de intervenção governamental no setor privado

A presidenta Dilma Rousseff apresentou na semana passada um pacote de medidas para a saúde pública no país. Entre as iniciativas está a ampliação do curso de medicina de seis para oito anos. Nos dois anos adicionais, os estudantes terão de atuar obrigatoriamente no SUS.

O anúncio causou polêmica entre profissionais da área e entidades representativas da categoria médica.

Para o médico e diretor do STU Felipe Monte Cardoso, o estágio proposto pelo governo federal é razoável, mas é necessário avaliar as condições em que este será oferecido.

“O problema da falta de médicos e da má distribuição desses profissionais no país está relacionado principalmente ao crescimento do setor privado, que oferece melhores salários e absorve uma maior quantidade de mão de obra. É muito difícil resolver esse problema sem mexer no modo como o setor privado se organiza no país”, afirma.

Sobre a vinda de médicos estrangeiros para atuar no Sistema Único de Saúde (SUS), Felipe destaca que contratações desse tipo são comuns em diversos países, entre eles o Reino Unido, onde um terço dos profissionais que atuam na rede pública não são naturais da Grã-Bretanha.

“No Brasil, o que preocupa é a possibilidade de haver um registro provisório de três anos para profissionais estrangeiros sem revalidação de diploma, o que pode gerar contratos precarizados e prejudicar o atendimento à população”.

Felipe avalia ainda que os vetos da presidenta ao projeto de lei conhecido como “ato médico”, sancionado na semana passada, evitaram que a atuação de outros profissionais de saúde como psicólogos, enfermeiros, fonoaudiólogos e fisioterapeutas passassem a ser chefiadas exclusivamente pela categoria médica.

Felipe acompanha, pelo STU, o Fórum Popular de Saúde de Campinas – movimento em defesa da saúde pública que tem reunião hoje, às 18 horas, na sede do Conselho Regional de Serviço Social (Avenida Francisco Glicério, 1329).

porFernanda de Freitas

Médicos da Unicamp realizam paralisação nesta quarta-feira (03)

Médicos contratados, residentes, docentes, graduandos e pós-graduandos da Unicamp realizam uma assembleia
hoje às 12 horas, no anfiteatro do HC (3º piso), para organizar e debater as pautas da paralisação nacional
da categoria prevista para amanhã (3/07).

O STU estará presente na atividade para levar apoio ao movimento.

porFernanda de Freitas

Boletim 039/2013

Baixe aqui o Boletim 039/2013, de 2 de Julho de 2013.

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porFernanda de Freitas

Plenária na Área da Saúde hoje às 12h30 para organizar a Campanha Salarial 2013

Trabalhadores da Unicamp e da Funcamp estão convocados a participar

O STU realiza hoje (18/04), a partir das 12h30, no anfiteatro do HC (3º piso), uma plenária para discutir com todos os trabalhadores da Área da Saúde a organização da Campanha Salarial 2013 no complexo hospitalar. Além de debater a luta pela isonomia dos pisos salariais com a USP, na plenária será definida a proposta de implantação da jornada de 30 horas semanais para todos os trabalhadores da área da saúde, que será apresentada na reunião de negociação com o novo reitor, que acontece no próximo dia 23.

É fundamental também a presença dos trabalhadores contratados pela Funcamp, para organizar a luta pela isonomia entre todos trabalhadores da Universidade, com foco na conquista da habituidade e aumento do vale alimentação. O STU entende que os trabalhadores contratados pela Funcamp também são servidores públicos e devem receber tratamento isonômico de salários e benefícios com os contratados diretamente pela Unicamp.

Além desses eixos centrais da campanha salarial desse ano, a plenária servirá também para discutir e organizar a luta para solucionar os diversos problemas cotidianos na área de saúde (como o assédio moral nas relações de trabalho; realocação em diferentes setores e horários sem o consentimento do trabalhador; garantia de uniformes e equipamentos de segurança; eleições diretas para o DENF; subsede do STU na área hospitalar etc). É fundamental aproveitar o momento da campanha salarial para exigir que a reitoria se comprometa a resolvê-los.

É hora de organizar a luta na área da saúde da Unicamp e exigir dignidade no trabalho para garantir um atendimento de qualidade!

porFernanda de Freitas

Boletim 021/2013

Baixe aqui o Boletim STU 021/2013, de 18 de abril de 2013.

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porFernanda de Freitas

Falta de profissionais gera suspensão de atendimento do CECOM

Texto e foto: Fernanda de Freitas

cadeira_de_rodas_saudeO STU apurou a queixa de que o Centro de Saúde da Comunidade Unicamp (CECOM), algumas vezes, tem suspendido o atendimento para os casos de agravo à saúde (Pronto Atendimento) encaminhando os pacientes para os serviços de Pronto Socorro de Campinas. A medida, sem justificativa aparente e em cima da hora, tem ocasionado transtornos à comunidade universitária que necessita de atendimento emergencial.

De acordo com informações apuradas pela reportagem do STU, o Pronto Atendimento (PA) do CECOM trabalha com uma equipe pequena, sendo uma enfermeira, que realiza inicialmente uma avaliação de risco do usuário, e um médico, que consultará o paciente na sequência não por ordem de chegada, mas sim por ordem de gravidade. Então “quando o médico do PA adoece subitamente, pode não haver tempo hábil para a sua substituição; nestes casos, o CECOM costuma fazer a divulgação por meio eletrônico para toda a comunidade, e a recepção orienta os que chegam para que procurem a Unidade de Emergência Referenciada (UER) do HC ou outros prontos atendimentos próximos ao local de sua residência”, explicou a Diretora Técnica Médica do CECOM, Dra. Patrícia A. Falabella Leme.

Segundo a médica, às vezes em que o CECOM não pode oferecer pronto atendimento aos seus usuários foi por esse motivo e não é possível prever quando e se voltará  a ocorrer a suspensão.

Sabemos que o déficit de funcionários é um problema de longa data que assola toda a universidade e tem se agravado devido à falta de contratações e a péssima distribuição de recursos e valorização de profissionais. Por isso, o STU defende a garantia de mais recursos e a transparência no seu uso no intuito de assegurar a melhoria e ampliação no serviço no CECOM, com extensão das especialidades, garantindo-se o atendimento dos dependentes, conforme consta no Estatuto da Unicamp. Além do atendimento dos trabalhadores da Funcamp e dos estudantes da universidade.

Defendemos também a criação do Conselho Gestor na Área de Saúde (abarcando todas as unidades deste setor na universidade) com a participação das entidades, de usuários, funcionários e representantes da Unicamp e de membros dos municípios. A intenção é que a universidade ouça as propostas, discuta alternativas de atendimento e recursos e defina conjuntamente as políticas públicas que atingem a comunidade da Unicamp e a população atendida pelos seus serviços.

porFernanda de Freitas

Plantões jurídico na Área da Saúde

O Departamento Jurídico do STU fará uma rodada de plantões na Área da Saúde.

Como a reitoria segue negando a instalação de uma subsede do Sindicato no local e não há um espaço apropriado no HC, será necessário organizar o atendimento. Por isso, todos os servidores sindicalizados da Área da Saúde que têm dúvidas jurídicas ou interesse em ingressar com alguma ação por meio do sindicato devem ligar no ramal 17412 e se inscrever no cadastro de atendimento com Zé Prettu ou Thais.

Em até 15 dias os associados serão informados do local e data para atendimento presencial.