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porStéphane Powaczuk

Próxima terça, dia 14, 9h, tem Reunião de Aposentados no STU

Na próxima terça-feira, 14, a partir das 9h, vamos ter mais uma reunião da pasta de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU, na sede do sindicato.

A sua presença é muito importante para o nosso movimento. Participe e fique por dentro das novidades deste ano.

Te esperamos na próxima terça, 14/01, às 9h, na Sede do STU!

porFernanda de Freitas

Reitor protela para janeiro/16 discussão sobre a isonomia

Hoje à tarde (22) a diretoria do STU se reuniu com o reitor José Tadeu Jorge para checar os valores da arrecadação de ICMS e discutir as perspectivas de efetivação da isonomia salarial com a USP. A Fasubra também esteve presente à discussão.

De acordo com o reitor, os números apresentados no mês de novembro não atingiram a expectativa projetada inviabilizando a implantação da etapa da isonomia ainda em 2015.

No vídeo abaixo o diretor Kiko explica os principais detalhes tratados nessa reunião, confira:

 

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STU se reúne com a reitoria para cobrar pagamento da referência da isonomia. Assista a reunião ao vivo

Daqui a pouco, às 16 horas, a diretoria do STU se reúne com o reitor José Tadeu Jorge para cobrar o pagamento imediato da referência para todos, a partir do mês de outubro de 2015, conforme projeções já confirmadas pela Aeplan de que a arrecadação deverá atingir os 92,5 bilhões.
Na última reunião, realizada em 27 de agosto, em que o STU cobrou o cumprimento da promessa da reitoria com a isonomia o reitor afirmou que seria viabilizado o acordo inicial feito no primeiro semestre de assegurar uma referência para todos caso a arrecadação estadual atinja R$ 92,2 bilhões.
Além disso, o STU seguirá cobrando a equiparação salarial com os funcionários da USP e os demais ítens da pauta específica da categoria. Vale lembrar que o auxílio alimentação está congelado desde a posse do Tadeu.

A reunião será transmitida ao vivo. Para assistir basta clicar aqui.

 

 

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Fórum das Seis e Cruesp retomam negociação no dia 7/10

Aconteceu nesta segunda-feira mais uma reunião entre a coordenação do Fórum das Seis e a Comissão Técnica do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp). Não houve novidades em relação às projeções apresentadas na reunião passada.

Retomar a luta pela isonomia, reposição das perdas e GTs
Diante da corrosão dos salários pela inflação e do parcelamento do reajuste deste ano, a diretoria do STU reafirma a necessidade de continuar a discussão da Pauta Unificada para avançar nas reivindicações na próxima reunião com o Conselho de Reitores, marcada para 7/10 (quarta-feira). Neste dia deve ser construída uma mobilização para pressionar o Cruesp.
Em reunião de negociação da campanha salarial unificada deste ano, em 25/5, os reitores se comprometeram a retomar o diálogo com o Fórum das Seis em setembro, para avaliar a arrecadação do ICMS, a situação orçamentária das Universidades e “possíveis compensações” relativas ao período maio/outubro.
Na campanha salarial, as categorias reivindicavam reajustar os salários em 8,35% (ICV-Dieese) mais 3% a título de reposição parcial de perdas históricas. Com a mobilização e após diversas reuniões, o reajuste conquistado foi de 7,21% em duas parcelas (4% em maio, incorporados no salário de junho, e 3,09% em outubro, a serem incorporados no pagamento que cai na conta no início de novembro).
O sindicato cobra a garantia da retroatividade da parcela de 3,09% a maio deste ano. As entidades não aceitarão arrocho salarial, já que se não tiver o pagamento do retroativo sequer a reposição da inflação nesse ano será garantida. Na Unicamp, o STU aguarda ainda a continuidade da negociação da pauta específica e da isonomia (para a qual está prevista uma referência caso a arrecadação estadual atinja os R$ 92,2 bi).
Esta reunião com os reitores deve discutir a evolução orçamentária na educação superior paulista, a possibilidade de avanço na negociação dos pontos da pauta de reivindicações unificada que não foram atendidos durante a campanha salarial e o funcionamento dos grupos de trabalho (GTs) sobre a retomada da isonomia, SPPREV/questões previdenciárias e permanência estudantil.
As entidades do Fórúm, que se reúnem na manhã do dia 7, seguirão cobrando também que os reitores se empenhem no aumento do financiamento da educação superior paulista e para garantir que o repasse às universidades seja feito respeitando integralmente a legislação, não descontando verbas como Habitação e outras rubricas do montante de cálculo.

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Funcamp: STU convoca reunião com trabalhadores para 5ª feira (1º/10)

Conforme noticiado no Boletim do STU nº 58/2015, o sindicato busca apurar porque os trabalhadores da Funcamp continuavam até semana passada sem informação sobre a efetivação do reajuste referente à data-base deste segmento da categoria, que é 1º de agosto.
O STU solicitou audiência em caráter de urgência com o diretor executivo da Funcamp, Fernando Sarti, e encaminhou também ao coordenador geral da Universidade, Alvaro Crosta, ofício ressaltando a importância de sua presença na reunião. A diretoria do STU cobra que esta audiência aconteça até o dia 30 deste mês. E a Unicamp, na qualidade de responsável subsidiária pelo cumprimento da legislação trabalhista na Universidade, precisa acompanhar este processo.
Somente após protestos de trabalhadores e a divulgação do caso pelo STU, na noite da última sexta-feira o SEAAC divulgou notícia em seu site informando que “as negociações estavam paradas desde o dia 25 de agosto, quando representantes da Fundação apresentaram proposta de parcelar o reajuste dos salários”. A entidade que juridicamente representa os trabalhadores contratados pela Funcamp informou ainda que aconteceu audiência de mediação do acordo na Superintendência Regional do Trabalho e a Fundação teria se comprometido a apresentar nova proposta. Ainda segundo o SEAAC, “já ficou decidido que o reajuste e todas as cláusulas do Acordo Coletivo, terão efeito retroativo a 1º de agosto. Enquanto o novo acordo não for assinado ficam garantidas todas as cláusulas e direitos previstos no atual ACT”.
O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp segue na luta em defesa da isonomia de tratamento entre os servidores contratados pela Funcamp e a Unicamp, incluindo a unificação da data-base em 1º de maio; pelo reconhecimento do STU como representante legal da categoria, fim das terceirizações, melhores condições de trabalho e pelo fim do assédio moral. Para a diretoria do sindicato, é fundamental construir um processo de mobilização e a realização de uma plenária da categoria para debater suas demandas. Por isso, o STU convoca uma reunião com os trabalhadores da Funcamp, quinta-feira (1º) às 12h no anfiteatro do HC (3º andar).

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Termo de Ajustamento de Conduta deve ser finalizado em reunião hoje

Está agendada para hoje a última reunião de discussão do texto do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para efetivação integral do Acordo Coletivo sobre o Assédio Moral formalizado em 2007. Na reunião de hoje, que acontece na sede do Ministério Público do Trabalho em Campinas, com a presença do STU, Adunicamp e da representação da reitoria, tende a ser finalizado o texto do TAC e o documento deve ser assinado na presença do procurador Luís Amgarten. Também deve ser agendada nesta oportunidade a audiência pública que acontecerá nas dependências da Universidade para divulgação à categoria da íntegra do termo.
Em relação às propostas de melhoria do texto proposto pelo procurador na audiência pública ocorrida em 24 de junho, não foi possível dar encaminhamento a um único dos sete pontos. A Unicamp não evoluiu para um consenso que atendesse à proposta de que as chefias cuja prática de assédio moral se comprovasse ficassem impedidas de assumir novo cargo dirigente. Caberá à Universidade, no entanto, fazer cumprir a Lei 12.250/2006, que estabelece punições como advertência, suspensão e demissão para assediadores na administração pública cuja prática ficar comprovada.
O STU voltará a cobrar da Unicamp informações sobre as medidas tomadas após a formaliazação das denúncias de assédio moral no Cotil, DGRH, RU, Feagri, além do caso apresentado diretamente ao MPT sobre a chefia da Anestesiologia do HC.

Resumo da negociação das propostas apresentadas pelo STU

– Afastamento temporário da chefia denunciada por assédio, tendo em vista que o servidor é afastado quando sofre procedimento disciplinar. APROVADO
– Delimitação de prazo para apuração das denúncias. APROVADO
– Responsabilizar a Universidade pelo encaminhamento e instauração de procedimento, caso a Universidade tenha conhecimento de práticas de assédio moral. APROVADO
– Responsabilizar o assediador por improbidade administrativa. APROVADO
– Unificação dos procedimentos demissionais para os trabalhadores contratados pela Funcamp, nos mesmos moldes do que é exigido para demitir um trabalhador contratado diretamente pela Unicamp (com garantia do direito de defesa, procedimento administrativo, etc). Será discutido após investigação em separado.
– Instituir avaliação de chefias pelos subordinados, podendo o chefe ser obrigado a passar por curso de aperfeiçoamento ou destituído do cargo se for mal avaliado. A Unicamp terá que realizar pesquisa semestral sobre o relacionamento pessoal entre chefias e subordinados, sem prejuízo de outros mecanismos de avaliação, denúncia e apuração de queixas.
– Pagamento de multa por parte do assediador ao assediado, como indenização por danos psíquicos. Se comprovado o descumprimento do TAC, a Universidade poderá ser condenada a pagar multa ao Fundo Estadual de Direitos Difusos (que financia as ações do MPT) no valor de R$ 50 mil por trabalhador afetado, já que não poderia haver pagamento direto de multa a servidor.
– Impedimento de assunção de cargos de chefia por aqueles que forem punidos pela prática de assédio moral. NÃO HOUVE CONSENSO, mas a Unicamp terá de comprovar respeito à Lei 12.250/2006, que pune assediadores com advertência, suspensão ou demissão.

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Consu prepara reforma no estatuto da Unicamp

Aconteceu ontem a reunião extraordinária do Conselho Universitário (Consu) para discutir conceitos e a formatação da reforma do estatuto. Na próxima terça-feira ocorre a primeira sessão do Consu deliberativa, que tratará das propostas presentes na minuta apresentada pelo Grupo de Trabalho criado pela reitoria e encaminhadas pelos conselheiros.
O Consu é composto de 75 membros, sendo necessários 2/3 dos votos para aprovar mudanças no estatuto. A representação dos funcionários é de 7 membros e a bancada estudantil tem 9 representantes.
O Estatuto da Unicamp é de 1966 e já passou por alterações pontuais, mas nunca houve processo de revisão geral da constituição universitária, fortemente marcada pela doutrina da ditadura militar.
O STU defende que a mudança do Estatuto seja precedida de um processo estatuinte paritário, com representantes eleitos para esse fim. O reitor alega que não há previsão estatutaria para estatuinte, reafirmando o papel do Consu na discussão.
Na quinta-feira, a diretoria do STU discutirá a intervenção nesse processo. Na sexta-feira a bancada dos funcionários vai se reunir para debater como se posicionar na discussão da reforma estatutária.

Algumas propostas do STU
Estatuinte paritária; eleições diretas e paritárias para reitor, diretores (inclusive dos colégios técnicos); garantia de paridade com representantes eleitos nas representações institucionais; extensão com inclusão e gratuita, incorporando a formação para servidores; garantia da inclusão social na universidade; que o conceito de comunidade universitária incorpore estudantes, quem exercem atividades laboral permanente na Universidade, independente do vínculo, e aposentados (docentes e técnico-administrativos).

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Trabalhadora, participe hoje da Coordenação de Mulheres do STU

Hoje tem reunião da Coordenação de Mulheres do STU, a partir do meio-dia no sindicato. A reunião é aberta a todas as mulheres trabalhadoras da Unicamp.