STU – Sindicato dos Trabalhadores da UNICAMP

Programação do Dia Internacional da Mulher

O Coletivo de Mulheres em Luta da Unicamp, formado essencialmente por trabalhadoras (mas também estudantes, pesquisadoras etc) comprometidas com a pauta de gênero, convida toda a comunidade universitária para participar da Semana das Mulheres 2026.

Esse coletivo surgiu em 2024, em um momento de importante mobilização para enfrentar casos de assédio e fortalecer mecanismos de proteção às mulheres dentro das estruturas institucionais e do movimento sindical. Desde então, o grupo vem atuando ativamente na construção de propostas de prevenção às violências de gênero, de ampliação da participação das mulheres nos espaços de decisão e de garantia de direitos em toda a universidade.

Nos últimos anos, o coletivo tem impulsionado debates fundamentais para a Unicamp, como a necessidade de critérios institucionais mais rigorosos para ocupação de cargos de chefia e funções públicas — tema que se articula com a proposta da Ficha Limpa no serviço público. A defesa é simples e essencial: pessoas com histórico de penalidades por assédio sexual, violência de gênero, assédio moral ou discriminações não devem ocupar posições de poder, onde tais práticas podem se intensificar e agravar. Essa agenda tem sido debatida dentro e fora da universidade, refletindo a urgência de fortalecer políticas de prevenção, acolhimento e responsabilização, além de consolidar ambientes de trabalho e estudo mais seguros, éticos e democráticos.

É nesse espírito de luta e organização que vem aí a Semana das Mulheres da Unicamp, em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU). A programação reúne debates, rodas de conversa, atividades culturais, palestras e o diálogo institucional necessário para avançarmos na construção de uma universidade mais justa e livre de violências.

Convidamos toda a comunidade da Unicamp — pessoas de todos os gêneros são bem-vindas — a participar dessa programação e fortalecer esse movimento coletivo pela igualdade de gênero, pela prevenção às violências e pela democratização dos espaços de poder.

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