Categoria vacinação

porFernanda de Freitas

STU SE REÚNE COM CECOM PARA DISCUTIR A PAUTA DE VACINAÇÃO

No dia 15/10,  o STU participou de uma reunião com a direção do CECOM para discutir a pauta das vacinas, a partir das demandas levantadas por diretoras do sindicato da área de saúde. O diretor Kiko esteve na reunião representando  o STU , e  pelo CECOM  (Centro de Saúde da Comunidade) estiveram presentes a coordenadora Rose e o coordenador adjunto Rogério.

Na reunião foram pontuadas as seguintes questões:

Responsabilidade  sobre a vacinação

Cabe às Secretarias de Saúde Municipal e Estadual. No caso da 3º dose, assim como ocorreu no início da vacinação em que os hospitais ficaram responsáveis por vacinar suas equipes, esse procedimento foi mantido para a dose de reforço.  A Secretaria de Saúde repassou 4 mil doses da vacina para Unicamp. A Unicamp optou por usar o sistema de agendamento da Secretaria Municipal de Saúde  para permitir organizar melhor o processo de vacinação e dar liberdade de escolha dos dias e horários mais convenientes para o funcionário. Por isso a inscrição e o agendamento é o mesmo da Secretaria Municipal de Saúde.

Quem pode e deve tomar a 3ª dose

Trabalhadores da saúde que  receberam a última dose (2ª dose)  da vacinação inicial  há  mais de seis meses.  Nesta primeira fase destina-se aos trabalhadores que tomaram a segunda dose nos meses de janeiro/fevereiro/março. O calendário dos que tomaram a 2º dose em abril será aberto em breve. Apesar do CECOM estar realizando a vacinação da 3ª dose, o trabalhador da saúde também pode tomá-la na unidade de saúde de sua cidade, mediante a devida comprovação.

Sobre o horário da vacinação – das 8h30 às 14h30

Com o objetivo de permitir uma melhor distribuição e organização do processo de operacionalização da vacina, a campanha está ocorrendo no espaço da Legolândia / FCM.

A partir das 8h30

 De acordo com o CECOM a sistematização na logística de preparação, transporte e segurança, dificulta a antecipação desse horário.

 Até às 14h30

O limite é decorrente  da abertura do lote de vacinas  e a necessidade de tempo –  se houver sobras de doses –  em repassá-las  aos postos de saúde para serem utilizadas no mesmo dia. Uma vez aberto o lote, ele não pode ser armazenado de um dia para o outro. Com base nessa estrutura, o CECOM não conseguiu adequar um horário mais abrangente para atender os trabalhadores do período noturno.

Sobre as 1ª e 2ª doses

O  processo de vacinação fora esse da 3ª dose é conduzido pela Secretaria de Saúde, utilizando os critérios públicos de inscrições. Nesse caso, todos com mais de 18 anos, que ainda não tomaram devem agendar no sistema da Secretaria de Saúde.

Compromissos que o CECOM assumiu para o STU

– Elaborar uma planilha com os dados comparativos entre o percentual de vacinados e  como o horário influiu no processo do esquema vacinal de reforço. E a partir dos dados levantados,   discutir alternativas com o sindicato  que facilite a vacinação da 3º dose dos trabalhadores do período noturno.

– Organizar uma nota informativa às unidades de saúde dando mais esclarecimentos sobre o processo de vacinação.

porFernanda de Freitas

Retorno ao trabalho presencial com segurança

 Na última quarta-feira (20/10) aconteceu uma reunião entre o STU e representantes com a Reitoria para dar continuidade no debate da  pauta sobre  a política sanitária do retorno. A reunião é a  continuidade do encontro realizado em 13 de setembro. O STU   destaca a importância da continuidade das medidas necessárias para proteção dos funcionários.

Diversos pontos que tratam  de garantias à saúde e na segurança dos/as trabalhadores/as

Os fretados

A reitoria se comprometeu a fazer uma discussão específica  com o STU e a prefeitura do campus para discutir as questões específicas do fretado no que diz respeito a ventilação e distanciamento. 

Ambientes interno

 Foi anunciado  um conjunto de providências para garantir a filtragem do ar nos aparelhos de ar condicionados, mas  estas dependem de contratações.

Avaliação sanitária das Unidades

Alegou que delegou aos comitês locais  um balanço das dificuldades sanitárias nas unidades e que fará uma cobrança com agenda para que se tenha um balanço da situação. As unidades devem recorrer se necessário as análises técnicas arquitetônicas e da segurança do trabalho.

Máscaras

A Unicamp reafirma política centralizada de distribuição das máscaras e mantém como prioridade a distribuição de máscaras tipo cirúrgica e as Pff2 só para situações específicas. 

Os representantes reafirmaram a preocupação com política do retorno, sem que as condições sanitárias sejam asseguradas e que a reitoria deveria ampliar o debate com as entidades, uma vez que  existe a tendência no agravamento dos problemas  na medida da ampliação do retorno e aumento da população que frequenta o ambiente universitário.