Categoria Saúde dos Trabalhadores

porFernanda de Freitas

STU amplia participação na defesa da saúde pública em Campinas

O diretor do STU, Sérgio Paiollo, foi eleito para integrar o Conselho Fiscal do Conselho Municipal de Saúde de Campinas.

Enfermeiro do HC da Unicamp e suplente do Conselho Municipal de Saúde pelo segmento Movimento Sindical, Sérgio passa a participar também do espaço responsável pelo acompanhamento e fiscalização dos recursos destinados à saúde municipal.

A eleição é uma importante conquista para o STU e amplia nossa participação nas discussões sobre saúde pública na cidade.
Estar nesse espaço significa acompanhar de perto como os recursos do Fundo Municipal de Saúde são utilizados e contribuir para que sejam aplicados na melhoria dos serviços oferecidos à população.

Essa atuação também dialoga diretamente com a luta do STU contra a Autarquização do Complexo Hospitalar da Unicamp. Enquanto a reitoria aponta dificuldades de financiamento como justificativa para buscar alternativas de gestão dos hospitais, defendemos que a Universidade cobre os recursos que tem direito, inclusive os repasses do SUS Paulista, e garanta financiamento público adequado para manter serviços de qualidade.

A presença de Sérgio no Conselho Fiscal coloca o STU em um espaço importante de acompanhamento das políticas e dos recursos da saúde pública de Campinas. É mais uma frente para defender o SUS e os serviços públicos de saúde.

Parabéns, Sérgio, por mais essa tarefa e pela disposição permanente de lutar em defesa da saúde pública, dentro e fora do HC.

📷 Companheiro Sérgio ao lado da diretora Eva, que também integra o Conselho Municipal de Saúde pelo segmento Trabalhadores Estaduais de Saúde.

porFernanda de Freitas

Carta Aberta à População: Pacientes dos dos Hospitais da Unicamp

O STU lançou uma nova Carta aberta à população direcionada, especialmente aos pacientes dos Hospitais da Unicamp, destacando uma importante vitória: a suspensão da tramitação do projeto de Autarquização dos hospitais da Unicampnos órgãos do governo do Estado.

Mas não podemos relaxar porque, a partir de outubro, o projeto poderá seguir para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), onde deputados e deputadas decidirão o futuro de um dos maiores patrimônios da saúde pública do estado: o Complexo Hospitalar da Unicamp.

Você também pode contribuir com essa mobilização: AQUI, disponibilizamos um modelo de carta para ser enviada aos deputados estaduais, cobrando voto contrário à Autarquização e à entrega da gestão do Complexo Hospitalar da Unicamp.

porFernanda de Freitas

Minuta de Lei Complementar da Autarquia da Saúde

Mesmo sob muita pressão do STU e sucessivas cobranças por transparência, o reitor Paulo Cesar Montagner não liberou o documento da autarquização, na data da reunião de negociação. 17/11. Mas tivemos acesso ao vazamento da Minuta de Lei Complementar da Autarquia da Área de Saúde da Unicamp.

O documento, que deveria ter sido apresentado desde o início à comunidade, ainda não foi enviado apesar da nossa insistênica. Essa postura do reitor mostra exatamente por que precisamos manter a mobilização alerta e firme.

Confira a minuta (vazada) completa, BAIXE AQUI.

porFernanda de Freitas

O encontro “Saúde em Debate” discutiu os desafios e soluções do sistema de saúde pública

Em junho o STU organizou o “Saúde em Debate”, um evento que debateu os entraves da Saúde Pública, especialmente para os/as usuários/as idosos/as.

O encontro foi aberto por Cleusa Schetini e Sandra Ramos, da Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU, com mediação de Elisiene Lobo, coordenadora geral do sindicato, que juntas garantiram uma condução qualificada das discussões. Além da participação especial da cerimonialista, Magdaelei Amorim.

O evento discutiu questões cruciais relacionadas à saúde pública. Entre os temas abordados estavam a valorização dos/as profissionais da saúde, as dificuldades enfrentadas pelos/as usuários/as do Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual), os desafios do sistema público de saúde e a necessidade de políticas de prevenção e tratamentos mais acessíveis.

Desafios do SUS e valorização dos/as profissionais da saúde

A maioria dos/as palestrantes apresentou preocupação com o desmonte do sistema de saúde público e os impactos negativos que isso tem tanto para os/as trabalhadores/as quanto para os/as usuários/as.
Houve também uma forte ênfase na necessidade de valorizar os/as profissionais da saúde, melhorando suas condições de trabalho e segurança. Foi destacada a sobrecarga enfrentada pelos/as trabalhadores/as, especialmente durante a pandemia de Covid-19 e nas crises subsequentes, como os atuais surtos de dengue e gripe.

O médico sanitarista e ex-presidente da Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho), Pedro Tourinho, fez críticas ao governador Tarcísio e à administração local devido à falta de investimentos adequados no setor de saúde, destacando a precarização dos serviços e o sucateamento de hospitais importantes como o Hospital Mário Gatti.

Segundo ele, “com o passar do tempo, esse desenho político feito pela direita, pelo campo da extrema direita, prevê a extinção das funções públicas na área de prestação de políticas públicas. A direita tem uma compreensão mínima sobre isso. Para eles dever do estado é a segurança pública, sistema judiciário e praticamente só isso”.

Para Tourinho é importante lutar por uma gestão que possa aperfeiçoar a contratação e valorização dos/as profissionais da saúde porque essa política entreguista vai gerar a extinção do serviço público, como ele existe hoje.

Importância da prevenção na saúde

Um ponto central do debate foi a necessidade de focar em políticas de prevenção para evitar que a população chegue aos estágios finais de doenças, onde o tratamento é mais complexo e oneroso.
Sugestões incluíram o investimento em academias ao ar livre, retomada da Farmácia Botica da Família, hortas comunitárias que visem melhorar a qualidade de vida e prolongar a longevidade da população.

Com destaque também para a necessidade de fortalecimento e ampliação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, que oferece uma visão ampliada dos processos de prevenção dos agravos à saúde, assim como a promoção do cuidado integral do ser humano, pensando no meio ambiente e sua inserção na sociedade.

Para Carlos Eduardo Siqueira Pinheiro, assessor do mandato Gustavo Petta, “a saúde não é só o médico e a estrutura que nós conhecemos como os Centros de Saúde, as UPAS e os hospitais, ao contrário, ela integra também medidas como o combate à poluição, medidas como o saneamento básico, medidas como fortalecimento e o trabalho da prevenção nas escolas são parte do conjunto da prevenção da saúde na nossa cidade”.

A prevenção foi destacada como uma estratégia essencial para reduzir a incidência de patologias modernas com grande potencial para a redução de sintomas que acometem a saúde mental.

Para ele é fundamental “o fortalecimento do pronto socorro e do programa de saúde da família, que é um programa que ajudaria e contribuiria de forma exponencial para a garantia de um atendimento maior e de melhor qualidade lá na ponta”.

Os entraves do Iamspe

O Iamspe foi pauta de muita reclamação dos/as presentes na plateia, formada em sua maioria por funcionários/as estatutários/as idosos/as.

Um dos palestrantes ressaltou a importância da luta pelo Iamspe, destacando que é essencial para os/as servidores/as públicos, reivindicarem junto ao governo estadual a garantia de financiamento para a reestruturação do sistema.

A vereadora Paolla Miguel resgatou a história do Iasmpe que vem sofrendo reduções drásticas em seu orçamento, ao longo desses 63 anos de criação.

Segundo a parlamentar, de lá pra cá, houve cortes de cerca de 300 médicos/as e mais de mil funcionários/as da assistência e do administrativo. “Isso faz com que a gente perceba o quão difícil é a gente conseguir hoje uma especialidade. Então na cidade de Campinas, muitas vezes, quando as pessoas querem ter um atendimento mais humanizado ou querem buscar um atendimento profissional, elas não vão atrás do Iamspe porque elas sabem que lá é difícil você marcar consultas, é difícil marcar um atendimento especializado. Então, precisa buscar o Hospital do Servidor, lá em São Paulo, que é uma referência em saúde e acompanhamento, mas fica na cidade de São Paulo, o que acaba dificultando o acesso, principalmente da população mais periférica que tem dificuldade de ter acesso a um carro”, explicou a parlamentar.

Houve muitas críticas também em relação ao processo de desligamento solicitado pelo/a servidor/a, que atualmente não permite o seu retorno, prejudicando demais a vida daqueles/as que precisam retornar ao sistema.

Outro ponto discutido foi a necessidade de organização de uma luta unificada para fortalecer tanto o Iasmpe quanto o SUS. A defesa de um sistema de saúde público forte e bem financiado foi apresentada como crucial para garantir o atendimento adequado e humanizado aos/às servidores/as e à população em geral.

De acordo com Elisiene Lobo, coordenadora geral do STU, o governador Tarcísio tem tratado o serviço público de maneira negligente, confiscando verbas públicas da saúde e da educação, resultando em salários achatados, condições de trabalho precárias, aumento da sobrecarga de trabalho e inúmeros desafios no atendimento, especialmente na rede básica de saúde.

Desafios e aprendizados

O evento “Saúde em Debate” serviu como um fórum para discutir os desafios e soluções do sistema de saúde pública e as formas de melhorar a situação dos/as usuários/as e as condições de trabalho dos/as profissionais.

Para o presidente da Comissão Consultiva Mista do Iamspe, José Luiz Moreno, os sindicatos, funcionários/as público/as, usuários/as do SUS e população em geral precisam participar das audiências públicas onde são discutidos os rumos da saúde pública.

Segundo ele, o/a usuário/a do SUS ou do Iamspe estão interligados/as na mesma rede. E são nesses espaços de audiência que podemos questionar, reivindicar e acompanhar as políticas públicas.
“Então, para estar se organizando, para estar se fortalecendo, a gente tem que participar e a gente tem que debater, a gente tem que mostrar a cara, que nós somos uma população que defende o SUS e que defende o Iamspe ao mesmo tempo”, explicou Moreno que também é diretor da APEOESP.

A ênfase na valorização dos/as profissionais e o investimento nas políticas de prevenção e tratamento também foram pontos destacados como essenciais para um sistema de saúde mais eficiente e humano.
A explanação de cada debatedor/a ressaltou a importância de eventos como este para a troca de ideias e o fortalecimento do maior sistema público de saúde do mundo, o SUS.

A companheira Nayara Oliveira, do Movimento Popular de Saúde (MOPS), que fez muito falta no encontro, infelizmente não pode estar conosco por conta de um imprevisto.

Os/as convidados/as foram presenteados/as com o livro “A História de Luta dos Trabalhadores da Unicamp”, que conta a trajetória de organização e luta dos/as trabalhadores/as da Unicamp. A entrega foi feita pela Sra. Maria Conceição e Sr. Salomão, do Departamento dos Aposentdos/as do STU.

porFernanda de Freitas

STU denuncia no TCE irregularidades na contratação do Ponto Eletrônico

Dia 30/05, o STU protocolou no TCE (Tribunal de Contas do Estado de SP) uma representação formal contra a Unicamp denunciando supostas irregularidades cometidas na contratação sem licitação da empresa Sênior Sistemas S/A, responsável por implementar o sistema de Ponto Eletrônico.

A dispensa de licitação deve ocorrer apenas em situações específicas em que não há possibilidade de competição. No entanto, existem outras empresas no mercado que oferecem serviços semelhantes ao contratado pela Unicamp.

Somos contrários à instalação do ponto para fiscalizar a jornada dos/as trabalhadores/as, ainda mais quando a medida fere os princípios de transparência e igualdade de oportunidades na contratação de serviços, podendo resultar em prejuízos aos cofres da Universidade e avalições tendenciosas no processo.

No dia 02/06, o TCE respondeu ao STU que a denúncia foi encaminhada à área de fiscalização competente para conhecimento e eventuais providências e que as ocorrências relatadas poderão servir de subsídio para as verificações.

Até o fechamento deste material, a Unicamp não havia se manifestado sobre as denúncias. Reforçamos nosso compromisso em defender os interesses da categoria e garantir um ambiente de trabalho justo e transparente.

porFernanda de Freitas

9ª Conferência Estadual de Saúde debateu os rumos do SUS

Dirigentes do STU integraram a delegação da conferência realizada em Campinas

Entre os dias 29 e 31/05, aconteceu em Campinas, a 9ª Conferência Estadual de Saúde de São Paulo que teve como tema “Garantir Direitos e Defender o SUS, a Vida e a Democracia. Amanhã vai ser outro Dia”.

O objetivo do encontro foi preparar diretrizes para que o Estado de São Paulo contribua para a 17ª Conferência Nacional de Saúde.

Esses debates são essenciais e preparatórios para que as pessoas que utilizam os sistemas de saúde locais contribuam na elaboração do Plano Estadual de Saúde de São Paulo.

Segundo a coordenadora geral do STU, Elisiene Lobo, foram debatidas várias diretrizes, foi uma excelente conferência, pois se alcançou o objetivo de conversar sobre a defesa do SUS.
“O que mais me chamou atenção foi a diversidade das pessoas na mesa de abertura do evento e a coerência das pautas com a nossa realidade. O grau de paridade entre delegados/as, gestores/as, usuários/as e trabalhadores/as foi muito representativo também”, completa Elisiene.

“O que mais me chamou atenção foram os/as agentes de saúde e profissionais de enfermagem, que têm como uma determinação a defesa do SUS de qualidade. As pessoas que estavam no evento lutam com afinco em prol do SUS”, complementa a coordenadora da pasta de aposentados/as do STU, Sandra Ramos.

A 17ª Conferência Nacional de Saúde será realizada de 2 a 5/07, pelo CNS (Conselho Nacional de Saúde) e o Ministério da Sáude.

O evento, que acontece a cada quatro anos, é um dos mais importantes espaços de diálogo entre governo e sociedade para a construção das políticas públicas do Sistema Único de Saúde.

Foto: Wilson Tourinho

porFernanda de Freitas

Terça-feira (16) é o último dia para se candidatar a cipeiro/a Unicamp

Nesta terça-feira (16) acaba o prazo para se inscrever como representante da CIPA Unicamp na sua unidade – campi de Campinas, Limeira e Piracicaba.

📲 Para se inscrever basta preencher o formulário disponível no link: https://www.cipa.unicamp.br/inscricao.

Podem se inscrever e votar nas eleições da CIPA todos os servidores da Unicamp das carreiras de técnico-administrativos, docentes e pesquisadores.

As eleições para cipeiro/a, gestão 2022-2023, ocorrem de forma virtual entre os dias 23, 24 e 25 de agosto próximos.

Vamos fortalecer as ações de saúde e segurança na Universidade.

porFernanda de Freitas

Campanha de Solidariedade: Doe Sangue. Salve Vidas!

A cobertura do Hemocentro Campinas abrange mais de 80 municípios, que totalizam mais de 7 milhões de habitantes.

Manter o estoque de banco de sangue para essa densidade populacional é um desafio diário para o Hemocentro Unicamp.

Colabore! Salve vidas doando sangue!

Os pontos de coletas são:

  • Unicamp/Hemocentro: 0800-722-8432
  • Hospital Municipal Dr. Mário Gatti: (19) 3272-5501
  • Hospital Estadual de Sumaré: (19) 3883-8909
  • Piracicaba/Hemonúcleo: (19) 3422-2019

Escolha o local, ligue e agende sua doação!

Uma campanha do Hemocentro Unicamp, do STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp e da ADunicamp – Associação de Docentes da Unicamp. Compartilhe!

porFernanda de Freitas

PEC do piso da enfermagem é aprovada em 2º turno na Câmara dos Deputados

Nesta quarta-feira (13), os profissonais da enfermagem conquistaram mais uma vitória!

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que instituiu o piso nacional para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras, foi aprovada em 2º turno na Câmara dos Deputados.

A companheira Maria Edith esteve em Brasília com Coren-SP para acompanhar a votação da PEC

A medida foi aprovada com 473 votos a favor, nove contrários e uma abstenção.
A PEC traz mais legalidade para o Projeto de Lei 2564/2020, que institui o piso da enfermagem, já aprovado no Senado Federal e na Câmara dos Deputados.

Vale destacar que, mesmo aprovado, esse projeto ainda não foi enviado para sanção presidencial.

Agora, com a segurança jurídica estabelecida pela PEC 11, que foi aprovada em dois turnos, o projeto de lei deverá ser encaminhado à sanção presidencial e tem grandes chances de ser instituído no país.

Para Maria Edith de Almeida, diretora do STU e conselheira do Coren (Conselho Regional de Enfermagem) de São Paulo, o momento é de celebrar essa luta de mais 20 anos por remuneração justa. “Essa vitória trouxe mais força para seguirmos firmes avançando em outras pautas igualmente importantes para a categoria”, disse.

Edith comentou que a valorizaçao da categoria passa também pela aprovação de um piso salarial mais justo, a instituição da jornada de 30h semanais e melhores condições de trabalho e de vida para toda a categoria.

“A pauta da enfermagem nunca avançou no parlamento, por isso, não vamos descansar enquanto não houver garantia de melhores condições de vida e de trabalho para toda a enfermagem do país”, explicou a conselheira.

Essa luta histórica por remuneração digna é muito justa e necessária e está cada vez mais perto de se tornar realidade!

O STU tem muito orgulho de fazer parte da luta dos profissionais da enfermagem e aproveita para parabenizar à enfermagem brasileira: vocês merecem muito mais!

Imagem: Coren

porFernanda de Freitas

Pauta Específica traz cobranças urgentes como carreira e correção de benefícios

Quinta-feira passada (6), a diretoria do STU protocolou a Pauta Específica de Reivindicações 2022 e um ofício solicitando o agendamento de uma reunião com a reitoria para iniciar as discussões sobre a pauta.

Na pauta estão elencadas 29 demandas que cobram a garantia de abertura de concursos públicos; correção anual dos benefícios (alimentação / refeição / criança / especial), inclusive do período em que os benefícios foram congelados; cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta que coíbe o assédio moral, teto único para todos (docentes e funcionários), entre outras reivindicações.

Demandas salariais

Sabemos que, mesmo na pandemia, o caixa da Unicamp cresceu à medida que o arrocho salarial e as condições de trabalho só pioraram. Além disso, o reajuste salarial de 20,67%, feito em março passado, não foi capaz de repor a defasagem salarial.

Para minimizar essas perdas e fazer valer o compromisso histórico de isonomia salarial com a USP cobramos o pagamento de auxílio-alimentação no valor de R$ 1.596,94 e vale refeição de R$ 990,00.

A pauta prevê ainda a redução do custo da alimentação no bandejão, pagamento de periculosidade para os estatutários da vigilância e demais setores da segurança e o reajuste anual do auxílio-transporte para os funcionários que residem fora de Campinas.

Tem também a incorporação da contagem do tempo de trabalho, que foi suspensa pela Lei Complementar 173/20 na pandemia e pagamento de 30% da GR no período de nov/2017 a jun/2020.

Lutas históricas

Devido à insatisfação gerada no processo de progressão da carreira cobramos novamente a sua reformulação com discussão feita em comissão paritária (STU e reitoria).

Por conta da especificidade do trabalho nossa pauta incorpora as reivindicações das professoras da DEdIC, dos profissionais da Saúde e dos engenheiros.

Sempre buscando a melhoria das condições de trabalho exigimos o fim das terceirizações e a abertura de discussão sobre o teletrabalho.

Dada a urgência de algumas demandas, esperamos que o reitor não fuja da negociação, como tem feito em relação à Pauta Unificada do Fórum das Seis.

Clique aqui para baixar a íntegra da Pauta Específica de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp – 2022.

porFernanda de Freitas

Fórum Nacional das Centrais Sindicas em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

O Fórum Nacional das Centrais Sindicas em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – composto pelas Centrais Sindicais CTB, CUT, CSB, CSP Conlutas, Intersindical, Nova Central, Força Sindical e UGT – realizará no dia 13/08, às 18h, o evento preparatório para a Conferência Livre, Democrática e Popular de Saúde 2022, com transmissão via Zoom.

O tema do encontro será Saúde do trabalhador e da trabalhadora como direito humano fundamental: Trabalhar sim, sofrer não, morrer jamais!

O objetivo do encontro é potencializar o debate sobre a importância do SUS e da ação sindical em defesa do SUS e de suas políticas de saúde do trabalhador e da trabalhadora.  E contribuir também com as propostas da classe trabalhadora na Conferência Nacional que acontecerá em 05/08, Dia Nacional de Saúde.

O Fórum Nacional é direcionado aos secretários/as de saúde das centrais sindicais, dirigentes de sindicatos, federações e confederações 

  • Programação:
  • 18h – 18h20 – Abertura: Representações das Centrais
  • 18h20 – 18h40 – A Proteção e promoção da Saúde dos/as trabalhadores/as: um olhar a partir da Atenção Primária para o trabalho e seus impactos no território!
  • 19h – Conferência Livre Democrática e Popular de Saúde: Objetivos e Eixos
  • 19h30 – Debate
  • 20h – Apresentação do documento das centrais para a etapa nacional
  • 20h30 – Encerramento


Para mais informações clique aqui e acesse o site “Frente Pela Vida”.

Fonte: Frente Pela Vida

porFernanda de Freitas

Sistema do Iamspe sofre acesso não autorizado

Em comunicado oficial divulgado na Internet, o Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de S. Paulo) anunciou que houve um acesso não autorizado aos dados cadastrais de um usuário.

A nota informa ainda que “o Instituto, imediatamente, realizou ações preventivas e corretivas nos processos e sistemas informatizados da entidade visando mitigar a vulnerabilidade detectada no sistema de cadastro dos seus contribuintes e dependentes”.

Procurado pela assessoria de comunicação do Sindicato o órgão informou que a questão foi prontamente resolvida e que os contribuintes e dependentes do Iamspepodem ficar despreocupados, pois seus dados estão seguros. Informaram também que, por conta da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), a instituição precisa comunicar publicamente o ocorrido e informar os usuários que constam no sistema de cadastro.

A vulnerabilidade a que estamos expostos na era digital é extremamente preocupante. Segundo reportagem do portal R7, o Brasil é 2º maior alvo mundial de ciberataques. Vários veículos de comunicação revelam que ocupamos o 6º lugar no ranking mundial de países com mais vazamentos de dados.

Nenhuma instituição pública ou privada está totalmente segura ou livre de vazamentos, ataques ou acessos não autorizados, visto que falhas e brechas mínimas em seus sistemas podem facilitar as ações de hackers.

No entanto, a diretoria do STU orienta que os/as trabalhadores/as fiquem atentos à forma como empresas e órgãos públicos usam, coletam, armazenam e divulgam os seus dados.

Destacamos que a LGPD e a Lei de Acesso à Informação são rígidas no que diz respeito à segurança, prevenção, tratamento, responsabilização e divulgação de dados.

Vamos seguir acompanhando e cobrando das instituições públicas, sejam Iamspe, Unicamp etc., que adotem todas as medidas técnicas e administrativas necessárias para prevenir a ocorrência de danos em virtude do tratamento e divulgação de dados dos/as funcionários/as.

porStéphane Powaczuk

STU continua na luta para contagem de tempo para todos os trabalhadores

O STU realizou no auditório da Adunicamp uma reunião sobre a suspensão da contagem de tempo para fins adicionais entre o período de maio de 2020 a dezembro de 2021, motivada pela Lei Complementar 173/2020 que suspendeu o direito a todos os servidores públicos. Outra norma debatida foi a Lei Complementar 191/2022, que determinou somente aos funcionários da área da saúde e da segurança pública a contagem do tempo de todo o período, com o pagamento a partir de janeiro de 2022.

A atividade foi em conjunto com o departamento jurídico da Adunicamp. Representando a assessoria jurídica do sindicato esteve a advogada Dra. Lígia Santos de Paula e o Dr. Ricardo Sobral. Eles apresentaram os pontos mais relevantes em relação à questão do corte durante o período da pandemia. Para a coordenação jurídica do STU, é importante entrar com uma ação para garantir os direitos dos trabalhadores, buscando a extensão a toda categoria, ou seja, a totalidade dos servidores técnicos administrativos/as, bem como, de imediato, requerer o pagamento do retroativo desde janeiro de 2022 aos trabalhadores da saúde que já estão contemplados na LC 191/2022.

O espaço também possibilitou que os trabalhadores/as presentes tirassem suas dúvidas. Notou-se que as universidades, a partir da LC 173/20, abriram mão da sua autonomia para aplicarem as medidas de contingência e, a partir desse precedente, deixam de conceder e garantir condições melhores aos trabalhadores.

PARECER JURÍDICO SOBRE A CONTAGEM DE TEMPO

Segundo o advogado Dr. Ricardo Sobral, em razão da publicação da LC 191/2022, os funcionários da área da saúde e da segurança pública tiveram a contagem de tempo garantida por todo o período, entretanto a lei determinou apenas que o pagamento ocorresse a partir de janeiro de 2022, significa dizer que todo em todo o período de maio de 2020 a dezembro de 2021 será computado o Quinquênio, Licença Prêmio e Sexta Parte. E que o recebimento deve ser feito somente na competência de janeiro, com pagamento de fevereiro de 2022.

Dra. Lígia Santos de Paula, e Dr. Ricardo Sobral – Assessoria Jurídica do STU.

Confira o vídeo que o advogado Dr. Ricardo Sobral gravou aos trabalhadores sobre a reunião:

CONTAGEM DE TEMPO PARA OUTRAS ÁREAS

O STU informa aos trabalhadores de outras áreas que está estudando a análise de medidas judiciais para ampliar esse direito, uma vez que trabalhadores que não são especificamente da área da saúde, continuaram trabalhando ainda que remotamente, e não há, portanto, uma razão de diferenciação entre o trabalhador em razão da área que ele está atuando. O departamento jurídico do STU entende que todo trabalhador tem direito à contagem desse tempo para receber os seus adicionais, e que não poderiam ser suprimidos.

PAGAMENTO DOS RETROATIVOS

Aguardaremos que a Unicamp tome as medidas administrativas para implementação deste direito no holerite logo nos próximos meses, e ainda efetue às áreas já reconhecidas LC 191/2022, o pagamento dos retroativos desde a competência de janeiro. O departamento jurídico do STU permanece à disposição da categoria para qualquer esclarecimento e não medirá esforços para fazer com que todo o trabalho realizado durante a pandemia, especificamente essa contagem de tempo, seja reconhecido para todos os fins e nenhum direito seja sonegado ou suprimido.

porStéphane Powaczuk

Seis fatos para você saber o CAOS que se tornou a saúde

  • Reajuste salarial de 20%, a partir de janeiro/22;
  • Pagamento de insalubridade grau máximo para todos da Saúde;
  • Contratação imediata nos hospitais;
  • EPI’sdequalidade para todos;
  • Pagamento integral do transporte fretado;
  • Cumprimento e transparência nos protocolos;
  • Melhoria nas condições de trabalho.

Não dá mais para aguentar o reitor seguir a cartilha do Doria de sucateamento do serviço público e desvalorização do servidor.

A sociedade precisa saber das condições precárias dos hospitais, por isso, nossa última assembleia autorizou a assessoria jurídica do STU apresentar queixa no Ministério Público do Trabalho solicitando intermediação.

No dia 10, data da paralisação, vamos dar um recado certeiro ao Tom Zé: se não houver solução não resta alternativa a não ser uma greve da Área da Saúde.

Estamos exaustos, adoecendo e com salários defasados: chega de enrolação!

Você sabia que na área da saúde temos:

Trabalhadores: 3mil

Afastamento: 561 (Em janeiro/22)

Lotação do pronto-socorro: 150% de capacidade

Enfermagem: 122 afastados

Funcionários concursados afastados: 381

Enfermarias e UTIs: 100% lotadas

Leitos dedicados à covid-19 em Campinas: 460

porStéphane Powaczuk

A sociedade precisa saber o que acontece nos hospitais da Unicamp

Nossa Paralisação com Ato, dia 10/02, vai denunciar também o estrangulamento do serviço e as condições de trabalho desgastantes na Área da Saúde.

O CECOM não dá conta de atender tantos funcionários doentes, mas o reitor Tom Zero mantém a sua postura negacionista ignorando a situação.

A falta de trabalhadoresnos hospitais e a demora na reposição são naturais, o que já não deveria ser. Mas na pandemia aumentou o número de afastamentos por adoecimento reduzindo ainda mais o quadro de funcionários que atendem a população.

A sobrecarga de trabalho na Saúde é visível: aumentou o número de horas extras colocando os funcionários em perigo por conta da exaustão física, mental e emocional a que estão submetidos.

A situação está tão insustentável que os trabalhadores da Saúde pagam pra trabalhar, já que precisam arcar com o custo do fretado e muitas vezes levar EPI’s para o trabalho.

Tanto no HC, quanto no CAISM, faltam isonomia no pagamento de insalubridade, pois alguns funcionários recebem e outros não.

porStéphane Powaczuk

CATEGORIA DECRETA ESTADO DE GREVE

Unificação das Lutas rumo à Greve Sanitária para Unificação das lutas pelos 20%

Dia 10 tem Paralisação com Ato para dar um basta ao descaso e desrespeito do reitor Tom Zé.

A inflação acumulada chegou aos 77,46% e a arrecadação de São Paulo cresceu mais de 80%. Prova de que dinheiro tem!

Não dá mais pra carregar os custos da Universidade nas costas, é nosso direito a reposição inflacionária: 20% já, a partir de janeiro/22.

Nossa última assembleia (27/01) decretou Estado de Greve e a realização de uma Paralisação para cobrar reajuste, retorno ao trabalho remoto e melhores condições para os trabalhadores da Área da Saúde.

Dia 10/02 vamos em frente à reitoria denunciar a postura autoritária e negacionista do reitor Tom Zé.

O Fórum das Seis decidiu que sem negociação efetiva do reajuste, não vamos iniciar o semestre letivo em março e apontou a possibilidade de indicar greve. Mas a nossa assembleia defendeu a antecipação da greve ainda em fevereiro para atrasar o calendário de aulas e forçar os reitores a negociarem os 20%.

Em unidade com a Fasubra vamos integrar as jornadas de luta com mobilizaçõespela valorização do servidor e pressionar o Tom Zero a discutir a pauta dos trabalhadores.

Queremos negociar a pauta salarial e cobrar insalubridade grau máximo, contratações e garantia de fretado integral para os trabalhadores da Área da Saúde.

DIA 10 É DIA DO BASTA!

A Paralisação com Ato, dia 10/02, será híbrida para que todos possam participar. A concentração será às 9h, em frente à reitoria.

Recomendamos que somente os vacinados com a segunda dose e que não estejam com gripe ou Covid-19, sejam sintomas ou comprovação de quadro, participem da mobilização presencial.

Venha se somar a nossa mobilização e vamos lutar juntos pelos nossos direitos.

porStéphane Powaczuk

Tom Zero, vai se responsabilizar pelas vítimas de COVID-19 na Unicamp?

A Coordenação do STU exige condições de trabalho seguras para vida dos trabalhadores/as da Unicamp!

Amanhã, 04 de fevereiro, o STU vai realizar uma live pelo Youtube, às 13h com a Coordenadora de Seguridade Social da FASUBRA, Lucimara da Silva da Cruz, e com a Secretária Geral do Sinteps – Sindicato dos Trabalhadores do Centro Paula Souza – CEETEPS, Neusa Santana Alves para falar sobre experiências de Greve Sanitária.

As condições de trabalho na Unicamp estão péssimas, e a categoria tem se arriscado e se contaminado muito mais ao estar realizando trabalho 100% presencial na Universidade. Isso não pode continuar assim!

Vamos conversar e dialogar nesta live para entender como funciona uma greve sanitária. O movimento reivindica o retorno ao trabalho remoto urgentemente para todos/as!

Venha participar online conosco pelo youtube ou facebook, aproveite para interagir através de perguntas nos comentários e lembre-se de compartilhar a live para que mais pessoas sejam alcançadas e fortaleçam a nossa luta pela vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

O que? Live do STU sobre Experiências de Greve Sanitária.

Quando? Amanhã (04/02)

Onde? Pelo Youtube do STU

Que horas? Às 13h

Participe. Faça suas perguntas e compartilhe com seus colegas de trabalho

porFernanda de Freitas

Greve é eminente na Unicamp

Diante da omissão do reitor na discussão sobre retorno ao trabalho remoto e os problemas na Área da Saúde, categoria decreta Estado de Greve

Dia 10 é dia de Paralisação com Ato em frente à Reitoria.

Basta! Não dá mais para ficar esperando a reitoria fazer caixa às nossas custas e ainda prejudicar a nossa saúde.

Num momento em que há mais recursos financeiros na história da Unicamp, nossa defasagem salarial acumulada desde 2012 corresponde à quase 40%, sendo 20% acumulada apenas nos dois últimos anos; os hospitais estão operando acima da sua capacidade máxima e os trabalhadores da Área da Saúde estão exaustos e doentes, o reitor Tom Zé, se recusa a dialogar com a categoria trazendo para a Unicamp a política de arrocho e descaso do João Dória no Estado de São Paulo.

Recentemente o portal de notícias “A Cidade On” divulgou um dado alarmante, são mais de 560 profissionais de saúde afastados. Uma VERGONHA!

A Área da Saúde clama por melhoria nas condições de trabalho, por reposição de vagas, garantia de EPI’s e proteção aos trabalhadores. Sem contar a luta pela insalubridade grau máximo para todos da Saúde, que há dois anos vem enfrentam, o Covid-19 e agora o surto de gripe Influenza H3N3, muitas vezes sem as devidas condições.

Volta ao trabalho remoto é urgente

Assim como fez a Unesp, vamos cobrar do reitor o retorno ao trabalho remoto por conta do avanço da Covid-19  com a nova variante que é altamente contaminante.

A reitoria fez reunião com a bancada de funcionários e docentes para discutir o retorno presencial e após solicitação das entidades marcou reunião com STU e ADunicamp para a próxima quinta-feira (3).

Na próxima semana o Sindicato fará assembleia para avaliar o resultado dessas reuniões e decidir as ações dos trabalhadores.

Tom Zé precisa retomar o trabalho remoto porque o CECOM não dá mais conta de atender os funcionários doentes.

Queremos 20% de reajuste já!

O Fórum das Seis já decidiu que sem negociação efetiva do reajuste salarial, não vamos iniciar o semestre letivo em março e ainda discutir a greve. Mas a nossa assembleia, realizada dia 27/01, defendeu a antecipação da greve ainda fevereiro para atrasar o calendário de aulas e forçar os reitores a negociarem o reajuste de 20%, a partir de janeiro/22.

Essa medida também dificulta qualquer tentativa dos reitores de quebrar a isonomia e dividir os trabalhadores.

Respeitando a isonomia, mas sem perder a unidade com os companheiros da USP e Unesp, nossa assembleia já aprovou Estado de Greve e indicou assembleia, entre 16 e 17/02, para discutir os indicativos do Fórum das Seis sobre a viabilidade da greve.

A pauta da assembleia será a organização da greve para pressionar à reitoria a retomar o trabalho remoto e dar resposta às demandas da Área da Saúde.

A categoria decidiu também pela unificação com o calendário da Fasubra, que aponta uma jornada de luta com mobilizações nacionais e greve sanitária, em 09/03, pelo reajuste salarial e mais segurança para os técnicos-administrativos federais. As ações serão disparadas aqui na Unicamp com a realização do Ato com Paralisação, previsto para 10/02.

Vem pra paralisação

É fundamental que os diretores, membros do Conselho de Representantes do STU (CR) e demais representantes do conselho façam reuniões nas suas unidades para preparar as mobilizações.

A Paralisação com Ato, dia 10/02 (quinta-feira), será híbrida para que todos possam participar. A concentração acontece a partir das 9h, em frente à reitoria.

Recomendamos que somente os vacinados com a segunda dose e que não estejam com gripe ou Covid-19, sejam sintomas ou comprovação de quadro, participem da mobilização presencial.

Se não for possível estar na frente da reitoria, acompanhe a transmissão online e ao vivo e participe através da sala virtual.

Precisamos dar um basta e lutar por nossos direitos!

Dia 10, todos à frente da reitoria para exigir respeito aos trabalhadores da Saúde e nossa reposição salarial!