STU – Sindicato dos Trabalhadores da UNICAMP

Categoria define nova diretoria do STU em eleição auditada

Travessia conquista oito vagas na diretoria e dois membros no Conselho Fiscal.

Após três dias intensos de votação, 20, 21 e 22/08, a categoria escolheu a nova direção do STU, que estará à frente da entidade no próximo triênio.

A eleição aconteceu de forma presencial nos campi de Campinas, Paulínia, Piracicaba e Limeira, garantindo a participação da base em diferentes Institutos e Faculdades.

No total, participaram da eleição 1054 trabalhadores, sendo registrados 1027 votos válidos, 16 nulos e 11 brancos.

A Chapa 2: Travessia – Paepes na Luta! foi a mais votada, conquistando 316 votos e 8 vagas na direção colegiada do sindicato.

As demais chapas também terão representação, conforme o sistema de proporcionalidade, reafirmado no XIV Congresso da categoria, como forma de garantir maior democracia e pluralidade nas instâncias sindicais.

O resultado final, declarado pela Comissão Eleitoral na noite de sexta-feira (22) definiu a composição da nova gestão da seguinte forma:

Chapa 1 – Alerta Unicamp – Resistência e Unidade para Lutar:  291 votos;

Chapa 2 – Travessia Paepes na Luta!: 316 votos;

Chapa 3 – TLS – Por um STU Independente e Combativo!: 219 votos e

Chapa 4 – Avante STU-CUT-Unir Fasubra: 201 votos.

De acordo com o Estatuto do STU, as vagas da diretoria foram distribuídas de forma proporcional entre as chapas que alcançaram pelo menos 10% dos votos.

A eleição foi organizada pela Comissão Eleitoral, que acompanhou cada etapa do processo em conjunto com a empresa responsável pela plataforma digital de votação e com a empresa de auditoria independente.

O processo eleitoral do STU foi acompanhado de perto por representantes e assessorias jurídicas das chapas inscritas.

Também passaram pelo pleito entidades parceiras, a Fasubra Sindical, a CTB, sindicatos e a vereadora Mariana Conti (PSOL).

Nossa eleição também foi acompanhada pela assessoria jurídica do STU, escritório Sobral & Stocco.

Essas representações reforçaram a legitimidade do pleito e o compromisso coletivo com a democracia sindical.

A atual gestão segue à frente da entidade até 20/09, quando se encerra oficialmente o mandato. Até lá, o período de transição será marcado pelo diálogo entre as diferentes chapas e pela responsabilidade de garantir continuidade às ações em defesa da categoria.

Esse é um momento fundamental para preparar o terreno para a nova diretoria, pois há muito a ser feito diante dos desafios colocados pela realidade da Unicamp e pela conjuntura nacional.

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