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Ato em São Paulo cobrou a Alckmin respeito e mais verbas para as universidades

Em mais um ato unitário, trabalhadores, estudantes e docentes da Unicamp, USP e Unesp deram seu recado ao governador Geraldo Alckmin na tarde de ontem: “Não tem arrego! A greve continua unida e forte!”. Centenas de pessoas enfrentaram o frio e quase duas horas de caminhada da Cidade Universitária até o Palácio dos Bandeirantes com muita disposição. O governador tenta se abster da responsabilidade sobre a greve nas universidades estaduais dizendo que os reitores têm autonomia para decidir o que fazer, mas o tucano não engana os servidores.

Os reitores são nomeados pelo chefe do Governo, que além de tudo deixou de repassar cerca de R$ 2 bilhões de reais para USP, Unicamp e Unesp nos últimos seis anos. Alckmin tem sim responsabilidade no sucateamento da educação paulista. E a comissão recebida pelo governador deixou isso claro e cobrou atendimento às propostas apresentadas também à Alesp (ver no verso).

Ontem o jornal ‘Folha de S. Paulo’ divulgou que o reitor da USP pensa em “solucionar a crise financeira” com um plano de demissões incentivadas, entrega de hospitais e redução de salários. Os trabalhadores não baixarão a cabeça para estas medidas arbitrárias e seguirão cobrando de Alckmin e do Cruesp mais verbas para as universidades paulistas; repasse do que é devido à USP, Unicamp e Unesp; respeito à data-base; reajuste salarial já e transparência na gestão! Essa é a verdadeira solução para a crise.

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