
Estamos quase chegando na nossa data-base, e pela participação da categoria na assembleia de hoje (08) é nítido que a indignação é geral.
Os trabalhadores da Unicamp não vão aceitar calados a possibilidade de 0% de reajuste da reitoria, vai ter GREVE!
Mas antes, foi aprovado um calendário de atividades para deixar a Unicamp fervendo.
Sexta-feira, 10/04
Próxima sexta é Dia de Paralisação Estadual, vamos realizar um grande ATO em frente à reitoria para lutar contra a política privatista de desmonte do Governo Tarcísio alinhada com a gestão Cesinha que insiste em penalizar os trabalhadores com a Autarquização.
Uma caravana vai à São Paulo participar da mobilização do funcionalismo paulista e vamos realizar debates para discutir sobre os problemas das relações de trabalho, ponto eletrônico e assédio moral. Fique atento as nossas redes de comunicação para saber o local e horário.
Terça-feira, 14/04
Atendendo a pedido na assembleia, a categoria aprovou uma Plenária na Área da Saúde na próxima terça, 14, às 10h. Esse encontro é para organizar a luta contra a Autarquização e pela Campanha Salarial dentro do complexo hospitalar. Vamos reunir todo mundo para fortalecer o nosso movimento.
Quinta, 16/04
Após realizar as reuniões de unidade e as atividades do dia 10 e 14, convidamos TODA UNICAMP a comparecer às 12h, na Praça da Paz, para uma Assembleia Geral que vai votar o INDICATIVO DE GREVE para o dia 22/04.
A nossa GREVE pode ser muito forte, só depende da nossa mobilização.
Agora é a hora de trazer a sua indignação com a falta de reajuste!
A política da reitoria da Unicamp é desmontar a categoria PAEPE, não podemos deixar isso acontecer!
Moções de Apoio e Solidariedade
A assembleia também aprovou uma moção de apoio aos companheiros da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que estão sofrendo um longo processo de desmonte por conta do Governador Claudio Castro. No momento o Rio de Janeiro encontra-se sem governador piorando a falta de orçamento para tocar a universidade.
Também foi aprovado uma moção de solidariedade aos companheiros da USP que estão sofrendo quebra de isonomia entre os docentes que vão receber uma gratificação de R$ 4.500 por mês durante 24 meses.